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6. Christopher


Fic: Sucessão de encontros - Weasley ou Malfoy


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Draco esperou a noite toda, ate que teve que voltar ao esconderijo. Para não ter de dar explicações de onde passara toda à noite. Deu uma ultima olhada na casa e desaparatou, já sabia o que fazer, falaria com Dumbledore, certamente ele não se importaria de lhe dar informações sobre onde Gina estava.

Assim que chegou no esconderijo, percebeu uma grande coruja de igreja a sua espera. Pegou rapidamente a mensagem pensando ser algo importante, mas logo descobriu que era apenas Sylvia, perguntando quando se encontrariam. Por que aquelas mulheres eram tão interessadas nele Draco não sabia, no começo pensara que elas só se aproximavam para tentar seduzi-lo, afins de que ele pudesse ajudá-las a parecer melhor aos olhos do Lorde, afinal Draco era importante entre os comensais, mas logo ficou claro que não era nada disso, pois nenhuma delas lhe pedira nada, nem insinuara que gostaria que ele fizesse nada por elas. Então começou a achar que elas o queriam por que ele não ligava para elas, mas porque aquelas mulheres gostavam de ficar com homens que não lhes davam bola isso ele não sabia.

Assim que teve tempo, deu um jeito de escrever a Dumbledore, para marcar um encontro. Quando a resposta à sua mensagem chegou, vinha dizendo que Dumbledore poderia vê-lo rapidamente esta noite. Draco se animou, geralmente Dumbledore não era tão livre assim com seu tempo.

Dumbledore estava preocupado com o fato de que Draco quisesse lhe falar assim de imprevisto, os encontros deles eram sempre meticulosamente marcados. Talvez alguma coisa tivesse saído errada e tivessem descoberto a participação de Draco na ordem? Ou então estivessem desconfiados de sua lealdade. Draco estava provando ser muito útil para a ordem, sempre que sabia de algo que pudesse beneficiar a ordem, contava para Dumbledore. E o motivo desta colaboração estar dando tão certo, era que ninguém sabia de Draco, absolutamente ninguém da ordem nem fora dela sabia de sua colaboração, ele só falava com Dumbledore, e só dava informações a ele. Todos na ordem sabiam que alguém do lado de Voldemort dava informações preciosas à ordem, mas ninguém se importava com quem fosse, contanto que as informações não parassem de chegar.

Draco chegou ao lugar marcado antes de Dumbledore, estava ávido por noticias e nem cumprimentou o velho quando este chegou, tal era a sua preocupação com Gina.

O que houve com Gina? – perguntou Draco – Por que ela esta no hospital?

O que... Do que você esta falando Draco? – perguntou Dumbledore surpreso. Era melhor se fazer de desentendido. Como Draco podia ter sabido que Gina estava no hospital? – Por que esta perguntando isso?

Tive um sonho estranho – disse Draco com urgência -, fiquei preocupado, então fui vê-la, quando cheguei lá não havia ninguém em casa, esperei, então o Senhor Weasley chegou, foi ate a cozinha, quando lá chegou olhou para um relógio que eu não havia reparado antes, lá dizia que Rony, a Senhora Weasley, Fred, Jorge e Gina estavam no hospital, quando viu isso o Senhor Weasley exclamou “Gina” e depois desaparatou, logo depois o nome dele também indicava o hospital, só que eles não estão no Hospital de Londres eu fui falar com Sylvia e ela disse que ninguém da família Weasley tinha dado entrada no hospital. Dumbledore, por favor, me diga onde ela esta, me diga se ela esta bem.

Bem Draco, eu sinto muito, mas não posso lhe dizer nada – disse Dumbledore com o olhar triste –, eu prometi ao Senhor Weasley que não diria nada a ninguém sobre esse assunto.

Como assim? O que ela tem que ninguém pode saber? – perguntou Draco -, por favor, Dumbledore, eu preciso saber dela, preciso saber se esta bem?

Se só quer saber se Gina esta bem eu lhe afirmo que esta – disse Dumbledore -, só não posso lhe dizer onde esta, nem por que esta lá.

