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5. Hurry up


Fic: Money Honey - Astoria e Draco - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hurry up


 


Eu não entendi porque Malfoy ainda continuou aparecendo no bar em que eu trabalhava. Sei que isso não era da minha conta, mas eu estava ficando nervosa e intrigada. Meu tio dizia para nunca provocar um freguês – e era isso que ele estava virando – mas quando meu tio deixou o bar por minha conta novamente, eu fui até Draco na mesa em que ele sempre se sentava para perguntar:


– Por que você ainda está aqui?


– Porque meu whisky não chegou e eu quero beber – falou.


– Não. Há tantos bares melhores por aí! Mais caros, mais chiques, e que tem muitas mulheres bonitas, você não devia estar freqüentando esse lugar.


Aquele olhar gélido era algo que me intimidava, mas não me atrevi a demonstrar fraqueza. Eu não queria vê-lo. Ele me lembrava da guerra, e que meus pais estavam mortos. Ele me lembrava Hogwarts e das saudades que eu tenho de estudar lá com minhas amigas que simplesmente nunca mais apareceram, pois provavelmente descobriram que eu era praticamente uma pobreza em pessoa, garçonete de um bar humilde, morando com meu tio viúvo.


– Não sei se importa a você o motivo por eu estar aqui, Greengrass – disse Draco em resposta. – Mas de qualquer forma, as pessoas que freqüentam este lugar não me reconhecem. Ninguém tentou se vingar porque eu carrego isso cravado na minha pele. – Ele puxou a manga de seu casaco e me mostrou a marca negra em seu pulso. Sua pele estava vermelha e arranhada, como se Draco tivesse passado os últimos anos tentando arrancar aquela tatuagem esfregando as unhas nela. – Aqui ninguém se importa com isso e é tudo isso o que eu procuro.


– Então você está me dizendo que gosta de ficar aqui?


– Sim. E seu tio é um homem muito gentil.


– Gentileza – eu disse girando os olhos. – Isso é dinheiro, Malfoy. Ele gosta do dinheiro que você traz a esse lugar com todas as bebidas que você compra.


– Eu não me incomodo com isso.


Nós ficamos nos encarando. Fiquei intrigada e coloquei uma mecha do meu cabelo atrás da orelha, querendo não ter feito nenhuma pergunta... A presença dele agora parecia fazer mais sentido e eu disse baixinho:


– Certo, claro.


E voltei a trabalhar.


Mas de repente a porta se abriu. Olhei para ver quem era. Sebastian entrava com as mãos no bolso. Eu não olhei para ele, mas ele veio até mim.


– O que você quer?


– Quanta grosseria, Astoria – ele disse baixinho, segurando meu queixo. Afastei sua mão. – Mas você sabe exatamente o que quero.


– Eu estou trabalhando. Vai embora.


– Vamos, seu tio nem está aqui. E o bar está praticamente vazio.


Ele continuou segurando meu braço e quanto mais ele fazia isso minha raiva aumentava. Eu comecei a nutrir um ódio profundo por mim mesma por causa desse cara.


– Me solta.


– Porra, garota, eu não estou brincando.


– Saia daqui! – eu exclamei, empurrando-o com força. Ele se chocou contra uma mesa e caiu.


Devo tê-lo irritado também, porque quando se levantou ele disse, apontando o dedo:


– Não adianta fugir, fingir que eu não existo, sei onde você mora.


– Está me ameaçando? – ergui uma sobrancelha.


– Acha que pode me foder só quando você quer? Está brincando com o cara errado – ele respondeu antes de ir embora, chutando a cadeira com força.


Eu olhei ao redor, perdida, com um pressentimento ruim de que aquela não foi uma despedida. Draco olhava na minha direção com a testa franzida, mas depois virou o rosto como se não quisesse que eu percebesse seu olhar sobre mim.


Quando voltei para entregar a ele a garrafa que pediu, ele bufou.


– Já te falei que seu atendimento é péssimo? Nunca vi tanta lerdeza desde que Crabbe estava vivo. Ou é simplesmente preguiça?


– Eu atenderia mais rápido se você não fosse desagradável.


– Então o seu problema de atendimento é pessoal?


– Sim, é muito pessoal.


– Entendo – ele ajeitou o casaco e me encarou. – Vou tentar ser menos desagradável da próxima vez, se isso te fizer agilizar no trabalho.


Não sabia como isso seria possível, mas eu dei um sorriso seco para ele desafiando-o a isso.


– Eu não posso ser mais desagradável do que o seu amigo gentil que acabou de aparecer – ele acrescentou, sarcástico. – Posso? Acho que não. E, pelo visto, ele te consegue prender na parede como se você fosse uma lagartixa.


Eu fiquei com vontade de dar um tapa na cara dele, mas ao em vez disso eu falei fraquinho:


– Apenas beba a porra desse whisky, Malfoy, e cuide da sua vida.


– Cuidar da minha vida? Credo, isso parece ser tão entediante.


Mas ele ficou calado depois disso.


