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7. Que comece a guerra!


Fic: E Se Fosse Verdade


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Harry, Harry.... – Hermione estava correndo atrás do amigo, que tinha acabado de sair do treino de quadribol depois da aula.
- Oi Mi, aconteceu alguma coisa. – perguntou o moreno se aproximando voando da amiga.
- Você pode descer dessa vassoura? Preciso falar com você.
- Hum, espera só eu tomar um banho rápido, então conversamos.
- Harry, tem que ser... – antes que Hermione terminasse a frase o amigo voltou a voar. – Daqui a pouco Mi!
Hermione esperou por Harry na sala comunal da Grifinória, e depois de 20 minutos o rapaz apareceu.
- Francamente, Harry como você demora!
- É que eu tenho que ficar cheiroso quando te encontro. – respondeu o moreno, piscando.
- Você já é cheiroso por natureza. – respondeu a amiga. – Mas vamos, vamos a um lugar mais tranqüilo, preciso falar com você, vamos até a sala da monitoria.
- Onde você quiser.
Então, os dois se dirigiram à sala. Quando chegaram, Hermione trancou a porta.
- Hum.... estou gostando do clima de mistério! – brincou Harry.
- Harry, não quero que sejamos interrompidos, é só isso.
- Está bem, mas o que me dá a honra de ficarmos à sós hoje?
- Bem, Harry, o fato é que eu já pensei sobre nós dois e já tenho uma resposta.
- E qual é a resposta? – Harry estava ansioso.
- Eu acho que é melhor nós deixarmos as coisas como estão. Tenho medo de perder sua amizade.
- Isso não vai acontecer! – retrucou Harry, exasperado.
- Harry, por favor, deixe-me terminar. – Harry abaixou a cabeça. – Tem outra coisa também, eu... bem... eu estou apaixonada por outra pessoa.
- Como?
- Aconteceu, eu não planejei. – ela se apreçou em completar.
Harry sentou em uma cadeira, com as mãos no rosto. Hermione se sentiu com o coração partido em ver o garoto daquela maneira.
- Quem?
Hermione deu um longo suspiro, e demorou a responder, dizer a Harry que ela estava namorando Draco Malfoy não seria fácil. Até porque, das muitas situações que ela imaginava ter que arrumar uma saída, nenhuma era tão difícil como essa. Mas ela não tinha opção.
- Draco.
- Malfoy??? – Harry levantou e segurou a castanha com força pelos punhos. Estava transtornado.
- É! – Hermione respondeu quase chorando. – Harry, você está me machucando. – a última parte saiu como um suplício, ela não falou balbuciou.
- EU, TE MACHUCANDO! FRANCAMENTE, HERMIONE, VOCÊ ME FALA QUE ESTÁ APAIXONADA POR DRACO MALFOY DEPOIS DE EU ME DECLARAR A VOCÊ, E TEM CORAGEM DE DIZER QUE EU ESTOU TE MACHUCANDO. – Harry chacoalhava a garota enquanto berrava.
- Harry, me deixa explicar, por favor. Eu não queria, mas aconteceu. – Hermione estava chorando, então Harry a soltou.
- E você realmente acha que isso tem explicação? – havia ódio nos olhos de Harry. Hermione nunca o virá assim.
- Tem. – respondeu a garota, passando as mãos nos antebraços vermelhos.
- E qual é? – perguntou, sarcástico. Aquele não parecia Harry. Hermione não esperava que ele a desejasse felicidades, mas isso...
- Draco, não é como nós imaginamos, ele não é tão mau assim.
- Com certeza não, imagine você, alguém que libera a entrada de Comensais da Morte no castelo para um ataque que matou ninguém mais ninguém menos do que Dumbledore. Coisa, que por sinal era missão dele, mas ele é tão covarde que não conseguiu, então, entregou a sua missão ao Snape. – Harry recuperou fôlego, e se apressou em dizer. – Ah, sem esquecer que o “bom moço” é um COMENSAL DA MORTE. Realmente, ele não deve ser tão mau assim! – Harry quase cuspiu a parte em que disse que Draco era um comensal. Ele estava vermelho e se não fosse pelo cabelo, pareceria um dos Weasleys.
- O fato de ele não ter matado Dumbledore não o transforma em um covarde, apenas não o torna um assassino. – Hermione se lembrou das palavras do próprio Draco.
