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11. A Revelação


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Poucos coments... mas td bem... agradeço ao pessoal q está comentando e naum me abandona... rs

Anna Fletcher, pois eh... bem no surto...
Qnto a te dar ao Harry, vc vai ter q esperar... a Mione ainda vai precisar dele...ts
Mtaaaas coisas vão acontecer... uma reviravolta... ops, flei d+!
BjauM!

Hime Malfoy, qse naum acreditei msm... vc com dó do Harry... a morena simpática do ministério... essa foi ótima... como disse a Anna, mtaaas coisas vão acontecer ainda... BjauM!

Espero q gostem... BjauM!




Pai, pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez
Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....
Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...
Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver
Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho , que hoje eu sigo em paz !
Pai

Fábio Júnior





11 – A Revelação


... Draco e Hermione pararam de discutir e olharam para o topo da escada e lá estava um garotinho loiro com cara de dúvida e revolta.

- Filho, calma... – Hermione foi até o filho que já estava na sala. Ela colocou as mãos sobre o ombro do filho, que se soltou, deixando Hermione mais arrasada.
- Calma? Me diz que é mentira mãe. Fala que é tudo mentira o que ele disse.
Hermione começou a chorar, enquanto Draco não sabia o que fazer. Nesse momento, Harry desceu as escadas.
- Não filho, não é mentira. O Draco é seu pai. – falou o moreno, calmamente.
Philip virou para o pai no topo da escada, vendo o pai se aproximar.
- Então.... então você não é meu pai de verdade?
- Hum... eu acho essa questão bastante relativa, sabe filho. O fato de eu não ser seu pai biológico muda alguma coisa para você?
O garoto estava confuso.
- Não estou te entendendo!
- O que quero dizer Philip, é que o fato de você não ter meu sangue não muda o fato de eu te amar incondicionalmente e de dar a minha vida por você.
- Eu... eu sei, mas eu estou confuso. Além do mais – ele olhou enfurecido para Hermione – ela te traiu! Te enganou!
Hermione escorregou pela parede com as mãos sobre o rosto, chorando copiosamente. Draco se aproximou para ampará-la, mas o olhar que ela lançou a ele fez com que ele se afastasse.
- Preste atenção no que eu vou te falar Philip, preste muita atenção, porque vou dizer uma única vez e se você tornar a repetir algo parecido a isso sobre sua mãe, eu nem sei o que vou fazer com você. – a voz de Harry era ameaçadora, ele falou entre com os dentes cerrados e com autoridade na voz. Philip continuou a encarar o pai com o olhar superior e de repente, como se nunca tivesse percebido isso antes, Harry viu diante de si um pequeno Malfoy.
- Sua mãe jamais me traiu, jamais me enganou. E EU NÃO ADMITO QUE PENSE ISSO DELA!
- O que quer que eu pense então?
- Não creio que seja conveniente você me desafiar Philip, não depois do que falou.
Philip engoliu seco, jamais vira o pai naquele estado. – Então quer dizer que o senhor sabia que eu... que eu não era seu filho?
Harry continuou sério, mas baixou a guarda.
- Claro que sabia filho. E como você pode perceber isso nunca me incomodou, pois te amo do mesmo jeito. – Harry tentou manter a calma.
- Por... por quê? – gaguejou Philip. – Por que mentiram para mim?
- Porque mesmo que você não acredite filho, tanto eu quanto sua mãe, cometemos erros e esse foi um deles.
Gina acordou meio desnorteada. “O que estava acontecendo?”.
- EU NÃO CONSIGO ENTENDER!
- Filho, calma... – pediu Hermione se levantando e se aproximando do filho.
- FICA LONGE DE MIM!
Philip correu pelas escadas e bateu a porta do quarto.
- O que eu faço agora? – perguntou Hermione, chorando.
- Calma a gente vai resolver juntos. – falou Harry a abraçando.
- Bom, acho que já chegou à minha hora. – disse Draco, depois de algum tempo.
- Vai fugir de novo, Malfoy? – perguntou Harry, irônico.
- Não é isso...
- Deixa ele ir Harry, ele já estragou demais a nossa vida!
- NÃO! Você fica! Se for embora agora, não te darei mais apoio.
- Então está bem, eu fico, mas e o Philip? Ele não vai gostar.
- Com ele eu me entendo, Malfoy!
- Eu vou me deitar. – disse Hermione, olhando com desprezo para Draco.
- Eu também vou, e se fosse você, iria também, amanhã será um longo dia.

