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9. A Batalha de Hogwarts


Fic: Não olhe pra trás


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Caminhei até a japa que estava ainda sentada no sofá, conversando com o Miguel que a meu ver era algo sobre o diadema. Sentei-me ao seu lado e fiquei olhando para a morena do outro lado da sala.


- Ei? – a voz de Cho me chamou suavemente


- Diga moça – respondi dando-lhe um sorriso


- Aconteceu algo? – perguntou apontando com a cabeça para a Hermione


- Só uma discussãozinha mas nada demais. – respondi a puxando para que pudesse passar meus braços na sua cintura e descansar minha cabeça no seu ombro.


Fiquei só a observar os seus detalhes, mesmo que longe ela ainda continuava linda. Até que sem mais ela e o Rony saíram da sala. Fiquei sem saber o que fazer ou o que pensar. Fui até o Neville e perguntei o que tinha acontecido e ele disse que os dois foram para a câmara secreta pegar alguma coisa. Sem entender nada voltei para o lado da Cho e a abracei novamente.


Minha cabeça rodava, não conseguia dizer de quem eu amava, se da Cho ou se da Hermione. As duas mexiam comigo de tão forma, que era difícil até para classificar as duas. Mas ao mesmo tempo em que eu penso que a Hermione sempre foi o meu grande amor, ela me deixou no escuro durante meses sem dar sinal de vida, uma carta, nada, e quem foi o meu chão a minha base, foi a Cho.


Criei um laço muito forte com a Cho, algo que eu sabia que não conseguiria ficar sem, pelo menos não agora. Meu coração ainda estava muito frágil, mesmo aparentando ser forte, eu estava cansada de sofrer e de lutar. E simplesmente aquela menina de olhos puxados me conquistou, conseguiu me fazer tirar a Hermione e a guerra da cabeça por vários momentos. 


Assim que os dois sumiram todo mundo achou melhor avisar o resta da AD, então Fred mandou uma mensagem para todos pelo galeão. Não demoro muito para que um barulho se fizesse na sala e da porta surgiu: Kingsley, Lupin, Olívio Wood, Cátia Bell, Angelina Johnson, Alícia Spinnet, Gui, Fleur e meus pais.


Já tinha se passado um tempo, todos estavam tenso demais para dizer algo, até que Harry reaparece com a Luna.


- Harry, que esta acontecendo? – perguntou Lupin, indo ao seu encontro no pé da escada.


- Voldemort esta a caminho, estão barricando a escola... Snape fugiu... que estão fazendo aqui? Como souberam?


- Enviamos mensagens a todo o resto da Armada de Dumbledore – explicou Fred – Você não esperava que o pessoal fosse perder a festa, Harry, e a Armada avisou a Ordem da Fênix, e a coisa virou uma bola de neve.


_ Que vai ser primeiro, Harry? – perguntou Jorge – Que esta acontecendo?


- Estão evacuando os alunos menores, e todos vão se encontrar no Salão Principal para nos organizarmos – disse Harry – Vamos lutar.


Ergueu-se um forte brando e uma onda de pessoas avançou para a escada. Uma mistura de membros da Ordem da Fenix, da Armada de Dumbledore e da antiga equipe de quadribol, todos empunhando varinhas, em direção ao interior do castelo. Assim que eu estava acompanhando a Cho para subir minha mãe me impediu, e logo começamos a discutir.


- Você é menor de idade! – gritava a mamãe – Não vou permitir! Os rapazes, sim, mas voce tem que voltar pra casa.


- Não vou voltar – dizia para ela tenta me desvencilhar da sua mão que me segurava pelo braço – estou na Armada de Dumbledore...


- ... um bando de adolescentes


- Um bando de adolescentes que está disposto a enfrentar ele, o que mais ninguém se atreveu a fazer! – replicou Fred


- Ela tem dezesseis anos! – gritou mamãe – Não tem idade suficiente! Que é que vocês dois tinham na cabeça quando a trouxeram junto...


Fred e Geoger pareceram um pouco envergonhados.


- Mamãe tem razão, Gina – disse Gui, delicadamente para mim – Você não pode lutar. Todos os menores de idade terão de se retirar, é o certo.


- Não posso ir para casa! – Gritei não podendo controlar as lagrimas – Toda a minha família esta aqui, eu não suportaria ficar lá sozinha, esperando sem saber e...


