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10. E Se Fosse Verdade?


Fic: E Se Fosse Verdade


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Bem, naum vou postar mais até o natal... então, um FELIZ NATAL A TODOS e q o Papai Noel traga mto presentes a vcs.... rs :wink:
Para quem vai viajar já e ficar o natal e ano novo... (q blz!) Um ano novo cheio de amor, paz, saúde e felicidades!!!!!!!!

Anna fletcher, obrigada por aparecer sempre aki... tbm fiquei feliz deles voltarem...

taaa_hp, tomara q naum esteja, neh! Seria mtooo ruim! Vlw por aparecer...

Debyh Wood, partilhamos do msm sentimento qnto a Gina... rs
mas ela eh esperta, temos q concordar... rs

Ah, a música desse capítulo é Se Quiser, da Tânia Mara.

Espero q gostem e comentem mto... rs

BjauM!






10 - E Se Fosse Verdade?


- Mione. – chamou Draco, baixinho, acariciando o rosto dela, tentando não assustar a castanha.
- Draco. – disse Hermione, assustada, levantando na cama.
- O que você está fazendo aqui? – perguntou, coçando os olhos e sentando-se.
- Como chegou aqui?
- Calma, uma pergunta de cada vez. Eu sabia onde era seu quarto e vim saber como você está, afinal, como seus amigos voltaram a falar com você, não quis te atrapalhar. Fiquei muito feliz em ver que você ficou bem. – Hermione sorriu aliviada. Desde a conversa com Gina, tinha a sensação de que Draco a pegaria a qualquer momento, por perceber que ela descobrira o plano dele.
- Estou ótima também, mas nós não podemos conversar amanhã?
- Tá bom – respondeu Draco, com um sorriso sincero. – eu confesso, senti saudades, não estou mais acostumado a não te ver, não falar com você, não ouvir o meu nome falado por você, me dando broncas, enfim, senti sua falta.
Hermione não sabia o que pensar. Era tão bom e tão estranho ter Draco por perto, ela sentia que eu ele sempre estaria ali, e ela também sentira sua falta.
- Senti sua falta também. – respondeu sinceramente. – E agora, o que fazemos? – perguntou, sorrindo confusa.
Draco analisou o quarto de Hermione, era de fato muito bonito, com móveis em marrom escuro e detalhes em dourado e vermelho. O detalhe acompanhava a colcha da cama dela, que era vermelha, com fios dourados. O quarto era grande e no canto direito tinha um espelho enorme. Ao lado do espelho, mais à esquerda, tinha uma escrivaninha cheia de livros empilhados de um lado, e pergaminhos do outro. Tinha também uma pena e um tinteiro. Passando os olhos pelo quarto, Draco riu ao ver Bichento na cama com Hermione, o gato estava ronronando, e parecia querer voltar a dormir, ele tentava se aconchegar na dona, que permaneceu sentada, acariciando a cabeça dele.
- Do que você está rindo? – ela perguntou, voltando-se para Draco.
- Do seu gato, nunca vi mais laranja que esse.
Hermione sorriu.
- Mas me conte, como o Potter te perdoou?
- Coisas da Gina, aquela ruiva é decidida. – respondeu, ainda sorrindo.
Draco estava com uma cara de realizado, era como se tivesse esperado o ano todo por aquele momento.
O silêncio tomou conta do quarto, nenhum dos dois se sentia à vontade.
- Você quer que eu vá embora? – perguntou ele, sem graça, vendo a expressão perdida da garota.
- Acho melhor Draco, amanhã acordaremos cedo.
- Está bem então, eu vou, boa noite. – Draco deu um beijo na testa de Hermione e, quando já estava na porta, ele pediu: - Me peça para ficar!

