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11. Novos poderes


Fic: Brincar de viver (R/Hr - H/G - Atenção - cenas NC18)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry encontrou no envelope um convite dos seus pais para o seu batizado. Uma linda foto dele bebê sorria para ele agora, brincando com os pezinhos... sentiu uma tontura repentina, sentou-se com esforço na cama dos Dursley. Ron assistia à cena incerto do que estava acontecendo ou do que deveria fazer.

- Harry, tudo bem?

Harry, atônito, não respondia. Ao invés disso, via com clareza que Voldemort estava nesse momento em Hogsmeade, disfarçado e escondido na casa dos Gritos. Mas... como?

Ele estava certo de que Voldemort não o sentia como no passado, quando ele bloqueou, através da Oclumência, a invasão de Harry em seu pensamento. Harry via nitidamente o que estava acontecendo agora, sem que Voldemort se desse conta. Como seria possível?

Ele não sabia o que havia encontrado, mas sabia que era aquilo. Pegou na mão de Ron e...

CRAQUE.

De volta À Toca.

Ron não entendia o que estava acontecendo.

Nem Harry, mas resolveu agora apelar para o bom senso de convocar a Ordem da Fênix para uma análise mais profunda do que havia acontecido.

Encontraram todos muito preocupados e ansiosos, mas antes que qualquer bronca chegasse, avisou:

- Não há tempo pra explicações ou “pitos”. Eu preciso é que alguém me explique como me transformei num Legilimens ao olhar para uma foto minha de bebê.

- Legilimens? Como assim? O que você viu? – Todos gritavam ao mesmo tempo.

Harry segurava a foto. O Sr. Weasley ficou boquiaberto, assim como os outros que logo se juntaram à ele. Examinaram a foto de todas as maneiras possíveis, a fim de verificar a possibilidade daquilo ser obra de alguém relacionado às Trevas, mas não encontraram nada. Todos muito pensativos e em silêncio. Silêncio quebrado pela Profª. McGonagall aparatando na sala dos Weasley.

Ela examinou com cuidado a foto. Era a única que não estava surpresa.

Todos a observaram com atenção. Ela agora apontava para a foto com a varinha, e não falava. McGonagall era tão boa em magia não-verbal que ninguém estranhou. Ela não fora nomeada Vice-Diretora por Dumbledore por acaso...

- Harry, em primeiro lugar, perdoe-me se não tenho tanta sabedoria como Dumbledore.- notou que a professora o chamava agora pelo primeiro nome, como Dumbledore. - Ninguém jamais chegará aos pés dele. – A sala estava em silêncio, a sensação de perda ainda muito próxima...

McGonagall respirou fundo e iniciou sua explicação.

- Todos conheciam seus pais. Eu tive o privilégio de conhecê-los bem, sabe... sabia que seus pais eram bruxos formidáveis, não era à toa que Voldemort os queria liqüidados, ainda mais depois da profecia. Creio que Dumbledore explicou-lhe tudo o que você precisava saber sobre ela...

Harry assentiu com a cabeça.

- Dumbledore preparou seus pais, e aos pais de Longbottom, o quanto lhe foi possível, quando sua mãe ainda o carregava no ventre. Ninguém saberia o quanto tudo aquilo que estudaram juntos sobre essa magia branca, a mais antiga existente, e desprezada por Voldemort, como você bem sabe, ajudaria ou funcionaria. Mesmo assim, você e Longbottom receberam uma proteção mágica muito poderosa, mesmo antes de nascer, numa tentativa de pelo menos atingir Voldemort, se não fosse o suficiente para matá-lo.

Todos ouviam atentamente.

- Você sabe o porquê de ter que voltar à casa dos seus tios. Sabe da importância do vínculo de sangue com sua tia Petúnia, última descendente Evans ainda viva. Quando você foi batizado, obviamente Lily sabia que Petúnia jamais compareceria ao seu batizado. Mas Petúnia foi instruída a nunca jogar fora nada, absolutamente nada que tivesse o nome dos seus pais. Incluindo um mero convite. Mesmo quando ela nem sonhava em tê-lo por perto.
As pessoas não entendem bem como algo assim possa ser útil. E nem conhecem completamente as propriedades de uma fotografia no mundo mágico. Uma fotografia no nosso mundo pode ser uma mera recordação... ou não somente isso. Pode invocar sentimentos, poder.
Você acha que Voldemort, que sempre teve ódio mortal aos seus, poderia imaginar que alguém pensaria em algo, como por exemplo convites para eventos de qualquer natureza, a fim de reunir familiares? Claro que não! Mais uma vez, ele foi presunçoso. Jamais pensou em algo semelhante a isso.
Guardando essas coisas, Petúnia mais uma vez lhe assegurou a proteção invocada antes do seu nascimento. Não foi a morte de seus pais que criou a proteção que o manteve vivo. Foi a morte deles que desencadeou o processo de proteção. E sua tia o manteve, guardando esse convite e essa sua fotografia. Além de ser irmã de sua mãe, claro.
Ao olhá-la, você sentiu algo, não? Como se pudesse estar mais fortalecido, estou correta?

- Pude ver Voldemort sem que ele percebesse...

- Provando assim que realmente vocês dividem certas características, Harry. Não era previsto que você pudesse adquirir mais algum poder de Voldemort que já não tivesse, mas aposto que já compreendeu que agora, ao apenas olhar essa fotografia, tirada num momento bom e feliz de sua vida e de seus pais, com toda aquela magia concentrada, você adquiriu Legilimência e Oclumência, com toda certeza. Não sabemos se há mais alguma coisa, mas com o tempo descobriremos. Você me surpreende a cada dia, Harry. Por menos que se ache preparado, eu estou certa de que você é o único que pode nos livrar definitivamente de Lord Voldemort. Não existe mais razão nenhuma para que eu não confie em sua capacidade.

Harry se sentiu incrivelmente aliviado, apesar de apreensivo. Isso significava poder de decisão e ...

- Mas advirto-lhe que nada será feito sem antes a Ordem discutir. Não fará nada desacompanhado ou por conta própria. Há pessoas que conhecem muito sobre magia que nem você ou seus amigos ainda conheçam. Portanto, não estou lhe concedendo o poder de sair sozinho combatendo Voldemort. Apenas estou participando a você e seus companheiros que terão o mesmo direito de serem ouvidos como qualquer adulto. Já provaram que não são crianças e lutaram como adultos. Não há porque ficarem ouvindo por trás das portas mais.

A Sra. Weasley engoliu em seco a novidade. Como seria de se esperar. O Sr. Weasley sorriu, aliviado, porque compartilhava da opinião de McGonagall há tempos. Os demais simplesmente acataram a ordem e sairam, de volta aos próprios afazeres.

Harry, Ron, Ginny, Hermione comemoraram em silêncio contido a novidade de serem levados à sério, finalmente.

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