Ele só foi embora à noite, quando tive de fechar o bar. Eu caminhava pela rua, sozinha, sentindo minhas mãos trêmulas com o possível pensamento de que Sebastian poderia estar me perseguindo. Eu queria tanto me livrar dele. Meu tio estava viajando, o que significava que eu estaria sozinha em casa. Mas quando cheguei eu tranquei as portas e deixei a varinha sempre carregada no meu bolso, como uma arma. De todos os caras com quem já transei, Sebastian era o que não tinha sumido da minha vida. E ele insistia. E eu estava começando a me sentir indefesa. Presa.


E eu odiava me sentir dessa forma.


Entrei no meu quarto e Sebastian estava parado perto da janela com um sorriso perverso.


– Você se esqueceu das portas dos fundos, queridinha.


Fiz um erro ao apontar a minha varinha na sua direção e ameaçá-lo. Ele era rápido e ágil. Pegou meu pulso e o entortou, até que eu derrubasse a varinha no chão.


– Filho da puta – eu gritei, chutando sua virilha. Aquilo sempre dava certo. Corri enquanto descia as escadas. Ele estava atrás de mim no momento em que saí de casa. Eu corria pela rua escura, sem poder enxergar muito bem. Eu sabia que havia um esconderijo atrás da construção do bar, eu só precisava chegar até lá, mesmo que eu parecesse uma covarde sem saída. Mas o que eu podia fazer contra um cara mais forte do que eu e que quebrara a minha varinha e também, possivelmente, meu pulso?


Eu ia virar a rua, mas fui atingida por um feitiço. Minhas pernas bambearam e eu caí no chão, batendo a cabeça. Sebastian se aproximava de mim com passos lentos.


– Você teve uma escolha, queridinha. E você me deixou muito irritado.


– Não, por favor... – eu implorei, com medo. Ele se ajoelhou ao meu lado e o sorriso dele me dava a sensação de quando fui ao enterro de meus pais.


– Você devia implorar por outra coisa. Na cama. Comigo.


– Não – eu disse com mais firmeza. Mas não conseguia sentir minhas pernas. Ele deitou em cima de mim e eu fiquei sufocada, empurrando-o e me contorcendo para que ele saísse.


– Sem espernear! Ou eu vou jogar uma maldição em você!


Ele não esperou que eu dissesse outra coisa. Para mostrar que ele era um louco psicopata que estava falando sério, ele sussurrou baixinho no meu ouvido: “Crucius!


E a pior sensação da minha vida foi aquela. Eu tive uma visão de meus pais enquanto a dor atingia meu corpo com impetuosidade. Eles gritavam comigo, decepcionados. Os dois. Depois era como se ouvisse Dafne dando risada de mim, numa cama mergulhada de dinheiro e homens que a desejavam como se ela fosse uma rainha. Eu desejei que aquela dor acabasse logo...


E então acabou, mas gradualmente. O peso que invadia meu corpo desapareceu. Eu estava com os olhos fechados e quando os abri, a visão ficou embaçada. Eu ofegava. Apertei meus olhos de novo, sentindo as lágrimas caindo em minhas bochechas. Eu quis gritar, mas não encontrei voz para isso. Apenas olhei para o meu lado, onde havia uma confusão acontecendo.


Sebastian apanhava de um cara. Eu imaginei que meu tio tivesse voltado da viagem. Era difícil enxergar por causa da rua escura, mas eu sabia que Sebastian estava levando socos. Ele caiu no chão, mas a outra pessoa dava chutes nas suas costelas até que o deixasse sem movimento algum.


Eu ainda ofegava quando senti a aproximação do homem. Eu espreitei, querendo muito saber quem era. Então a voz denunciou tudo:


– Espero que depois disso você me atenda mais rápido.


Eu desmaiei antes mesmo de compreender a idéia de que Draco Malfoy havia acabado de me salvar.


 


 
Fico pensando que não vale a pena deixar vocês esperando para chegar aqui e verem um capítulo pequeno. Mas prometo, o próximo será maior. E se quiserem ele, sabem como pedir! Obrigada aos comentários, mais uma vez! 

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Comentários: 4

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Enviado por pokie. em 01/05/2011

aaaaah se ninguém me avisasse! AIHAIUH já arrumei o nome, obrigada por avisar :D (fui até procurar no google para até ter certeza, ele nem fez questão de me corrigir D:)

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 01/05/2011

 o nome do garoto que morreu em Hogwarts é CRABBE e não Grabbe.

 ahushuahs

 tudo bem... 

A fic ta ótima! Posta logo! beijão!

Nota: 5

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Enviado por barbara aguiar azevedo em 29/04/2011

Adoooro o Draco qnd dá uma de bom moçoo-herói, ficaaa tão sexyy!!!
Ahhh, esses capitulooo pequeeenos me matam... jurooo!!! sauashushsauhua

Pleaseee, não nos tortureee mais!!! =DD

Nota: 5

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Enviado por Mademoiselle Delacour em 29/04/2011

Dracooo *-* Lindo, gostoso, maravilhoso, misterioso e agora salvador da patria! uahuahuahuahua XD

Aguardando o next

Bjoos :*

Nota: 5

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