Se quiser fugir
Pra qualquer lugar que for
Nem precisa me chamar
Tão perto que eu estou

- Me deixe ficar mais um pouco com você, juro que só quero ficar um pouco mais com você, não farei nada. – Draco estava pedindo como se precisasse daquilo para não ter pesadelos durante a noite.
- Mas isso não faz sentido. – respondeu Hermione, sem saber o que realmente estava acontecendo, apesar de desejar que ele ficasse.
- Porque não? Que mal há nisso? Só quero ficar um pouco mais com você, porque você faz com que eu me sinta bem, que eu me sinta em paz, que eu acredite que tudo vai dar certo. – disse Draco, prendendo os olhos da garota em seus próprios olhos. – Você faz com que eu acredite que minha mãe vai voltar, que a guerra vai acabar e que um dia eu vou acordar e tudo isso não vai ter passado de um pesadelo. Não tenha medo, eu jamais te machucaria.
Hermione não conseguiria dizer não a ele, Draco parecia tão diferente, que pensar no que Gina havia falado machucava Hermione. Ela queria que aquela mudança fosse real, mas tinha medo de acreditar naquilo. E se ela acreditasse e ele a machucasse? E se ela se apaixonasse e ele fosse embora?

Mas seu medo de perder
Não te deixa me olhar
Esqueça o que passou
Que tudo vai mudar

- No fundo, você faz com que eu acredite nas pessoas, acredite que Dumbledore não errou de novo, que o passado ficou para trás e que tudo vai mudar. – Draco estava contemplando os olhos de Hermione, e o olhar dele passava sinceridade, esperança.
Hermione não tinha forças nem vontade de mandá-lo embora.
- Está bem Draco, venha, fique aqui comigo. – Hermione fez um sinal com a cabeça para ele ir para o lado dela.
Draco sorriu, e foi se deitar ao lado de Hermione. A garota, então, ficou com as costas apoiadas em uma almofada e Draco encostou a cabeça no colo de Hermione, o que fez Bichento levantar. A castanha ficou acariciando o cabelo de Draco e ele aconchegou-se rápido. Hermione demorou para relaxar, mas aos poucos se sentiu à vontade. Ele não parecia ser o que era antes, estava tão doce. Draco passou os braços pela cintura de Hermione, se sentia tão bem ali, tranqüilo, ela era tão especial, ele nunca tinha imaginado que ela seria capaz de ajudá-lo, principalmente quando os amigos lhe viraram as costas. Além do mais, o colo dela era tão bom que ele não pensou duas vezes em relaxar, tanto que em pouco tempo dormiu.

Agora eu posso ser seu anjo
Seus desejos sei de cor
Pro bem e pro mal você me tem
Não vai se sentir só, meu amor