Os três se retiraram sem falar mais nada. Gina esperou que todos saíssem para ir dormir também.

A manhã seguinte foi tensa.

Philip não olhava para a mãe ou para Draco e dificilmente encarava Harry.
Após a bebedeira, Gina finalmente compreendeu o que tinha acontecido e decidiu ir conversar com o afilhado.
Ele estava sentado à beira do lago, jogando pedras.
- Se importa se eu me sentar? – o loirinho chacoalhou os ombros, mas não respondeu. – Você não quer conversar, não é mesmo?
Ele apenas a encarou com uma expressão de que aquilo que ela tinha falado era óbvio.
- Sabe seu pai, o Draco, ele é um cara legal!
Philip a encarou irritado, mas não respondeu.
- É sim, ele te deu um presente legal, não acha?
- COMO ELE SE ATREVEU A FICAR AQUI? ELE NÃO VAI ME COMPRAR COM VASSOURA ALGUMA, ALIÁS, VOU DEVOLVÊ-LA A ELE! – bradou o garoto.
- Não faça isso, Philip!
- E por que não? Ele nunca esteve por perto mesmo!
- Não faça isso, porque não é o que você quer fazer.
Philip a encarou novamente, como se tivesse descoberto algo.
- Você sabia né? Todos sabiam! Como eu sou idiota!
- Idiota por quê? Você não teria como saber. Sequer o conhecia. – Gina sorriu. – Mas quem conhece Draco Malfoy, não pode negar que você é filho dele.
- Por quê? – perguntou o garoto, exasperado.
- Porque você é muito parecido com ele. – Gina viu Philip emburrar. – E não é apenas esse cabelo platinado e seus belos olhos azuis, você se parece muito com a personalidade dele.
- Que inferno! Não vou perdoar minha mãe por isso!
- E por quê? Como seu pai, o Harry, te explicou ontem, sua mãe jamais o enganou, ele sempre soube. E na época em que ela estava com o Draco, os dois eram namorados e não amantes.
- Ela nunca contou a ele que tinha um filho! Por isso não vou perdoá-la.
- Você já perguntou a ela o porquê ela escondeu isso?
- Não!
- Então, talvez seja a hora!
Philip encarou a madrinha por algum tempo e depois voltou a olhar para o lago.
- Vamos entrar Philip. Eu estou morrendo de frio.
O garoto se levantou e saiu com a madrinha, sem perguntar mais nada.

Os dias passaram lentamente e Hermione era mais formal com Draco do que de costume, afinal, era como Harry havia lhe falado: “Se o Philip ver você maltratar o Draco, ele vai querer fazer o mesmo!”.
No penúltimo dia das férias, depois do jantar, Philip decidiu ir conversar com a mãe.
Hermione estava conversando com Tonks, Gina e Meg coisas de serviço quando Philip pediu a ela para que fossem ao escritório. Harry os acompanhou.

