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8. Terá de falar com ela


Fic: Sucessão de encontros - Weasley ou Malfoy


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Os Weasley chegaram em peso no Hospital às 12 horas, Christopher estava atordoado, olhou para a mãe com cara de culpa, morrendo de medo que ela brigasse com ele. Gina embora estivesse morta de vontade de abraçá-lo, o máximo que conseguiu, foi dizer-lhe que estava tudo bem.

Ah Christopher querido, como foi fazer uma coisa dessas, – repreendeu Molly gentilmente – podia ter morrido, será que nunca vai aprender?

Desculpa vovó – murmurou o menino – eu não faço de novo.

Esta doendo em algum lugar Christopher? - perguntou Arthur.

Não – disse Christopher.

É a perna parece estar boa – disse Arthur – acho que não ficara com nenhuma marca.

Embora talvez fosse melhor que ficasse alguma marca – disse Rony –, assim talvez penetrasse em sua cabeça um pouco de bom senso.

Ora Rony, não dia uma coisa dessas – disse Fred.

O demoniozinho ainda tem muito a aprontar ate adquirir um pouco de bom senso – disse Jorge.

Vovó, a mamãe esta brava comigo? – perguntou Christopher.

Não, não estou Christopher – disse Gina, tinha um sentimento triste no coração, sentia que algo horrível ia acontecer, mas o que? Christopher já não tinha se acidentado?

O horário de visitas terminou, vocês poderão voltar novamente às seis horas – disse Sylvia, olhava para Gina analítica, o que Draco tinha visto nessa porca que pudesse tê-lo atraído?

Todos se despediram de Christopher, prometendo voltar mais tarde, estavam quase fora do Hospital quando Gina parou e disse que ia voltar para falar algo com a enfermeira.

Quando chegou ao quarto encontro aquela enfermeira olhando fixamente para ele, Gina achou estanho, ficou um tempo olhando, ate que Sylvia percebeu sua presença.

O horário de visitas já terminou – disse Sylvia, sua voz estava seca.

Eu sei, mas tenho uma coisa para falar com ele – disse Gina.

Você poderá falar às seis horas – disse Sylvia cortante.

Eu preciso falar agora – disse Gina um pouco grossa – sou uma auror, não sei se poderei vir à noite.

Certo, pois então diga – disse Sylvia, estava mais que claro na sua voz o desprezo, Gina achou estranho como uma estanha podia demonstrar tanto despeito ao olhá-la?

É um assunto particular, não vai levar muito tempo – disse Gina.

Sylvia se retirou, não sem antes olhá-la mais uma vez daquele modo inquietante, Gina se aproximou da cama, pretendia falar, mas não consegui, então simplesmente abraçou seu filho, Christopher começou a chorar.

Desculpa-me mamãe, me desculpa, - conseguiu dizer – eu não queria deixá-la preocupada.

Eu pensei que estivesse morto quando o vi no chão – disse Gina, sua voz estava embargada, mas estava contendo o choro -, prometa nunca mais fazer isso, prometa que nunca mais vai arriscar sua vida.

Eu prometo mamãe, nunca mais vou deixá-la com raiva – disse Christopher.

Christopher não é raiva – disse Gina surpresa, se separando do filho – você nunca me deixou com raiva. Foi medo de perdê-lo, eu sei que não demonstro realmente, mas... Isso não quer dizer, eu não goste realmente de você.

Você parece sempre estar com raiva de mim, – disse Christopher sem encará-la – sempre parece que eu sou defeituoso.

Christopher, o defeito não esta em você, esta em outra pessoa, e também esta em mim, mas não em você, nunca em você – disse Gina – desculpe por atribuir-lhe uma culpa que não lhe pertence, eu prometo que as coisas vão mudar, não vou mais agir desse jeito com você.

Eu te amo mamãe – disse Christopher baixinho.

Gina ia dizer que também o amava, porem não consegui, então o abraçou.

Eu tenho que ir agora – disse Gina limpando os olhos – voltarei à noite.

Tchau mamãe – disse Christopher.

Gina foi embora, mas o sentimento ruim continuava em seu peito, o ignorou, agora tudo ia melhorar, finalmente tinha se apercebido que Christopher não tinha de ser igual a Draco, finalmente poderia ser uma mãe para seu filho, não reparou que Sylvia entrou no quarto assim que ela saiu.

