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3. Sou Eu Quem Manda Aqui!


Fic: Ironia - Femmeslash


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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SOU EU QUEM MANDA AQUI



As semanas que se seguiram foram sem duvida as melhores de toda a minha vida, apesar de nosso tempo juntas ser bastante escasso passávamos todo nosso tempo livre uma nos braços da outra, passeando pelos gramados de Hogwarts por noites e noites afim (nessas horas era incrivelmente conveniente que ambas fossemos monitoras, afinal não seria nada legal sermos pegas fora da cama zanzando pelo castelo depois do toque de recolher e acabar sofrendo detenções nojentas como ter que lavar os frascos de ovas do Profº Slughorn), nós também passavamos horas e horas na sala precisa ou na torre de Astronomia quando nossa primeira opção estava ocupada (o que acontecia com muita freqüência).

É claro que era uma grande bosta de dragão ter de nos escondermos de todos o tempo todo, não que ficássemos perto uma da outra em publico, mas obviamente as trocas de olhares eram inevitáveis sempre que estávamos em um mesmo ambiente e tínhamos sempre que nos esforçar ao máximo para ignorar a presença uma da outra, o que era praticamente impossível levando em consideração que, toda vez que nossos olhos se encontravam era como se uma corrente elétrica percorresse nossos corpos, criando em ambas aquela vontade louca de nos abraçarmos, nos beijarmos, explorar o corpo uma da outra com nossas mãos e bocas, de arrancarmos as roupas uma da outra e depois fazer, você-sabe-o-que. Essa situação estava esgotando à ambas, mas não podíamos ser vistas juntas, então era algo com que tínhamos que conviver diariamente (ainda bem que existia o noturnamente, se é que você que me entende e se é que essa palavra existe).

Mas existiam ocasiões em que só o “noturnamente” não bastava, e era nessas horas que eu me escondia em alguma sala vazia ou alguma passagem secreta e esperava até que ela passasse. Então ela vinha com seu andar sempre despretensioso e seguro. Eu nunca havia reparado, mas ela tinha um caminhar fluido como se seus pés mal tocassem o chão, também nunca havia reparado como seus cabelos vermelhos dançavam como chamas ao seu redor, nem a forma como sua saia subia levemente conforme o balançar de seus quadris.

E então quando ela passava eu a puxava para mim, colando imediatamente meus lábios nos dela não só para que ela não gritasse com o susto, mas também para saciar o enorme desejo que crescia cada vez mais em mim, sempre me surpreendia quando ela correspondia aos meus beijos com a mesma urgência que eu tinha, ou quando só os beijos não eram suficientes e ela percorria meu corpo com suas mãos tão ágeis que sempre deixavam rastros de fogo na pele por elas tocada, e sua boca exigente beijava meu pescoço, colo.

Não que nossa relação fosse baseada somente em sexo, mas era praticamente impossível evitar que isso acontecesse em qualquer lugar que fosse, não era algo que pudéssemos controlar, era muito freqüente usarmos mesas escolares para fins nada acadêmicos, ou você me encontrar com a cabeça sob a saia dela, e em algumas outras situações.

Ah! E ai você pode estar pensando Bellatrix Black era uma pervertida que levou a pobre Lílian para o mau caminho, mas não foi bem assim... um pouquinho talvez, mas ela não era tão inocente assim, afinal eu sempre era a primeira a ficar totalmente nua, e pior, na maioria das vezes eu nem percebia de tão rápida que ela era, fora que também tinha um tal de kroma-sutra, karma-sutra, kama-sutra ou qualquer que seja o nome, e desse sutra ai, é melhor nem entrar muito em detalhes. A questão é que o desejo que sentíamos fisicamente uma pela outra era algo que estava se tornando praticamente incontrolável, e nos arriscávamos cada vez mais em corredores ou salas de aula vazias.

Mas também havia momentos em que conseguíamos ficarmos juntas, sozinhas e com roupas, sempre uma nos braços da outra, é claro. Ficávamos conversando por horas e horas trocando confidencias, conhecendo mais sobre a outra. Foram nessas inúmeras horas de conversa que descobri que sua cor favorita era o preto, sua comida predileta era italiana, que ela gostava de uma tal Janis Joplin, que se um dia tivesse um filho ele se chamaria Harry, uma homenagem a seu avô, que segundo ela havia sido um grande homem, descobri também que ela sempre quis conhecer a Grécia.