- Fala filho, o que você quer saber? – perguntou ela, receosa.
- Quero saber o que realmente aconteceu. – o garoto respondeu, sem enrolar.
Hermione respirou fundo, tinha passado os últimos dias pensando no que diria ao filho quando ele perguntasse isso, mas de repente, toda e qualquer resposta sumiu da cabeça dela e Hermione não teve outra opção ao não ser responder o que realmente achava. Harry ia começar a falar quando Hermione começou.
- Philip, o que aconteceu foi que Draco e eu nos apaixonamos em um momento da nossa vida, um momento muito complicado por sinal, estávamos em meio à guerra e ele, junto com seu pai era perseguido por Voldemort e seus seguidores, claro que todos nós da Ordem éramos perseguidos também, mas no caso dele, por ser um traidor...
- Como assim? – perguntou o garoto, afoito.
- Deixe-me terminar, o.k, depois você pergunta mais. Bem, como eu estava dizendo, ele era perseguido por Voldemort e pelos Comensais. Nossa vida estava de pernas para o ar, então nós nos apaixonamos, e eu te garanto Philip, que isso não nos ajudou muito, já que éramos inimigos desde os tempos de escola. – Hermione parecia lembrar de alguma coisa, pois seu olhar estava distante. – Quando a guerra acabou todos nós surtamos de alguma maneira, e seu pai, quero dizer Draco, achou que seria melhor ir embora, já que alguns Comensais ainda o perseguiam pela traição. Nós éramos muito jovens e já tínhamos passado por tantas coisas ruins, é natural sentir medo. – ela voltou a encarar o filho. – Philip tenho certeza de que não existe ninguém no mundo que sinta mais pelo que ele fez do que o próprio Draco. – Philip abriu a boca para falar algo, estava carrancudo, mas Hermione o cortou novamente. – E antes que você me pergunte, a resposta é não. Ele não sabia que eu estava grávida, Philip. Eu fiquei sabendo no dia em que ele foi embora.
Philip abaixou a cabeça, era muita informação para ele.
- E você e o papai, como foi?
Harry se sentou em uma poltrona, atrás da mesa e continuou assistindo à conversa.
- Seu pai e eu sempre fomos grandes amigos e ele estava lá quando soube que seu pai tinha partido. – Hermione encarou Harry, para saber se podia falar e recebeu de Harry um olhar de aprovação. – Ele também tinha perdido a pessoa pela qual ele era apaixonado, e quando ficou sabendo que eu estava grávida me pediu em casamento.
- Não quero que faça um mau juízo filho, eu não a pedi em casamento só porque ela estava grávida, a pedi porque sua mãe e eu sempre nos amamos como amigos e eu pensei que já que nós dois tínhamos perdido as pessoas que amávamos, deveríamos nos unir, já que a gente se amava de alguma maneira. – Harry tirou os olhos de Philip para Hermione. – E eu não me arrependo em nenhum momento por isso, eu não teria conseguido viver com outra pessoa que não fosse sua mãe Philip. – ele acrescentou sorrindo, voltando o olhar para o filho.
Philip sentara em uma cadeira em frente à mesa que Harry estava. Ele estava atônito.
- Eu já compreendi muita coisa, não que eu tenha aceitado – completou ele rapidamente –, mas eu compreendi. Mas falta uma coisa, por que vocês me esconderam isso?
Harry e Hermione ficaram por algum tempo sem falar, então Hermione respondeu.
- Por que queríamos o seu bem. Nós queríamos que você sofresse com isso.
- É, mas pelo visto não deu certo. – retrucou o garoto, triste.
- E nós sentimos muito por isso, filho. – respondeu Hermione, chorosa.
- Acontece filho, que nós também erramos. – completou Harry.
- É eu sei! – Philip deu um sorriso triste e olhou para a mãe. – Mamãe você me perdoa pelas coisas que eu te falei?
- Claro filho. – Hermione já estava aos prantos. Philip se levantou para abraçar a mãe, que abaixou para ficar da altura do menino e o abraçou por um longo momento, como se aquele abraço pudesse trazer Philip para dentro de seu ventre novamente, onde ele era protegido, como se aquele abraço fosse apagar tudo, a dor e a raiva do filho. Mas ela se esqueceu que ele era um Malfoy.

