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16. A Trégua


Fic: E Se Fosse Verdade


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Oiiiiiiiiiiiiieeeeeeee td bem com vcs??? Bom, eu estava morrendo de sds de postar aki, só naum postei o cap. ainda pq eu estava terminando a fic, e isso me deu um trabalhão... eh pessoal, tá no fim!!!
Estou RADIANTE pelos cometários... VCS SÃO D+!


Hermione J. Granger, puxa, mto obrigada... assim eu fico sem graça... *corando*... Bem, mto obrigada pelo carinho... e a sua fic eh mto linda, vc sabe! rs
Tbm espero ansiosa pelas suas atualizações...
Vlw e BjauM!

caroline marques, eh a conversa da Mione e do Harry foi o ponto alto do cap. para mim... eu gostei mto... q bom q vc gostou tbm!:-D
Pode deixar q naum vou demorar a colocar o trailer... Bjs!

tanne, vlw por passar aki... fico mtoooo feliz q vc tenha gostado, mto msm!
BjS!!!!!!!!!!!

taaa_hp,eu queria uma sessão de cinemas dessa tbm... rs
Vlw! BjS!

Christine Martins, tadinho do Harry, ele já ficou bonzinho sim.... Pode confiar... rs
BjS!

Anna fletcher,oiiiie, eu estava sentindo falta do seu comentário... rs... A história do filme foi engraçada, eu naum sabia q filme colocar, tinha pensado em "Uma Linda Mulher", mas naum axei q tinha haver com a história dos dois, então perguntei para o meu pai um filme de romance e ele me flou... "Sr. e Sra. Smith"... foi perfeito... eles querem ser um + q o outro o filme inteiro, vivem brigando e no final se entendem... rs
Q bom q gostou!
BjauM!

Laís Potter, mto obrigada pelo carinho!!!!
BjauM!!!!!!!!!!!!!!!


Basicamente é isso ai! Espero q gostem...
Bjaum a todas!




