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7. Capítulo 7


Fic: Como matar Hermione Granger em dez passos | COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Como Matar Hermione Granger – em dez passos


Amor não é uma competição (mas estou vencendo)




Sinopse: Harry Potter é por demais um "bom partido" para se encontrar solteiro. É uma pena que mais de uma pessoa tenha finalmente notado isso...


Nota da autora: Eu sou insana. Completamente. De modo que não posso parar minha compulsão por Harry e Hermione. Sinto muito se você for como eu, porque estou a mexer com a cabeça deles. Outra vez. Infelizmente, eu gosto mais disso do que deveria...




Disclaimer: Harry Potter e companhia limitada não me pertencem. Revoltante, eu sei. Eu ainda estou tentando lidar com isso.


Quanto ao título: Realmente, ele só quer demonstrar revolta. Por que? Você verá (rs). Então, não, não vou mostrar dez passos para matar a Herms.


Spoiler: Do primeiro até sétimo livros, excetuando-se o epílogo.


Classificação: Até onde eu sei, PG-13. Mas só Deus sabe o que pode acontecer por aqui. Eu pretendo, no entanto, seguir essa classificação.


Advertências: Pode conter linguagem obscena. Atualizações eventuais.


Shipper: Até o momento P.O/Harry/Hermione




Capítulo seis


Pequenas lições para a vida




O sorriso de Hermione Granger teria sido, pra dizer no mínimo, aterrorizante... Isto é, se Free não estivesse tão puta da vida consigo mesma. Quando a morena lhe lançou um olhar "eu sei o que está fazendo. Ohyou poor thing", Free deveria ter sabido melhor.


- x -


De alguma forma, a ideia de fazer ciúmes a Harry usando um pouquinho o Jared simplesmente explodiu na minha cara. Pensei que se da primeira vez havia dado certo, então "por que não?". A resposta é simples: Hermione Granger.


No momento em que trouxe mais um "jogador" para nossa – minha e de Harry - pequena brincadeira de gato e rato; permiti sem intenção que Harry também trouxesse um jogador para a equação. E obviamenteHermione estava mais do que disposta a fazer parte do joguinho.


O mais repugnante é que Harry sequer estava tentando fazer ciúmes a mim. Eles eram só... assim. Todo tempo. E para piorar, Harry não parecia mais incomodado com minha proximidade com Jared.


Descobri depois - quando Hermione, muito prestativa, veio ao meu encontro para explicar "o curso da vida" – qual era o problema. Aparentemente, ela havia conversado com Harry sobre o quão ridículo era da parte dele sentir ciúmes da minha pessoa quando nós não erámos - e eu cito - "exclusivos em qualquer natureza. De tal modo, tanto você, Free, quanto Harry, podem e devem se permitir liberdades como encontros com ‘amigos‘. De nada" – eu, honestamente, pude ouvir as aspas na palavra amigos. E seu sarcástico "de nada" quase me fez estapeá-la. Aquela vadia.


- x -


-Hermione! Merlin, você está me assustando – Luna resmungou.


-O que foi?


-Seu sorriso bizarro e gigante? Como, eu só posso supor, um psicopata que acaba de ter uma ideia.


Hermione riu com diversão, apertando carinhosamente a mão da amiga. – Oh, não é nada disso, Luna. Eu apenas tive uma reunião produtiva. Uma reunião extremamente produtiva.


-Se importa de compartilhar? – Gina ergueu a sobrancelha. – Você realmente parece assustadora com esse seu sorriso que não posso denominar por outro nome, senão "diabólico".


Hermione bebericou de seu chá, permitindo que suas melhores amigas a fitassem com exasperada expectativa. Calmamente ela depositou sua xicara na mesinha de centro a sua frente e se recostou no sofá mais uma vez, uma expressão presunçosa enquanto cruzava as pernas. - Free só cometeu seu primeiro grave erro.


-Oh? Desembucha!


Hermione mordeu o lábio inferior para conter o riso. Sem sucesso. Com uma risada, a mulher meneou a cabeça tentando se recompor. – Oh Deus.


-Hermione!


–Um instante – secando as lágrimas dos olhos e respirando fundo algumas vezes, Hermione lançou um olhar para Gina, que estava a ponto de chacoalha-la e depois para Luna, que franzia o cenho, desgostosa. – Desculpe. Mas, em minha defesa, eu esperava um pouco mais da senhorita Demétrio. Bem, que vergonha – afirmou sem remorso. - Foi simplesmente o mais fundamental dos erros. Aquela amadora – Hermione virou os olhos.


