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5. Do Céu para o Inferno


Fic: Não olhe pra trás


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Já fazem alguns meses desde que eles se foram.


Não demonstro muito que eu sinto, pois tenho que ser forte e passar isso para os outros, mas ando com medo. Medo do futuro. Medo pela minha família. Medo pelos meus amigos. Medo por ela.


O clima do Natal em casa não foi nada bom, todos estão preocupados, a ordem não anda muito bem, meu pai anda passando por muitas coisas no trabalho, mas isso ele não comenta muito para nós, filhos.


Enquanto aqui em Hogwarts, bem... Não esta melhor do que lá fora pelo jeito. Pra ser sincera não parece mais a Hogwarts de antes. Snape como diretor colocou dois comensais da morte para serem professores e disciplinadores. Todos os alunos que pegam detenção vão parar com eles, e não acabava em coisa boa. Os alunos servem de cobaias para que os outros treinem a Maldição Cruciatus na aula de Artes das Trevas. Eu, o Neville e a Luna, nós somos os prediletos deles, já que por varias vezes não abaixamos a cabeça para as coisas que eles falam ou faziam. E de alguma forma tentamos proteger os alunos da Armada.


Já que estamos fazendo quase que uma revolução na escola, muitos se juntaram a gente. A noite a gente sai para pixar os muros dizendo que a Armada está recrutando alunos.


Por um momento parei com a caneta em minhas mãos, sempre que escrevia sobre os acontecimentos, meus pensamentos voavam para a Hermione.


Fechei os olhos imaginando, como inúmeras noites, a sensação do seu beijo, do seu corpo colado ao meu, e sem agüentar, deixe que as minhas lagrimas caíssem livremente pelo meu rosto. Não aguentava mais essa distancia, essa incerteza do amanha. Mas eu tinha que ser forte.


Guardei meu diário de baixo do travesseiro, e tentei me desligar das coisas ao meu redor dos meus pensamentos, pra vê se eu consigo dormi um pouco.




Parecia que eu tinha acabo de fechar os olhos quando o despertador começou a tocar. Para minha sorte, eram os últimos dias aqui antes do feriado de Páscoa. Precisava um pouco de descanso, desde que eu voltei do Natal, fui sendo castigada quase que todos os dias pelos Carrow, agora que eles sabiam quem eram os lideres da AD. Bem agora só eu e o Neville já que perdemos a Luna no Natal.


Esforcei um pouco meu corpo para sair da cama já que ele insistia em ficar, e fui tomar um banho antes de vê o Carrow, já que eu tinha detenção logo cedo.


 


Bati na porta pela segunda vez, foi quando ele apareceu.


- Entre Srta. Wesley


Não podia controlar o frio na barriga, já que eu sabia o que estaria por vir. Ele então veio até a mim e tirou minha varinha antes de falar:


- Sente-se – sem exitar, fiz o que ele mando – Você já deve estar ciente de que eu sei que você e o Sr Longbottom são os lideres, por assim dizer, da organização dos alunos rebeldes nesta escola – sua voz era fria e sempre me deixava mais tensa do que eu estava – agora me fale quem são os alunos que participam?


Silencio.


-Srta Wesley, eu não tenho o tempo todo, então acho melhor você fala logo antes que eu perca minha paciência, e a Srta sabe muito bem o que acontece quando eu a perco.


Silencio.


- Pois bem você não me deixa outra escolha.


Agarrei nos braços da cadeira até os nós dos meus dedos ficarem brancos, sabia que dessa vez ele iria pegar pesado, pois nunca o próprio torturava e sim os alunos. Mas antes de eu pensar direito já estava sendo puxada pelos cabelos até o meio da sala. Não conseguia me mover, meu corpo tinha paralisado, todos os meus músculos ficaram rígidos. Mantive meus olhos fechados,e inexplicavelmente pensei em Hermione, em seu olhar radioso e na sensação dos seus lábios nos meus...


-Crucio!


Sem forças, cai no piso frio de mármore. Minha cabeça estava a ponto de explodir, com as minhas mãos tremulas a agarrei. Uma enorme agonia me atingiu, a dor superava qualquer imaginação, qualquer capacidade de sofrer. Todos os ossos do meu corpo estavam em chamas. Tudo doía até a minha alma.


- Eu quero os nomes – a voz do meu torturador era calma, eu podia sentir seu sorriso de escárnio.


