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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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26. Não é apenas uma idéia na cabe


Fic: Duas verdades No ar o epilogo 05-07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ufaaaaaaaaaaa
minha mão ta doendo aqui, mas o cap acabou e ta pronto!

E desta vez vou fazer algo que sempre prometi e nunca fiz! Vou responder aos coments!

Então vamos lá:

Landa MS  Ei moça! Obrigada pelos elogios, e olha só, não demorou nem um mes para sair esse cap! Não é òtimo? É que são tantas as coisas, mas tento escrever sempre o mais rápido possível. E sim, agora só falta mais um cap para o fim dessa temporada. Espero que sua espera tenha valido a pena. =) 

 Roberta Santos  amei o comentário! Então... Hermione e Draco vão se encontrar em breve. Ainda não para cuidar da Eliz, mas prometo que vai ser um encontro de tirar o fôlego! ;)

 Larii Malfoy relação de mãe e filha pra mim é algo literalmente mágico! E eu imagino uma Eliz tão gostosinha e esperta, que tento passar isso na escrita. E Andromeda bombando! Sim, eu gosto muito dessa personagem e lamento por ela não ter sido nem citada nos filmes, mas enfim, aqui ela ganhou espaço! *_*

juliana vieira  Obrigada. Juntos eu não sei, mas Hermione e Draco ainda se encontram...

 M R C  se vc soubesse o bem que seu comentário me fez no dia que eu o li, vc faria mais vezes. Muito obrigada por todo seu carinho e elogios, é por isso que eu ainda estou aqui! Então.. menina.. sem dar spoiler, mas dando, vc acertou uma coisa aí.. ehehe o q será? Vc chutou certinho... E sobre a cena romantica, pode estar certa que terá pelo menos uma antes do fim dessa temporada. Mais uma vez obrigada pelos elogios e carinho!

Agora, sem delongas, curtam o cap, ele ficou bem grande, espero que gostem!

\o/ 
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O natal se aproximava e uma forte prova disso era que Londres estava totalmente branca e cinza. A neve cobria as calçadas e em alguns cantos estava preta pela sujeira. O frio era cortante e sair à rua era apenas em casos de necessidade.


 


Mas ela estava mais uma vez ali, como estivera nas duas últimas semanas. Não era nenhum sacrifício, na verdade um alivio. Ficar em casa estava cada dia mais sufocante, e com a proximidade das festividades de fim de ano resolvera contar aos pais sobre os tios e a prima obliviados. A noticia não foi bem recebida e desde então sua mãe apenas se preocupava em poder encontrar a irmã. Com as poucas pistas que tinham a tarefa era quase impossível e o Ministério a encheu de papeis a serem preenchidos antes de poderem tentar resolver alguma coisa. Sua mãe parecia que a culpava de todo o mal da humanidade e seu pai escolhera apoiar a esposa. Era como se fosse uma estranha.


 


Então aquele convite de Harry para ajuda-lo a redecorar e ambientar o Largo Grimauld foi mais que bem vindo. Todas as manhas ela aquecia bem Elizabeth, arrumava sua malinha e aparatava em frente ao número 12. O amigo resolvera que moraria ali, pois era um lugar prático e perto do centro de Londres, assim poderia ir tranquilamente todos os dias ao Ministério fazer testes para começar o estágio para auror.


 


- Anime-se Hermione, Minerva disse que todos nós podemos voltar e fazer o sétimo ano se quisermos. Eu ficaria tão feliz em estudar junto de vocês! – Ela e Gina estavam no quarto de Harry, que fora o primeiro lugar da casa a ficar pronto na reforma. Ele escolhera um quarto qualquer, queria manter o de Sirius como o padrinho deixara e não se animou muito a ficar com o quarto de Régulus, nem dos pais Black.


 


- Sim, mas.. com Eliz tudo ficaria tão difícil.. Você não imagina o quão animada eu fiquei quando recebi a coruja, mas logo me lembrei da minha pequena. – Hermione acariciava os cabelos lisos e castanhos da filha, que em breve faria um ano e já se sentava sozinha.


 


- Mas ela está enorme! E linda! E mamãe..


 


- Nem termine essa frase, por favor. Gina eu já fiquei tempo demais longe da minha filha e abusei além da conta da sua família. Fora de questão. – Tanto sua expressão quanto sua voz estavam tristes. A ruiva se aproximou mais dela na cama.


 


- O que você vai fazer amiga? Harry realmente acredita que Malfoy precisa saber...


 


- E você concorda não é?


 


- Acho que sim, ele poderia te ajudar também. – A castanha sorriu pelo nariz.


 


- Por favor, nenhum de vocês acredita nisso. Ouvi dizer que ele deve voltar a Hogwarts, já que o sétimo ano em comando dos comensais foi cancelado. Saiu uma nota no Profeta ontem que ele está mesmo namorando a tal Greengras. Não posso fazer isso com a vida dele. – Ela se levantou e foi até a janela.


