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4. Poções


Fic: O HERDEIRO DE HORUS - Notícias a 3-10-11


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4 – Poções

O Hospital de St. Mungos sempre fora um lugar que Lily detestara. Percorrer aqueles corredores tão tristes trazia-lhe más recordações. Todas as vezes que fora chamada lá o seu coração saltava-lhe do peito, pois sempre tinha acontecido algo de ruim a James, ou com algum dos seus amigos mais próximos. Felizmente, aquelas visitas tinham sempre um desfecho positivo. No final todos regressavam a casa saudáveis. Mas havia uma em especial que Lily recordava com carinho.
Ela e James haviam escapado pela terceira vez às garras de Voldemort. Quando durante o exame físico de modo a avaliar os ferimentos causados, o medibruxo lhe pedira para fazer uns exames complementares, ela ficara um pouco assustada. Porém, isso nem se comparava a James, que desatara aos gritos, a exigir explicações. Mas todos os sentimentos negativos de Lily se desvaneceram dos pensamentos dela, quando leu um “positivo” no exame, que segundos depois verificou ser um teste de gravidez. Ela sorriu interiormente, ao imaginar a reacção que James teria. Provavelmente começaria logo a pensar em nomes, ou a dizer que o ensinaria a jogar Quidditch e a fazer asneiras quando fosse para Hogwarts. Mas nada a preparou para a cena que se seguiu. Num segundo contou que estava grávida, no outro James estava no chão, completamente desacordado.
Enquanto recordava esse episódio, Lily subia o elevador até ao quarto piso. Na enfermaria a que chegara podia ler-se “Danos causados por feitiços”. Mais à frente encontrava-se uma porta trancada e o seu estômago deu um pulo. Aquela era a enfermaria dos incuráveis.
Procurou a enfermeira do departamento. Parecia ser uma pessoa muito severa, mas olhando com bastante atenção, poderia identificar-se uma grande tristeza no seu olhar. Aparentava cerca de 60 anos e dava o aspecto de ter sido em tempos uma mulher muito bela.
- Sr.ª Potter! Assim que soube das notícias do ministério, imaginei logo que apareceria por aqui. Fico feliz em vê-la com vida.
- Obrigada, Sr.ª Fawcett. Não poderia deixar de visitar os meus amigos. Como é que estão eles?
- Ninguém sabe dizer. Eles não conhecem nem o próprio filho. O pobrezinho do Neville fica na maior tristeza cada vez que vem cá com a avó.
Miranda Fawcett dedicara toda a sua vida àquele Hospital. Era conhecida de quase todos os bruxos do mundo da magia e ensinara uma geração inteira de medibruxos, da qual faziam parte Hippocrates Smethwyck, Janus Thickey e a “regressada” Marlene Mckinnon. Lily gostava dela de uma maneira muito especial, uma vez que a Sr.ª Fawcett estivera presente no nascimento de Harry. Praticamente toda a sua carreira fora vivida como parteira e ela adorava o que fazia. Mas nos últimos meses, acharam que não tinha mais idade para esse cargo e transferiram-na para a enfermaria dos incuráveis. Encarar todos os dias aquelas pessoas, sem vida própria, sem nenhuma esperança de algum dia sair dali, fora destruindo aos poucos o gosto que ela tinha em ser enfermeira.
Alice e Frank Longbottom encontravam-se ao fundo da enfermaria. Não pareciam os mesmos que Lily conhecera. Frank não era mais aquele rapaz vigoroso e brincalhão e Alice já não tinha aquele sorriso que conseguia contagiar qualquer um. Mal os viu, Lily sentiu uma imensa vontade de chorar. Como é que alguém poderia ter coragem de fazer aquilo com duas pessoas tão doces, tão meigas?
- Só há duas pessoas de quem eles se aproximam. São o Neville e a Augusta Longbottom. De resto, não gostam de receber visitas.
- Agradeço que me avise disso, Sr.ª Fawcett, mas ainda assim eu gostaria de vê-los.
- Como queira, Sr.ª Potter.
Ela aproximou-se das duas camas do fundo, seguida da enfermeira. As lágrimas já lhe escorriam pelo rosto e um soluço estava entalado na sua garganta. No momento em que a viu, Alice parecia ir sorrir, mas no momento seguinte apenas a observou com curiosidade. Depois de alguns minutos, Alice levantou-se e pegou Lily com a mão e fê-la sentar-se ao seu lado.
- Queres dizer-me alguma coisa, Alice?
Lily não tinha muita esperança que ela respondesse. A outra apenas lhe limpou as lágrimas, antes de sorrir.
- Oh minha amiga… o que é que fizeram contigo? Porque é que tinha de ser assim? – Virando-se para a enfermeira perguntou – Há alguma coisa que se possa fazer? Quer dizer… não há nenhuma cura?
A Sr.ª Fawcett abanou a cabeça.
- Já tentaram tudo. As poções mais poderosas, feitiços, até tratamentos muggles. Nada resultou. – A enfermeira calou-se por instantes como que a reflectir. Olhando para Lily lembrou-se de algo. – Há uma coisa que nunca conseguiram fazer. Existe uma poção complicadíssima. Nunca ninguém até hoje conseguiu completá-la. Pedimos aos melhores preparadores de poções, mas nenhum teve resultados positivos.
- Onde posso encontrar as instruções para a fazer? – Uma nova esperança surgiu no coração de Lily. Se o assunto era poções, isso era com ela.
- Não crie falsas esperanças, Sr.ª Potter. Nem o Horace Slughorn conseguiu fazê-la.
- Eu tenho de tentar. Tenho de fazer isso pelos meus amigos.
- Muito bem… eu creio que tenho as instruções. Eu vou buscá-las.
Lily suspirou. Os próximos dias seriam cansativos. Gostaria de passar esse tempo com a família, mas decerto eles compreenderiam. E além disso, James queria tanto como ela que os amigos voltassem ao normal. Abraçou a amiga antes de se despedir.
- Eu prometo-te, Alice, eu vou fazer de tudo para vos tirar daqui...