Como ela se machucou? – perguntou Draco.

Ela não se machucou – disse Dumbledore.

Mas...Mas se não se machucou por que esta no hospital – perguntou Draco confuso.

Isso eu não posso lhe dizer – disse Dumbledore, sabia que isso ia aguçar a curiosidade de Draco, mas talvez fosse melhor ele descobrir sobre o filho, o elo que o ligava a Gina era muito forte e não estava rompido a despeito deles fingirem que estava. Dumbledore não contaria a Draco porque Gina estava no hospital, mas se ele quisesse continuar procurando a verdade depois do que havia lhe dito, não seria sua culpa –, sinto muito meu rapaz. Mas não encontrara a resposta que quer comigo.

Por que não confia em mim? Eu já provei que estou do seu lado – disse Draco com raiva.

Eu confio em você meu rapaz – disse Dumbledore -, acontece que eu prometi que não contaria.

Prometeu que não contaria a mim?– perguntou Draco.

Prometi que não contaria a ninguém – disse Dumbledore.

Droga Dumbledore, eu estou preocupado – disse Draco frustrado com a falta de informações.

Eu já lhe disse que ela esta bem e que não esta machucada – Disse Dumbledore -, isso já esta de bom tamanho. Mas e você, só me chamou aqui para perguntar isso, não devia tê-lo feito, é muito arriscado.

Desculpe-me, eu estava realmente sem poder esperar – disse Draco.

Draco, você precisa aprender a esfriar a cabeça antes de fazer as coisas – disse Dumbledore -, também precisa aprender a se controlar, você se arrisca por muito pouco.

Gina não é pouco para mim – disse Draco revoltado.

Tão pouco é para mim – disse Dumbledore -, ela é uma boa menina e eu a tenho em alta estima, mas se refletir direito vai ver que nós nos arriscamos demais tendo essa conversa, quando se você esperasse e refletisse sobre o que aconteceu antes de vir procurar as respostas logo comigo, veria que o Senhor Weasley já sabia que era por causa de Gina que todos estavam no hospital só de ver os ponteiros, logo ele já esperava que ela fosse para o hospital. E se ela tivesse se machucado realmente, teria que ir para um hospital Bruxo, mas ela não foi, então era porque não tinha nada que precisasse de cuidados bruxos.

Você quer dizer que Gina esta num hospital trouxa? – perguntou Draco estupefato.

Acho melhor eu ficar calado, já estou falando demais – suspirou Dumbledore – aceite meu conselho e deixe o assunto quieto. Eu tenho que ir, tenho outro compromisso, ate logo Draco.

Ate – disse Draco.

Dumbledore desaparatou, Draco não imaginava que ele estava indo justamente visitar Gina e seu bebê.

Dumbledore encarava Gina de uma maneira insistente, como se quisesse ver o que ia a sua alma. Gina muitas vezes já chegara a pensar que ele era realmente capaz de saber o que as pessoas pensavam, então tratou logo de esvaziar a mente. Dumbledore porem perguntou exatamente o que ela não queria responder.

O que pretende fazer com o menino Gina? – perguntou sorrindo bondosamente.

Você já sabe o que pretendo fazer com ele – disse Gina suspirando, sabia que aquela conversa com Dumbledore ia lhe deixar exausta – papai me disse que lhe contou.

Ele me disse que você pretendia escondê-lo do mundo bruxo – disse Dumbledore -, mas isso já faz algum tempo, pensei que você talvez pudesse ter mudado de idéia, mas vejo que não.

Você acha que estou errada? – perguntou Gina.

Não sou ninguém para lhe dizer que esta errada Gina.– disse Dumbledore sorrindo – Não passo de um velho tolo.

Sabe muito bem que você é muito mais do que isso – disse Gina -, talvez fosse bom que você desse uma opinião sobre o assunto.

Gina nós estamos passando por um tempo muito perigoso na história dos bruxos, e talvez para Christopher, seja melhor que ninguém tome conhecimento dele, mas você tem que ter em mente que não poderá esconder ele para sempre – disse Dumbledore muito serio -, sabe, há um velho ditado trouxa que diz que a mentira tem perna curta, seu filho se parece muito com o pai, qualquer um que olhar para ele saberá que é filho de Draco e talvez você tenha que falar com Draco quando isso acontecer.

