CAPITULO DOZE
Luna já tinha ministrado a poção em todos os doentes, era rápida para ficar pronta, e não precisava de horas de resfriamento, no momento em que a poção fazia efeitos todos caiam no sono imediatamente, sua pulsação diminuía, era como se a poção fizesse tudo ficar mais lento, quase parado.
- A poção já fez efeito em todo, quanto tempo dura o efeito Srta.? – perguntou um dos outros MedBruxos
- Certa de 7 horas, só pode ser ministrada de 24 em 24 horas, uma dose da poção antes disso pode matar algum deles. Espero que nossas 7 horas a mais ajudem a achar algo na investigação.
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Era possível ver os olhos frios e opacos como num dia chuvoso, não queria fazer aquilo de novo. Remexeu o malão, tinha levado tudo que precisava para o complicado feitiço de localização, algo lhe disse que iria precisar.
Quando sua mãe lhe mostrou o feitiço era apenas uma menino com 12 anos, lembrou – se como se fosse ontem do dia em que perguntou o que ela fazia trancada na biblioteca da mansão.
{lembranças em Itálico}
“Apenas um feitiço querido.”
“É magia negra não é mamãe?” o garoto tinha os olhos arrogantes do pai mas o carinho que sentia pela mãe amenizava a expressão tão sombria, ainda mais por ser apenas uma criança.
“Como sabe Draco?”
“Seu braço está pintado e tem cortes, Lucius sempre diz que a maioria dos feitiços que leva sangue são magia negra.”
“Não o chame de Lucius querido, ele é seu pai, se ouvir você chamá-lo assim vai te castigar, e sim ele está certo, é magia negra, mas ao contrario da maioria não prejudica ninguém, apenas a pessoa que o executa.”
“Não me importo com o castigo, e quais são as conseqüências?”
“É apenas um feitiço de localização, mas ele drena sua energia durante horas, e você perde muito sangue, é um feitiço complicado, mas o mais eficiente, apenas a família Black conhece, arrisco dizer que minha mãe nem ao menos o ensinou a Bella ou a Andromeda, Sirius sabia, mas nunca usou magia negra.”
“Quero aprender!”
Tinha demorado quase três meses, ele ficava fraco por dias, agora os efeitos eram um pouco menores, mas ainda assim não conseguia nem ao menos andar depois dele.
- Vai precisar de ajuda não vai?
A pergunta veio de Blaise, mas pelo canto do olho viu que sua ruiva ainda não tinha saído do quarto.
- Sempre preciso. Talvez você não devesse ficar aqui Gina.
- Por que não?
- É magia negra, sei como todos os grifinorios reagem a ela, e o feitiço não é nada bonito.
- Vou ficar, você disse que precisa de ajuda, posso ficar não é?
- Sim.
Ele arrastou tudo que tinha no quarto para o outro lado, conjurou um lençol de seda imaculadamente branco e o estendeu no chão. Gina olhava tudo atenta, mesmo não entendendo nada, uma travessa com um liquido escuro foi conjurada e colocada no meio do lençol, onde Draco se sentou com as pernas cruzadas e a varinha ao lado, com o dedo indicador ele molhou o dedo e fez alguns desenhos no antebraço esquerdo, para depois fazer a mesma coisa no direito. Com um floreio da varinha de Blaise o liquido sumiu e dentro da vasilha agora tinha um pequeno punhal dourado.
- O... O que vai fazer? – ela estava assustada, nunca tinha realmente presenciado um feitiço desse jeito, estava assustada, admitisse ou não.
- Preciso que você fique quieta, parada como uma estatua, o melhor seria estar sozinho, Blaise sempre fica para me ajudar, mas se você não ficar quieta creio que Blaise vai ter que te deixar pretificada.
- Ele não faria isso.
- Sim faria, se você se mover ou falar durante o feitiço eu posso morrer Gina, Colabore.