- EU NÃO SEI!- berrei com toda força em resposta, tentei impedir que as lagrimas corressem pela minha face, mas não conseguia controlá-las.


Minha cabeça girava. Durante todo o ano, nada se compara com isso, as torturas que passei com os alunos se toram carinho. Eu via o prazer estampado em seus olhos enquanto eu me contorcia aos seus pés, os olhos suplicantes, eu não sei se agüentaria por muito tempo.


-Crucio - ele revirou os olhos impacientes enquanto eu me esforçava para me mover tendo consciência de que não conseguiria de qualquer forma. - Impedimenta!


Uma força invisível me atingiu em cheio, voei para o outro lado da sala, batendo de costas contra a parede. Gritei de dor. Minha visão estava nublada, minha cabeça latejava e atrás dela pode senti algo quente escorrer, levei minha mão até o ponto que ardia, ao tirar olhei para os meus dedos que estavam sujos pelo líquido vermelho.


Ouvi os seus passos, cada vez mais próximos. Respirei fundo fazendo doer minha garganta com o movimento.Foi então que ele enfia a mão entre meus cabelos e puxa, com força, forçando-me a olhar para os seus olhos.
 - Escute aqui moçinha – Seus olhos refletiam um tipo de mal que eu havia experimentado muitas vezes, mas que continuava me ameaçando – é melhor começar a falar agora, eu não tenho o dia todo pra suas gracinhas.


Silencio. Fechei meus olhos e deixei que as lagrimas rolassem, estava desesperada sem esperanças, mas por um segundo pensei em todos que dependiam de mim, pensei que em algum lugar lá fora há uma certa morena, que todas as noites invadem os meus sonhos, e precisaria de mim quando voltasse para casa. Tornei a abrir os olhos, encarando aquele maldito e forçando, com as ultimas forças que sobraram, a dar um sorrisinho maldoso.


- eu te avisei, sua insolente – me arrastou para o meio da sala de novo– Crucio!


Os segundos se tornaram horas. Eu não sabia mais por quanto tempo eu estava ali, nem por quanto mais eu estaria. Eu apenas estava caída no chão, à dor me consumindo e sua voz na minha mente
- QUEM SÃO ELES?


Silencio.  Eu não ousava abrir a boca, ou aqueles gritos eram meus? Eu estava Perturbada.


Involuntariamente comecei a me arranhar, rasgando as mangas e a parte da frente da minha camisa, até chegar na pele que queimava, forcei para fechar minha mão, dessa vez minhas unhas cravaram nas palmas e aos poucos o sangue começou a escorrer entre os meus dedos. Passei a arranhar a pele próxima á minha garganta, que teimavam em não ceder. Era tudo em vão eu sabia que apenas uma coisa acabaria com o meu sofrimento. A Morte.


- Crucio!


Eu tentava ganhar fôlego, mas o ar não conseguia passar pela minha garganta.


-Você é mais teimosa do que eu pensava – disse com um sorriso frio em seus lábios - Mas vamos ver até aonde vai. Levicorpus!


Senti a perda da gravidade, por um momento senti algo bom, mas por pouco tempo. Com alguns movimentos de sua varinha, meu corpo se chocou de novo com a parede, de frente. Ao cair no chão, molhado pelo meu sangue, senti meu tornozelo torce e uma dor horrível atingir meu nariz, lágrimas e sangue se misturando no assoalho frio como minha alma.
Minha camisa empoçada de escarlate. Eu só queria que tudo aquilo parasse, eu estava exausta, acabada. Nem tinha mais forças em lutar contra as minhas próprias lagrimas e soluços frenéticos que saiam.


- Incarcerous Nerus!


Cordas foram lançadas contra mim me prendendo. Mas a cada segundo elas apertavam mais e mais, como uma cobra quebrando osso por osso de sua presa.


Eu ouvia estalos, e sentia dor enquanto meu corpo era transformado em estilhaços. A última coisa que eu vi, foi seu sorriso sádico e então tudo ficou preto

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Comentários: 1

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Enviado por Lai Prince Slytherin em 06/05/2011

é hesitar e não exitarmandou e não mando UHAUHAUHAUH toma cuidado com esses errinhos e.e

a cena da tortura *-* muito intensa, gostei, você tem um vocabulário bem amplo, não repete as palavras, mas tem que ver esses errinhos aí

Nota: 1

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