-Você vai nos contar? Ou precisaremos de um maldito interrogatório sob veritaserum? - Hermione riu novamente quando Gina saltou sobre ela.


-Oh, Free achou que era conveniente valer-se de ciúmes para acelerar o relacionamento entre Harry e ela. Ela escolheu um colega em comum deles.


Luna franziu ainda mais o cenho. – Não entendo. Harry não está envolvido o suficiente para sentir ciúmes?


Hermione sorriu maliciosamente. – Ele poderia até estar... antes de sua melhor amiga colocar algum senso em sua cabeça – Hermione então, de uma forma perturbadoramente veloz, começou a falar com uma expressão inocente:


-Afinal, se ela quer passar tempo com outros caras, qual é o problema? Nós não passamos tempos juntos também? E ele gostaria que Free sentisse ciúmes de mim?


-Você não fez isso?! – Gina quase gritou de queixo caído.


-Essa sequer é a melhor parte – Hermione afirmou. – Acontece que Harry me "esclareceu" que Jared - que também é do departamento deles - e Free provavelmente já tiveram um ou mais encontros.


-E tiveram? – Luna indagou horrorizada.


Hermione ergueu a sobrancelha. – Quem se importa? Essa não é a informação relevante. Não ao momento, pelo menos. Enfim, voltando. Devem imaginar que não foi tão difícil para que ele "percebesse" que Free não estava tão séria no relacionamento deles quanto Harry pensava; e não é como se eles tivessem definido que estavam numa relação exclusiva – Hermione balançou a cabeça, afetando pesar. - Meu pequeno bravo auror ficou chateado por um tempo, era meu dever consolá-lo...


-Merda! Oh Merda. OH MERDA – Gina gritou, interrompendo-a e pulando em Hermione outra vez. – Vocês...?!


Hermione encolheu os ombros, novamente aquele sorriso enorme e perturbador dela se fazendo presente. - Bem no escritório dele.


Gina gargalhou contente, abraçando a amiga. – Estou tão orgulhosa de você, amor.


Luna engasgou antes de, com um menear de cabeça em forma de reverência, acrescentar:


– Sua gênio maligno super vadia!


-Obrigada – Hermione disse modestamente, apesar de seus olhos brilharem com malícia, fazendo a loira girar os olhos.


-Mas... e agora? – Gina perguntou ao se acalmar.


A morena pareceu perdida em pensamentos ao responder. – Harry parecia ter tido a epifania de sua vida ao compreender o que nosso pequeno momento queria dizer – a mulher sorriu carinhosamente meando a cabeça. – Quando perguntei se ele queria sair para jantar comigo mais tarde, ele parecia ter tido um enfarte. Tão adorável! Deus, eu sou uma causa perdida – suspirou, finalmente tornando a atenção para as garotas. – Harry me fitou com tamanho choque, seus olhos gritando "por que você iria me querer?", o que, obviamente, me fez montar nele como se eu fosse uma maldita cowgirl.


-Cowgirl?


-Cultura trouxa. Ignorem.


-Esperava. Deixe-me ver se entendi corretamente – Luna ergueu a sobrancelha. - Você, Harry, Free e relação aberta?


Hermione grunhiu, pela primeira vez em toda conversa parecendo amuada. – Eu sei. Ainda não é perfeito. Mas eu precisava usar ao meu favor o erro tolo dela. E, enquanto não estou remotamente satisfeita com minha posição, efetivamente fiz Free recuar passos primordiais.


-Não se preocupe, é uma questão de tempo até ela fazê-lo escolher – Gina consolou confiante.


A morena mordiscou o polegar, introspectiva. – Pra ser honesta, preciso trabalhar em Harry.


-Nossa, imagino seu sofrimento – a mulher ruiva comentou sarcasticamente. – Trabalhar em Harry.


Hermione a fitou sem emoção, ignorando o tom sujo da amiga. – Você não entende. Harry estava abismado, de fato, com minha sugestão de um jantar a dois. Chocado com a perspectiva de um encontro entre nós dois. Essa noite eu não posso, de forma alguma, deixar a possibilidade do que sugeri ser levado para o lado amigável.


Gina e Luna a fitaram implorantes.


Respirou fundo como preparo, a jovem mulher concedeu num misto de pavor e resignação:


– Tudo bem. Eu serei sua boneca. Só hoje.


Guinchando em uníssono, as duas outras mulheres se ergueram e puxaram Hermione do sofá.


- x -


Quase cinco horas depois, Hermione havia sobrevivido ao manuseio de suas amigas – apenas pela misericórdia Divina. -, finalmente se encontrava à porta do escritório de Harry.