Draco viu que a tinha assustado, não era intenção mas era necessário, ele realmente podia morrer, talvez ela tenha se assustado tanto quanto ele quando recebeu a noticia de que poderia morrer.
“Esteja sempre sozinho Draco.”
“Por que? Você está comigo e deu tudo certo”
“Mas eu, meu querido, seu quais são as conseqüências que falar ou me mover durante a execução do feitiço podem causar.”
Narcisa era sempre carinhosa de mais, quem a conhecesse e não soubesse que era uma Malfoy nunca diria que era, nunca diria que ela poderia ser mais perigosa que Bellatriz, poucas pessoas tinham visto Narcisa Malfoy perder o controle, e normalmente os que viam não sobreviviam para contar a historia.
“ E quais são elas mãe?”
“Você pode morrer querido.” Ela ainda tinha o rosto tranqüilo e um sorriso carinhoso.
“Como? E por que?”
“Quando você faz as inscrições nos braços está convocando toda a magia que existe no seu corpo, quando você se auto mutila está convocando toda sua força física e quando recita o feitiço está juntando as duas, quando termina o feitiço você se sente fraco, isso é por que toda essa força e essa mágica foram andar por todo o mundo a procura da pessoa que você quer e quando ela volta não é para o seu corpo que ela vai, ela simplesmente se dissipa e te mostra o que você quer. Se por acaso alguém atrapalha o feitiço, como pronunciar uma palavra ou um patrono, ou se mover, sua mágica e sua força se perdem de você o problema querido é que ela vai continuar te sugando enquanto você não terminar de recitar o maldito feitiço, mas até conseguir fazer isso de novo já vai ter morrido.”
“Já conheceu alguém que morreu fazendo isso?”
“Sim.”
“Quem?”
“Seu avô.”
Pegou o pequeno punhal e fez dois cortes na altura do pulso, era impossível morrer por causa deles, primeiro o braço esquerdo foi mutilado e colocado em cima da tigela depois o direito, o punhal foi esquecido na tigela, Draco juntou os braços, deixou o sangue escorrer ate os cotovelos e pingar na tigela então começou a recitar palavras complicadas.
Gina viu com espanto seus cabelos voarem e o suor escorrer pela sua têmpora, o sangue agora escorria rápido, a tigela tremeu, o sangue secou em seus braços parando de pingar, espantada ela viu lagrimas de dor saindo de seus olhos e mais espantada ainda viu uma forma saindo dele, um dragão, como um patrono, então o sangue contornou a forma do dragão, as lagrimas agora escorriam em abundancia, com certeza turvando sua visão. O dragão girou como louco, as palavras de Draco já saiam fracas, cada vez mais abafados pelos seus gemidos de dor, e quando ele terminou de recitar o feitiço ficando ainda com os braços juntos, o dragão parou de girar e se deitou no lençol, marcando com o sangue de Draco um mapa, e a localização exata de Pansy Melanie Parkinson.
- Deixem o sangue secar. Preciso de chocolate.
Foi a ultima coisa que o loiro disse antes de desmaiar.
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- Gostaria de falar com o Ministro.
- O Sr. Tem hora marcada? – a Secretaria lhe lembrava alguém, devia ser coisa da sua cabeça, não estava bem. Tinha cabelos castanhos lisos, e se colocassem os mesmo olhos de ... Sua cabeça estava confusa, era melhor parar.
- Querida, eu sou Harry Potter, vou falar com o Ministro com ou sem hora marcada.
Odiava usar seu nome para conseguir as coisas, mas as vezes, e só as vezes, achava bom poder ter tanto poder apenas por dizer seu nome.
- Pode entrar Sr. Potter.
A sala do Ministro não ostentava nada de mais, estantes com livros, quadros se mexendo por todos os lados, troféus, não teve tempo de olhar muita coisa.
-Sr. Potter, que honra recebê-lo, em que posso ajudar?
