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1. Esconderijo


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NT/A: Essa não é minha primeira fan fic, porem é a primeira DR/ HR,
por essa razão peço desculpas antecipadamente caso a mesma não corresponder à expectativa de vocês.Contudo eu estou ate que gostando de reler tal trabalho, foi ate por isso que quis coloca-lo aqui.Espero que apreciem.

E um aviso: Primeiro capitulo é pequeno = / e meio confuso. E o mesmo estará em primeira e terceira pessoa.
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1°Capitulo: Esconderijo.


Eu sabia que não poderia mais seguir, aquelas mentiras contadas por mim iria cair aos meus pés. Porem por sorte nada disso aconteceu, consegui sair daquilo tudo antes mesmo disso acontecer. Porem agora eu tinha que ter uma razão verdadeira de esta indo para onde meus pés me levava, pensei diversas vezes em contar para os dois que fora um engano, que nada daquilo que descrevia nas cartas acontecera, contudo para fazer tal coisa eu mesma tinha que aceitar que fizera errado em mentir, coisa que sabia que não aconteceria.
Os meus pés pararam diante parede onde supostamente fica a casa dos Black, nem sabia como tinha conseguido força para chegar ate ali, mas conseguira e isso era o que importava.Pequei a minha varinha e bati na parede, murmurei as palavras que havia dois anos atrás me ensinado, e surpreendentemente todo o prédio começou a se mover e entre o numero 11 e 13 surgiu à casa de numero 12.Dei um suspiro de alivio, ate tinha pensado que a mágica de tal local havia mudado depois daquele longo ano.
Com a mão tremula encostei-se à maçaneta da porta, a abri cuidadosamente, afinal nem sabia ao certo se os habitantes do lugar eram amigos ou inimigos.
Uma voz conhecia de anos invadiu o meu ouvido, quando dei o primeiro passo para adentrar a obscura casa.
-quem esta ai?
Meu coração acelerou, minha mão tremeu ainda mais, dei um passo para trás pronta para sair dali, mas me reprimi por tal coisa, afinal se fosse ele mesmo tinha que enfrentar e falar poucas e boas para o mesmo e descobrir o que estava ele fazendo ali.
Fechei a porta atrás de mim e olhei para direção que vinha a voz.
-Hermione Granger.-disse com voz firme, já com a varinha em punhos, numa mão que não queria parar de tremer.
-Granger?-ouvi-o perguntar com uma voz seca.
Pensei sinceramente em lhe responder que sim, mas no lugar de fazer isso dei mais dois passos em direção a escada, a fim de subir na mesma, ou ver se estava realmente certa.
Mas meus passos foram impedidos, antes mesmo de dá-los...

O vento de inverno tocou-lhe a face, fazendo seu corpo todo estremecer, ele sabia para onde estava indo, mas não tinha certeza se queria ir.Porem entre ficar em sua confortável casa, mas o primeiro lugar onde o encontrariam e ficar num lugar de aparência medonha, mas segura. Preferiu optar pela a casa segura...

