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13. É a Falta de Diálogo


Fic: Cansei de Ser a Mesma III


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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13


É a falta de diálogo


 


         - Você está- - Afastou-se. – rompendo nosso namoro?


 


         Eu nunca pensei que diria algo parecido, Harry Potter sempre foi e talvez sempre será meu único amor, meu desejo mais profundo, minha cede de paixão e de carinho. Ele é o homem mais perfeito, o namorado mais carinhoso, o amante mais quente. Desejei-o com todas as minhas forças, fiz de tudo e passei por cima de muitas cabeças para provar que aquele amor era verdadeiro.


 


         E eu estou terminando tudo que já tive, algum dia, com ele.


 


         Foram três anos maravilhosos e que agora, estavam ameaçados por uma guerra inteira. Eu demorei tanto para consegui-lo e esse rompimento está sendo tão rápido.


 


         - Hermione, – Sussurrou Gina. – pare com isso... – Deixou as lágrimas escorrerem.


 


         Eu ignorei a ruiva. Ah, essa ruiva. Por mais que eu sentisse ciúmes, ela ainda era minha preferida. E lá estava uma chorosa e preocupada e roliça senhora Weasley junto com seu marido com feições preocupadas. Seus filhos gêmeos não estavam muito atrás, estavam igualmente sérios, analisando aquela cena.


 


         Nunca esperei uma platéia tão grande para uma coisa tão dolorosa. E por fim, Potter. O moreno estava com os olhos lacrimejados e crente que nada daquilo estava acontecendo.


 


         Percebendo – e sendo pessimista – que aquela seria a última vez que eu o veria, toquei seu rosto com uma das mãos, alisando sua barba por fazer e sua feição séria. Ele fechou os dois olhos, fazendo lágrimas escorrerem.


 


Eu já tinha me acostumado com a frieza do meu coração, com a perda de entes mais do que queridos, mas uma despedida é sempre ruim.


 


         Harry ergueu a varinha e tirou o feitiço, não desgrudando os olhos de mim. Virei de costas me debulhando em lágrimas e saí da cabana.


 


Foi quando o pior dos piores sentimentos começou a tomar meu coração.


 


         Perto da cabana, esbarrei em Tony e Ron, que foram andar com suas vassouras. Eles chamaram pelo meu nome e eu não me virei.


 


         Os garotos também seriam página virada.


 


Uma dor no começo da garganta não conteve as lágrimas. Tentava enxergar o caminho sem sucesso enquanto um batalhão de memórias invadiu minha cabeça, desde o primeiro beijo em Harry, da minha primeira conquista.  


 


 


- Se eu não arrancasse, você arrancava. Você pensa que eu não sei disso? – Peguei minha camisa e voltei a colocá-la. – Você parou porque lembrou da Gina. – Levantei-me e olhei no fundo dos seus olhos. – Eu tenha inveja dela. – Peguei minha saia em cima da cadeira e a coloquei. – Eu tenho inveja de Gina Weasley! – Quase gritei, meus olhos estavam lacrimejados e eu não queria chorar.– Tenho inveja te ter um namorado tão- – Deixei uma lágrima cair. – Nem é porque eu sou loucamente apaixonada por você, mas eu tenho inveja dela porque até na cama com a melhor amiga, você consegue lembrar dela. Sempre pensando, em primeiro lugar, na Gina. – Peguei meu sobretudo. – Sabe, quem me dera ter pelo menos a metade do homem que você é pra – fechei os olhos. – pra mim.


 


- Hermione, eu não-


 


- Relaxa. Não foi uma experiência que irá deixar traumas, igual aquela lá no meu quarto, nas férias. – Dei dois tapinhas em seu ombro, pegando minha meia calça do outro lado do quarto e a colocando sentada numa das cadeiras. – Olha, Harry, se você quiser sair daqui e encarar como se nada disso tivesse acontecido, pra mim tudo bem. Eu já consegui o que eu queria nesses três anos: um beijo de Harry Potter. Um beijo. – Harry me olhava com os olhos que eu desconhecia. Passei por ele, e senti meu braço ser puxado, eu sabia que ia fazer isso.


 


- Eu não vou esquecer isso.


 


- É, eu também achei que seria meio difícil. – Soltei uma risada.


 


- Eu não acho graça. – Fechei meu sorriso divertido e o encarei um pouco assustada. – Sabe o que eu acho?