Hermione passou a noite pensando no que estava fazendo, em como aquilo era estranho. De repente sentiu-se mal em pensar que ele podia estar mentindo, ela se sentiu mal em estar traindo a confiança dele. Ele parecia acreditar tanto nela, estava tão entregue. E se ela estivesse cometendo um erro em não acreditar?
E se fosse verdade?
De repente, ela lembrou do dia em que Draco a ensinou a voar e sorriu. Ele não era tão bom ator assim...
Ela tinha vontade de ficar para sempre ali com ele, de esquecer o que a Gina havia falado, esquecer que ele era um sonserino e, segundo ele mesmo, um ex-Comensal. Ela queria esquecer todas as coisas ruins que Draco podia representar, e foi assim que dormiu.
No dia seguinte, quando Hermione acordou, ela estava deitada no peito de Draco, pois a noite, eles tinham mudado de posição.
- Draco, acorda! – chamou baixo, batendo de leve no peito do loiro.
- Hum, Mione... – Draco abriu um sorriso lindo. – Bom dia! – desejou, coçando os olhos.
Draco viu que Bichento estava deitado em sua perna, e pareceu realmete incomodado do loiro se levantar.
- Esse seu gato é muito folgado, sabia?. – Hermione fez que sim com a cabeça.
- Bom dia! É melhor você ir, temos o café da manhã, e daqui a pouco nossas aulas começam. – Hermione estava decidida a mudar com Draco. À noite, ela sonhara com ele, e em seu sonho Draco e ela namoravam até que Lucius aparecia e Draco a matava.
- Está bem, mas antes quero te dizer que foi maravilhoso dormir e acordar ao seu lado.
Hermione sorriu sem graça, ela também tinha gostado, tinha sido diferente de Harry. Draco passava a ela calma e tormento, calor e frio, enfim, ele era o equilíbrio de que ela precisava.
Além do mais, o sorriso dele era lindo e o cabelo ficava engraçado, definitivamente, ela nunca havia visto ninguém acordar tão lindo quanto Draco Malfoy.
- Também gostei de tê-lo como convidado, agora vá! – disse Hermione, se convencendo de que era tudo uma farsa.
- Até mais. – Draco, então, foi embora. Hermione decidiu não ficar pensando, aquilo não a faria bem, afinal, tinha pensado tanto que acabou deixando Draco dormir com ela.
Hermione tomou o café da manhã com seus amigos, Harry tirou o Profeta Diário das mãos da garota.
- Você deveria conversar conosco ao invés de ler jornal! – comentou Harry, fazendo uma cara de mandão.
- E você deveria ser mais educado. – retrucou ela, sorrindo, passaram o resto do café conversando sobre a aula da Tonks e o quanto a professora era legal.
- É, amanhã teremos aula com o Gui. – lembrou Ron, com uma cara enjoada.
- Ora, e qual é o problema? – perguntou Harry ao amigo.
- O problema é que se o Gui fizer com o Ron o que fez comigo, meu irmãozinho está ferrado, ele pegou muito no meu pé. – comentou Gina, que acabava de chegar, colocando as mãos sobre os ombros de Harry, que deu os ombros.
- Quem sabe agora o Ron melhora em poções! – ralhou Hermione, o que fez Ron olhar ameaçadoramente para ela.
- Engraçadinha, azar o seu que vai ter que me ajudar mais do que antes.
Hermione riu. – Até parece!
Então, ela olhou para a mesa da Sonserina e viu olhos azuis acinzentados a admirando, e no momento em que ela olhou, Draco sorriu. A castanha deu um sorriso que era para parecer verdadeiro, quando alguém a tirou do transe.
- Ah Mione, você não vai negar ajuda ao meu docinho, não é?! disse Luna, que antes estava com o olhar perdido, toda melosa, acariciando o cabelo de Ron.
- Está bem, Luna! – respondeu Hermione, sorrindo. – Pode deixar que vou ajudar ao seu “Docinho”.
O dia correu normal, eles tiveram aula de História da Magia com a turma da Lufa-Lufa. Foi uma aula menos cansativa do que o normal. Depois, fora, dois tempos de Feitiços. Na hora do almoço, Hermione preferiu adiantar alguns trabalhos, não queria cruzar com Draco. Depois do almoço, tiveram um tempo de transfiguração, e para encerrar o dia, Mione seguiu para os dois tempos de Aritimancia.
Hermione ouviu Draco chamá-la no corredor e parou.
- Oi, aconteceu alguma coisa? Hoje no café da manhã, você estava estranha, te procurei mais tarde na hora do almoço e não te encontrei. – perguntou Draco, parecendo preocupado.
- Não aconteceu nada. – Hermione queria parecer sincera. – No café da manhã, a Luna me chamou e eu me distrai, quanto ao almoço, eu não estava com fome, preferi adiantar o trabalho do professor Binns.
- Tem certeza? – perguntou Draco, desconfiado.
- Tenho. – respondeu a castanha, séria. – Bom, tenho que ir.
- Vai monitorar hoje?
- Não, vou terminar o trabalho. – Hermione estava sendo fria, mas antes de sair deu um beijo no rosto do loiro. Ela tentou acreditar que tinha feito aquilo para que as pessoas acreditassem que eram namorados, tentou afastar o pensamento de que beijou Draco porque gostava de fazer aquilo. Draco não estava entendendo o porque de ela estar diferente, ele tinha feito alguma coisa?