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- MADRINHA?! EU TENHO UMA MADRINHA E NINGUÉM ME DISSE NADA?!
Harry tinha chegado a Grimmauld Place, depois de ter acompanhado a mãe até à porta de St. Mungos, e encontrara, nada mais, nada menos do que Sirius, na cozinha, no maior amasso com alguém que Harry tinha a certeza de já ter visto em algum lado. James só tivera tempo de lhe contar que aquela era a sua madrinha.
Quando Sirius se dera conta de que havia sido apanhado em “flagrante delito” separou-se da madrinha de Harry e os dois coraram como tomates maduros. O “menino-que-sobreviveu” pode finalmente perceber de quem se tratava. Aquela só podia ser…
- Marlene McKinnon?! É ela a minha madrinha?
- Desculpa corrigir-te, meu caro afilhado… Marlene Black! – Sirius já se tinha recuperado e voltara à cor normal. Em vez disso envergou o seu ar maroto de sempre. – Marlenezinha… vamos matar saudades?...
- Sirius, seu cachorro desavergonhado, agora quero conhecer o meu afilhado!
- Então, Marlene? Foram quase 17 anos sem te ver, é muito tempo… o Harry não se importa de esperar mais uns minutos.
- Se quiseres eu ponho-te uma trela. Assim o cachorrinho abandonado pela dona má não se perde mais dela.
A animada conversa foi interrompida pelo bater de uma porta, seguido do início dos berros da Sr.ª Black. Uma Lily apressada passou por eles e quase nem os viu, não fosse Marlene chamá-la.
- Lily! Que furacão é este? Não vais nem dar um abraço na tua melhor amiga?
- Oh! Marlene! – disse a ruiva abrindo um sincero sorriso – Desculpa não reparei que estavam aqui. É claro que vou dar. És a minha “irmãzinha”, lembras-te. Estou muito feliz que estejas connosco. – Lily abraçou com força Marlene – Mas agora preciso da tua ajuda, ou melhor, a Alice e o Frank precisam da nossa ajuda.
- É… eu já soube o que aconteceu com eles. Antes a morte do que isso.
- Eu tenho a solução para o problema deles, mas é muito complicado e eu preciso de apoio.
- Então os pais do Neville vão ficar bem?
- Espero que sim, Harry! Vamos Marlene?
- Claro…
- E lá vai ela… – Disse Sirius desconsolado, começando a arregaçar as mangas – Agora só me resta calar a minha doçura de mãe.
James e Harry permaneceram na cozinha, enquanto os outros três seguiam destinos diferentes.
- O Sirius nunca me falou que era casado.
- Compreendo o porquê de ele ter feito isso. Sabes, Harry, eu nunca pensei ver o Sirius amarrar-se tanto numa mulher como o fez com a Marlene. Ela morreu pouco depois do teu baptizado e ele sofreu muito com isso, acredita. O facto de não te ter falado nela, deve ter sido porque era muito doloroso para ele.
- É… eu compreendo. Debaixo daquela capa de “Eu sou bom” está uma grande pessoa.
- Estão a falar de quem? – perguntou Sirius que acabara de reaparecer na porta.
- Não estávamos a falar de ninguém em especial. Estava só a comentar com o Harry sobre a McGonagall ter adiado o início das aulas em duas semanas. Ainda não sei o que deu nela. Ela seria a primeira a querer começá-las.