O que você esta fazendo? – perguntou Christopher quando Sylvia voltou e começou a pô-lo nos braços – Aonde vai me levar?

Vou levá-lo para ver seu avô – disse Sylvia.

Vovô Arthur? – perguntou Christopher, alteando uma sobrancelha – Mas o vovô Arthur acabou de ir embora.

Não é esse avô, é outro, Lucio, o pai de seu pai – disse Sylvia, não via por que esconder do menino.

Meu pai e o pai dele? – perguntou Christopher – Vovó me disse que meu pai tinha ido embora, mas nunca falou do meu outro Avô.

Bem agora ira conhecê-lo – disse Sylvia – só precisa se comportar.

Nós vamos voltar logo? – perguntou Christopher preocupado – Mamãe vai ficar preocupada se chegar e não me encontrar.

Sim, nós voltaremos logo – disse Sylvia – e ela sabe aonde esta indo.

Por que então não me disse nada? – perguntou Christopher.

Porque queria fazer uma surpresa – Sylvia, olhou espantada para o menino, era muito esperto para sua idade, devia ser o sangue Malfoy, talvez fosse realmente bom trazê-lo para o lado certo logo cedo – agora fique calado, depois seu avô lhe dirá tudo o que precisa saber.

Aqui esta o menino – disse Sylvia, fazendo uma reverencia – eu trousse-o como me foi ordenado.

Muito bem, deve procurar agora por Draco – disse Lucio –, diga a ele tudo o que descobriu, diga que me contou e que pegou o menino, que agora ele se encontra em minhas mãos.

Sim senhor – disse Sylvia e se retirou.

Christopher sabe quem eu sou? – perguntou Lucio ao garoto.

Meu avô?- perguntou o menino assustado.

Isso mesmo, Lucio Malfoy, pai de Draco Malfoy, seu pai – disse Lucio.

O senhor sabe onde esta meu pai? – arriscou o menino.

Ele esta vindo vê-lo – disse Lucio, não tirava os olhos do garoto por nenhum segundo, estava a analisá-lo, era mesmo uma copia exata de Draco, só esperava que não fosse tão fraco como ele, mas com uma criação adequada tudo sairia corretamente, Narcisa ia gostar de criar o garoto, mas dessa vez não a deixaria estragar a criança.

O senhor mora muito longe? – perguntou Christopher.

Não, por que pergunta? – Lucio achava cada vez mais que tinha acertado ao pegar o moleque.

Se não mora longe, por que não o conheci antes? – perguntou Christopher.

Por que eu não sabia que você existia – disse Lucio, achava melhor falar o máximo da verdade que podia nesse primeiro encontro –, só soube agora, e quis conhecê-lo.

E meu pai? Vovó me disse que ele estava longe – disse Christopher –, ele também não sabia que eu existia?

Não, ele não estava longe, e sabia que você existia, mas não podia se aproximar, os motivos para isso você conhecera depois – disse Lucio – Por enquanto gostaria que você me dissesse alguma coisa sobre você, para conhecê-lo melhor, enquanto esperamos seu pai.

Eu... Eu não sei o que dizer – Christopher se desculpou.

Quantos anos têm? – perguntou Lucio.

Quase quatro anos – disse o menino.

Como foi parar no Hospital? – perguntou Lucio.

Tio Fred e tio Jorge fizeram uma vassoura de aniversario para mim, eu a achei antes do tempo e sai à noite escondido para experimentá-la, nunca tinha montado, não sabia o que fazer e acabei caindo.

Isso foi muito arriscado – repreendeu Lucio.

Eu sei, prometi a mamãe que não faria novamente – disse Christopher.

Nesse ponto ouviu-se um grande estralo, e Draco aparatou no esconderijo, encarou Lucio com um ódio enorme, controlado a base de muito esforço.

Por que o pegou? Que direito pensa que tem para tomá-lo dela? – gritou Draco.

Direito de avô, afinal ele é um Malfoy – disse Lucio mantendo a calma –, olhe para ele Draco, ele nos pertence, não é um Weasley, nunca será, é um Malfoy ate a raiz dos cabelos.

Não é, absolutamente não é, não nos pertence, pertence a ela – disse Draco -, e eu vou devolvê-lo.

Não vai – Lucio se pôs entre Draco e Christopher que se encolhia de medo -, ele agora me pertence, não poderá levá-lo, ele será meu tributo, minha compensação pela decepção que você me causou.

