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2. O som do silencio


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NT/A: bem essa cap, também não ficou grande, mas esta um pouco maior xDD, e o mesmo também mistura primeira e terceira pessoa, sem falar que tem também tempos diferentes, coisa que é facil notar xDDD
fiquem com a fic ^^
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obrigada Liana Vieira Felix pelo comentario, e desculpa antecipada pela violencia deste cap, mas a força bruta fora necessario neste cap...mas eu juro que no proximo irei compensar isso XDDD
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2° capitulo: O som do silencio

Abri meus olhos sentindo uma forte dor na barriga e na cabeça, não me lembrava onde estava, só sabia que o chão onde estava caída cheirava vomito, sangue e mofo. Sentei depois de um tempo atordoada, levei a minha mão ate a cabeça sentindo tudo girar.Olhei a escada ao meu lado e lembrei do jato de luz amarela vindo ao meu encontro, foi quando notei que estava na casa dos blacks, onde ao entrar tive uma ótima recepção. Enojada com a visão que tinha daquele chão, levantei apoiando-me na escada.
Olhei para o piso superior, vendo que o autor daquela terrível dor já não se encontrava ali, pensei se o mesmo não estava armando alguma coisa.Toquei o primeiro degrau da escada com meu pé direito, perdendo o equilíbrio, por conta da tontura que estava sentindo. Voltei para o chão rapidamente, sentindo um dor ainda pior, quando todo o meu corpo tocou o chão com violência.
Neste mesmo instante a primeira porta que ficava no hall de cima se abriu bruscamente, o vulto lá em cima foi sumindo aos poucos do meu floco de visão...

Quando voltei a abri os olhos senti minhas mão atadas, sobre as minhas costas. Sentia um gosto desagradável em minha boca, que só poderia ser sangue.Imaginei que o atacante de quando entrei atacara novamente, sem piedade. Pois a dor se tornara ainda pior, sem falar do frio que sentia por esta naquele chão imundo num dia de inverno como aquele.
Na minha frente eu enxergava uma parede ainda mais suja que o chão, se caso isso fosse possível.E nas minhas costas ouvia barulhos estranhos, tentei me virar, mas com a dor, e com a mão amarradas isso não foi possível.Dei um suspiro tenso, queria sair daquele lugar, começando a achar que a idéia de ir lá invés de ir ate a toca, foi uma das piores...

Hermione olhou o relógio a sua frente, tinha nas mãos duas cartas, as duas eram para a mesma pessoa.Porem cada uma com uma explicação diferente, não sabia o final de sua aventura, portanto não sabia qual carta mandaria.
Ela se sentou no sofá que tinha naquela sala mal iluminada com velas, sentindo a brisa de primavera que passava pela janela aberta, toca-lhe o rosto.
Todo o seu corpo estava tremulo, sabia que o desfecho de tudo estava para acontecer, e nada e nem ninguém poderia impedir de algo acontecer, sendo ela boa ou ruim.
O tic tac do relógio começava a incomodar, ela cruzou suas pernas. E balançando a que estava sobre posta a outra, analisava a situação, a primeira que não conseguira uma verdadeira solução nos livros. Talvez fosse por isso que ela sentia-se derrotada.
-Hermione?
A voz dele quebrou o silencio, fazendo a garota se levantar num pulo, vendo o estado deplorável que o mesmo se encontrava.
-por deus o que aconteceu?-disse ela com a voz embriagada de desespero indo ao encontro dele.
-acalma-se, seria pior se eu não tivesse voltado.-falou o rapaz indo ate a janela, desviando dos braços dela.
Hermione sentiu uma hostilidade na voz, mas resolveu não falar sobre isso, tinha que saber da resposta dele. Saber qual carta mandaria, se eles seguiriam dali em diante juntos, ou ela teria que voltar e seguir sozinha.
-então?-perguntou ansiosa.
Ele se virou para ela com uma expressão morta no rosto.
-então o que?-perguntou ele indiferente.
-o que vamos fazer?-perguntou Hermione já impaciente.-por favor diga logo.
-ok...