- Por que os relatórios não dizer nada? São apenas maçantes, e nada dizem a respeito do envenenamento, quem fazia os relatórios?
- Lararic, ele morreu antes que pergunte onde ele esta Sr. Potter. – claramente o Ministro tinha ficado nervoso.
- O chefe dos inomináveis sabe de alguma coisa, esta sendo investigado agora, mas ele não faria sozinho, Lararic era trouxa?
- Sim Senhor Potter.
- Pense Sr. Ministro, ele teve alguma mudança de comportamento durante os últimos tempos?
Pierre AmourdeVox olhou para o homem a sua frente, ele parecia desesperado a ponto de atacar qualquer um que desafiasse uma ordem, e começou a pensar, Lararic sempre havia sido muito bom, mas desde 6 meses atrás sempre aparecia cansado.
- Nos últimos meses ele sempre aparecia muito cansado, o que era estranho, ele era sempre tão cheio de vida e alegria! E aos pouco parecia que ia definhando, até que tudo mudou e ele começou a parecer indiferente a tudo, as vezes parecia perdido mas logo mudava a para a expressão fria.
- Seus olhos ficavam desfocados?
- Não tenho certeza Sr. Potter.
- Como, em nome de Merlin, o Sr. Não sabe? Ele estava sob a maldição Imperius, e o pior de tudo é que nem o Ministro da Magia percebeu isso! Droga!
Harry desabou na cadeira, a cabeça pendeu para frente e ele já não pode segurar as lagrimas, não tinha como provar que o homem estivera sob a imperius, mas para ele era obvio, sentiu uma mão em seu ombro, com os olhos vermelhos e o rosto manchado pelas lagrimas olhou para cima e viu o ministro.
- O que houve meu jovem? – Então por um momento Harry se imaginou em frente a Dumbledore.
- Hermione foi infectada, eu tenho 3 dias para descobrir como curá-la, preciso começar por algum lugar.
- Hermione? Sua amiga Hermione Granger?
- Sim, Hermione Potter.
- Sinto muito meu jovem, talvez ache algo na sala de Lararic, ele estudou em Hogwarts, era da grifinoria, tinha costume de dizer que existiam coisas que só um grifinorio como ele poderia descobrir em seu escritório, quem sabe você não possa?
Pierre acompanhou Harry pelos corredores ate a ex-sala do auror, sem notar que a secretaria agora tomava um liquido viscoso e fazia uma careta se olhando no espelho mais uma vez.
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- Por favor pare! Eu falo, só por favor pare!
O grito lhe deu arrepios na nuca, nunca imaginou que Gina pudesse fazer esse tipo de coisa, depois do feitiço que Draco havia feito, eles o colocaram para dormir durante uma hora, abafaram o quarto e Gina foi até Darius, chefe dos inomináveis, para obter informações.
Fazia certa de 1 hora que estavam ali, e depois de terríveis gritos de dor e desespero o homem concordou em falar, escutou a porta abrir.
- Quanto tempo ela está La com ele? – perguntou Draco rouco e mais pálido que o normal.
- Cerca de uma hora, ele acabou de gritar que vai falar para ela, eu não sei o que ela está fazendo mas eu senti dor apenas ouvindo os gritos, e como você está?
- Bem melhor Obrigado, vamos entrar.
Abriram a porta cuidadosamente, Darius estava em um tipo de maca, todo amarrado, tinha muito sangue por todo o peito e os braços e era possível ver que Gina tinha desafivelado sua calça, Draco teve medo so de imaginar que tipo de ameaças ela tinha feito.
- Pode começar a falar meu querido, não ligue para eles.
A voz dela era doce e hipnotizante, como se quisesse seduzi-lo, foi impossível não ficar com ciúmes, com um floreio de varinha Darius estava sentado em uma cadeira de madeira.
- Ruiva sua gostosa, você poderia me dar um copo de conhaque antes? Para esquentar as coisas entre nos.