Philip pediu então, para a mãe servir a ele um pedaço de torta de abóbora, pois fazia dias que ele não comia direito e os dois saíram do escritório felizes, como mãe e filho.
Harry ficou onde estava, naquela poltrona, ele estava perdido em alguns pensamentos, Hermione nunca tinha dito aquelas coisas antes, ela havia tirado de Draco toda a culpa que ela mesma sempre fez questão de ressaltar que era dele.
“Talvez ela tenha finalmente entendido!”.
“Ou talvez ela sempre soube, mas se sabia, por que então ela insistia em culpá-lo?”.
“Claro, como sou burro, ela o culpava porque queria odiá-lo, mas não conseguia... Então quando se sentia fraca e sua raiva passava, ela o julgava ainda mais!”.
“Mas se isso for verdade, ela ainda o ama. Será possível?”.

Quando Hermione e Philip chegaram à cozinha, Draco estava lá, comendo também um pedaço da torta de abóbora.
Draco ficou sem jeito quando os viu chegar, era uma situação muito complicada. Mas logo ele viu o rosto de Hermione, ele estava iluminado. Então, Draco compreendeu, os dois tinham se entendido.
Hermione pegou um prato e serviu ao filho, que encarava Draco, o pedaço de torta que ele havia pedido.
- Fico feliz que vocês tenham se entendido. – Draco tentou cortar o silêncio.
- Perdi a fome. – falou o garoto, irritado.
- Philip, vamos, não seja imaturo. Você está com fome e vai comer! – Hermione ordenou sem querer ser muito autoritária.
- Eu não quero comer com esse cara aqui.
Draco já estava saindo quando Hermione respondeu mais seca do que da outra vez.
- Mas você vai, porque o Draco não vai sair daqui!
Ela então, encarou Draco séria para que ele ficasse onde estava. E ele parou.
- Quer mais torta Draco? – perguntou, calmamente.
Draco a encarou por algum tempo como se quisesse armazenar tudo o que estava acontecendo, por isso demorou a responder.
- Ah, não, obrigado!
Hermione encolheu os ombros.
- Você quem sabe, estou perguntando por que sei que é um de seus pratos preferidos.
Philip olhou feio para Draco, afinal, era um dos pratos preferidos dele também.
- Talvez eu queira mais um pedaço sim, Hermione. Obrigado!
Hermione o serviu e sentou a mesa com os dois.
Muitos já estavam dormindo na casa, aquele tinha sido um dia cansativo.
Hermione encarou Draco, como se dissesse a ele para que ele tentasse se aproximar.
- Está ansioso para voltar às aulas?
- Você nem imagina o quanto – Philip encarou Draco com desdém. – porque assim, não terei mais que olhar para a sua cara.
Hermione ia interferir, quando Draco a olhou pedindo que não o fizesse.
- Imagino! – respondeu sem dar importância à hostilidade do menino. – Mas me diga, deve estar ansioso para mostrar sua nova vassoura a seus amigos. – perguntou ansioso, afinal, tinha certeza que o filho tinha adorado o presente.
- Na verdade não me importa, falei aos meus pais que queria devolvê-la, mas eles não permitiram. E eu não vou levar a vassoura, caso você não saiba, é proibido para alunos do primeiro ano.
Hermione estava ficando furiosa, mas novamente, Draco fez com que ela ficasse de fora.
- Ah é, sou muito desatencioso mesmo, como pude me esquecer! – Draco ignorou novamente a grosseria do menino e continuou parecendo animado. – Então, hoje eu fui andar novamente a cavalo, o Harry me ajudou, acho que estou pegando o jeito!
- Uma pena, assim diminuem os riscos de você cair do cavalo. – respondeu irônico.
- JÁ CHEGA! – bradou Hermione. – Você não pode tratá-lo assim, e não é só porque ele é seu pai que eu estou te falando isso, é porque Harry e eu te demos educação e não foi essa, peça desculpas Philip.
Philip ficou encarando a mãe, sem responder.
- AGORA! – Ele a tinha tirado do sério.
- Não precisa Hermione. – Draco tentou intervir.
- E você cale a boca. Estou de dando uma ordem Philip!
- SABE O QUE É? ELE QUER SE FAZER DE BONZINHO, MAS EU NÃO VOU CAIR NESSA. NO FUNDO ELE SÓ É UM COVARDE QUE TE ABANDONOU MAMÃE QUANDO VOCÊ MAIS PRECISOU. E DE QUEBRA ME ABANDONOU TAMBÉM. ELE NÃO VAI ME COMPRAR COM PRESENTES E GENTILEZAS, NÃO VAI! – Philip estava chorando.
- Philip, nós já falamos sobre isso. Volte aqui.
Mas o garoto já tinha saído.
- Droga!
- Desculpe, parece que eu sempre estrago tudo mesmo!
- Pare de se fazer de coitadinho Draco, isso já está me tirando do sério! – e Hermione deixou a cozinha também.