 


- Tô até vendo: que você virou uma criança mimada e tudo mais... Que papo mais manjado, Harry, por favor! Vamos mudar o discurso, OK? – Ri mais uma vez.


 


- Não, eu acho que a gente nunca devia ter parado. – Me surpreendeu com mais um beijo.


 


 


Eu não devia ter deixado ele continuar. E também, inevitável esquecer a primeira briga, a primeira crise de ciúmes, a primeira vez.


 


Balancei a cabeça para clarear um pouco das idéias e foi aí que percebi que estava deixando para trás toda a minha antiga vida. Percebi que Harry Potter era o homem que eu mais amei, mas agora, não posso mais amar.


 


         Percebi que não tinha rumo.


 


         Estacionei, encarando algumas barracas começando a se desmontar. O espírito de união era bem forte após uma vitória no Quadribol. Enxuguei os olhos, finalmente e arranquei todo o ar de perto de mim e joguei dentro dos pulmões. Com uma feição de tristeza, eu pensei que ainda não estava muito certa daquilo que tinha feito.


 


         Podia dizer que, daqui para frente, era eu e Deus. Podia entregar meu título de Auror, jogar fora meu Diploma e ficar me contentando com a página de procurados pelo Ministério. Oh, lorde, Harry irá me caçar como um animal. Eu seria uma fugitiva muito perigosa.


 


         Ou apenas poderia fazer justiça com as próprias mãos. Podia vingar a morte dos meus pais e matar Draco Malfoy, afinal, ele é o causador de todos os problemas; Não seria nada mal, além de conseguir fama e Harry de volta, teria paz.


 


         Não preciso me aliar às trevas, eu estou sendo má apenas por ter esse pensamento.


 


          Desprendi meus pensamentos quando um velho roliço deixou algumas panelas caírem e fazerem um alto barulho. Ele foi ajudado por uma mulher igualmente roliça e velha, parecendo ser casados. Ela implicava com o velho que ainda não tinha esvaziado uma grande tina que tomou banho minutos atrás.


 


         As lágrimas voltaram pensando que eu poderia nunca ficar assim e nem ter um companheiro para implicar com coisas tão idiotas.


 


         Continue o caminho, um pouco atordoada, pensativa e sempre enxugando uma lágrima ou outra. Não queria aparatar, pois Harry saberia para onde eu estava indo e poderia me persuadir de tentar outros caminhos. Também estava sem a chave do portal, ficou com ele. A única esperança era o portal oficial que não estava muito longe dali.


 


         A tristeza começou a ser deixada de lado e a raiva e o arrependimento tomou conta do meu corpo. Pensei em todas as chances que eu tinha para matar Malfoy e não o fiz. Pensei em cada eu te amo arrependido eu lhe disse. Mas naquela hora, não parecia ser tão ruim assim, eu até estava me acostumando com a idéia de namorar um antigo arquiinimigo.


 


         Você nunca irá aprender, Tonks me dizia isso na época da escola em suas cartas. Aprender eu irei, mas ainda não sei prever o futuro, eu respondia.


 


         Dei conta que fiquei perdida sem Tonks; Aquela mulher conseguia me fazer enxergar um caminho certo, mesmo que seja o pior de todos. Mas ela está coberta da razão, e eu espero que eu possa ver o rosto do meu primeiro afilhado.


 


         Subi um pequeno morro e avistei a bota. Aquela mesma que viajamos no quarto ano, estava no mesmo lugar e seu mau cheiro sentido de longe. Parei vendo uma família de quatro pessoas – casal de pais e casal de filhos novos – se ajoelharem e sumirem, soltando uma grande fumaça.


 


         As chaves de portal também eram fiscalizadas pelo Ministério, mas creio eu que o estagiário que Harry contratou é muito burro para olhar dois lugares ao mesmo tempo.


         Ajoelhei-me na frente da velha bota e fiquei com nojo de tocá-la, mas era necessário. Dei uma última olhada na direção do acampamento e segurei fortemente em seu calcanhar, fazendo o meu mundo girar e a respiração ficar difícil.


 


         Quando o céu ficou mais visível, senti minhas costas colidirem com o chão depois de uma queda livre de quase dois metros. Não tive amortecimento, fui carne no asfalto. Tossi para levar ar aos pulmões e me contorci de dor focalizando o tempo feio de Londres. Os prédios eram altos e as buzinas também. Pela escuridão, tinha caído em um beco abandonado.