Um vulto saiu do túnel, desequilibrara-se um pouco e caira. O homem se guindo para a cadeira mais próxima, olhou ao redor através dos óculos tortos e perguntou:


- Cheguei tarde demais? Já começou? Acabei de saber, então eu... eu...


Percy embatucou e se calou.  Logo começou uma conversa entre a nossa família, afinal todos estavam espantados que ele apareceria, e ainda mais assim. Claro que eu também fiquei, porem, aproveitei o momento de distração de todos para tentar fugir dali despercebida. Fui indo sem fazer barulho para a escada quando eu comecei a subir.


- Gina! – bradou mamãe.


- Molly, vou dar uma sugestão – disse Lupin – Por que a Gina não fica aqui, pelo menos permanecera no castelo e saberá o que esta acontecendo, mas não estará no meio da batalha?


- Eu... – tentei dizer algo


- É uma boa idéia – interrompeu mamãe, com firmeza – Gina, você fica aqui nesta sala, ouviu?


Não gostei nada da idéia, e ao abrir minha boca para revidar a idéia, olhei para papai que estava, raramente, com um ar de severo, então apenas concordei com a cabeça. Todos saíram e eu fiquei andando de um lado para o outro, não agüentava ficar naquela sala sem poder fazer nada. Afinal todas as pessoas que eu amava estavam lá lutando, pondo suas vidas em risco e eu não podia fazer nada para ela.


Foi então que Tonks e uma velha apareceram pelo túnel. Corri até a Ninfadora, dando-lhe um abraço, surpresa perguntei:


- O que você está fazendo aqui? Você não deveria estar com o Teddy?


- Eu deixei ele com a minha mãe, não agüentava ficar lá sem ter notícias de Lupin...


- Tonks? – a voz de Harry apareceu do nada, fazendo as duas se virarem


- Harry você viu o Lupin? – perguntou ela sem deixar o Harry falar


- Ele estava planejando levar um grupo de combatentes para os jardins.


Sem dizer mais nada, Tonks saiu correndo.


- Gina, desculpa mas você precisa sair também.


Feliz pela noticia que eu poderia finalmente deixar o meu santuário, sai e por um breve momento meus olhos se encontraram com os da Hermione. Fui a trás da Tonks. Ao sair pude ter uma idéia do que estava acontecendo. As paredes e o teto estavam sacudindo, a poeira enchia o ar e pelas janelas só se via clarões verdes e vermelhos próximos da base do castelo. Estávamos andando quando um grupo de combatentes apareceu, no momento Tonks se abaixou me puxando junto para se esconder em dos estrondos no chão. Até que um grito no final do corredor chamou nossas atenções.


Harry gritava com Hermione e Rony que se beijavam. Meu sangue ferveu me fazendo sair do esconderijo, com a varinha em mãos berrei contra o grupo – Impedimenta! – acertando eles em cheio.


Já desfalcada de vários vidros. Aberforth apareceu liderando um grupo pequeno de estudando, logo Tonks perguntou-o se tinha visto Lupin. Com a resposta ela saiu correndo novamente.


Sem saber o que fazer olhei para o trio, e não pude controlar meu olhar de fúria para a Hermione, que na hora ficou corada pois sabia do motivo, mas mesmo assim me encarou correspondendo a mesma intensidade no seu olhar. Sem dizer uma palavra me virei e sai correndo.


Não sabia ao certo para onde eu estava indo, só queria saber da minha família e da Cho agora. Corri o mais rápido que pude para o salão principal. Escondi-me quando vi um grupo de comensais avançando pelos corredores, e logo atrás apareceram alunos, com vestes amarelas, tentei identificar alguém conhecido então vi a imagem de Luna e Cho.


- Cho! – Gritei


- Gina?


Ela se jogou nos meus braços e colou os seus lábios nos meus. Nós duas estávamos desesperadas e com saudade. Ela me abraçou forte e senti meu ombro ficar úmido por conta das lagrimas que saiam dos seus olhos.


- Como você esta? – perguntei segurando seu rosto e secando seus olhos com os meus polegares.


- Estou bem, estamos indo para o salão, as brigas lá estão ficando piores e precisam de reforços. – disse num só fôlego – e você como esta?


- Estou bem estava na Sala Precisa, e quando consegui sair de lá vim procurar você – respondi


- Gente, acho melhor nós irmos – disse Luna


Ao chegar no salão só se ouvia gritos. Gritos de desesperos. Gritos de medo. Gritos de pessoas lançando feitiços. Maldições. Era como se eu estivesse dentro de um filme de terror. As Lages da entrada manchadas de sangue. As esmeraldas espalhadas pelo piso ao lado de pedaços de mármore e lascas de madeiras. Vultos imóveis no chão.