- A McGonagall vai continuar como directora? Pensei que Dumbled…
Nesse momento duas pessoas, ambas ruivas, entraram na sede da Ordem da Fénix. Ginny abraçou logo o namorado, ao que Ron pôs a língua de fora.
- Se deixasses de ser tão cabeça dura e começasses finalmente a namorar com a Hermione, não farias essas caretas cada vez que eu estou com a Ginny. Podes ser o meu melhor amigo, mas de vez em quando apetece-me dar-te um murro.
- Que rico amigo que eu fui arranjar… Primeiro rouba-me a minha irmãzinha mais nova e desvia-a por um mau caminho, depois ameaça agredir-me e depois insinua que eu devia namorar com a minha melhor amiga, ainda não sei porquê. – Nesta última parte, não se sabe como, as orelhas de Ron ficaram mais vermelhas do que o seu cabelo.
- Ora Ron, toda a gente vê que vocês se amam. Só não estão juntos ainda porque os dois são teimosos que nem mulas. Fazem lembrar-me o James e a Lily.
- Hi, Sirius, já está a inventar. Sabes bem que no nosso caso era a Lily a teimosa, não eu.
- Estás a esquecer-te, Prongs, de quem passava a vida a inventar novas maneiras de a fazer irritar-se?
- Ela irritava-se por tudo e por nada.
- Eu ouvi isso, James… – Lily regressara à cozinha. – Só não te respondo porque estou demasiado ocupada, para perder tempo a discutir contigo. A poção que estamos a preparar exige o trabalho de três pessoas, mas como eu sei que tu és um zero a poções já nem te pergunto nada.
- Que exagero, Lily, eu passei com uma boa nota nos NIEM.
- A Hermione pode ajudar. Afinal estamos a falar daquela que fez a poção Polisuco no nosso segundo ano.
- Mas tu és o melhor aluno a poções, Harry.
- Esquece, Ron… A Hermione é melhor do que eu.
- Ela é boa, então?
- Tanto como tu, Lily. – respondeu Sirius.
- Então falem com ela. Quanto menos tempo perdermos melhor. Isto pode demorar dias, até conseguirmos resultados.
- Eu chamo-a.
- Mas nada de amassos, Ron.
Uma cebola voou na direcção de Sirius e ele desviou-se não apanhando com ela por pouco. Entre protestos contra a violência, Ron abandonou a cozinha, corado e com cara de poucos amigos.
- Não dou uma semana para eles ficarem juntos. – Concluiu Harry, divertido.

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NA: Aqui estou eu mais uma vez para chatear-vos com mais um capítulo.
E como sempre eu faço o mesmo pedido: COMENTEM POR FAVOOOOOOOOR!!!!! Eu sei que sou chata e que estão fartos de me aturar, mas pelo menos digam alguma coisa, mesmo que seja "és uma péssima escritora" ou "a tua fic está horrível".
Ah! Queria agradecer a Gandalf Dumbledore pelo comentário e dizer-lhe que tentarei ser o mais rápida possível a actualizar.
O próximo capítulo eu anão demorarei muito a pôr. Por isso, se alguém estiver a gostar, no máximo, daqui a dois dias eu já actualizei.
Bjocas, Guida Potter.

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