O rapaz de pele pálida e olhos acinzentados passou sua mão sobre os cabelos desalinhados, por conta do vento brincava com o mesmo.Sua aparência era assustadora, nem parecia o rapaz esnobe de um ano atrás, que fazia questão de esfregar na cara de quem qualquer um a sua riqueza e o quando era “feliz” por causa da mesma. Mas os tempos tinham mudado, ele não tinha mais a riqueza que sua nobre família possuía. E só tinha onde se esconder por causa de uma única pessoa, a mesma que ele fez questão de odiar durante seus anos em Hogwarts, o adorável “santo Potter”.
Contudo a sua duvida ainda lhe invadia, não tinha a plena certeza que estava indo para lugar certo, tinha uma terrível impressão que a casa “maravilhosa” que Potter descrevera a ele, era na verdade uma armadilha a fim de pegá-lo.
Todavia, era melhor ser pego pelo lado bonzinho do que pelo o dos vilões. Onde certamente ele teria uma morte terrível.
Ele passou pela segunda vez sua mão em seus cabelos, dando em seguida um suspiro longo.Ele estava encostado naquela maldita cabine telefônica a mais de uma hora, e nem sinal da “testa rachada”.
Estava começando a achar que seus esforços em ir ate ali, fora em vão. Afinal ele correra perigo para chegar ao encontro, teve que viajar como os trouxas, trem e táxi. Pois aparatar tornara perigoso, principalmente depois que Voldemort estava por de trás do ministério.
Ele voltava a se perguntar se não era melhor voltar para sua casa, morrer era uma questão de tempo mesmo, então era melhor adiantar o trabalho. Ele se desencostou da cabine pensando sinceramente nesta hipótese, já que desde que recebera a carta de Potter, achara tudo muito patético, nem entendia o por que do mesmo querer ajuda-lo. Teria ele esquecido o que acontecera no final do ano letivo de um ano atrás, os anos de atormento e os acontecimentos em sua casa?
Sabia que isso era pouco provável que acontecera, mas em meio a varias explicações essa era mais lógica, ou essa, ou poderia ser o fato que Potter era realmente um santo. Porem isso sem duvida não poderia ser, por essa razão que ele ficara com a primeira opção.
Quando ele já estava cruzando a esquina, ouviu alguém lhe chamar, a voz era terrivelmente familiar.
Ele suspirou numa mistura de alivio e raiva. E virou-se para o mesmo.
-o que deu em você? Queria que eu morresse aos poucos aqui? Sabia que...
-pare de reclamar Malfoy, você tinha que está agradecido, afinal eu darei a você um abrigo, não é mesmo?-disse o moreno com uma expressão de poucos amigos.
O loiro nada disso, apenas fechou a cara com desgosto, engolindo o seu próprio orgulho.
-vamos logo, não podemos perder tempo, ficou sabendo que a sua mansão já era?-disse Harry com certo desprezo, por conta talvez dos anos de atormento que sofrera na mão do rapaz a sua frente.
Draco ficou mais branco, se caso isso fosse possível, olhando o grifinorio pasmo. Querendo achar uma possível fresta que o mesmo estava mentindo, afinal mesmo que os anos que viveram naquele lugar não fora os melhores, tinha mesmo assim recordações felizes. Mas tais, como suas felicidades, tinham se acabado. O loiro respirou fundo e olhou Harry com desdém e disse da forma mais fria que pode.
-pouco me importa, será que podemos ir Potter?
O moreno o olhou com curiosidade, jurava que ele iria gritar algo do tipo “ a minha mansão não, ela vale muito” mas ao invés disso teve mais uma demonstração da frieza do mesmo.
-sim, vamos.
Potter foi à frente o guiando. O moreno sabia do perigo que estava correndo em estar em publico, por isso estava procurando um lugar afastado de olhos curiosos, para então retirar de dentro do seu grosso casaco a capa invisível, e assim se cobrir junto com Malfoy com a mesma e seguir com maior segurança em direção ao esconderijo.
Tal lugar apareceu minutos depois que se retiraram da esquina, era uma ruela estreita, completamente deserta, onde no fim da mesma ficava uma velha casa, com aparência de abandono.
Quando os dois se aproximaram do lugar, draco olhou Potter com descrença.
-que buraco é esse ai? Nem venha me dizer que é aqui que vou...
-cala a boca e entra aqui em baixo.-disse Harry colocando a capa sobre ele, deixando os braços levantados afim de Draco vê-lo.
O loiro olhou desconfiado e deu um passo para trás.
-desculpa Potter, mas ficar coladinho em você não é nenhum sonho para mim.Diferente do que você pensa, eu não tenho uma queda por você.
-cala boca e entra logo aqui em baixo, e pode ficar sabendo que isso também não será nada prazeroso para mim.
O loiro deu um sorriso de canto, sem muita expressão verdadeira e fez por fim o que potter pedira.
Ambos saíram dali pisando um no pé do outro, alem de cotoveladas e socos.
Porem os dois pararam quando viram uma mulher olhar diretamente para eles com uma certa curiosidade, fazendo os dois pensarem se não estariam com os pés a mostra.Mas para alivio de ambos ela logo desviou seu olhar e seguiu o seu caminho.
-pare com isso Malfoy antes que alguém descubra a gente.
Draco resmungou algo como ‘eu paro quando eu quiser’, porem seguiu o restante do caminho em silencio...