Talvez Draco morra antes disso – disse Gina, com ódio no olhar.

O que quer dizer com isso? – perguntou Dumbledore.

Eu já decidi em que vou trabalhar – disse Gina –, serei uma auror, minhas notas de Hogwarts são altas o suficiente para isso.

Tem certeza que é isso o que você quer? – perguntou Dumbledore.

Tenho – disse Gina determinada.

Pois bem, então tem uma coisa que não posso deixar de lhe dizer, embora não vá gostar de ouvi-la – disse Dumbledore com o olhar triste -, Gina quer você se torne uma auror ou não, o fato é que antes do final dessa guerra terá que ter uma conversa com Draco, isso você não pode impedir e talvez muito do que você sinta por ele nesse momento desapareça, então tente não alimentar ainda mais esse ódio que você sente por ele, pois seu ódio tem os alicerces muito fracos.

Por que você esta dizendo isso? – perguntou Gina - Acha certo o que ele fez e anda fazendo para Voldemort?

Acho que não devo me meter neste assunto mais do que já me meti – disse Dumbledore, agora adquirindo um ar sonhador -, acho que vou passar novamente no berçário para ver novamente aquele pequeno, sabe Gina ele é um verdadeiro Weasley.

Com isso ele se retirou do quarto, deixando Gina espantada com o que havia dito. Um verdadeiro Weasley, pensou Gina, acho que não.

Draco já estava ficando desesperado com essa situação. Alem de não ter noticias de Gina, ainda ficara sabendo por informantes de Voldemort que ela não era vista pelos amigos da família desde que terminara Hogwarts. Draco continuara de olho na casa, mas a verdade era que já tinha visto todos os Weasley menos Gina. Já estava começando a desconfiar que ela talvez pudesse estar na casa, porem sem sair, mais por que ela ficaria trancada na casa? Hoje era o dia em que colocaria essa estória a limpo, ficara sabendo que haveria uma reunião da ordem e todos os Weasley deveriam ir. Draco resolvera que entraria na casa quando não houvesse ninguém lá, para ver se Gina estava ou não lá.

Chegou na hora certa, todos já haviam saído. Ele se encaminhou para a porta da frente, a abriu com o alorromora. Tudo na casa estava escuro, um silêncio pesado tomava conta do ambiente. Realmente parecia que não havia ninguém lá, mas ele precisava ter certeza. Começou a subir as escadas sem fazer barulho, chegou no primeiro andar onde ficava o quarto de Gina, a porta do quarto dela estava aberta, de lá vinha um pouco de luz, talvez uma vela acesa. Isso deu um pouco de esperanças para Draco, ele andou mais rapidamente. Porém o animo de Draco murchou quando ele chegou à porta, a cama estava vazia, mas então ele identificou uma cadeira de balanço que estava de costas para a porta do quarto, havia alguém lá. Draco sentiu que seu estomago dava uma cambalhota, cabelos ruivos. Começou a se aproximar, sabia que não devia fazer isso, Gina provavelmente o atacaria se o visse, mais a respiração dela estava tão regular que só podia estar dormindo, resolveu se arriscar e dar uma olhada.

Seu mundo desabou quando olhou para ela, sentiu um aperto tão forte no coração que parecia que ia morrer, sua respiração parou momentaneamente, ele se sentiu sufocado de saudades. Como podia gostar tanto de alguém como gostava dela? Aproximou-se mais, queria tocar seus cabelos, toda a prudência o abandonou naquele momento. Alguma coisa deteve sua mão, baixou os olhos para os braços de Gina, sua visão começou a girar, ele cambaleou para trás, se segurou num móvel, quando sua visão parou de rodar ele se aproximou novamente. Olhou para o bebê nos braços dela, parecia que estava olhando para uma foto dele mesmo quando era criança.

