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1. Daqui pra frente


Fic: Brincar de viver (R/Hr - H/G - Atenção - cenas NC18)


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Não dá pra saber onde começou aquele sentimento forte, vigoroso, febril, que tomava conta de seu ser muito antes dela poder se dar conta daquele sentimento...

"Como eu nunca pude reparar nisso antes?

O quanto me enganei até aqui?"

Hermione havia partido da estação de King's Cross de volta à sua casa havia uma hora. Ela nem havia reparado que já estava em casa, o pensamento longe durante toda a viagem, reparando no céu mas nem olhando de verdade pra ele... outro pensamento fixo lhe acompanhava. Uma pessoa que não saia de seu pensamento. Um olhar penetrante que não lhe deixava respirar. Uma gana de descobrir uma verdade encoberta por coisas tão mais sérias e mais importantes que seus pobres sentimentos, face à gravidade da situação que não somente ela, mais o mundo, deveria enfrentar à partir desse momento.

Malão fora do porta-malas dos pais (mortos de preocupação e ávidos por informações sobre os últimos acontecimentos em Hogwarts), um Bichento ansioso por sair de sua caixinha, restos de guloseimas do Expresso Hogwarts nos bolsos, um pedaço amassado de pergaminho (que era aquilo?) ... Ah, tantas preocupações...

A cabeça fervilhando, ela precisava de um descanso. Pelo menos um pouco de sono lhe faria bem. Já que ninguém mais estava seguro em lugar nenhum, o jeito é dormir. Enquanto puder.

Mas ela não podia deixar os pais daquela maneira, sem saber do que houve. O sono tinha que esperar mais um pouco.

Entrando em casa, colocou os pais sentados no sofá a fim de explicar os últimos acontecimentos. Claro que eles, à partir do momento no qual Hermione ingressara em Hogwarts, procuravam estar informados de tudo sobre o mundo mágico. Afinal, Hermione era uma bruxa. Eles precisavam conhecer o mundo dela. Isso sabido, claro que estavam à par do que acontecera na escola. Mas precisavam ouvir as explicações dela, pois há coisas que não se entendem só através de leitura.

O Sr. e a Sra. Granger aguardavam ansiosos as informações da filha.


-Mãe, pai... antes de mais nada, vocês sabem que eu estou bem. Que nada de grave aconteceu comigo, certo?


Os pais consentiram, apreensivos.


- Vocês sabem de tudo o que se passa, pois venho os mantendo à par de tudo, desde o meu primeiro ano. Conhecem toda a verdade sobre Harry e sobre Voldemort. Espero que estejam preparados, porque sabem que não estaremos mais seguros enquanto Voldemort estiver por aí. Não se iludam, porque Lorde Voldemort sabe quem sou. Nada foge ao seu domínio. Enquanto Dumbledore estava em Hogwarts, havia uma chance maior para nós. Para Harry. Agora, tudo depende de Harry e de nós, que estamos ao lado dele. Ele vai precisar de toda ajuda que puder reunir para acabar com Voldemort e seus seguidores. Precisará de mim.


Os pais de Hermione choravam copiosamente.


- Não vai ser a solução nos escondermos. Os dois mundos estão em perigo, como vocês bem sabem. E não há nada que façam que possa me impedir de ajudar Harry. Ele precisa de mim. É uma guerra que vem por aí. E em guerras existem muitas baixas. Já estamos sofrendo as nossas desde que entrei em Hogwarts. Portanto, sabem que eu não vou ficar por aqui muito tempo. Vão ser as férias mais curtas que já tive.


O Sr. Granger expressava um pouco mais de firmeza agora, apesar do baque inicial. Deixar sua filha partir pra uma guerra? O coração doía, mas a razão dizia que Hermione sabia o que estava fazendo. Sua esposa ainda chorava, mas ele sabia que cabia a si a responsabilidade de ajudá-la a entender o que Hermione dizia. Mães... Ele a abraçava e pedia que prestasse atenção às palavras sábias daquela menina já não tão menina mais... Hermione não chorava, e explicava com cuidado a missão que teriam que cumprir.


- Voldemort matou muitos, vocês sabem. Não matou só por prazer, mas para tornar-se invencível. Matar rompe a alma. A palavra que vocês ouviram e não entenderam, HORCRUX, é a palavra usada para um objeto em que a pessoa ocultou parte da própria alma. Pelos estudos de Dumbledore e Harry, Voldemort possuia ao todo...


Os Granger ouviram atentos a todos os detalhes, e tentavam se preparar para o pior. Para a partida da filha em poucos dias. Hermione iria encontrar Harry, Ron e os outros para o casamento de Gui e Fleur. E de lá, ninguém mais sabia o que aconteceria.

As explicações foram exaustivas, mas necessárias. Hermione não esperava outra reação dos pais que a compreensão e resignação.

Naquela casa, a compreensão da caridade e do bem maior sempre foram primordiais. E o bem maior agora era a destruição completa do Lorde das Trevas.

Mione subiu para o seu quarto, cansada e preocupada.

Dali em diante, nada seria como antes.

Deitou e adormeceu imediatamente, de tanto cansaço e tristeza. Mas depois de alguns minutos, seu coração deu um pulo quando se lembrou daquele pedaço de pergaminho amassado em seu bolso. Ela não viu quem o colocou lá, e nem teve tempo de lê-lo, prometeu a si mesma fazê-lo com calma quando estivesse a sós, em casa, afinal ela não sabia do que se tratava, mas estava tão cansada e triste que se permitiu adiar a leitura deste, tantas coisas em sua cabeça...

Procurou e sem demora o encontrou. Reconheceu aqueles garranchos e seu coração bateu forte.

O bilhete era de Ron Weasley.

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