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6. A Surpresa bem vinda


Fic: Não olhe pra trás


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Mas isso é INACEITAVEL Severo!


Minha cabeça latejava, tentei mover meu braço até a minha testa, mas nada consegui. Abrir meus olhos, e a luz quase que me cegou, mas aos poucos minha visão foi se acostumando, não ousei em abri minha boca, só fiquei ali observando a discussão que acontecia na minha frente, da Professora McGonagall com o Diretor Snape.


- Pelo o que o Amico me disse foi apenas uma briga que ela teve com um sonserino – sua voz fria invadiu meus ouvidos me fazendo estremecer – Não a nada de inaceitável aqui Minerva.


- O Senhor realmente acha que uma simples briga entre alunos iria fazer isso com ela? – não era preciso nem olhar para saber que a professora estava descontrolada – foi uma tortura que causo isso a ela! E o Senhor sabe muito bem quem que fez.


- A Senhora tem como provar?


- Não é preciso, só olhar bem pra ela e vê o que o Sr Amico anda ensinando para os alunos.


- São apenas suposições. Agora com sua licença Minerva, irei voltar para o meu escritor que eu tenho mais o que fazer.


Em silencio Snape saiu seguido pela McGonagall. Olhei para os lados e para a minha surpresa me deparei com a imagem de Cho adormecida na cadeira ao lado da minha cama, confesso que fiquei meio encabulada, afinal o que a Cho estaria fazendo aqui?


Novamente tentei me mexer dessa vez tive sucesso porem tudo doeu, e não contive em dar um gritinho de dor, fazendo a Cho pular da cadeira.


- Há, nossa Gina... Finalmente você acordou – disse num tom calmo e amigável – como você esta?


- É... – ainda estava espantada com o comportamento dela, mas não pode deixar de sorrir pela sua preocupação – estou bem, brigada, só estou com muita dor... em tudo.


- Normal, a Madame Pomfrey disse que mesmo depois dos dias que você passou desacordada recebendo coquetéis de remédios alem dos feitiços, você ainda sentiria dores – confesso que não prestei muita atenção, na hora em que ela se pois a falar, suas mão foram para as minhas, fazendo carinho.


- Quanto tempo que eu fiquei descordada? – perguntei com os olhos fechados.


- Por uma semana


Não falamos mais, ela ficou brincando com a minha mão e eu concentrada nas as suas caricias, seu toque macio na minha pele, mas por um momento bateu a curiosidade e resolvi perguntar:


- Cho, posso lhe fazer uma pergunta?


- Pode


Ela parou o que estava fazendo e ficou me olhando, quase que eu reclamei por ela ter parado, mas me foquei no que eu iria pergunta.


- É... Não estou reclamando, pelo contrario, eu fique... Muito feliz por ver você aqui, mas eu nunca imaginava... – vendo que eu estava meio desajeitada para chegar logo na pergunta ela me cortou respondendo exatamente o que eu queria saber.


- Bem, o Neville estava ficando o tempo todo aqui, para não deixar você sozinha – a Luna é um amor mesmo, pensei comigo - claro que as pessoas da AD vieram te ver mas ninguém ficou realmente, então me ofereci para revezar com ela.


- Entendi – realmente eu não esperava isso vindo dela – e bem... obrigada.


- Não precisa agradecer Gina – Não pode deixar despercebida a repentina aproximação da gente e o gosto de menta que saia da sua boca.


- Preciso sim – mesmo não querendo minha voz saiu um pouco rouca do que o normal.


Meus olhos pairaram dos lábios para os seus olhos. Sem dizer uma palavra, ela deixou que eu tirasse a pouco distancia que nos separávamos. Tanto quanto a pele, os seus lábios também eram macios e o gosto do seu beijo era viciante. Perdida nas sensações, intensifiquei, pondo a explorar sua boca com a minha língua, nosso beijo se encaixou com tanta perfeição que eu perdi a noção do tempo. Depois de minutos ou horas talvez, separamos, sem esconder o sorrindo que formava em nossos lábios.


A tarde foi tranqüila, ficamos conversando, ela me contando o que aconteceu na semana e eu em como foi a minha tortura. Ao terminar de contar, ela ainda estava em choque e quase que as lagrimas.


- Como ele teve coragem de fazer isso com você? – perguntou indignada


- Ele é um comensal Cho, ele mata pessoas – disse fazendo carinho em seu rosto – pra ele torturar é um prazer.


- Eu sei, mas ainda não consigo acreditar que você passou por tudo isso – disse pegando minha mão e dando um beijo nela – eu vou avisar a Luna que você acordou, daqui a pouco eu volto – beijando minha testa, saiu.


Afundei no travesseiro, não sabia o que pensar, tudo aconteceu rápido, a Cho toda meiga e depois simplesmente a beijei. Mesmo que meu coração gritasse pela Hermione, eu estava carente e precisava de alguém ao meu lado, e ela apareceu e foi perfeita. Seu beijou, seu carinho, tudo se encaixo. Não sei quando a Hermione voltaria, e se até lá eu ainda estaria com a Cho, mas agora isso não me importava. Tudo que eu quero é descansar e aproveitar ao máximo o que ela estava me proporcionando, essa paz, essa alegria.


- Eii Gina – era o Neville que vinha até a mim com a Cho – como você esta?


- Com dores, mas melhore agora – respondi com um sorriso no rosto e dando uma fitada discreta na menina ao seu lado.


Depois de três dias de muito sofrimento com as dores e os gostos dos remédios que tomava, e com as visitas diárias das pessoas da AD e da Cho fui liberada da ala hospitalar. Os arranhões tinham sumido, todos os ossos estavam em seu lugar, só tinha alguns curativos, mas que tiraria dali a dois dias.


Ao sair fui para a Grifinória. Chegando lá subi as escadas indo para o banheiro. Tomei um banho bem demorado, deixando a água quente cair pelo meu corpo, fazendo os meus músculos rígidos, se relaxassem aos poucos. Voltei para o dormitório e puis uma camisa branca com os dois primeiros botões abertos, a gravata frouxa, saia de preginhas e o meu coturno preto. Meu cabelo estava solto e ainda molhado, dei apenas uma penteada e o espalhei com as mãos, dando um ar de rebelde.


Indo para o salão principal tomar o meu café, direcionei-me para a mesa da corvinal sendo recebida por um sorriso radiante de Cho, e sentei ao seu lado. Tivemos uma conversa descontraída, logo mais tarde Miguel, Padma e Neville se sentaram com a gente. Não era nada normal os alunos se misturarem na hora das refeições. Porem para nós aquilo já estava se tornando um habito, muito mal visto pelos Carrow.


- Bem gente eu vou dar uma volta antes de começar as aulas – disse a Cho se levantando e se despedindo de todos – Até mais.


Esperei uns cinco minutos e fiz o mesmo. Não tinha a mínima idéia de onde ela estaria, mas antes de chegar nas escadas, senti alguém me puxando e me levando para um corredor que dava para salas vazias. Sem perguntar nada, fui a seguindo e entramos em uma das salas.


Ela foi até a mesa do professor, se sentou e ficou me olhando, não saberia dizer se era um olhar de desejo, carinho, ou qualquer coisa do gênero. Só sabia que aquele seu rosto era lindo assim como os seus lábios que pediam para serem beijados.


Peguei minha varinha e me virei para a porta. Sabia que os barulhos que iríamos fazer seriam um pouco altos então era melhor manter a porta trancada e impedir outras pessoas escutassem o que vira acontecer nessa sala.


- Colloportus e Muffiato. – murmurei e deixei minha varinha em cima da primeira carteira que eu vi.

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