- Hey, - chamou Draco, quando Hermione virava o corredor. – Se precisar, estarei aqui. – Hermione sorriu. Depois disso, foi para o quarto e ficou tentando entender porque Draco mexia tanto com ela, o porque de ela fraquejar sempre que o via. Então, a castanha enfiou a cabeça no travesseiro, que ainda tinha o cheiro dele, para ver se esquecia, mas sonhou com ele novemente.
No café da manhã, Harry novamente arrancou o Profeta das mãos de Hermione, porém desta vez era para ler um notícia de quadribol.
- Harry, não seja mal-educado! – ralhou a castanha, ligeiramente irritada.
- Ah Mi, depois você lê, é sobre o jogo entre a Inglaterra e a Bulgária, quero ver se o rídiculo do Krum vai jogar.
- Mas qual é a graça de ler jornal depois que a notícia não é mais novidade? Além do mais, não seja tão implicante com o Vítor. – Harry ficou com uma cara engraçada até finalmente responder. – Jornal não tem graça nem quando é novidade, nem quando deixa de ser. O fato, Mi, é que sem notícias de quadribol, o jornal não prestaria para nada, só para dizer mentiras e bobagens. Hermione sabia que Harry estava se referindo ao 5º ano deles na escola. – E quanto ao Krum, - continuou. – ele é um babaca.
Hermione preferiu não discutir, até porque o sinal estava para tocar e ela achou que o suco de abóboras era bem mais interessante do que o Profeta naquele dia. Todos foram para as aulas, tiveram aula do Gui com o pessoal da Corvinal, a aula tinha sido muito boa, Gui era excelente em poções, até porque era um privilégio não ter mais que ver a cara do seboso do Snape.
- Weasley, não é assim. – repreendeu o professor. – Francamente, isso está completamente sem cabimento, vou passar aqui daqui a dois minutos e quero ver esse exercício correto. – Ron ficou vermelho, a idéia de ter o irmão pegando no pé dele o ano inteiro era péssima, mas logo na primeira aula era muito pior, pois todos olhavam para a poção dele abafando o riso. Logo depois, Gui virou-se para Neville.
- Neville, não está certo, a resposta tem que ser mais especifica em como se livrar de um lobisomem. – Neville ficou tímido. – Desculpe professor.
- Não tem problema, é só reler a página 15 do livro, que encontrará um meio de dar uma boa resposta.
Já era comum ver Neville fazendo bobagens, mas ver um professor tão atencioso com ele quanto Gui era novidade, principalmente depois do que tinha acontecido com Ron. Quando a aula acabou, todos estavam indo para o Salão Principal.
- Harry, Ron, eu vou passar no meu quarto e pegar os livros da próxima aula.
- Ok. Não demore.
Quando Harry e Ron se chegaram ao Salão, encontraram Gina, que perguntou por Hermione. Harry explicou que a garota tinha ido até o quarto dela e a ruiva decidiu ir atrás da amiga.
Hermione estava chegando ao seu quarto quando Draco apareceu.
- Mione, chamou ele radiante, obrigado, muito obrigado. – antes que ela pudesse contestar, ele havia pego a castanha pela cintura e rodopiava com ela.
- Mas o que foi? – perguntou Hermione, sem entender, ruborizando.
- Minha mãe, Mione, ela foi libertada, graças a você.
Hermione sorriu. Draco não estava mentindo, era verdade, ele estava mudado, ela podia confiar nele como ele confiava nela, a garota estava tão feliz que não havia percebido que estavam muito próximos. Quando Draco parou de rodá-la. Sem que fosse dita uma só palavra, Draco colocou Hermione no chão. Apesar de ele ser mais alto do que ela, eles ainda estavam muito próximos. Draco estava com uma mão na cintura e a outra no rosto de Hermione. Ele se aproximou e roçou carinhosamente com o nariz no nariz dela, fazendo seus lábios roçarem de leve também, como se estivesse brincando. Hermione não aguentava mais aquela espera, e foi para beijar Draco, que se esquivou e sorriu.
- Não brinque assim, Draco. – Hermione falou tão baixo que quase não dava para ouví-la.
- Mas essa é a melhor parte. – respondeu sorrindo. Que sorriso! Que olhar! E antes de ter tempo para pensar em qualquer outra coisa, Draco estava beijando Hermione. Os lábios do loiro eram macios, era doce beijá-lo, tinha sabor de menta. No ínicio foi um beijo calmo, Hermione sentia como se cada célula de seu corpo necessitasse daquele beijo. Draco pareceu ter compartilhado desse desejo, já que o beijo tornou-se mais intenso. Draco mordia levemente os lábios de Hermione, que a cada mordida se sentia mais arrepiada, era completamente novo. A essa altura, Draco prendia e acariciava Hermione, com uma mão pelas costas nas costas dela e a outra nos cabelos. O toque dele era tão forte e ao mesmo tempo gentil. As mãos de Hermione estavam em volta do pescoço dele. Com uma delas, ela acariciava o cabelo do loiro.