Ficar na escuridão não fora algo prazeroso, e mesmo que Potter dissera para mim que ninguém podia vê essa maldita casa velha. Eu não me arrisquei acender nenhum dia as luzes da mesma, tinha impressão que se o fizesse alguém lá fora poderia me ver.
Porem o pior de tudo em meio à escuridão, frio e fome, era a terrível sensação de abandono. Potter me trouxera ate aqui, mas depois que saiu pela porta principal, nunca mais voltou.
Solidão se tornou a minha companhia daquele dia em diante, às vezes me pego falando sozinho, resmungando sobre os acontecimentos anteriores, e analisando se eu terei um futuro depois que a guerra acabar.
Mas cheguei a uma terrível conclusão, que não chegarei a ter um futuro, afinal está escondido aqui é o meu futuro, o que me resta agora e a piedade da morte para por um fim logo em tudo isso.
Mas quando esses meus pensamentos me invadiam com certa razão, eu ouvi a porta dos black ser aberta, meu coração acelerou, dei um pulo da cama onde estava sentado, onde sempre ficava observando o nada.E segui para o hall, de onde podia vê a porta principal, mas em meio aquela escuridão toda não consegui ver quem estava ali em baixo, como toda coragem que eu poderia juntar perguntei em voz firme quem ali estava, e para minha surpresa foi uma voz feminina que respondera, e pior, era a voz de Granger, qual pronunciava seu próprio nome.
-Granger?-perguntei de forma fria, sentindo uma mistura dentro de mim, de alivio, nojo e raiva por aquela ordem de merda mandar uma sangue ruim para me ver. Talvez fora a raiva que dominou primeiro, quando a vi se mover em minha direção. Peguei a minha varinha e mentalizei um feitiço acertando a sangue ruim em cheio.
Não pude deixar de sorrir ao vê-la caída naquele chão imundo, quando desci o lance escada que me separava dela.
Apontei a varinha para ela e me agachei, um perfume floral veio ate o meu nariz, fechei os olhos sentindo uma sensação agradável dentro de mim. Mas os abrindo em seguida, enojado comigo mesmo, por sentir uma sensação tão prazerosa em relação ao um ser tão sujo. Levantei furiosamente e dei um chute na barriga dela, virando seu corpo desacordado. Pude ver a corpo desenvolvido de Granger, a mudança da mesma. Ela realmente se tornara uma bela mulher.
Dei um suspiro ainda mais raivoso, não conseguindo entender como eu poderia pensar essas coisas em relação aquela sangue ruim. Apontei a minha varinha com firmeza em direção a ela, mas não consegui ataca-la, mesmo ela não tendo como se defender.
Sentei-me no degrau da escada e a observei, pensando a verdadeira razão de não acabar aquilo logo, talvez o fato de está escondido num lugar que pertence aquele bando de adoradores de trouxas não era um lugar apropriado para realizar esse tipo de coisa. Sem falar que estava de certa forma carente, por conta dos trintas dias sozinho, e por isso ansiava por companhia.
-não de uma sangue ruim.-disse para mim mesmo a pleno pulmões, afinal não podia ficar de baixo do mesmo teto que aquela nojenta.
Levantei ainda a olhando, cuspi sobre ela e voltei para o quarto onde estava anteriormente, bati a porta atrás de mim e me joguei sobre a cama.
-quando ela acordar espero que vá embora.-sussurrei fitando o teto, mesmo sabendo que no fundo eu queria que ela ficasse, afinal ficar sozinho não era uma das melhores coisas para acontecer...


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Comentários: 1

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Enviado por Weasley_forever em 01/06/2011

Ahhh adorei... parabéns eu vou continuas a ler :)

Nota: 1

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