16 – A Trégua


- Ora, ora, se não é o Potter.
Mesmo depois de três meses passados do ocorrido entre Harry e Hermione, e mesmo que Hermione já tivesse perdoado o moreno, Draco não tinha engolido o que tinha acontecido. Por isso, sempre que podia, borrifava Harry.
- O que você quer agora, Malfoy? – perguntou Harry, impaciente. Sabia que mais dia, menos dia, perderia a cabeça com o sonserino. – Vai só me encher o saco, ou tem algo de útil para falar.
Eles estavam no jardim do colégio, Harry estava indo para a sala comunal da Grifinória, enquanto Draco estava indo para árvore próxima do lago da Lula-Gigante, tinha combinado de estudar com Hermione lá.
- Nada, é só para te encher mesmo. – respondeu Draco, debochado.
Harry deu um longo suspiro e voltou-se para Draco.
- Quando vai parar com isso, hein?
- Por quê? Te incomodo? – perguntou irônico.
- Malfoy, só o fato de você existir me incomoda. Te ver constantemente e aceitar suas provocações só aumentam meu desejo crescente de te matar.
- Estou sentindo hostilidade no ar - Draco olhou em volta e depois voltou-se para Harry -, ou seria o Potter violento novamente? – o loiro concluiu ironicamente.
- Não enche, Malfoy! – Harry falou, cerrando os dentes, dando ênfase em enche. E voltou a caminhar.
- Por que não devo enchê-lo, Potter? – Harry parou, mas sem olhar para Draco. – Por que você é O Eleito ?
Quando Harry voltou-se para Malfoy, o sorriso debochado do loiro e a sua voz arrastada, fizeram Harry fechar os punhos.
- Não, é porque eu não respondo por mim, Malfoy! – Harry retrucou, ameaçadoramente.
- Sempre soube que esse seu heroísmo era uma tolice criada por pessoas que precisavam crer em um salvador. E que, de fato, você nunca foi herói!- Draco retorquiu, sério.
- Já não é o bastante para você? – perguntou Harry, impaciente.
- Do que você está falando? – Draco arqueou as sobrancelhas.
- Você já a tirou de mim, o que mais você quer? – Harry parecia derrotado. – Não foi o suficiente para você?
Pela primeira vez, Draco sentiu pena de Harry.
- Eu não a roubei de você, foi você quem a perdeu.
Harry sentiu como se tivesse levado um soco no estômago. Apenas encarou Draco, enquanto ele falava.
- Antes de você fazer o que fez - Draco olhou para o chão para falar isso, para não parecer uma provocação. –, Hermione e eu não estávamos realmente juntos, mas...
- Eu já sei, eu estraguei tudo não é!?
- Basicamente, sim. – exclamou Draco, dando de ombros.
- Você não é exatamente a pessoa certa para julgar aqui, ou eu estou enganado, Malfoy? –perguntou Harry, sarcasticamente.
A expressão de Draco mudou na mesma hora, ele sabia ao que Harry se referia.
- Afinal, não fui eu quem liberou a entrada de comensais no castelo, no ano passado, proporcionando a oportunidade para que matassem Dumbledore. – Harry sentiu sua fúria crescer, e acrescentou rapidamente, antes que Draco tentasse falar. – Não se esquecendo de que a missão de matá-lo era SUA, e você aceitou isso.
Draco abaixou a cabeça derrotado.
- Você sempre vai jogar isso na minha cara!
- Lógico! – retrucou Harry, como se fosse óbvio. – Você faria o mesmo. Além do mais, eu não sou a Hermione e não vou passar a mão na sua cabeça.
- Falando nela – Draco sentiu que era sua chance de ficar por cima. – eu realmente não entendo como ela pôde te perdoar.
- Da mesma maneira que ela te perdoou. – respondeu Harry, desdenhoso. – Até porque, eu não ajudei a matar ninguém.
- SABE QUAL É O SEU PROBLEMA, POTTER? VOCÊ ACHA QUE VOCÊ FOI O ÚNICO A PERDER COM A MORTE DE DUMBLEDORE, MAS EU TENHO UM SEGREDO A TE REVELAR... EU PERDI MUITO COM ISSO TAMBÉM! – vociferou Draco.
- PERDEU O QUE? – perguntou Harry no mesmo tom.
- Caso você não tenha percebido, Potter – Draco praticamente cuspiu o nome de Harry. -, Dumbledore era a minha única chance de sair disso tudo.
Hermione, que estava distante prestava atenção e preferiu não interferir, sabia que eles precisavam conversar. Então, ficou de olho, para ver se a conversa não se excedia de mais, esperava que os gritos cessassem.
- Então você não estava tão disposto assim a sair disso tudo, porque a morte de Dumbledore foi CULPA SUA. – Harry estava com os punhos fechados, pronto, para acertar o sonserino.
Draco apertou os olhos, como se estivesse segurando uma lágrima.
- E como você acha que eu me sinto com isso?
- O problema é seu! Não me importa nem um pouco saber como você se sente. Você é o culpado e nada muda isso.
- Seguindo sua teoria, Potter, nada muda o que você fez a Hermione, então!
Harry encarou os próprios pés.
- É diferente... eu me arrependi!
- Aaaah, então é isso, só você, o perfeito Potter , pode se arrepender – Draco colocou o dedo indicador na cara de Harry. – pois eu estou arrependido, porém, olha como é a vida.... – Draco abriu os braços e completou, amargurado. – a pessoa que eu feri está MORTA e não pode me perdoar. Por isso, Potter, pare de sentir tanta pena de você mesmo. Você sente tanta pena de si que esqueceu que as outras pessoas têm problemas também. E caso você não tenha percebido, a morte de Dumbledore não te deixou sem escolhas, você tem pessoas importantes ao seu lado, para te ajudar. Pois se você acha que você é capaz de vencer essa guerra sozinho, você está enganado! – Draco não gritava, mas o desespero em sua voz era crescente. – Pois sem o Weasley ou a Hermione, você não vai a lugar nenhum... não que o Weasley seja fantástico, mas ele morreria para te salvar. - Draco sorriu debochado. - Acho que isso já salvou a sua vida uma vez. E quanto à Hermione, você não conseguira sem ela, portanto, acho melhor você PARAR DE AFASTAR SEUS AMIGOS DE VOCÊ, CASO QUEIRA VENCER VOL... VOLDEMORT! Você não está dando importância a quem se importa com você e, um dia, Potter, até a Weasley vai te mandar pastar. – Draco bufou e com a voz mais calma, concluiu. – E se me culpar pela morte de Dumbledore te faz sentir melhor, ÓTIMO! Continue, mas fazer isso também não te trará nada! – exclamou Draco.
Harry encarou Draco por algum tempo, sem resposta. Quando viu que Draco estava se afastando ele falou:
- Você está certo, Malfoy.
Draco parou bruscamente e ainda de costas, perguntou:
- O QUE?
- É... eu disse que você tem razão – Draco voltou-se para Harry. – eu passei tempo demais sentindo pena de mim mesmo e magoando meus amigos.
Harry suspirou triste e começou a andar para voltar ao castelo.
- Mas você ainda tem chances, quero dizer, seus amigos são realmente fantásticos, Potter. – Draco forçou um sorriso. – E caso você volte ao mundo real, fará mais amigos. Amigos dispostos a ajudar nessa guerra.
Harry olhou intrigado para Malfoy.
- Você está sugerindo que poderia ser meu...
- Sim! – cortou Draco. – Como te disse, se voltar a se concentrar em outra coisa além de se sentir injustiçado, poderá contar comigo.
Draco foi até Harry e estendeu a mão. Era o mesmo gesto que foi feito pelo loiro no primeiro ano de ambos na escola. Harry o encarou antes de estender a própria mão e concluiu.
- Será muito importante ter você do nosso lado, Malfoy.
Draco assentiu com a cabeça.
- Eu tenho que ir agora – e olhou para o lugar onde Hermione fingia ler um livro. -, venha comigo, assim ela não bombardeará somente a mim e você vai poder responder aos detalhes dessa conversa.
Harry sorriu.
- Talvez ela não goste de me ver lá, até porque eu não quero atrapalhar vocês dois.
- Potter, não seja bobo, ela está louca para ficar bem com você e comigo. E quanto a atrapalhar, não se preocupe, eu mesmo te lembrarei de que a Hermione e eu somos namorados e precisamos de privacidade, caso você se esqueça. Agora, vamos!