- Ah sim, como eu sou tolo, não é. Boa pessoa, esse Malfoy! – Harry então pegou um dos livros que estavam sobre a mesa e jogou na prateleira, Hermione estava com medo do amigo.
- E qual a explicação que você vai me dar pelos anos em que ele te chamou de sangue-ruim? Era uma expressão carinhosa, por acaso? – Harry retrucara, irônico, estava descontrolado.
- Ele era uma criança, nós crescemos. Harry, ele era um babaca, ....
- E quando foi que ele deixou de ser? Foi na monitoria, né?! – Harry bateu na própria testa. – Como eu sou burro, por isso você quis ir sozinha, por isso sabia que nada aconteceria.
- Não, não foi por isso, quero dizer, não existia nada até então, mas na monitoria nós conversamos, lembra que eu tentei te falar isso?
- E eu falei que ele estava tentando te enganar? Me lembro sim. – Harry disse sarcástico.
- Ele não está mentindo para mim, ele fez o que fez porque a mãe dele estava sendo ameaçada.
- A mãe dele também não presta, basta dizer que ela o colocou no mundo.
- Harry, não fale assim, por pior que ela seja, é a mãe dele!
- É uma desgraçada! É isso que ela é. E merecia estar morta!
- O fato de você não ter sido criado por sua mãe, não te dá o direito de falar assim da mãe dos outros.
- Desculpe, eu me esqueci que não podia ir contra o Malfoy, porque graças à gente da LAIA DELE A MINHA MÃE ESTÁ MORTA. – Harry virou as costas para ir embora.
- Harry, por favor, me desculpe, não foi isso que eu quis dizer!
- Mas disse. – Harry deu uma última olhada em Hermione antes de sair.
Hermione ficou na sala da monitoria. Quando Gina e Zanbini chegaram, ela estava sentada encostada na parede com os olhos e os braços vermelhos.
- Mione, o que aconteceu? – perguntou Gina, esquecendo a raiva que estava da amiga.
- Ah Gina, se eu te contasse! – Hermione respondeu, abraçando a amiga que estava agachada na mesma altura que a castanha.
- Então me conte! – disse a ruiva, acariciando o cabelo da amiga.
- Não, não é hora. – respondeu olhando para Zabini.
- Ah, essa cobra! – falou Gina, com desprezo.
- Não fale assim. Vocês se importam de monitorarem sozinhos?
- Por mim não! – disse Zabini que, olhava para a ruiva com segundas intenções.
- Vá pro inferno seu peçonhento. Mione, vá dormir, amanhã conversamos, está bem? E não se preocupe que ele não vai se atrever a chegar perto de mim! – disse Gina, olhando para o garoto com um olhar assassino.
- Obrigada, Gina. – Hermione abraçou a amiga mais forte e só depois a deixou sair. Hermione passou a noite na sala da monitoria. Estava sem forças para se levantar.
No dia seguinte, Draco estranhou quando Hermione não apareceu para o café. Será que ela havia desistido e estava sem coragem para dizer? Ele pedia silenciosamente para que isso não tivesse acontecido. Ele já não via mais a garota com os mesmos olhos, gostava de estar perto dela, sentir o cheiro dela, o abraço dela, ouvir o modo dela de falar, e o como se sentia bem ao seu lado. Ele tinha medo de que, como todos os outros, ela o deixasse sozinho no primeiro desafio. Ele gostaria que ela fosse realmente diferente.
No meio desses pensamentos, Draco não viu Harry se aproximando, e levou um susto quando o moreno foi para cima dele.
- O QUE VOCÊ FEZ COM ELA? COMO A CONVENCEU? – Harry segurava Draco pela gola da camisa. Todos se voltaram para os dois, e Rony e Gina foram para perto do amigo, sem entender o que estava acontecendo. O mesmo fizeram Grabbe e Coyle.
- Me solta Potter, eu não fiz nada!
- COMO OUSA ME DIZER QUE NÃO FEZ NADA, ELA ME DISSE QUE ESTÁ APAIXONADA! QUE TIPO DE MAGIA VOCÊ USOU?
Ela não havia o abandonado, não tinha desistido dele. Esse pensamento fez Draco sorrir. E ver Draco sorrir fez Harry ficar mais irado e puxar Draco para mais perto dele.
- O quê? A Mione está apaixonada por ele? – perguntou Rony, confuso.