 


         Levantei-me limpando as calças com as mãos e ajeitando a mochila nas costas. Senti finos pingos de chuva caírem sobre mim e resmunguei pegando um guarda-chuva velho, quase sem forro, jogando em um tambor de lixo gigante e o conjurando em uma peça com lona transparente e as bordas amarelas.


 


         Suspirei e peguei o mesmo fluxo de pessoas, todas se protegendo da chuva como dava: guarda-chuvas, jornais, pastas, bolsas. Caminhei como se desconhece o local, esperando o farol abrir e sorrindo levemente sentindo que a chuva havia passado.


 


         Parei na frente de um suntuoso hotel trouxa. Ignorei as regras de não permanência de funcionários do Ministério em lugarejos trouxas e entrei, afinal, eu não pertenço mais a essa instituição.


 


         Peguei um quarto e já subi desejando um banho e uma cama confortável. Quando girei a chave na porta e vi o quarto montado, com uma cama de casal, abajures combinando com o papel de parede, duas poltronas, um enorme closed e um igualmente enorme banheiro, levei um soco imaginário nas costelas.


 


         Tudo me fazia lembrar Harry.


 


         Seu cheiro ainda estava impregnado nas minhas narinas e o choro era inevitável. Joguei-me na cama agarrando um dos travesseiros contra o rosto e despejando minhas lágrimas nele. Como esse caso estava me levando a depressão.


 


         Não lembro muito bem o que se passou depois, apenas lembro-me de ter tomado um banho relaxante e pedido um enorme pote de sorvete de morango ao serviço de quarto.


 


         Adormeci tortamente na cama com o estomago cheio e é claro que tive alguns pesadelos como um ataque súbito a Londres, várias coisas explodindo e pessoas morrendo. Harry reinou em meus sonhos, seu rosto era visto até meu meus reflexos.


 


         Levantei a cabeça do travesseiro e enchi o pulmão de ar.


 


         Essa história está começando a ficar chata sem diálogos.


 


         Resolvi ir até um bar bruxo que ficava a três esquinas dali para saber das últimas noticias e comprar alguns meios de comunicação. Coloquei as únicas peças de roupas que tinha – tinha que providenciar mais – e desci para o saguão, pegando a rua e depois, meu caminho.


 


         O clima estava ameno, tudo indicava que a noite, iria chover.


 


         Andei cerca de sete minutos até parar na frente de uma simples lojinha de artesanato com uma portinhola de madeira que quando abria, um sininho anunciava. Passei pela velha que consentiu com a cabeça e me acompanhou com os olhos até outra porta, devidamente posta apenas para bruxos enxergarem.


 


         Girei a maçaneta e um cheiro de cigarro invadiu minhas narinas. A música que tocava era um country bruxo americano que devia fazer muito sucesso entres os ianques. Não era muito bem iluminado e tinha as paredes feitas e cobertas com madeira bem densa. Alguns neons e luzinhas estrategicamente colocadas, davam um ar especial ao local.


 


         Tirei minha jaqueta e me dirigi ao bar. Estranho como na hora do almoço aquele lugar estava lotado. Sentei-me naqueles altos banquinhos e pedi uma cerveja amanteigada para o barman.


 


         Atraí com a ponta da varinha, um jornal que estava em cima de outros muitos, quase na entrada do local. Li a primeira página tomando um gole da minha bebida e já me surpreendi. Mais sete mortos para a lista macabra do Ministro. Também trazia uma enorme propaganda daquele Centenário de Caça aos Vampiros de Londres. Contava com a presença especial do Ministro da Magia de Paris e de Harry Potter.


 


         Abaixei o jornal e vi os olhos assustados do barman me encarando profundamente. Me senti incomodada e limpei a garganta antes de começar a tirar minhas satisfações.


 


         - Aconteceu alguma coisa? – Perguntei olhando as outras páginas do jornal.


 


         - Você é-- Hermione Granger? – Sussurrou ainda assustado.


 


         - Creio que sim, aconteceu alguma coisa, - - Olhei um crachá medíocre no bolso de sua pólo. – Ernie?


 


         Ele olhou para os lados fazendo eu também olhar. Algumas pessoas estavam me encarando assustadas, outras comentavam com as outras e daí, todos estavam com os olhos sobre mim.


 


         - Que merda está acontecendo aqui?! – Perguntei um pouco alto, fazendo algumas pessoas se assustarem. O barman pegou o jornal que eu estava segurando e virou até a última página. 