Os dois seguiram em direção a Hermione, que já não fingia mais ler e estava em pé esperando pelos dois.
- Amor, sabe que é muito feio prestar atenção na conversa dos outros? – Draco carinhosamente deu um beijo na testa da namorada.
- Vocês não estavam dando exatamente a impressão de que a conversa era particular. – respondeu Hermione, ansiosa.
- Você tem razão, eu e o Potter nos alteramos um pouco. Mas acho que foi definitivamente a vez que nós melhor nos entendemos, não acha, Potter? – Draco sentou-se encostado na árvore e puxou Hermione com ele.
- Ah... eh... acho sim. – Harry ainda não se sentia à vontade com Hermione, principalmente com Draco do lado, mas também se adiantou a sentar.
- Mas, então – ela olhou para Harry, sorrindo nervosa. – sobre o que vocês conversaram?
Draco sorriu e começou a narrativa. Durante o decorrer da tarde, os três conversaram animadamente sobre a última aula de transfiguração, onde Tonks foi transfigurar uma cadeira e acabou por transfigurar Dino, que estava sentado na cadeira.
- A Tonks é muito desastrada, mas é ótima! – exclamou Hermione, sorrindo.
Harry já não prestava atenção, estava pensando em tudo o que Draco lhe dissera mais cedo, sobre seus amigos e sobre Gina, quando viu uma garota de cabelos muito ruivos passar em direção ao castelo.
- Ah... é melhor eu ir indo, acho que já fui “vela” o suficiente por hoje! – Harry já se levantara.
- Nem tive que expulsá-lo, Potter! Que beleza. – Draco passou os braços nos ombros de Hermione.
Harry sorriu e se afastou dos dois. Ele notou que Hermione repreendeu Draco por falar daquele jeito com ele. Mas se apressou, Gina estava ficando longe.
- Hey, Gina... – ao ver que Gina parara, Harry parou colocando as mãos no joelho para recuperar o fôlego. – Nós... eh... nós podemos conversar?
Gina olhou para ele impaciente.
- Sinto muito, Harry, mas acho que nós não temos nada a conversar. – Gina virou-se para ir embora.
- Por favor! É importante. – Harry correu para alcançar Gina e a segurou pelo braço.
- Olha Harry, hoje não é decididamente um bom dia para você falar bobagens para mim, eu não estou, como posso dizer, muito bem-humorada para besteiras hoje.
- Vamos, Gina! – Harry fez uma cara que Gina não resistia e a ruiva tratou de responder. – Está bem, mas se me irritar, eu vou te azarar.
- Está bem. – Harry sorriu e continuou. – Bem, eu estive conversando com o Malfoy....
- Você o que? – perguntou Gina, exasperada.
- Eu sei que é esquisito, mas eu fiz isso, e por mais incrível que pareça, ele falou coisas coerentes, que depois de eu ligar com o que seu irmão falou... tudo fez sentido.
- Do que exatamente você está falando, Harry? – Gina estava impaciente.
- Que eu não amo a Mione. – Gina olhou para Harry incrédula, ele foi procurá-la para dizer que não amava mais a Mione, francamente! Ele sabia que ela era apaixonada por ele.
- E daí?
- Calma, Gina. O que eu estou tentado dizer é que eu estive obcecado pela Mione esse tempo todo. Eu sempre me senti bem ao lado dela, mas hoje posso ver tranqüilamente que era só como amigo! – Harry disse mais para si do que para a ruiva.
- Acho que você está dizendo isso à pessoa errada, Potter! – Gina estava com as mãos na cintura e com o rosto contorcido, e fez com que Harry se lembrasse irresistivelmente da sra. Weasley. Ele sorria, mas saiu do transe quando ouviu o seu sobrenome.
- Você sabe que eu odeio que você me chame assim. – retrucou, ofendido.
- Pouco me importa! – Gina abaixou os ombros e fazia menção de sair, quando Harry a segurou pelo braço.
- Calma Gina, eu ainda não terminei.
- Olha Harry... – mas Harry a cortou. – Você tem que me ouvir. A única conversa decente que eu tive com Malfoy durante toda a minha vida tem que ter valido para alguma coisa.
Gina respirou fundo, soltou o seu antebraço das mãos de Harry e o olhou autorizando que ele continuasse a falar.
- Enfim, eu estava muito ocupado sentindo pena de mim e me esqueci de pessoas importantes para mim...
- Não me pareceu que você esqueceu a Hermione! – replicou a ruiva, irônica.
- E isso não foi bom para ela, quero dizer, eu quase cometi uma loucura. – Harry respondeu, bravo. – O que estou tentando fazer, Gina, é te pedir perdão.
Gina o fitou como se esperasse algo mais. Mas não teve. Ela então, começou a falar.
- Se a Mione foi capaz, por que eu não poderia? Mas você nem imagina o como me fez sofrer Harry. O quanto eu chorei por você. – Gina estava chorando, e fungava alto, tentando segurar o choro.
- Eu... eu sei...
Harry a abraçou, e como se fosse um sonho, não existia mais ninguém além dele e Gina. Sentir o perfume da ruiva, a pele suave, era tão reconfortante e pensou há quanto tempo não se sentia assim.
Gina saiu do peito de Harry mais calma.
- Tenho medo de me machucar de novo com você, Harry.
- Eu... eu não posso prometer que não vai mais acontecer, mas prometo que não vou cometer loucuras como as que cometi esse ano.
- Se você tentar cometer essas loucuras novamente, eu me encarrego de fazer o que Voldemort ainda não fez! – Gina se pendurou no pescoço do moreno, e acrescentou. – Você sabia que eu te amo?
Harry sorriu. Ele sabia, mas sabia também que dizer que a amava naquele momento seria mentira, então ele a beijou, sem dizer mais nada.