- GINA CUIDADO! – alguém berrava comigo


Atrás de mim vi um comensal que acabara de lançar um feitiço, me estuporando. Fui joga escada a baixo. Desnorteada, com a cabeça latejando, murmurei “accio Varinha” e em um segundo, gritei “Sectusempra!”. O comensal urrou de dor e das suas vestes negras, criaram-se linhas de sangue. “Estupefaça!” com um golpe de misericórdia, ele caiu no chão desacordado, com uma poça vermelha crescendo ao seu redor.  Levantei do chão com as mãos segurando a parte da cabeça que ardia e me virei para procurar a Japa, mas não me movi, assim como todos.


Ressoando das paredes e do chão, dirigindo para a Hogwarts e toda a área vinha, a voz do Lorde das Trevas se ressalta claramente. Era como se estivesse ao meu lado, bafejando-lhe minha nuca, à distancia de um golpe mortal.


“vocês lutaram”, disse a voz, “valorosamente. Lord Voldemort sabe valorizar a bravura.


“Vocês sofreram pesadas baixas. Se continuarem a resistir a mim, todos morrerão, um a um. Não quero que isso aconteça. Cada gota de sangue mágico derramado é uma perda e um desperdício.


“Lord Voldemort é misericordioso. Ordeno que as minhas forças se retirem imediatamente.


E assim se fez, todos os comensais da morte sumiram feito fumaça e suas criaturas saíram correndo da porta a fora,. Ninguém ousou seguir eles, apenas ficaram parados escutando.


“Vocês têm uma hora. Dêem um destino digno aos seus mortos. Cuidem dos seus feridos.


“Eu me dirijo agora diretamente a você, Harry Potter. Você permitiu que os seus amigos morressem por você em lugar de me enfrentar pessoalmente. Esperarei uma hora na Floresta Proibida. Se ao fim desse prazo, você não tiver vindo ao meu encontro, não tiver se entregado, então a batalha recomeçara. Desta vez eu participarei da luta, Harry Potter, e o encontrarei, e castigarei até o ultimo homem, mulher e criança que tentou esconde-lo de mim. Uma hora.” 


Assim que a voz parou de falar, meu corpo ainda estava arrepiado com a frieza das palavras. Fui ao encontro da minha mãe que estava abraçada com o meu pai.


-GINA! Ainda bem que você esta bem – disse mamãe, me abraçando – fique aqui que nós voltamos, e fale com madame Pomfrey para fazer um curativo...


- Não se preocupe comigo mãe, vou ficar aqui agora vá. – a interrompi com uma voz calma e suave.


 Sentada num canto, cansada e exausta, fiquei observando a movimentação. As mesas das Casas foram retiradas e a cada segundo o salão parecia mais cheio. Chegavam sem parar feridos, corpos sendo carregados e pessoas abraçadas umas nas outras. O silencio se instalou no local aonde só ecoava os choros e os gemidos de dor.


Ao virar meus olhos para a porta vi minha família e logo atrás os corpos de Fred, Lupin e Tonks pálidos e imóveis. Um a um, foram sendo colocados no chão, perto de mim, suas fisionomias plácidas, aparentemente dormindo sob o escuro teto encantado. Levantei-me aos soluços, com as mãos, cobri meu rosto, deixando que a tristeza tomasse conta de mim e as lagrimas escorressem livremente.


Jorge se ajoelhou a cabeça de Fred, mamãe se deitara sobre o seu peito, o corpo sacudindo, papai acariciava os cabelos dela chorando.


Ergui minha cabeça e vi Rony se juntando com o Gui, Fleur e Percy, que passou o braço pelos ombros dele. Logo atrás dele vinha uma Hermione, calada com olhos vermelhos e marejados, e esquecendo da raiva que eu estava sentindo, fui de encontro com ela e delicadamente passei meus braços ao redor da sua cintura, que foi respondido rapidamente por ela, me abraçando pela nuca e escondendo seu rosto no meu ombro para que pudesse chorar avontade.


- Eu não agüento mais... -  ela sussurrou em meu ouvido


- Xiiih... Eu sei Mi, todos nós estamos – disse mais calma possível, escondendo meus soluços, para que só ela pudesse escutar – Esta acabando... Eu posso sentir.

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