Finalmente a realidade baixou plenamente sobre Draco, seu filho, a criança era seu filho. Mas como podia ser? Gina não lhe contara nada. Estendeu a mão para tocar na criança, precisava ver se ele era real. Foi um choque sentir a pele macia sobre suas mãos, o bebê abriu os olhos, fitou Draco, seus olhos cinzas olhavam para os olhos cinzas de seu pai. Draco sentiu uma lagrima escorrer por seu rosto, sentiu uma vontade imensa de tê-lo em seus braços, mas sabia que não podia. Gina se mexeu, Draco se afastou assustado, viu ela estreitar mais a criança em seus braços, ela suspirou um nome enquanto dormia “Christopher”, era um menino então, o seu filho. Mas será que tinha o direito de dizer que ele era seu? Foi embora dali e quando chegou ao seu esconderijo, sentiu que não era digno daquela criança.

O estudo para se tornar auror a absorvia por completo, depois que a guerra começara o ministério resolvera criar um programa para treinar os aurores mais rapidamente. Eles agora ao invés de três anos, gastavam apenas dois para se formar, mas por causa disso tinham que se dedicar ainda mais. E as horas de treinamento eram ainda maiores do que antes. Quase não tinha tempo para nada, mas a verdade era que não queria ter tempo para mais nada. Sempre conseguia arranjar motivos para ficar longe de Christopher, sabia que não havia razões lógicas para não querer se apegar ao menino, mas não conseguia olhar para ele sem ver Draco, por isso sempre que podia o deixava aos cuidados de Molly, que tomava com muito prazer o encargo de cuidar do menino.

Christopher agora já tinha um ano e meio e era uma criança muito esperta. Começou a andar com nove meses, e na semana passada tinha falado sua primeira palavra “Molly”. Esse feito foi comemorado com muito entusiasmo pela família Weasley, exceto por Gina, que sempre se mantinha indiferente com relação ao filho.

Christopher tinha saído aos gêmeos e nunca conseguia parar quieto, sempre com novos machucados e arranhões, Molly ficava sempre desesperada que algo mais grave pudesse acontecer, tamanha era a agitação que a criança trazia dentro de si. Molly achava que era por falta de atenção de Gina, mas quando tentara falar sobre isso com a filha, essa lhe dera milhões de razões para não poder ficar com o filho e o estudo era a maior delas. Molly não teve como argumentar, por isso não tocou mais no assunto. Christopher continuava a ser o segredo dos Weasley, ninguém no mundo bruxo sabia dele, excetuando Harry, Hermione e é claro Dumbledore.

Gina assim como em Hogwarts, era a melhor aluna do treinamento para aurores. Dedicava-se de todo ao treinamento, queria aprender tudo o que tivessem para lhe ensinar, queria deter os comensais, queria lutar, seu coração ansiava por fazê-los pagar todo o mal que causavam aos seus amigos, mas principalmente queria prender Draco, matá-lo se fosse preciso. Já tinha visto em sua mente milhões de vezes o encontro deles dois, o encontro final. Precisava olhar nos olhos dele e dizer todo o nojo que tinha dele, todo o desprezo que sentia por tudo o que ele era, por tudo com o que se envolvera.

Gina antes achava que odiava Draco, mas agora percebia com clareza que não era isso o que realmente sentia por ele, não havia ódio, havia um grande desprezo, sentia agora, que mesmo se quisesse lembrar dos momentos bons que tivera com ele não conseguiria, sabia que o que viria a sua mente seria a imagem do braço maculado pela marca negra, tudo havia sido apagado e o que não fora apagado, tinha sido distorcido de tal forma, que não continha a essência do que fora realmente no momento em que acontecera. Gina não lamentava por isso, achava ate que era melhor assim, pois ela ficara menos machucada e poderia agir com frieza, quando finalmente tivesse que encarar aqueles olhos cinza. Aqueles malditos olhos que davam a falsa ilusão de sinceridade, mas que na verdade só confundia quem os olhava, que dava uma falsa impressão de transparência, mas na verdade mantinha tudo o que se passava lá dentro trancado a sete chaves.

Nota da autora número dois: Onde estão minhas reviews?

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