As férias tinham chegado ao fim, e todos foram se despedir na plataforma ¾.

Com o tempo, a vida de todos voltou ao normal. A única diferença era que tanto Harry quanto Hermione davam notícias a Draco sobre Philip.
Quando chegaram em casa, Harry e Hermione acharam que era a hora de contar a Tiago o que estava acontecendo. E depois de contar tudo o garoto encarou os pais, com a testa franzida e perguntou:
- Então ele tem dois pais?
- É, é mais ou menos isso, filho. – respondeu Hermione, receosa com a reação do filho.
- Mas isso não é justo, porque eu só tenho um pai!
Harry e Hermione não puderam deixar de rir.
- Então não está satisfeito apenas comigo, quer mais um pai? – perguntou Harry, sorrindo.
- Não papai, estou satisfeito sim! Só não acho justo ele ter dois pais e eu só ter um! – Tiago respondeu como se aquilo fosse óbvio.
- Como eu gostaria que seu irmão pensasse assim. – comentou Hermione.
- Como mamãe?
- Esquece querido.
- Olha, pode deixar que eu falo com Draco sobre você querer dois pais, o.k?
Tiago ficou pensativo.
- Mas ele é bravo?
- Por quê?
- Porque se ele for eu não quero ele de pai não!
Harry e Hermione riram mais e abraçaram o filho forte. Aquele garotinho era tão diferente do “rebelde” Philip e aquilo era tão tranqüilizante.




Ela ainda não tinha tido tempo parar fazer algo que tanto precisava...
Pela primeira vez, depois de muitos anos, Hermione se permitiu chorar ao reler aquela carta, pois ela representava tanta coisa, tantas mudanças, era tão difícil.

mas aquele "desabafo" não passou despercebido...
Harry ia chamar Hermione para ir embora, ele não tinha costume de
bater na sala dela para entrar, mas sempre abria a porta devagar para não assustá-la. Quando ia entrar, ele viu Hermione chorando com algo na mão que parecia uma carta.... então, voltou atrás....


Então, a única coisa que ainda estava bem desde a volta de Draco,
mudou...

– Não sabia que você guardava aquilo.
- Harry, não....
- Não negue, Hermione.


e então, eles tiveram que encarar a realidade.
- Eu nunca quis te enganar, eu nem ao menos sabia. – ela constatou, no meio dos soluços.

Agora tinham que tomar uma decisão....
- O que vai ser agora? – ela perguntou a ele.
- Você sugere algo? – ele perguntou, carinhosamente.
- Não sei, simplesmente não faço a menor idéia em como agir.


...uma decisão dura...
- Ok, então eu te digo, vamos fazer a coisa certa, vamos nos separar,
Mione.
- O QUÊ?

e uma constatação...
- Oh Harry, como eu gostaria de ter me apaixonado por você!
- Eu sei.

Novos rumos serão tomados, não percam o próximo cap. O Fim?....

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