O barulho estranho passou depois de um longo tempo ouvindo o mesmo, meu corpo todo tremia, ate mesmo meus dentes. Já tinha começado a chorar, pois o desespero me dominava a cada segundo que ficava ali deitada naquele chão gelado. Em meio aquilo tudo resolvi chamar pelo nome da pessoa, pelo menos quem eu achava que era.
-malfoy?Malfoy?
Neste instante ouvi passos em minha direção, em seguida algo batendo violentamente na minha cabeça, fazendo a mesma se encontra com a parede.
Senti algo escorregar da testa ate o meu rosto, pingando em seguida no chão.Observei o meu sangue se juntar à sujeira da onde estava deitada e se juntar com as minhas lagrimas que aumentara com aquele ato monstruoso.
Nem preciso dizer que a dor na minha cabeça só pior com aquilo, como também o meu desespero. E invés de ficar quieta, como talvez ele queria que ficasse, eu comecei a se debater, chutava a parede, me jogava de lado a fim de virar, mesmo sentindo que se fizesse isso mais uma fez meu braço quebraria, e comecei a também a gritar.
E como parecia que naquele dia as minhas idéias estavam sendo as piores, aquela também tinha sido. Afinal o que eu queria era que ele me soltasse, e não que me machucasse como fizera.
Ele agarrou os meus cabelos, e virou a minha cabeça para direção dele, o rosto pálido e sujo de Draco Malfoy me deu nojo. Ele tinha em seu rosto um largo sorriso debochado, sem duvida estava se divertindo ao me ver daquele jeito.Amarrada, sangrando e chorando.
-o que foi Granger não consegui se soltar?-perguntou ele ironicamente parta mim, soltando a minha cabeça bruscamente no chão.Fazendo um baque surto, por conta dos cabelos volumosos que ainda possuía.
Meu ódio por Draco Malfoy se tornara ainda mais viva em meu coração por causa daquilo, queira me soltar dali e pegar a minha varinha e mata-lo. Mas por mais que pulava, chutava e virada mais a corda nos meus braços apertava.
-se eu fosse você parava com essa cena ridícula, quando mais forçar mais apertado ficara.-disse ele numa voz calma saindo do meu campo de visão.
-por favor me solta malfoy.-choraminguei para ele.
Uma cena sem duvida deplorável, só faltava me rastejar aos pés de Draco e lhe pedir por favor, beijar os pés dele e pedir que me soltasse. E uma fração de segundo eu imaginei-me fazendo isso, para então ter a minha liberdade. Mas eu tinha que salvar o pouco de dignidade que ainda restava em mim.
Contudo não necessitei daquilo, após alguns minutos depois que parei enfim com os escândalos, a corda se soltou.Levantei furiosamente e avancei ate o loiro que estava perto de uma das janelas daquele cômodo úmido e escuro.
- Como você ousa fazer isso comigo?-eu não queria, mas a minha voz saiu chorosa.
Malfoy me olhou com um sorriso irônico, e antes mesmo que notasse ele tinha a varinha apontada para mim, encostada na minha barriga.
-fica longe de mim Granger, você esta com cortes no corpo todo, e a ultima coisa que eu quero e pegar alguma doença sua.-falou ele com deboche, me empurrando com a sua varinha.
E mesmo que fosse arriscado eu não dei um passo se quer para trás, continuei onde estava, para falar a verdade ate me aventurei a dá um passo em direção a ele.
-estou avisando sua nojenta! Se dê mais um passo eu mato você.
Fiquei imóvel, a voz dele me fez sentir um arrepio por todo o corpo. E não queria saber se ele estava dizendo a verdade sim ou não, ate por que para mim a voz dele soara perigoso demais para prosseguir com aquela idéia.
-bom mesmo.-disse ele abaixando a varinha.
Foi quando me perguntei onde estaria a minha, pois eu tinha certeza que adentrara com ela em mãos, mas sem duvida ele a tinha pegado, ou talvez não.
Senti-me esperançosa com isso, mas antes mesmo de formular algum plano maluco para resgatar a minha varinha, enxerguei a mesma alguns passos dali, sobre uma mesa.Percebi que malfoy seguiu meu olhar, e ele rindo disse triunfantemente.
-pode ir lá pegar, o feitiço que coloquei para proteger a mesa lhe deixar em sérios riscos mesmo.
-como assim?-deixei escapar, pois a minha curiosidade para descobrir as coisas novas era sempre maior.
-oras Granger eu pensei que você fosse a sabe tudo, pelo jeito estive enganado, ou será que a sua sabedoria não passa de capas grossas e paginas velha.-disse ele tedioso se encostando na parede, como se aquele bla bla bla todo dele, cansara ate ele mesmo.
-será que tem como você falar logo que poderá acontecer?-disse me aproximando da mesa, vendo que uma leve nevoa envolvia a mesma.
-quando você encosta na nevoa seu corpo todo paralisa, sem falar da dor que você sente depois que a paralisação vai embora.-disse ele tranqüilamente em algum lugar atrás de mim, pois eu sentira que ele andara enquanto eu observava a mesa.
Olhei mais um pouco a minha varinha e me virei, sentindo meu sangue ainda escorrendo da minha testa, levei a minha mão ate o ferimento sentindo uma dor aguda quando meus dedos finos encostou no corte.
-precisava mesmo de toda aquela violência?-perguntei olhando para ele com raiva.
-aquilo ainda foi pouco, você merecia morrer, já temos sangue ruins demais...
Não deixei ele terminar a frase, dei um soco na cara dele, me afastando logo em seguida com medo da reação dele. Qual não foi uma das melhores.
Ele me empurrou no chão, ajoelhou sobre a minha barriga, me pressionando sobre o piso gélido, como sua varinha em minha garganta.
-quando você vai perceber que você não pode comigo Granger, o tempo de brincadeiras acabaram, não percebeu isso ainda, não viu a guerra que esta lá fora? Você acha realmente que eu terei dó de você?
Eu senti todo o peso dele sobre mim, estava já ficando sem ar. E parecia que ele estava pressionando ainda mais meu corpo a fim de me ver sofrer.
-ma...Ma...-tentei falar, mas nem isso conseguia.
Levei as minhas mãos ate o joelho dele tentando empurrar ele, mas a força estava me faltando.-por...Por...Fa...
Senti as minhas lagrimas saírem dos meus olhos, ele me olhou intensamente, e vi o exato momento que a compaixão passou como uma sombra nos olhos dele, fazendo a expressão fria dele mudar para uma mais humana. Ele sem dizer nada se levantou, voltando para a janela, enquanto eu tentava recuperar o fôlego.
Tossi durante alguns minutos, antes de sentir que todo o ar que necessitava estava de volta aos meus pulmões.
Sentei ali e comecei a chorar.
-por favor deixa-me ir embora, não contarei a ninguém que você esta aqui.-disse em meio aos prantos.
-como assim não contara a ninguém?-dissera ele confuso.
O olhei tão confusa quando ele, não entendera a pergunta dele. Perguntei-me se ele queria se entregue ou algo assim.Enxuguei a minha lagrimas, e esquecia a dor que estava sentindo, e me levantei o olhando intrigada.
-vai logo Granger, como assim não contara para ninguém?-perguntou ele rispidamente.
-você não quer se encontrado, não é?-perguntei o observando, vendo um sorriso vitorioso surgi nos lábios dele, percebendo que tinha acabado de falar algo errado.
-então ninguém sabe que você esta aqui Granger.-disse ele me olhando maliciosamente.
Dei um passo para trás, sentindo uma vontade louca de ainda esta debaixo dele quase morrendo por causa da falta de ar.
-lo...Lo...Lógico que sabem.-gaguejei me afastando ainda mais.
-não, não sabem, pois se soubessem você iria saber como eu vim para aqui.-informou ele brincando com a varinha enquanto se aproximava de mim.
-por favor Malfoy, chega.-implorei já me jogando no chão.-você tem razão ninguém sabe que estou aqui, cheguei da Bulgária hoje mais cedo e vim direto para cá.
-você chegou ontem.-ele me corrigiu, me encarando com desprezo.-lamento lhe informar, mas a sua queda foi bem forte.-disse sorrindo.-mas é uma pena que ninguém sabe que você esta aqui Granger, e uma pena mesmo.-disse ela se agachando na minha frente.
Senti o meu estomago se revirar, as lagrimas voltaram a cair espontaneamente.
-eu achava que a característica da maldita grifinoria fosse coragem, que merda de coragem é essa. A única coisa que eu vejo em você é medo e desespero.-falou ele com nojo, cuspindo em seguida no meu rosto.
Sentia-me a pior pessoa deste mundo, começava a concordar com Malfoy, que maldita grifinoria eu era.
Levei a minha mão ate o rosto e limpei o cuspe, qual fora misturado com as lagrimas e meu sangue que ainda sai do meu ferimento, mesmo que agora numa menor quantidade.
Malfoy me observou por um tempo, e com sua cara enojada se levantou voltando para janela.
Não conseguia me levantar da onde me jogara, parecia se eu fizesse isso cairia no chão e não levantaria mais.E no fundo era exatamente isso que eu queria.Afinal ninguém sabia onde eu estava, todo mundo pensava que eu estava na Bulgária junto com Victor Krum, numa missão da Ordem, a fim de ajudar Harry em suas buscas. Foi só naquele momento que a frase dita por Malfoy me intrigou “pois se soubessem você iria saber como eu vim para aqui.”
Levantei minha cabeça e o encarei, analisando se eu poderia lhe fazer a pergunta.
-o que foi Granger?-disse ele ainda perto da janela fechada onde havia uma pequena fresta.-por que esta me olhando?-e virou todo o corpo encostando-se à janela.-esta afim que eu continue a lhe bater, não sabia que você gostava dessas coisas.-disse ele sarcasticamente.
Desviei o meu olhar, mas lembrei da forma que ele falara sobre a minha falta de coragem, voltando então a olha-lo e fazendo logo a pergunta.
-como você veio parar aqui?

