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10. A Queda de Tom Riddle


Fic: Não olhe pra trás


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após algum tempo, sua respiração foi se tornando mais constante, até que ela virou os olhos em busca do...


- Harry? – perguntou – Alguém viu o Harry? HARRY?


Até que todos perceberam que ele tinha sumido, e no fundo sabíamos o que ele foi fazer. Rony foi o primeiro a sair correndo pelo castelo, e antes que eu fizesse algo, Hermione também já estava indo atrás dele e sumindo. Meus pais e George continuaram ao lado dos corpos, enquanto os outros foram procurar Harry e ajudar a trazer as pessoas para o salão.


Segui com o Gui para os jardins, e fui falar com uma menina perdida. Depois de muita insistência e calma, consegui fazer com que ela fosse pro castelo para ser examinada, e por um momento tive a impressão de alguém passando atrás de mim mas ao meu virar não encontrei ninguém.


Voltando para o salão, dei uma olhada para vê se eu não via a Luna e a Cho, logo achei as duas sendo cuidadas pelos um dos auxiliares da Madame Pomfrey. Subi a plataforma aonde se encontravam e me sentei ao lado da Cho.


- Como você esta? – perguntei a ela


- Estou bem, só alguns arranhões- respondeu com um pequeno sorriso.


- Eu... – não consegui terminar a frase pois fui interrompida pelo auxiliar que já puxava meu braço para fazer os curativos – Não obrigada, mas eu estou bem.


Sem entender ele saiu.


- Eu estava preocupada, você sumiu.


- Eu não sumi, só vim aqui com a Luna, não quis interromper você com seus familiares, e bem... Principalmente quando a Hermione chegou. – disse baixando a cabeça, mas pude perceber o ciúme nas suas palavras.


Antes que eu disse-se algo Hermione reapareceu com o Rony, pelo jeito, ela estava desnorteada e procurava alguma coisa pelo salão, até que me viu ali, sentada ao lado da Cho, com ódio nos olhos ela se vira e abraça o Rony que a retribui, dando um selinho em seus lábios.


Meu sangue ferveu, queria sair dali correndo e matar o meu irmão, mas a voz maligna voltou a ser ouvida por toda Hogwarts.


“Harry Potter está morto. Foi abatido em plena fuga, tentando se salvar enquanto vocês ofereciam as vidas por ele. Trazemos aqui o cadáver como prova de que o seu herói deixou de existir.


“A batalha esta ganha. Vocês perderam metade dos seus combatentes. Os meus Comensais da Morte são mais numerosos que vocês, e o Menino – Que – Sobreviveu está liquidado. A guerra deve cessar. Quem continuar a resistir, homem, mulher ou criança, será exterminado, bem como todos os membros de sua família. Saiam do castelo agora, ajoelhem-se diante de mim e serão poupados. Seus pais e filhos, seus irmãos e irmãs viverão e serão perdoados, e vocês se unirão a mim no novo mundo que construiremos juntos.”


Todos permaneceram quietos assimilando as palavras. MacGonagall foi a primeira a sair para  os jardins, e com um grito de desespero, com a cena que os seus olhos viam, chamou atenção de todos, Hermione saiu correndo acompanhada pelo Rony e por mim. E lá estava a verdade. O corpo desfalecido de Harry nos braços do meio gigante, Hagrid, que chegava a soluçar por conta do choro.


Meu corpo adormeceu, não conseguia acreditar que tudo estava acabado. Nos meus pensamentos só passava que Harry estava morto, a esperança tinha ido e tudo que restava pra nós era um futuro incerto e escuro. Lagrimas rolavam pelos rostos desacreditados, gritos sendo abafados por mãos e tudo que se podia ouvir eram as pessoas clamando seu nome em um ato de dor e desespero.


- SILÊNCIO! – exclamou Voldermort. Em seguida, um estampido, um forte clarão, e o silencio se impôs a todos. – Acabou! Ponha-o no chão, Hagrid, aos meus pés, que é o lugar dele! 


E a assim o fez.


- Estão vendo? – disse Voldermort, andando de um lado para outro, paralelamente ao lugar em que Harry jazia.- Harry Potter está morto! Entenderam agora, seus iludidos? Ele não era nada, jamais foi, era apenas um garoto, confiante de que os outros se sacrificariam por ele!