- Então foi isso! – disse Gina.
- Não fiz nada, não tem magia, simplesmente aconteceu, eu também estou apaixonado. – Draco respondeu, sorrindo.
- NÃO BRINQUE COMIGO, MALFOY. VOCÊ NÃO SABE DO QUE SOU CAPAZ. – Harry estava ameaçando Draco, então Hermione apareceu.
- Solte-o Harry, eu já te disse que Draco não fez nada. – a voz de Hermione estava decidida.
Ouvir a voz dela acalmou o coração de Draco e fez com que Harry o soltasse e se virasse para a garota, que estava próxima aos dois.
- Imperius, Mione, foi esse o feitiço. Eu passei a noite pensando, só pode ser! – Harry falou isso com tanta esperança, segurando os braços da garota, como se não houvesse outra explicação.
- Não Harry, não há feitiço... Me solte, por favor, estou um pouco dolorida. – Hermione disse a última frase com uma certa amargura, estava pálida e com olheiras enormes, com uma blusa longa, para esconder as mãos de Harry que estavam desenhadas nos braços da garota. Ela tinha tentado se maquiar, mas foi em vão.
- A única magia que existe é o amor, eu estou apaixonada por ele, e é isso!
Começaram os burburinhos no Salão Principal, todos olhavam e comentavam o que estava acontecendo.
- Impossível! Não pode ser verdade. – exclamou Harry, desnorteado, soltando a garota.
- Mas é. – retrucou Draco, ao lado de Hermione, e colocando a mão em sua cintura. – Potter, estou apaixonado por ela e faria qualquer coisa para tê-la ao meu lado. Inclusive, abandonar minhas crenças.
Draco estava tentando ser quem ele não era, não queria brigar com Harry.
- Não tente me enganar, não sou tão tolo! Sei que você está mentindo. Mas se é o que ela quer. – disse Harry, olhando com desprezo para a garota. – Azar dela, simplesmente não conte comigo.
Hermione olhou para o amigo com lágrimas nos olhos, a dor que a garota estava sentindo era visível para quem olhasse nos olhos dela. Quando Harry virou as costas, Rony fez sinal negativo com a cabeça e seguiu o amigo. Gina abaixou a cabeça antes de virar as costas também. Draco, então, virou a garota pelos braços e a abraçou forte, como ela havia feito há duas noites atrás. Mas dessa vez, ele a abraçou para que ela se sentisse segura.
- Venha, vamos sair daqui!
Draco levou a castanha para o jardim do castelo.
- Você parece fraca, tem que comer algo.
Hermione olhou para o rapaz e voltou a chorar. Ele colocou a cabeça da garota em seu peito e ficou acariciando o cabelo dela. Eles não estavam fingindo ali, aquilo era real. Depois de algum tempo, Draco falou:
- Vou buscar algo para você comer.
- Não precisa, não estou com fome, obrigada!
- Quem tem que te agradecer sou eu. Sabe, você ainda pode desistir se quiser.
- Eu sempre vou poder desistir Draco, mas não gosto muito de caminhos fáceis. – disse ela rindo, em meio às lágrimas.
- Percebi. respondeu Draco, sorrindo também.


N/A - Antes de mais nada, mtooo obrigada pelos comentários... tô realmente mto feliz... Afinal eh isso q motiva a escrever... Obrigada a caroline marques , taaa_hp , Srta. Granger Malfoy , {_Laura_Malfoy_}, Viviane, Japa Girl , Debyh Wood , LuanaH², lukas shunaiguer e taaa_hp... ufa!
LuanaH², obrigada por falar da capa, foi a minha primeira... rs q bom q gostou!
lukas shunaiguer, a kra do Harry naum foi o pior, neh!? Ele ficou louco da vida...
taaa_hp, tenho q dizer q será um namoro conturbado... rs... mas fofo!
Srta. Granger Malfoy, q bom q gostou da capa... aliás estou amanado sua fic...

Obrigada a todos de coração.... espero q gostem desse cáp. tbm, ele eh curtinho, mas eu gosto mto dele....

Ah essa fic tah mto legal, vale a pena ler....

"Uma Vingança "Quase" Perfeita...
http://www.floreioseborroes.net/menufic.php?id=15657

Entrem, leiam, comentem e dê sua nota, isso fará mais uma autora feliz... rs... ;-)

BjauM!

Até a Próxima

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