Hermione sentiu o vento gélido em seu rosto descoberto, pensava se poderia agüentar o mesmo se andasse mais rápido, mas pelo visto achara errado. Por essa razão que deu graças quando avistou o bar dália negra. Ela entrou no estabelecimento arfante, por conta da sua correria, e se se sentou à mesa perto do bar. Observou o local com desconfiança, o lugar era iluminado por varias velas e uma fraca lâmpada no centro do teto, as quatro mesas redondas de madeira foram distribuídas no pouco espaço que tinha o salão.Uma pequena janela de vidro empoeirado dava para a rua semideserta que tinha a frente do recinto e o bar era a parte mais atraente do lugar, era todo em vermelho e prata, um belo espelho na parede, e copos e garrafas bem organizadas sobre o uma prateleira de vidro sob o espelho.
Hermione vez um sinal ao barman que logo veio.Ela gentilmente lhe pediu uma cerveja amanteigada. Após o homem se retirar, depois de mirar a garota do pé a cabeça. Ela pegou um livro que trouxera em sua bolsa.
A única coisa que iria acalmar ela antes do que iria fazer era aquilo. Ela abriu o livro onde estava marcado, retirou a marca-pagina e começou a ler. O assunto tratado naquelas paginas amareladas era extremamente fascinante os olhos curiosos de Hermione.
Ela só tirara os olhos do mesmo quando a porta do estabelecimento se abriu, nem mesmo quando o barman levara a sua bebida era fizera isso. Mas ao ver que quem entrara não era quem estava esperando voltou para sua leitura. Porem o homem alto de capuz preto e de óculos de sol se sentou a sua mesa, fazendo Hermione se alarmar.
-acho melhor o senhor procurar outro lugar.-disse ela com a mão na sua varinha.
-calma Mione sou eu.-disse o homem retirando o capuz e o óculos.
A garota deu um largo sorriso retirando a sua mão de dentro do casaco onde estava a varinha, e indo ao encontro do amigo o abraçando fortemente.
-que bom que é você.-disse ela feliz.
-também estou feliz em lhe ver.-disse ele colocando o capuz e os óculos, após Hermione lhe soltar.
Ela sentou numa cadeira mais perto que ele, e o olhou com atenção.
-então qual é o plano?
O rapaz olhou em volta notando o olhar curioso do barman sobre os dois.
-primeiro é melhor sairmos daqui.
Ela olhou em volta e concordou em seguida. Após ela pegar suas coisas os dois se levantaram, mas antes de se aproximar da porta, um grito invadiu o recinto, e a porta diante dos dois explodiu empurrando os dois para trás, fazendo ambos caírem sobre a mesa, e depois irem parar no chão.
Em minutos o lugar se encheu de comensais da morte, hermione desesperada pegou a sua varinha, e conjurou na mesma hora um protego sobre ela e o rapaz , para dá tempo de se levantarem.
Quando por final conseguiram ficar em pé, se viram cercados por seis comensais da morte, com suas varinhas apontados para eles.Hermione sentiu falta de ar, sabia que o seu feitiço não agüentaria muito, e dois contra seis não seria nada fácil. Ela começava a sentir que aquelas seriam seus últimos momentos.
-pelo menos morrerei lutando.-sussurrou ela levantando a sua varinha em posição de ataque...