 


         Segurei com as duas mãos e trouxe para mim.


 


         “AUROR SUSPEITA DE SE ALIAR AS TREVAS”


 


         Ah, entendi.


 


         A auror condecorada e companheira do herói Harry Potter Hermione Granger, está sendo investigada por ter se aliado a Draco Malfoy, o prisioneiro mais procurado em toda Grã-Bretanha. Antigamente, a auror foi responsável pela sua primeira prisão quando Harry Potter foi seqüestrado. Hoje, ele não apareceu em seu atual emprego, o Ministério da Magia e fontes totalmente seguras afirmam que ela e Harry Potter não estão mais em um relacionamento e que ela teria fugido para se aliar a bruxo das trevas...


 


         A matéria continuava, mas eu não me interessei. Tinha uma foto minha tirada a algum tempo atrás. Trazia um sorriso no rosto e estava na frente do Ministério, depois de ter solucionado um caso. Levantei jogando moedas ao barman e sendo seguida pelos olhares mais surpresos e julgadores.


 


         Abandonei o local e voltei até meu hotel de cabeça baixa, com receio de ser descoberta por alguém. Sentei na beirada da cama sentindo medo, raiva, angustia e tudo que alguma pessoa podia sentir nessas condições.


 


         Pelo que eu pude ver, ainda não estava na lista dos mais procurados, mas isso era uma questão de tempo. E quem será que abriu a boca desse jeito? Tudo aconteceu ontem e já estava estampando os jornais de hoje.


 


         Um estalo em minha cabeça me fez pensar em outras coisas, mais importantes do que isso. A festa ocorrerá depois de amanhã, na parte da noite. Eu preciso pegar minhas coisas em minha mesa como relatórios de Draco Malfoy, o mapa rastreador e meu armário de poções. Sem contar algumas mudas de roupas.


 


         Solucionar as duas primeiras tarefas era difícil. Eu não podia pisar no Ministério sem parar em uma sala de tortura e contar tudo que eu sabia. Como se eu soubesse de muita coisa. E também, eu precisava estudar mais a mentalidade de Malfoy, pegar minhas poções para eventuais confrontos e o mapa rastreador.


 


         Como eu irei fazer isso?!


 


         Toda segurança estará mirada no Ministério. Quase todos os auror estarão naquele lugar, tanto como convidados especiais como o Harry, como a serviço, trabalhando infiltrados. Ouvi Falkes dizer esses dias que pelo menos duzentos agentes trabalharam nessa festa.


 


         E eu ainda fico me perguntando como fiquei fora dessa patrulha.


 


         O jeito é entrar infiltrada também.


 


***


 


         Entrei em uma loja de departamento trouxa e cega, comecei a pegar várias pessoas e enfiar em uma sacola da loja. Nem me dava o trabalho de provar, escolhi quase meu guarda-roupa inteiro novamente. Também escolhi um vestido de festa para poder usar daqui a dois dias.


 


         Na hora de passar no caixa, a atendente se assustou com o volume das roupas e uma fila enorme se formou atrás de mim. Paguei e sai de lá carregando sete sacolas em cada mão.  Não me dei o luxo de subir para meu quarto, apenas passei na recepção e fechei a conta.


 


         O fato era que eu não podia ficar em muito tempo no mesmo local, tinha que vestir a camisa de nômade. Em um lugar reservado, fiz as sacolas ficarem do tamanho que coubessem em meu bolso.


 


         Ao guardá-los, senti um volume a mais e saquei o anel de dentro deles. Encarei por alguns segundos e o enfiei novamente, balançando a cabeça de um lado para o outro. Fui até a rua de baixo e peguei um ônibus vermelho de dois andares, com um destino não muito certo.


 


         O primeiro hotel que eu visse, entraria.


 


         Dentro daquele transporte público, sentei no último acento, aquele que fica de frente para o corredor inteiro. Olhei todas as pessoas sentadas, algumas estava lendo The Sun, outros ouvindo músicas, outros apenas encarando o nada. Uma senhora com feições de cansada e péssimas combinações de roupas estava me encarando desde quando eu entrei.


 


         Serrava os olhos no meio das rugas e tossia algumas vezes. Cheguei a ficar incomodada e a pensar se quisesse arrancar pedaço, era só avisar.