Batendo na porta e entrando no instante seguinte, a mulher reparou que Harry não estava sozinho. Aquilo seria interessante.


-Boa noite – cumprimentou com um sorriso educado e um aceno de cabeça a todos, antes de caminhar até Harry, os saltos altos clicando no azulejo.


Harry se ergueu e apertou um beijo em sua fronte, mais que habituado em ignorar os olhares curiosos de seus colegas de trabalho. A mão dele no baixo de suas costas, por cima de seu sobretudo enquanto o moreno inalava discretamente seus cabelos.


-Está tudo bem?


Hermione reparou que Harry estava com os cabelos molhados e revoltados como se houvesse acabado de sair do banho, mas apesar disso sua roupa estava imaculada, pronto para leva-la a qualquer lugar que desejasse.


Harry relaxou sob seu toque e sorriu. – Tudo bem. Estavam todos de saída e eu só estava te esperando.


-Mas Potter-


-Adeus e sucesso com o que quer tenham em mente - Harry interrompeu sarcasticamente, efetivamente terminando a reunião.


Depois que os quatro homens saíram, a mulher perguntou:


– Isso foi realmente necessário?


-Se pretende jantar ainda hoje, absolutamente.


– Qual é o real problema? - Hermione ergueu a sobrancelha, Harry então suspirou.


-Eu tento ajudar sempre que posso, mas não é minha obrigação. Pessoas vêm até mim como se tivessem o direito de impor "favores". Não sou pai deles, sequer sou amigo deles e não devo porra nenhuma paranenhum deles – perpassou os dedos entre os cabelos ainda desgrenhados. – Me desculpe – ele lhe ofereceu um pequeno sorriso torto. - Eu posso ter ficado irritado por ter sido interrompido enquanto me arrumava.


-Sim? – Hermione se moveu para mais perto, tocando seu corpo com o dele, por causa do salto estava quase na altura de Harry. – Acho que fez um trabalho decente, vejamos? – brincou postando as mãos na cintura dele, deslizando-as para trás e para baixo, apertando o traseiro do homem. E então trazendo de volta as mãos preguiçosamente erguendo-as perpassando por sua virilha até pausar em sua barriga. – Bom, as calças parecem adequada e impecavelmente preenchidas – Hermione afirmou travessa, fazendo Harry rir. – E não consigo ver uma dobra em sua camisa e terno – acrescentou as mãos se movendo dessa vez pelo peito e ombro do moreno, até chegar a seus cabelos e despenteá-los ainda mais. – Eu suponho que ninguém é perfeito – finalizou num tom condescendente, permitindo que Harry risse ainda mais enquanto enlaçava seu pescoço.


-Eu deveria fazer uma inspeção também?


-É justo.


Hermione retirou o sobretudo, colocando-o no espaldar da cadeira de Harry.


Ela usava um vestido branco elegante, apenas meros dedos acima do joelho. A primeira palavra que viera à cabeça de Harry, na verdade, fora "conservador" e a seguinte "recatado".


Oh, como estava errado.


Sua melhor amiga girou em seus próprios pés. Agora ele entendia o penteado de lado dela, deixando seu dorso livre.


O vestido de Hermione era recatado. Bem... Até você ver o corte das costas, isto é. Que, francamente, era indecente. E fazia as pessoas olharem exatamente para onde Gina e Luna cuidadosamente planejaram: o incrível traseiro de Hermione Granger.


Harry não conseguia desviar o olhar. E não ajudava que o corte das costas ia praticamente até o cóccix da morena.


-Jesus Cristo – Harry exclamou roucamente.


Hermione sorriu, observando-o por sobre o ombro. - Você gosta então?


Divertida, a morena notou as mãos de Harry se movendo, como se lutassem para transpassar o choque de seu dono e – apenas - tocá-la. Como se implorassem por essa liberdade.


Em dois passos, estava atrás da amiga. - Você quer me matar? – Harry indagou por fim ao seu ouvido.


Estremecendo, a mulher tornou a encará-lo. – Pelo contrário. Eu pensei que podíamos ter um jantar agradável no nosso restaurante. Dançar um pouco. E então você pode me levar para casa – Hermione pareciainocente. - Me ajude e podemos ir – ela acrescentou, indicando seu sobretudo com a cabeça e lhe dando as costas.


-Sim. Você quer me matar – comentou sorrindo abertamente, apesar de obedecê-la.




(continua)




N/a: Capítulo não betado. E não, eu não desisti dessa fic.


Alguém ainda lembra da estória? Sorry!

Esqueci de postar aqui... =x 

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