Eu lhe contei sobre minha família, minha primeira vez com uma garota, a reação de minha família quando revelei sobre minha sexualidade, sobre minha irmã mais velha Andrômeda que atualmente saia às escondidas com um nascido trouxa chamado Ted Tonks, ela riu dizendo que pelo jeito era o destino das irmãs Black se apaixonarem por trouxas, perguntou se Narcisa também gostava de algum trouxa, eu lhe disse que não, que ela era perdidamente apaixonada pelo Malfoy. “Pobre Narcisa” ela disse, tanto sua face quanto sua voz estavam tão desoladas que para mim foi impossível conter o riso que logo se juntou ao dela.

Lílian era uma pessoa fascinante, sempre mais preocupada com os outros do que com ela mesma. Doía-lhe o fato de ter se afastado de sua irmã depois que entrou para Hogwarts e esperava reconciliar-se com ela um dia, pretendia tirar boas notas nos NOM’s, pois queria ser uma curandeira no St Mungus assim ela poderia ajudar as pessoas de forma mais eficaz, em outras palavras Lílian Evans era totalmente o oposto de mim, mas de alguma maneira nós nos entendíamos perfeitamente, é claro que hoje eu sei que nossa quase perfeita harmonia se devesse ao fato do amor que ambas sentíamos, o problema é que nem sempre o amor é suficiente.

Estávamos a um mês de fechar o 1º trimestre em Hogwarts, e nosso tempo juntas tornou-se praticamente raro, era ano de NOM’s para ela que conseqüentemente se dedicava mais que nunca aos estudos, passava horas e horas enterrada na biblioteca, os livros, pergaminhos e penas se tornaram seus companheiros constantes. Claro eu também estava empenhada em meus estudos, para mim o NIEM’s, agora era tudo executado em feitiços mudos, mas esse não era o problema, eu executava feitiços mudos desde o quinto ano, mas os feitiços estavam cada vez mais complexos, as poções então, nem se fala. Mas conseguimos uma noite só para nós, e fomos para o nosso refúgio a sala precisa...

- Bem hoje é você que escolhe o local para onde iremos, mas por favor, sem praia sim?! Da ultima vez fiquei horas no banho para tirar a areia do meu corpo – eu disse com uma voz desolada, enquanto esperava ela ir e vir 3 vezes em frente a parede – E outra, elas são bem atrevidinhas, tinha areia até na minha buc....

- Bellatrix!!!! – Ela ralhou comigo enquanto ficava toda vermelha.

- Ok, ok, desculpa?! Como eu estava dizendo, tinha areia até em você-sabe-onde.- eu disse de modo displicente.

- Certo, vou ver o que posso fazer por você, srta Black. – sério, ela ficava uma gracinha quando emburrada.

- Uhuuu, olha só quem está aprendendo a ser toda sarcástica.

- É, saia com a pior sonserina da história e é nisso que dá.

- Ahhh Lily – eu disse abraçando-a por trás e falando próxima ao ouvido dela – você sabe que eu estava só te provocando, o lugar não importa desde que eu esteja com você. E mais uma coisa – eu disse enquanto pressionava seu corpo contra o meu – o seu sarcasmo é muito... sexy. Então é melhor você abrir logo esta sala ou eu serei obrigada à arrancar a sua roupa aqui mesmo no corredor – eu disse enquanto beijava e mordiscava seu pescoço e subia minhas mãos até seus seios, ela tremeu involuntariamente e pude sentir como sua respiração ficou pesada.

Ela virou-se para mim, a primeira coisa que notei em seu rosto foram os olhos com íris escurecidas pelo desejo. Depois ela nos girou e me empurrou rudemente fazendo com que minhas costas bateram de forma dolorosa na parede atrás de mim (não que eu tenha me importado, é claro), ela então pressionou seu corpo contra o meu, colou sua boca em meu pescoço e suas mãos invadiram minha saia, ela não me tocava realmente, seus dedos apenas roçavam meu sexo sobre a lingerie, e aquilo como ela bem sabia me excitava tanto quanto se ela estivesse realmente me tocando, minha respiração imediatamente tornou-se ofegante, senti meu corpo estremecer sobre o toque dela, pude sentir que minha calcinha começava a ficar levemente molhada, ela é claro também percebeu isso, pois aproximou sua boca e falou contra meus lábios “ Não Bella, se você vier a fazer alguma coisa hoje, será somente com a minha permissão, hoje, eu estou no comando”.