 


         Um jovem sentado não muito distante da velha também me encarava e ao perceber que eu retribuía a gentileza, levantou-se tenso e esperou o próximo ponto. Percebi que se assustou, como se eu fosse um bicho de sete cabeças.


 


         Lentamente, com mil pensamentos aflorando, levantei-me e pedi para descer. Saltei no próximo ponto indo na direção contraria do jovem assustado, enfiando as mãos nos bolsos da jaqueta.


 


         Eu não estava na lista dos dez mais procurados pelo Ministério, mas podia passar medo a qualquer cidadão que não estivesse a par da história e sim, só pelas noticias sensacionalistas do Profeta Diário.


 


         Foi então que eu conclui, mesmo não querendo que eu não podia mais ser Hermione Granger.  


 


         Vendo que parei longe do meu objetivo, peguei um táxi qualquer e parei na frente de uma viela comum. A bandeira em metal de um caldeirão me guiou até a porta e ao entrar de solavanco, atraí olhares. Meu objetivo estava lavando copos e ao me ver, tentou fugir.


 


         Com fúria, taquei Felix Scabour contra a parede, fazendo um mínimo barulho comparado a falação do local. Aproximei-me do velho que estava imobilizado e selei sua boca com um feitiço.


 


         Discretamente, empurrei seu corpo contra a escada e pedi que subisse para seu escritório. Ao entrar, joguei seu corpo contra uma cadeira qualquer como se fosse um grande pedaço de carne. Amarras surgiram em seus pés e suas mãos, causando revolta em seu corpo.


 


         - Fique quieto! – Ordenei empurrando a varinha contra seu peito.


 


         Sua respiração ficou acelerada e me mediu, da cabeça aos pés, desejando explodir minha cabeça.


 


         - Onde você esconde seu estoque de polisuco, Scabour? – Ele ficou assustado, sua cor mudou algumas vezes e tentou dizer, mas não falou nada antes que eu soltasse sua boca.


 


         - EU NÃO SEI DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO! – Afundei um pouco mais a varinha, o fazendo soltar um gemido de dor.


 


         - Coopere, seu idiota.


 


         - O POTTER LEVOU TODAS! – Ele não sabia mentir.


 


         Olhei em volta apenas observando aquele imundo escritório e então, meus olhos cruzaram com os dele mirando um quadro de um navegante islandês. Voltei a enfeitiçar sua boca para não gritar pedindo por socorro e fui até o quadro. Em baixo, sobre uma mesinha, tinha garrafas de cerveja amanteigada vazias e então, foi apenas dedução.


 


         Peguei uma garrafa e coloquei no canto da moldura dourada, quando virei o quadro, um liquido caiu, enchendo o objeto de polisuco. Genial, diga-se de passagem. Deixei apenas um restinho dentro do quadro, enchendo um total de quatro garrafas, totalizando líquido para quase seis dias inteiros.


 


         - EU PRECISO DELAS, GRANGER! – Apelou quando eu voltei a soltar sua boca.


 


         - Eu deixei um restinho para você.


 


         Antes de sair, apaguei sua memória recente o deixando preso naquela cadeira até que alguém o encontrasse.


 


         Abaixei a cabeça e ergui as golas da jaqueta, passando despercebida pelo bar. Ao pisar novamente na calçada da grande avenida, encarei um sol fraco que aparecia entre as nuvens e alguns passarinhos que cruzavam o céu. Olhei as pessoas em minha volta, encarei alguns motoristas abusados e comecei a arquitetar um plano, afinal, quanto mais tempo eu fico como Hermione Granger, mais eu estarei correndo risco de acabar em uma cela em Azkaban.


 


         Tudo se resumiria em seqüestro, esconderijos e meus relatórios no Ministério. Como eu precisava entrar no prédio que se auto-intitulava o mais seguro da Grã-Bretanha, eu não poderia surgir com o mesmo cabelo cacheado e a cara lavada. Precisava me disfarçar e talvez, a noite do Centenário da Caçada aos Vampiros de Londres seja a melhor. 

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Comentários: 11

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:: Página [1] ::

Enviado por cammi-_- em 13/02/2013

Oi >.< leitora nova!
Acabei de descobrir sua fic e me apaixonei!
Muito interessante e me faz ficar cada vez mais e mais curiosa.
E apesar de eu nao ser mt fã do Draco como vilão eu continuo o amando =p, torço pra que ele se ajeite >3<
Estou super, hiper curiosa pra continuação.
Por favor, continue a escrever logo, nao abandone a fic >3<
Aguardando ansiosamente a continuação =p 

Nota: 5

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Enviado por Catherine Black em 31/05/2012

Leiotra nova. Estou na segunda temporada ainda.

