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13. Hogwarts


Fic: Please, be mine. - PRIMEIRO LUGAR ORION FICS - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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* * *


HERMIONE POV


Hogwarts sempre fora magnífica, o sonho de qualquer aluno realizado. A cada corredor uma nova história, que fazia você se perguntar sobre o conteúdo escondido atrás de cada porta. Um pouco aterrorizante no começo, mas após tanto tempo era preciso criar um pouco de coragem ou, pelo menos, resistência.
Quando você achava que já sabia tudo por ali, surgiam novas possibilidades. Aos curiosos e corajosos de plantão, um prato cheio. Eram infinitos os caminhos por onde andar, as áreas livres, as salas das quais muitos apenas haviam ouvido falar. Troféus encantadores relatando anos de tradição e história…


Era incrível.


As surpresas começavam logo ao embarcar! Caminhava-se normalmente pela estação de King’s Cross, como se desejasse apanhar um expresso qualquer, até chegar entre as Plataformas de número nove e dez. O expresso rumo à Hogwarts partia às nove da manhã e para chegar até ele, era necessário cruzar uma parede entre as plataformas.
Meus pais, adoráveis trouxas, se deliciavam com a sensação de acompanhar a filha até antes do embarque como se fosse a primeira vez, por mais que aquela já fosse a quarta. Mal posso explicar minha surpresa ao avistar o trem. Me sentia ligeiramente perdida, primeiramente pelo seu tamanho, que me parecia sempre infinito ao longe, e também pelo fato de estar ali à sorte, já que meus pais haviam permanecido antes da passagem para a Nove-Três-Quartos.
Fred estava ali ao meu lado seguido pelos seus irmãos e a mãe, absorta entre tantas cabeças laranjas correndo pela estação com seus malões. Era engraçado observar tudo aquilo. Eu ainda estava me sentindo encabulada desde a hora do café da manhã, mas o modo carinhoso como Fred segurava a minha mão agora me transmitia um pouco de paz.


FLASHBACK


Fred havia me acordado com um beijo de bom dia. Estava completamente pronto, fato que eu estranhei demasiadamente, visto que sequer havia chegado a hora em que eu levantaria; Talvez nem Molly tivesse levantado ainda. Aquilo me pareceu doce. Independente de Gina estar ali, o puxei ao meu lado na cama bagunçada. Os braços dele logo me embalaram com carinho e eu sorri tendo nossos rostos tão próximos.
Não sei quanto tempo permanecemos daquele modo até que eu realmente me levantasse ao ouvir Molly cruzando o corredor em sua baixa cantoria matinal. Fred permanecera ali sentado na poltrona ao lado da porta me olhando como se eu fosse o bem mais precioso do mundo, enquanto eu arrumava meus cabelos e ingressava em um banho demorado. Sentia-me nova e isso era incrível.


O corredor da Toca estava completamente deserto e o máximo que se podia ouvir de barulho, além dos utensílios de cozinha de Molly, era uma ou outra gaveta sendo aberta com calma, além de malões que se fechavam por magia. Eu rumava para a cozinha apesar de estar cedo quando aquele garoto baderneiro agarra-me o braço com um olhar significativo. Eu sabia o que havia naquele brilho suspeito: Idéias mirabolantes.
Não demorara muito e eu podia sentir uma de suas mãos acariciando a minha nuca, puxando-me para um daqueles beijos demorados que eu tanto adorava. Por um instante deixou de haver corredor, pessoas, olhos curiosos. Era apenas nós dois ali e aquele beijo incrível. Mas é claro que aquilo durara pouco.