Do que esta falando? - perguntou Draco – Eu já lhe paguei, estou do seu lado não estou?

Nunca esteve do meu lado Draco, a quem quer enganar? Nunca foi o filho que eu quis, Christopher agora o será – disse Lucio –, só aceitei você porque não sabia dele, não foi um trato justo, agora eu o quero e você pode ir embora se quiser.

Do que esta falando? Sabe que eu não posso ir – disse Draco –, e mesmo se pudesse nunca o deixaria com você.

Pois então fique, mas não me atrapalhe Draco – ameaçou Lucio, olhando para Christopher –, ou vou lhe ferir onde mais doe.

Senhor... – Christopher se arriscou – o senhor é meu pai? Por que nunca me procurou?

Eu... Não podia – disse Draco, sentiu uma dor enorme ao olhar para o filho – posso ao menos falar com ele sozinho Lucio?

Cuidado com o que diz – Lucio se retirou.

Eu sinto muito – Draco disse quando Lucio saiu – queria ter podido ficar com você, mas sua mãe não sabe que eu sei de você.

Minha mãe não gosta de você? – perguntou Christopher.

Não, ela não gosta – disse Draco baixando a cabeça – por isso me mantive afastado.

O que você fez a ela? – perguntou o menino.

Eu a decepcionei – disse Draco.

Ela não gosta de mim por causa de você? – perguntou Christopher.

Do que esta falando? É claro que ela gosta de você – disse Draco.

Você não esta lá para saber, esta? – perguntou Christopher.

Não, mas... – Draco começou.

Quero ir embora daqui. – disse Christopher – Quero minha casa.

Não pode ir para casa Christopher, seu avô não vai deixar – disse Draco.

Onde ele esta? Vou falar com ele – disse Christopher, e saiu andando pela casa em busca do avô.

Draco ficou olhando o menino ir embora, seus pensamentos iam longe, tudo tinha saído de controle, tudo tinha dado errado, o que ia acontecer quando Gina descobrisse que Lucio tinha pegado o garoto? Certamente ira odiá-lo ainda mais, vai tentar pegar o menino de volta, então não poderá protegê-la, nem a Christopher, tinha fracassado em tudo, Lucio descobrira Christopher e agora tudo estava perdido. Dumbledore! Tinha que achá-lo, talvez ele tivesse uma solução, não acreditava nisso, mas... Dumbledore era uma luz para as pessoas nas horas difíceis, talvez pudesse ser para ele também.

Onde esta meu filho? – gritou Gina, estava desesperada, tentara se controlar, mas vinha achando isso difícil.

Quando chegara ao Hospital com sua família fora diretamente ao quarto de Christopher, não o achara, começou a se sentir desconfortável a partir desse momento, mas se convencera de que provavelmente só o haviam mudado de quarto, foi procurar uma enfermeira, quando se identificou como Gina Weasley ela disse que já estava aguardando a sua chegada e que deveria falar como a chefe de enfermagem.

Gina foi junto com sua família ate a sala dessa moça, lá lhe disseram que Christopher tinha sumido, ao que se sabia desde as três horas da tarde, ficou desesperada, mas conseguiu manter o controle, perguntou por que não tinha sido informada, a enfermeira disse que tinham esperanças de encontrar o menino no Hospital mesmo. Só que agora já se tinha feito inúmeras buscas. E ele não havia sido encontrado, a essa altura do campeonato Molly estava se desfazendo em lagrimas, Arthur tentava acalmá-la, mas ele mesmo estava tremendo, e seus irmãos estavam sem saber o que fazer, como se estivessem perdidos, ela tinha estado fria e controlada ate esse momento, mas então lhe disseram que apesar de não encontrar nenhuma relação entre os fatos, eles se sentiam na obrigação de lhe dizer que uma das enfermeiras, justamente a que estava encarregada de Christopher havia sumido, nesse ponto Gina começou a ficar descontrolada.

Gina lembrou da enfermeira mais uma vez, os olhos dela, o desprezo que havia a tremer.

Senhora tem certeza que ninguém da família veio buscá-lo sem que vocês soubessem? – arriscou a enfermeira.

Eu vou repetir só mais essa vez para que fique bastante claro – disse Gina entre dentes – toda a família dele, absolutamente toda a família esta neste Hospital agora.