Cara sabe tudo

Não sei se ficou sabendo dos últimos acontecimentos, mas creio que sim, afinal todo o mundo bruxo sabe. Ate mesmo os trouxas.
Ontem por volta das seis da tarde a casa da doninha foi destruída. Todos aqui sabem muito bem quem realizou tal coisa, e você sendo tão inteligente já teve saber também. Por essa razão que as idéias que tínhamos é melhor deixar para depois, pois as nossas ações em meio a tudo que esta acontecendo, pode afetar pessoas inocentes.

A carta jazia sobre a mesa de uma sala escura, fora escrita num pergaminho velho, tendo no mesmo marca de sangue. A dona não estava mais no local, deixara praticamente tudo, não teve tempo de guardar as coisas que achava preciosa, e nem de arrumar suas malas.Fora retirada do local com força bruta, com varinhas apontadas para ela.E mesmo com tudo aquilo ela não deixou uma lagrima cair, nem ao mesmo uma.
O quarto abandonado, tinha um cheiro acre, que naquele dia quente se tornava ainda mais insuportável.
Havia mancha de sangue em todos os cantos do quarto, os corpos já tinham sido retirados, e mesmo assim a aparência mórbida do local dominava o ambiente.
A única que sobrevivera aquele massacre, saiu ao lado dos assassinos, não como cúmplice, mas como uma futura vitima. E ela sabia disso, pois o som do silencio dominara o local quando ela foi retirada daquele quarto, sem mais força para lutar...Ela sempre soube que tudo terminaria daquela forma...




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