— Mas como você faz uma coisa dessas assim, meu filho!? — Molly parara na ponta do corredor. Não estava irritada, estava desconcertada. — Tem noção de que seu irmão gosta da Hermione?
— Como você sabe disso, mãe? — Fred dissera se esforçando para ser sério.
— Ora essa, é óbvio que Fred gosta da Hermione! Eu conheço vocês muito bem.
— Não parece, sabe? — Ele gargalhou divertido. Eu já estava azul de tanta vergonha, vermelha era pouco. — Eu sou o Fred, oras.
— George, não brinque comigo. Jamais que o Fred acordaria tão cedo assim. Ele é sempre o último a sair da cama. — Ela riu divertida. — Ande Hermione querida, Gina já está pronta também?
— Mãe, eu sou o Fred. — Ele revirou os olhos. — Nem parece que você me pariu, mulher!
— Fred, não fale assim! — Eu bati em seu braço, coisa que provavelmente nem fizera cócegas.
— Oh, meus meninos! — Ela se aproximara correndo com seu jeito maternal, sufocando-nos num abraço. — Fico feliz que tenham se acertado, vocês ficam lindos juntos. Arthur vai adorar essa, eu sempre disse! — Soltou-nos com certa pressa, passando a correr pelo corredor. — Arthur! Arthur! Venha ver! Fred e Hermione estão juntos!


Excelente. Agora toda a Toca sabia disso.


~


Ao subir no vagão, logo encontramos uma cabine vazia e fomos até a janela para acenar aos que ficavam, como todos ali faziam. Só quando o sinal ecoou e o trem pôs-se a percorrer os trilhos é que nos sentamos e eu pude então aproveitar algum tempo com Fred. Os Weasley, ainda surpresos com a descoberta recente, haviam se dirigido à cabine vizinha deixando-nos ali apenas com Harry e Gina que, para variar, pareciam trancafiados em um mundo particular.


Olhei para o garoto ao meu lado considerando o quanto ele era realmente adorável. Era talvez uns dois anos mais velho do que eu, visto que nem eu sabia ao certo quantos anos Fred tinha, mas isso parecia desnecessário. O seu senso de humor era sempre presente, mas quando estávamos juntos ele parecia outra pessoa assim como eu me sentia diferente perto dele. Seus cabelos ruivos caíam aos olhos, deixando-o ainda mais adorável. Mas o que mais me chamava atenção nele eram seus olhos de um castanho vivo, olhos mágicos. Frequentemente me perdia neles enquanto conversávamos coisas sem fim, como se fossem um mar aberto me arrastando para as profundezas.
Ele, que de início mostrara-se um verdadeiro palhaço baderneiro, agora conseguia me olhar nos olhos e sorrir com vergonha; E deste modo as horas passaram mais rápido, até anoitecer e chegarmos à Hogwarts.


Os primeiranistas eram direcionados para grandes barcos, onde partiam para a escola. Era uma viagem esquisita, na verdade. Os barcos eram ocupados por uma média de quatro a cinco alunos no máximo, guiados magicamente pelas águas escuras do Lago Negro, de onde se via dezenas de pequenas luminárias por toda a extensão, como pequenos vagalumes.
Nós, por sorte, possuíamos um modo mais prático e menos – mas não tanto – extravagante de locomoção. Assim, ficamos parcialmente quietos até chegarmos ao grande salão de Hogwarts, onde havia quatro mesas imensas com inúmeros alunos. Sobre cada mesa estavam as bandeiras com a cor e o símbolo de cada Casa, como conhecíamos bem. Na mesa da Grifinória havíamos encontrado diversos amigos, mas ainda não era a hora de comemorarmos o reencontro. Estava ali o Chapéu Seletor.
Eu já não me importava com tudo aquilo em volta, olhando para Fred enquanto ele prestava alguma vaga atenção na seleção das Casas. Era engraçado vê-lo sem um sorriso no rosto, não parecia em nada com ele. Ao notar que eu o olhava de modo tão fixo, sorriu para mim e beijou-me os lábios rapidamente.


— Adoraria te beijar como ontem a noite, se é que me entende. — Ele piscou para mim, deixando-me envergonhada. Estava evitando pensar que aquilo ocorrera para o bem da minha sanidade. — Mas sabe como é, tem muita gente em volta.


Ok, meu rosto queimava como fogo em brasa.


— Ei, não se preocupe. — Ele riu divertido da minha expressão. — Temos a noite toda e diversos corredores escuros!


Maldito Friedrich Weasley!
 


* * *
 


Longe dali, porém, Hermione passeava pelos pensamentos de outra pessoa com uma doçura infinita. Hogwarts estava prestes a receber uma visita um tanto interessante. 

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