Draco ferveu, só não fez nada por que Blaise o segurou, ele ficou ainda mais vermelho ao ver Gina se abaixar, ficando com o decote nos olhos de Darius, e falar sussurrado em seu ouvido:
- Claro querido!
Ele observou incrédulo Gina ir até o criado mudo onde tinha uma garrafa, ao seu lado um telefone, ela pegou a garrafa e deu um longo gole, puxou o fio do telefone e foi ate a cadeira carregando os dois.
- Você quer o conhaque querido? – ela perguntou enquanto tomava mais um gole e balançava os quadris sensualmente.
- Claro ruiva e depois quero você sentada no meu pau.
Gina sorriu, ergueu o telefone e o abaixou acertando em cheio, o rosto do homem se virou com o impacto, cuspiu sangue, então ela o pegou pelos cabelos endireitando sua cabeça que agora estava meio mole devido a dor, e acerto o telefone do outro lado de seu rosto.
- Vamos La querido, você vai mesmo me fazer quebrar as unhas? Comece a falar, vai ser melhor para você.
- Ela... ela pegou minha filha, quase ninguém sabia de sua existência, é minha filha com uma trouxa, meu pai nunca aceitaria, então eu as mantive escondidas, mas agora ela está com as duas e vai matá-las por sua culpa, por que você me fez falar, eu preciso salvá-las.
- Calma Calma querido, a poção que você tomou no inicio da sessão quebraram qualquer tipo de pacto mágico que você tivesse.
- Mesmo?
- Sim. Agora explique o que quer dizer.
- Ruiva maldita, por que não me disse isso antes? Você não ter precisado arrebentar minha cara! Eu quero me livrar daquela louca a muito tempo!
Draco e Blaise riram, Gina era de mais, estava com um sorriso de orelha a orelha, com um floreio de varinha todos os ferimentos estavam curados.
- Meu pai morreu a 6 meses, então eu me casei com ela, a mulher trouxa, ela conhece o mundo bruxo e minha filha já faz mágica involuntária, mas então Lararic começou a agir estranho, muito estranho, e em um dia que combinamos de passar num pub aqui perto ele me enfeitiçou, quando acordei estava na cama com uma mulher que nunca tinha visto e minha esposa estava na porta do quarto, depois disse recebi um bilhete dizendo que ela e minha filha estariam seguras enquanto eu fizesse o que elas mandavam. Lararic estava sob Imperius desde então, aquela mulher o matou, matou meu melhor amigo, na minha frente e eu não pude fazer nada, por que as coisas mais importantes para mim estão com ela.
- Como era essa mulher? – Draco perguntou, a simulação da traição era coisa de Pansy, ele sabia, mas quem seria a amiga da esposa? Sim, seu pensamento lógico trabalhando, se a esposa fora seqüestrada com a filha devia ter recorrido a alguma amiga para passar alguns dias fora de casa, mas quem era ela?
- Morena, nunca olhei direito para ela, disse que se chamava Melanie.
- Pansy, sua mulher morava com você?
- Sim! É claro.
- E ela tinha uma amiga com quem podia contar sempre? Digo uma amiga boa o suficiente para que ela pudesse ligar e se hospedar em sua casa?
- Sim, ela estava no nosso casamento, Darius tinha se interresado por ela, e ela parecia retribuir.
- Qual o nome dela? – Blaise pergunta.
- Não sei, nunca realmente me importei com as amigas de Eillen, mas ela tinha cabelos compridos e pretos era alta e tinha olhos puxados, como uma Oriental.
- Cho Chang?
Foi a pergunta incrédula feita por Draco.
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Como diria o Ministro, apenas um grifinorio poderia achar.
Dentro de um chapéu velho estava um livro, a senha do livro era grifinoria, e você tinha que pingar uma gota de sangue na primeira pagina para provar que não queria as informações para fazer mal, então o diário do ex-auror aparecia quase completo, escrito em vermelho sangue, Harry foi até suas ultimas paginas, se surpreendeu com o que viu.