E olha, no final de tudo.. PRECISA ser Harry e Hermione. Eles são perfeitos um para o outro.

No final, vai dar tudo certo. Harry e Mione com filhos e felizes!

Tem muitas Dramione's em qualquer lugar. E poucas H/H.

E eu, acho, que eles combinam mais. E que eles realmente se amam.

Enfim, vai postando aí que eu chego lá... u_u

 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Iasmim Costa em 02/12/2011

PELO AMOR DE DEUS! CONTINUA ESSA FIC! ELA É MARAVILHOSA! QUANDO VOCÊ VAI POSTAR MAIS?

Nota: 1

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:: Página [1] ::

Enviado por PamyPotter em 30/10/2011

Oi! Leitora nova, devorei as três, muito ótimas!

Esse rompimento me emocionou, muito triste. Coitada dela, está sendo perseguida é dose...

Como e quando ela vai encontrar o Draco?

E será que ela vai fraquejar no baile ao ver o Harry?!

Pelo amor de Deus, posta assim que der, que essa fic é maravilhosa!

Beijo

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Morgana Granger Malfoy em 25/09/2011

ooooi ooooi, leitora nova aqui :)  Poosta loogo! Se não eu tenho um infarto '-' Estou tão anciosa e curiosa.. Sei lá, até que seria legal a Hermione se apaixonar de verdade pelo Draco, e eles se tornarem vilões. USHAUSHUAHSUH' É eu sou maléfica *u*  É mas, ficaria legal, fugiria das mesmas coisas que acontecem em histórias..  //só opinião. :)  Beeijos, a e meus parabéns, estou viciada na fic & vocês ecrevem MUITO bem. *-*

Nota: 5

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Enviado por hermione22 em 05/09/2011

cade o proximo ta demorano muito

Nota: 1

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Enviado por Dryka Jane M. Potter em 27/08/2011

De novo EU!!kkkkkk
Mais uma vez de novo e nada!!!!
É frustrante!!! Estou muito curiosa!!!!
DracoXHarry? qual leva  melhor!!!
Se fosse para eu escolher, escolheria os dois!!! É muuito difícil se decidir entre eles!!!
A Hermione não pode matar o Draco, simplismente não pode!!!
ah!! eu queria dizer e sempre me esqueço, a Mione tem algum poder misterioso, diferente dos outros bruxos? Na primeira e segunda temporada, Mione demonstra algo especial, ela vê tudo em camêra lenta, e ela, no entanto, não se move devagar, e me lembro que Draco disse que ela é desejada tanto no lado das trevas,quanto do lado do bem. Não entendi ainda, posta logo para que eu compreenda melhor!!!!
Bjsssss..............
Não demore!!Please.......

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Dryka Jane M. Potter em 09/08/2011

Seria bem legal quando Hermione encontrasse Draco, o mesmo sentimento de paixão viesse a tona outra vez, e ela sentisse confusa em relação ao Harry e Draco, Seria bem mais emocionante!!!!!  POSTA LOOGGGGGGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!! PLEASE!!!!!!!!!! Ñ vou aguentar esperar tanto, por favor posta, posta, postaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! BJSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Dryka Jane M. Potter em 08/08/2011

Posta logo!! Sua fic é muito, muito maravilhosa, Posta, posta,postaaaaaaa por favoooooooooooorr!!!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Shammy em 20/07/2011

Adorei o capitulo!!!!!!

Estava sentindo falta dessa ação!!!Mas eita povo fofoqueiro, ela mal deixou o Harry e ja tem noticia que ela é do mal!!


Ansiosa pelo proximo capitulo!!

Ate a proxima!!

 

Nota: 5

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Enviado por HermioneMalfoy em 20/07/2011

essa separação me deixou mais triste que o esperado, o harry chorando acabou comigo, mas talvez isso dê uma animada nas coisas, gostei do capítulo mas ficou um pouco cansativo pór falta de diálogos, posto logo ok!

quero saber o que vai acontecer, tipo quando o draco vir a noticia no profeta vai atras dela né? aiai, muitas coisas irão acontecer,

fic maravilhosa como sempre!

Nota: 5

Páginas:[1]
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