Ela fez menção de me beijar, mas na verdade ela apenas abriu a porta atrás de mim que eu nem mesmo vi se materializar. E eu quase cai, mas ela segurou-me pela cintura, trazendo meu corpo para junto do dela, a proximidade do rosto dela me fez querer ter seus lábios nos meus, me inclinei em sua direção para beijar-lhe, mas ela recuou o rosto, porém ainda mantendo suas mãos em minha cintura.

- Comporte-se Bella.

- Tudo bem – eu disse levantando as mãos em sinal de rendição, enquanto ela sorria achando graça.
Minhas mãos agarram seu pescoço impedindo que ela se afastasse de mim novamente, então eu a beijei, forçando minha língua entre seus lábios ela resistiu por alguns segundos, mas então seus lábios se abriram dando-me passagem ao mundo de sabores que era sua boca, a sensação de sua língua na minha era algo inexplicável era ao mesmo tempo exigente e suave, explorávamos uma a outra como seu houvessem segredos ocultos que precisássemos desesperadamente desvendar. Uma de minhas mãos agarrou os cabelos de sua nuca puxando sua cabeça para trás de forma que seu pescoço ficasse totalmente exposto aos meus lábios, minha outra mão desceu até a base de sua cintura apertando-a contra mim, e desceu um pouco mais até o bumbum firme dela, apertando-o de forma obsena. Continuei deslizando minhas mãos até a barra de sua saia e fiz o caminho inverso enquando cravava minhas unhas na pele agora exposta de suas coxas, ela gemeu em meu ouvido e apertou mais meu corpo contra o seu, então inesperadamente afastou-se de mim...

- Você não me deixa alternativas Black – num movimento rápido com a varinha ela me lançou contra a cama que até então eu não tinha notado que existia – espere ai e fiquei quietinha, eu já volto...

Ela saiu por uma porta que eu também não havia notado, na verdade eu não havia notado nada no ambiente, e como ela não dava sinais de retornar rapidamente e me dediquei a estudar o lugar onde estávamos, era um quarto escuro com uma luz quente e indireta o iluminando, suas paredes pareciam ser cobertas com pelúcia em tom bordô, a parede em frente a cama era revestida de mosáicos portuguêses com variados tons de verde, o teto tinha o mesmo encantamento que possuía o salão principal e espelhava um céu estrelado, com uma lua quase cheia coberta parcialmente por uma nuvem solitária.

A cama enorme era o único móvel no ambiente era repleta de travesseiros de diversos tamanhos e formas, os lençóis eram brancos criando um perfeito contraste com o ambiente escuro e acentuava ainda mais a beleza do mosáico. Observei que a cabeceira da cama era alta e delicadamente ornamentada em dourado e prata, um ambiente muito agradável num todo, num insight percebi que sua decoração remetia as cores da Sonserina e da Grifinória, remetia a mim e a ela.

Não pude pensar em mais nada depois dessa constatação, pois ela vinha em minha direção, minha respiração acelerou quando avaliei seu corpo, ela estava gloriosa, coberta apenas com um hobbie curto que estava entreaberto deixando visível a lingerie preta que contrastava perfeitamente com sua pele alva e seus cabelos flamejantes. Em seu rosto um sorriso torto e sacana, em uma de suas mãos uma garrafa de vinho tinto e duas taças, pude perceber que levava a varinha no bolso do hobbie, aquilo por um momento me deixou temerosa e excitada, eu bem sabia o que ela podia fazer com aquele objeto de 26cm.

- Ora, ora, que bom que resolveu me privilegiar com sua presença Srta Evans, devo dizer que a srta. está incrivelmente sexy neste hobbie, mas eu aposto que você ficaria um milhão de vezes melhor sem ele – eu disse de modo sedutor.

- Minha roupa é mais do que adequada para o momento, pelo menos por enquanto, agora a sua, tsc tsc tsc.
Com um floreio rápido da varinha ela havia transfigurado toda a minha roupa. Assim como ela eu vestia um hobbie (transparente) e lingerie mas na cor pérola, ela inclinou a cabeça para o lado me avaliando por um momento, mais um floreio da varinha e minha trança foi desmanchada fazendo com que meus cabelos ficassem soltos em leves ondulações que caiam por minhas costas e ombros. Ela veio até mim, deixando a garrafa e as taças sobre um criado-mudo que se materializou para atender a necessidade do momento, ela subiu na cama e sentou-se em meu colo de frente para mim de modo que suas pernas enlaçaram minha cintura.