Sempre que quiser um beijo
Eu vou te dar
Sua boca vai ter tanta sede de me tomar
Se quiser
Sempre que quiser ir as estrelas
Me dê a mão, deixa eu te levar

Enquanto a beijava, Draco estava levando Hermione em direção a parede. Após prendê-la, ele começou a descer para beijar o pescoço. A castanha estava fora de si, ambos sentiam o batimento acelerado do coração do outro. Draco dava leves mordidas no pescoço dela, que estava beijando a orelha dele, e a cada beijo que ela aplicava na orelha do loiro, ele a segurava com mais força, trazendo-a para si.
- MIONE, NÃO!
Hermione e Draco se assustaram quando viram Gina.
- Tá louca, Weasley? Quer nos matar? – Draco estava nitídamente sem fôlego.
Gina não deu importância ao que Draco falava, e continuou.
- Mí, você está querendo o que? Por tudo a perder?
Hermione balançou a cabeça negativamente, tentando recuperar o fôlego. – Gina, não é nada disso, nós erramos. – era difícil saber se Hermione e Draco estavam sem fôlego pelo beijo ou pelo susto.
- Não deixe esse canalha te enganar. – Gina parecia desesperada.
- Não Gina, você não entende. – Hermione ainda não conseguia falar.
- Quem não está entendendo sou eu, o que está acontecendo aqui, Hermione? – Draco estava sério, e se afastou de Hermione.

Eu penso te tocar
Te falar coisas comuns
E poder te amar, o amor mais incomum

Quando Hermione olhou para Draco, teve a sensação de que não teria tempo o bastante para se explicar.
- Draco, eu me enganei, achei que você estava me usando, mas já sei que estava errada.
- Se enganou! – Draco colocou as mãos na cabeça. – Quem se enganou fui eu, você tinha um plano, como fui tolo.
– Deixa eu te explicar. – pediu, mas Draco não permitiu.

Não deixa o medo te impedir
De chegar perto de mim
O que aconteceu, ontem
Não vai mais repetir

- EU ACREDITEI EM VOCÊ, HERMIONE, mas o erro foi meu, só meu, idiota que eu sou, devia ter me mantido como um Malfoy e não ter confiado em uma sangue-ruim como você.
- Draco, não. – Hermione chorava.
- Eu me entreguei, confiei minha vida a você, a vida de minha mãe, e tudo não passou de um plano, até a briga com o Potter, não foi? Não precisa responder, até porque eu não acreditaria. Como você foi capaz?
- Escuta, a Gina e eu conversamos e então chegamos a conclusão que... – Draco a cortou de novo.
- Chegaram à conclusão de que eu era um Comensal e que tinham que me vigiar, não é? Por isso você estava estranha comigo ontem, mas como você pode, depois de dormimos juntos.
Gina olhou boquiaberta. – Você dormiu com o Malfoy?
- Não é como você pensa, Gina conversamos depois ok!
- Você está caíndo no papo dele!
- GINA, A MÃE DELE FOI LIBERTADA! ME ENTENDE AGORA? NÓS ERRAMOS, eu errei. – Hermione terminou a frase com dor, como ela podia ter feito isso com ele? No fundo, ela sabia que ele não estava mentindo, por que não seguiu seu coração? Maldito medo de amar. Foi isso! Gina ficara muda por alguns segundos, que pareceram uma eternidade para Hermione e Draco, que estavam se encarando.
- Já sei, Mione a libertação da mãe dele estava nos planos, era para que você não deixasse de confiar nele. – Draco olhava indignado para Gina, de onde ela tirava aquilo?
- CALA BOCA, GINA! – ralhou Hermione, desesperada e cansada das bobagens que a ruiva dizia.
- Bem, então é isso. De qualquer maneira Granger, obrigado, pelo menos minha mãe está livre. – Draco disse, indo embora.