“ Estou sendo enfeitiçado, não sei por quem, Imperius, não lembro de nada nos últimos 2 meses, estou ficando louco, o efeito do feitiço é provisório visto que não quero ser controlado, no meio de um corredor no ministério hoje, não sei o que esta acontecendo, Darius veio me perguntar quando vai poder vê-las, acho que percebeu que eu não estava sob efeito do feitiço o que disse depois ficou gravado em mim, Fuja, para longe, foi o que ele disse, você não tem nada a perder Lararic, mas sei que quem quer que esteja me colocando o feitiço esta ocupado demais para me ver agora, preciso descobrir algo, vou tentar me passar por enfeitiçado, com a ajuda de Darius pode dar certo.”
O próximo relato aparece depois de quase 2 meses.
“Faz tempo que não escrevo, estou conseguindo, eles estão com a família de Darius, Merlin eu tive que colocar a poção em tantas garrafas!Preciso de perdão, preciso fazer algo para me redimir. O nome dela é Pansy, ela diz que nos tenhos que passar a poção na parte de dentro da garrafa para que não seja detectada, até agora esta dando certo, falhei em duas missões, ela esta ficando desconfiada, tem mais comparsas infiltrados no Ministerio, tenho que tomar cuidado. O ministro não é exatamente confiável, sua secretaria esta no meio do jogo, pode estar sendo enfeitiçado, Pansy tem trouxas trancados no calabouço, é assustador, alguns estão quase mortos. Estou tendo pesadelos. Se eu for enfeitiçado de novo pode ser que não consiga voltar, lutar contra a maldição é quase uma dor física, pelo menos eu sei que se estiver enfeitiçado o diário não se abriria.”
Realmente, resistir a uma maldição imperdoável era doloroso, mas ele precisava descobrir mais. A secretaria, precisava saber quem era.
Esse relato era mais próximo a data de sua morte.
“Ela esta desconfiada, a moça de cabelos longos e olhos puxados não gosta de aparecer para todos nós, é uma oriental, tenho a impressão de que a conheço de algum lugar, fui submetido a muitas Criciatos esta semana, foi difícil, Darius ainda está sob as ordens dela, sua família corre perigo, muitos já morreram por causa do veneno, Darius disse que tenho que ir embora, mas não posso, sou eu quem alimenta sua mulher e sua filha, estão bem por enquanto, assustadas mas bem, estou escrevendo aqui os ingredientes da poção, espero estar fazendo algo de bom, Pansy me disse que sua intenção é trazer alguns aurores de Londres, me pergunto por que não mandou a oriental enfeitiçar o ministro e pedir para trazê-los, acho que ela quer primeiro que tudo vire um caos, para então poder eliminar os outros.”
Abaixo estavam todos os itens da poção, estava pedindo a Merlin para que no próximo e ultimo relato ele tivesse colocado qual era o antídoto.
“Ela esta me caçando, vai me matar, vai me matar com o veneno, eu vou morrer sem conseguir fazer algo bom, estava tentando descobrir como se faz o antídoto, descobri que ele não existe, mas descobri um feitiço antigo, muito antigo que pode funcionar se for realizado por um puro sangue, o nome do feitiço é puhastab verd é como uma purificação, apenas balançar a varinha em direção a pessoa, com os mesmo movimentos do Leviosa, não tenho certeza se pode dar certo, por que o sangue puro que o for realizar vai transferir seu sangue e receber o sangue da vitima em troca, é doloroso pelo que vi, mas como sangues-puros não são afetados, pode dar certo, é minha única pista, eu tenho certeza que nunca vai afetar mestiços nem puros, pois o vírus simplesmente se dilui em seu sangue, vou parar por aqui, talvez eu tente o feitiço, se ainda estiver vivo.”