Senhorita Weasley, eu sei o problema que esta passando, por isso venho agüentando suas grosserias desde que chegou aqui, mas agora já basta – disse a enfermeira chefe -, a senhora já me disse que o menino não era sobrinho neto do senhor Weasley. Que ele é na verdade seu filho, então logicamente o pai dele poderia ter vindo buscá-lo, ou então alguém da família do pai dele.

O pai dele não sabe que ele existe e muito menos ninguém da família dele – disse Gina irritada -, e eu não teria que estar aqui sendo grosseira com a senhora, se você tivesse feito seu trabalho direito.

Agora já basta senhorita Weasley – disse a enfermeira chefe – quero que se retire do meu hospital imediatamente.

Sentirei o maior prazer em fazê-lo, assim que meu filho aparecer – disse Gina.

Senhorita Weasley, será que ainda não entrou na sua cabeça que seu filho não esta no Hospital? – perguntou a enfermeira chefe - O ministério já foi avisado, já estão procurando o garoto, o Hospital não pode fazer mais nada, o melhor que tem a fazer agora é ir para sua casa esperar.

Não sairei daqui ate que me devolvam meu filho – disse Gina.

Ora vamos Gina, você sabe que não há mais nada para se fazer – disse Arthur –, não pode ficar aqui para sempre, é melhor irmos embora.

Eu quero meu filho – disse Gina, só então a primeira lagrima escorreu por seus olhos.

Eu sei que quer – disse Arthur abraçando a filha, o corpo de Gina em seus braços não parava de tremer –, mas é melhor irmos para casa agora.

Gina abanou a cabeça e se deixou conduzir por seu pai, não conseguia enxergar nada a sua frente, sua mente tinha finalmente se desligado, como no dia em que Draco lhe contara que tinha virado comensal, finalmente tinha ficado tão exausta que não conseguia nem mais pensar.

Christopher esta com Lucio? – perguntou Dumbledore visivelmente preocupado – Como isso foi acontecer?

Sylvia atendeu o menino no Hospital, viu a semelhança que há entre nós, correu para dizer ao meu pai – disse Draco -, não sei o que fazer Dumbledore, agora tudo se perdeu, Lucio quer colocá-lo no meu lugar, acha que o menino pode ser o que não fui, quer ensinar ao menino artes das trevas, está completamente louco, o pior é que o Lorde das trevas já sabe da criança, e também o quer, mesmo que eu consiga pegar a criança e devolvê-la a Gina. Eles irão atrás dele, e poderão matar Gina para se vingar. O que posso fazer nessa situação?

Sinceramente meu jovem, eu não sei – disse Dumbledore, fazendo sumir o fio de esperança que restara em Draco –, acho que em primeiro lugar precisa falar com Gina.Só os dois juntos poderão resolver o problema e recupera o menino.

Eu não posso falar com ela, você sabe muito bem disso – disse Draco –, ela nem mesmo sabe que eu sei da existência do menino, me matara se eu me aproximar, e se der tempo suficiente de contar-lhe com quem o menino esta, me matara por ser minha culpa o que esta acontecendo.

Draco a culpa não é sua – disse Dumbledore bondosamente.

É minha sim, cabia a mim a responsabilidade de protegê-los, e eu fracassei miseravelmente – disse Draco, baixando a cabeça.

Draco, quando vai entender, que por mais que queiramos, não podemos prover a segurança dos que amamos? – disse Dumbledore – Draco, essa é uma tarefa impossível e enquanto insistir nela continuara falhando.

Se não cabe a mim protegê-los, então cabe a quem? – perguntou Draco irônico.

Não cabe a ninguém. As coisas simplesmente acontecem porque tem de acontecer, e ninguém pode fazer nada quanto a isso – disse Dumbledore -, você já fez um sacrifício antes para protegê-la, mas só o que fez foi retardar o inevitável, não conseguiu impedir que o destino os apanhasse, agora tem de procurá-la e tentar resolver com ela essa situação, Gina não é uma criança indefesa como você sempre tende a pensar, dê-lhe poder de escolha como deveria ter feito a quase cinco anos atrás.

Esta bem, eu já entendi, vou procurá-la – disse Draco, baixou a cabeça estava exausto, tudo o que tinha acontecido tinhas-lhe sugado as forças, não se sentia capaz de enfrentar Gina.

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