- Ele o derrotou! – dessa vez quem berrara era Rony e junto com ele os defensores de Hogwarts voltaram a gritar e a insultar até um estampido mais forte tornou a extinguir mais uma vez nossas vozes.


Pelos meus olhos, tudo ocorreu numa fração de segundos. Neville acabo berrando e foi levado para a frente do Voldermort  que colocou o chapéu seletor nele e o fez pegar fogo, no meio de muitos gritos, Grope apareceu contornando a quina do castelo e berrou “HAGGER!”. Seu grito foi respondido por urros dos gigantes de Tom: eles avançaram para Grope como elefantes estremcendo a terra. Depois vieram os cascos, a vibração de arcos distendendo e fechas começaram repentinamente a chover entre os Comensais da Morte, que romperam fileiras, gritando, surpresos. Não pode ver o que tinha acontecido, mas ouvidos poderam escutar o grito de fúria de Voldermort abafado pelas passadas dos gigantes, que estavam empurrando todos para dentro do castelo.


No meio da confusão sinto alguém pegando na minha mão e a agarrando com muita força, não precisei olhar pois sabia quem era. Em todo o castelo a luta já se desenvolvia. Ao olhar para o lado vi a imagem de Belatriz lançando uma maldição que vinha diretamente para a Hermione. Sem pensar, apontei para ela e berrei “Protego”.


Seu sorriso maquiavélico ecoou nos meus ouvidos, causando-me arrepio. Respirei fundo e agarrei com mais força a minha varinha, sabia que aquele ato podia chegar até ser um suicídio, mas não podia fugir.


- ESTUPEFA!


Não saberia disser, mas não deu nem um minuto de duelo, e apareceu mais duas pessoas do meu lado se empenhando ao Maximo em derrotá-la: Hermione e Luna. A luta estava muito difícil, pois mesmo nós três, ela continuava ser muito forte e por três centímetros a maldição da morte não me atingiu.


- A MINHA FILHA NÃO, SUA VACA!


Mamãe corria para o seu encontro


– SAIAM DO MEU CAMINHO – e com um aceno da varinha, nós três fomos levadas para trás e ela logo começou a duelar com a Belatriz.


Jorros de luz voavam de ambas as varinhas, o chão em torno dos pés das bruxas esquentou e fendeu; as duas mulheres travavam uma luta mortal.


O feitiço da minha mãe voou por baixo do braço esticado de Belatriz e atingiu-a no peito, diretamente sobre o coração. A risada triunfante de Belatriz congelou, seus olhos pareceram saltar das órbitas: por uma mínima fração de tempo, ela percebeu o que ocorrera e, então, desmontou, e amultidao que assistia bradou, e Voldermort deu um grito.


Sua fúria era tão grande que fez com que os seus adversários caíssem no chão. Ele ergue a varinha e apontou-a para mamãe.


- PROTEGO! – berrou alguém da multidão


Todos ficaram procurando o dono do feitiço, até que a imagem de Harry se fez. Por um breve momento ouve um coro de gritos de alegria, mas eles foram abafados. Os dois oponentes se olhavam e rodeavam.


Dali para frente, eles começaram a discutir coisas que muitos, inclusive eu, não compreendiam, mas ninguém ousou em interromper, tudo que se podia ouvir era as respirações descontroladas das pessoas e as vozes dos dois se propagando por toda Hogwarts.


Um brilho ouro-avermelhado surgiu das janelas, invadindo o local, já estava amanhecendo e quando o sol bateu nos rostos de Voldemort e Harry, gritaram seus respectivos feitiços, fazendo com que todos por um segundo parassem de respirar.


- Avada Kedvra!


- Expelliarmus!


O estampido foi um tiro de canhão e as chamas douradas que jorraram entres as duas, no centro absoluto do circulo que eles tinham descrito, marcaram o ponto em que os feitiços colidiram. E com uma agilidade Harry salta e apanha a varinha das varinhas que voara pelo ar com o choque. Tom Riddle bateu no chão com uma finalidade terrena, seu corpo fraco e encolhido, as mãos brancas vazias, o rosto de cobra apático e inconsciente. Voldermort estava morto.

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Comentários: 1

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Enviado por Jennifer Martins Cezario em 26/07/2011

Não demora nãaao ta mtu boa *----*  dexa a Gina com a Hermione =P

Nota: 5

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