No próximo cap....


Ainda existem segredos guardados...
- Tenho que fazer umas coisas. – respondeu Hermione meio desnorteada.
- E eu poderia saber o que são essas coisas? – indagou o loiro, desconfiado.
- Nada de importante Draco. – Hermione tentava parecer confiante – Só tenho que fazer um trabalho de Runas Antigas.
- Hum, é só isso? – ele levantou uma sobrancelha.


e desafios a serem enfrentados...
- Harry não vai acontecer nada.
- Então eu posso ir! – exclamou Harry.
- Não, você não pode. Porque eu acredito que não acontecerá nada, mas se acontecer, você não deve estar lá.


Pessoas serão reveladas...
...Ela tinha uma aparência abatida, cansada e doentia, mas nem isso diminuía a sua beleza.
- O que vocês fazem aqui, Remo?


... e novos laços irão surpreender...
- Acalme-se senhora Malfoy. Vamos levá-la ao Draco.
- Você????


O ciúmes poderá ser fatal!
VOCÊ NÃO ESTAVA NA SALA COMUNAL DA GRIFINÓRIA NEM NO DORMITÓRIO FEMININO!Mas como eu sou burro, você estava com o Potter.

Mas o amor sempre deve falar mais alto.
- Estamos em guerra Draco e não tem como não me arriscar, mas quero te dizer, que não me arrisquei por um mundo qualquer, eu fico muito feliz de me arriscar pelo meu mundo Draco, me arriscar por você!

Não percam o próximo capítulo, pois é nele que conhecerão de fato Narcisa Malfoy.


Ok, eu axo q flei demais nesse resumo... *imita Dobby e bate a cabeça na parede*... por isso, espero q gostem.... rs

BjauM!!!!!!!!!!

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