As ultimas linhas estavam borradas, como se ele estivesse com pressa, mas para a sorte de Harry, ele tinha dito o nome do feitiço e dito como poderia ser realizado. O patrono mandado para todos foi rápido com a mensagem, Agora iria para Hermione, iria tentar o feitiço.
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O patrono chegou a Blaise, relatando tudo, precisavam começar.
- Harry acha que realmente é alguém envolvido na historia, ela está com a pilissuco como secretaria do Ministro, Disse que é para você e o Draco irem atrás da Pansy, eu vou para a secretaria.
- E eu? – perguntou Darius que já não estava amarrado depois de repetir tudo sob Verritasserum.
- Pode vir comigo pegar a secretaria.
Imediatamente os dois aparataram, com certeza Darius tinha passa livre para fazer isso direto no Ministerio.
- O lençol está no quarto, você está pálido, eu posso ir sozinha se você não estiver bem.
Gina olhava cuidadosamente no rosto do loiro, tinha bolsas escuras abaixo dos olhos estranhamente opacos, os cortes nos braços continuavam ali, o sangue tinha sido limpo mas ele continuava suando frio.
- Não, eu não estou bem, e não eu não vou deixar você sozinha trás dele, você não sabe do que ela é capaz. Normalmente depois de fazer o feitiço eu não me mexo durante um dia inteiro, o chocolate está ajudando.
Ele tirou a barrinha do bolso e foi para o outro quarto. O coração de Gina deu um pulo ao ver que ele tinha que se escorar nas paredes para chegar até La, não iria nem ao menos conseguir aparatar. Foi até ele e lhe ofereceu apoio e uma poção revigorante.
- Vai se sentir melhor, e agora como vamos onde ela está?
O lençol continuava aberto no chão com as marcas de sangue, no centro dele um ponto vermelho que tinha a maior concentração de sangue.
- Ela está no ponto vermelho, lembro desse lugar, parece com a casa dos Parkinson em Dubai, vamos para lá, eu sei como entrar.
Se sentia melhor depois da poção, não que estivesse recuperado, mas agora podia fazer feitiços e andar sem ajuda, aparatar com ela não seria problema, juntou seu corpo no da ruiva a pensou em Dubai.
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O lugar era lindo, a casa era de frente para a praia de águas claras, areia branquinha, calor agradável, era perfeito e também era o esconderijo perfeito.
- Eu sei que é lindo, mas depois apreciamos a visão, eu tenho uma casa do outro lado da cidade com a vista parecida.
O sussurro de Draco no seu ouvido e suas mão apertando sua cintura por baixa da blusa não estavam ajudando, por mais preocupada que estivesse sentir seus beijos suaves em seu pescoço era de mais para suportar em silencio.
Draco a virou para ele e lhe beijou, como estava com vontade de fazer, como se dependesse disso, até ser interrompido por uma voz irritante que ele conhecia muito bem.
- Olá Draquinho, sabia que iria se lembrar de mim e vir me procurar, só não precisava trazer esse coelho junto. Esqueceu que ele te traiu comigo Weasley? Ou você quer ver ele trepando comigo mais uma vez?
Gina ficou mais vermelha que Rony quando ficava com ciúmes, e a única coisa que Draco viu foi ela erguer a varinha e antes de conseguir impedi-la ela lançou sua famosa azaração.
{LinhaAqui}
Oi Pessoas...
Desculpe a demora, eu estava com alguns problemas na facul, e o trabalho estava tomando meu tempo.
Muito Muito Obrigado aos comentários e aos e-mails, eu fiquei bem feliz.
Bom... Acho que a Fic está chegando no fim, Talvez mais 3 capitulos. Ainda não tenho certeza, talvez eu não faça chegar tão rápido.
Alguém quer gripe? Eu estou tomando 3 remédios e nada dela ir embora, deve ter me achado bonita!
Comentem, e até a Próxima
=DDD