E desde então estar contigo
Seus desejos sei de cor
Pro bem e pro mal você me tem
Não vai se sentir só, meu amor
Se quiser

- Falarei com alguém da Ordem para ajudar sua mãe. – concluiu Hermione, derrotada.
Draco olhava para as duas com cara de desprezo.
- Você realmente acha que eu vou permitir que você fique com a minha mãe? Eu NÃO acredito mais em você, não deveria ter acreditado nunca, mas o passado não muda, pessoas não mudam.
- Não foi o que você me disse durante a monitoria. – Ela tentou fazer com que ele parasse para ouví-la. E continuou. – Draco...
- NÃO ME CHAME PELO PRIMEIRO NOME, NÃO SOMOS AMIGOS!
- Certo, Mafoy, não sou eu quem vai cuidar da sua mãe, - Hermione tentava manter a calma. - o fato de não confiar em mim não faz com que as outras pessoas sejam mentirosas também.
- É engraçado – Draco estava voltando a ser o antigo Malfoy, seu ar de superioridade e sua frieza estavam de volta. – vocês insistem em dizer que são bons, que querem derrotar o mal, mas vejo que vocês tem tanta culpa nessa merda toda como “os maus”, usam artimanhas tão sujas quanto às deles, para vocês os fins justificam os meios, nem o ideal é diferente, ambos lutam por poder. Vocês não são bons, e não são confiáveis também.

Me deixa ser real, e te ajudar a ser feliz
Porque eu sou o seu fogo
Tudo o que você quis
Tudo que você quis

Foi a primeira vez que Gina pareceu se abater, mas Hermione não permitiu que ela dissesse nada.
- Você está certo, mas ninguém é torturado, nem morto por nós. – Hermione o desafiara.
- Não?! – perguntou, parecendo incrédulo. – Fisicamente talvez não, mas você jogam regras na sociedade, dizendo o que é certo e o que é errado e fazem com que pessoas tenham que se adequar a isso, senão, são excluídas ou marginalizadas, a tortura pscicológica é bem pior, você não acha? – Hermione ficou muda, de alguma maneira ele estava certo. Então Draco continuou cada vez mais alterado. – Bem, não me importa o que você acha, mas não se esqueça de que para a guerra acabar, o Potter terá que matar Voldemort, então vocês matam também.
Gina estava em choque. Hermione perguntou olhando para o chão:
- O que eu devo fazer para você me perdoar?
- Morra!
- E o que você vai fazer agora? – perguntou Hermione, chateada.
- Não é da sua conta. – ao responder isso, Draco virou as costas e saiu, estava longe quando ouviu a voz desesperada de Hermione gritar.
- Eu posso ajudá-lo! Me escuta!
- Mione, ele está mentindo.
- Cala a boca, Gina.




No próximo cap....

Merda, merda, merda mil vezes merda, como eu sou burro!

Ele confiou nela, mas ela fez com que ele se arrependesse...

INFERNO, ela me traiu, e eu aqui fazendo versos por ela. Por que eu não consigo odiá-la???

Ele quer vingança...

Como ela ousou fazer algo assim comigo?

Mas talvez, exista algo maior que a raiva e a vingança dentro dele...

Por que ela é meu primeiro e último pensamento do dia?

... e ele só vai conseguir passar por cima desse sentimento maior, se conseguir ser o que ele deseja....

Tenho que recuperar o Malfoy que existe dentro de mim.


Não percam o próximo cap "Sem direção"

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