- Você está absolutamente linda - disse Lílian.

Deslizei a ponta de meus dedos por seu rosto e pescoço, ela fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás, beijei-lhe os ombros, um leve gemido lhe fugiu dos lábios quando beijava seu pescoço, beijei-lhe as maças do rosto e finalmente cheguei aos lábios, o gosto, a textura, a sensação, tudo, é simplemente inexplicável. O beijo foi lento mas apaixoado, nossas linguas e lábios dançavam em perfeita harmonia ao som música vinda de nossas almas, e tão suave quanto começou ele terminou, nos olhamos pelo que parecia uma eternidade, não eram necessárias palavras, seus olhos me diziam o quanto ela me amava e tenho certeza que os meus lhe diziam o mesmo.

Peguei a garrafa de vinho que havia sido foi esquecida, e ela a abriu com um aceno da varinha, enchi nossas taças, ergui em sua direção e ela imitou meu gesto. Bebemos o vinho enquanto nos olhávamos nos olhos, uma corrente elétrica começou a percorrer nossos corpos, talvez fosse por cauda so vinho mas de repente nos tornamos mais conscientes do corpo uma da outra, a tensão era tanto que suas íris escureceram de forma que seus olhos estavão quase tão negros quanto os meus. Terminamos nosso vinho ao mesmo tempo e depositamos nossas taças no criado mudo, quando ambas fizemos esse movimento nossos sexos de tocaram brevemente, mas foi o suficiente para meu corpo todo incendiar.

Trouxe seu corpo para mim e a proximidade fez com que nossos seios se tocassem, e isso foi o suficiente para que a bomba-relógio que era o meu auto controle detonasse. Eu a beijei vorazmente, o gosto do vinho misturado ao gosto dela fez com que o beijo se tornasse quase desesperado, eu precisava dela, precisava senti-la em minha pele, senti-la em minha alma. Ela também precisava disso, seu corpo respondia a cada estímulo do meu, logos as mãos dela se perderam em meus cabelos, senti suas unhas arranhando meu coro cabeludo quando seus dedos se fecharam em torno dos meus fios puxado-os, me trazendo para mais perto dela.

As mãos dela estavam em todos os lugares, deslizando por meu pescoço, ombros, seios, tórax, então ela desfez o nó do meu hobbie e o retirou enquanto beijava meu pescoço, eu fiz o mesmo, desfiz nó de seu roupão e o retirei, ela inclinou seu corpo para que eu pudesse me deleitar em seu colo, mas eu ansiava por seus seios, desejava me perder neles, sentir sua textura em meus lábios, seu sabor em minha língua, mas quando fiz menção de abrir seu sutiã ela me deteve.

- Não, não, Bella, eu não lhe dei permissão para isso.

- O que?! Lily não é como se eu nunca tivesse tirado a sua roupa antes.

- Sim eu sei disso, mas como eu lhe disse antes, essa noite sou eu quem manda aqui.

- Claro, claro – eu disse puxando seu corpo de volta para mim.

Ela me empurrou de volta e eu cai sobre os lençóis brancos da cama.

- Bom sendo assim você não me deixa escolha. Incarcerous!

Automaticamente tiras de couro preto saíram da cabeceira da cama e prenderam meus pulsos, não machucava (o que era uma pena), mas também não permitiam que eu me soltasse o que também era uma pena, uma vez que eu nunca havia desejado tanto ela quanto naquele momento, eu nunca havia desejado tanto poder sentir a textura de sua pele alva, ou o gosto dela. Eu sabia é claro que em determinada parte da noite ela me soltaria, a questão é que se eu bem a conhecia isso iria demorar muito tempo para acontecer, em resumo seria uma noite muito, mais muito longa. Não havia percebido que com um suspiro havia verbalizado aquela frase.

- Humpf, essa será uma noite muito longa.

- Aahh, assim está bem melhor. - conferindo as amarras, então ela deu aquele sorriso torto e diabólico que quase fazia meu coração parar. - E sim meu amor, essa, será uma noite muito, mais muito longa.
 

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Comentários: 1

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Enviado por MiSyroff em 01/12/2012

Fazer você-sabe-o-que kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Nota: 5

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