 


- Não seja tão altruísta! Vocês fizeram essa filha juntos Hermione, o que você está falando não faz o menor sentido! – Gina tinha alterado um pouco a sua voz o que chamou atenção da pequena Elizabeth que brincava em cima da cama. – E depois, olha pra ela. Essa menina é a cara do pai! Branca, nariz pra cima, lábios finos, e os olhos? Só sei que ela é sua filha porque a vi sair de dentro de você! E a cor dos cabelos, é claro, mas até eles são escorridos como os do Malfoy! – Hermione se virou e encarou sua pequena, sorriu sonhadora.


 


- Ela é linda mesmo não é?


 


- Hermione?! – Gina se levantou.


 


- Me desculpe. Olha, eu sei, mas o que você quer que eu faça? Não posso mudar a cara da minha filha! Mas não posso contar a verdade! Não quero perder a sua família. – E toda a tristeza voltara para o rosto dela. Voltou a se sentar perto de Eliz e a ruiva fez o mesmo.


 


- Não vai ser assim, sabe que não. Num primeiro momento todos vão tomar um susto, mas depois se acostumarão, tenho certeza disso. – A castanha abaixou mais ainda a cabeça.


 


- Ron nunca. Nem no começo, nem depois.


 


- Ele acha que o pai o é o Zabine. – Gina riu e Hermione levantou os olhos para ela.


 


- Como assim o Blás?


 


- Ah, por vocês terem ficado tão próximos no ultimo ano e aquela história toda do espelho. Só o pateta do meu irmão pra achar que essa coisinha leitosa seria filha do Zabine! – Gina fez cócegas na barriguinha saliente de Eliz que sorriu banguela.


 


- Ele talvez só não queira ver a verdade. – Hermione suspirou e se acomodou melhor nas almofadas da cama.


 


- Olá meninas lindas! – O menino descabelado acabara de entrar no quarto cheio de sacolas. A namorada correu para abraça-lo e beija-lo.


 


- Harry, o que mais você comprou? – Hermione sorriu e se levantou da cama. Desde que começaram a reforma, o amigo não parava de aparecer com bugigangas que ele jurava que seriam úteis e bonitas. Na maioria das vezes ela e Gina tinham que correr de volta nas lojas ou para devolverem ou trocarem os utensílios.


 


- Desta vez foi comida! Monstro me pediu ontem para ir a Hogwarts, disse que gostaria de oferecer seus préstimos para a arrumação da nova sede da Sonserina. Mas deixa eu ver essa gostosura! – Ele correu para a cama e agarrou Elizabeth que soltou uma gargalhada.


 


- Que bom que você permitiu isso! Nunca vou cansar de te agradecer por..


 


- Pagar um salário a ele, ter lhe dado uma blusa e mesmo assim permitido que ele ficasse aqui! – Gina revirou os olhos. – Harry estamos com fome mesmo, traga Eliz para baixo. – E dizendo isso pegou as sacolas e saiu do quarto, seguida por Hermione. – Sei que assim que nos casarmos ele vai querer ter um bebe na lua de mel. – As duas riram ao descer as escadas.


 


- E já sabem quando vão se casar?


 


- Por ele ontem! Mas eu quero terminar Hogwarts e ele sabe que precisa se estabilizar primeiro. Um ou dois anos no máximo. Eu também não agüento ter que fugir no meio da noite para me encontrar com ele por muito mais tempo. – Hermione franziu o cenho colocando as sacolas em cima da mesa e conferindo o que tinha dentro.


 


- O que quer dizer com isso? – Gina riu.


 


- Ora Hermione, acha mesmo que meu namoro com Harry é só beijinhos e mãos dadas?!


 


- Gina! – Harry ouvira tudo e estava tão vermelho quanto os cabelos dela. As garotas riram.


 


- Harry não fique assim! Sou sua irmã seu bocó, não se esqueça que foi você quem trouxe essa belezura ao mundo, não há espaço para vergonha entre nós! – E Hermione pegou a filha do colo do amigo que deu um sorriso. – Mas tomem cuidado para não terem um Potterzinho antes da hora. – Harry deu um selinho em Gina que ascendeu o fogão.


 


- Não senhora, não somos tão apressados quanto você né? – Ela suspirou e sentou. Colocou Elizabeth sentada na mesa virada para ela.


 


- Sim. Foi tudo tão impensado, mas não há coisa melhor do que a minha Elizabeth. – O amigo se sentou na cadeira da ponta, enquanto uma faca encantada cortava pedaços de legumes.


 


- Sei disso. Encontrei com Ron hoje no Ministério. Ele me falou que a senhora Weasley faz questão que você ceie com eles lá na Toca. – Hermione viu Gina rir.


 


- Por que não me disse? – Ela deu de ombros.


 


- Ah... achei que o meu irmão gostaria de te convidar e depois.... – Mas então a ruiva ficou calada e seu sorriso morreu.


 


- E depois o que? – Harry também ficou sem graça e mais uma vez puxou Eliz para si. – Diga logo!


 


- Ela vai mencionar o casamento mais uma vez e sei o quanto isso te pressiona. Mamãe as vezes se torna a pessoa mais inconveniente do mundo! Mas é que Elizabeth já vai fazer 1 ano e ela acredita que a pequenina precisa de uma família.


 


- Ela tem a todos nós, isso... isso não é suficiente? – A castanha olhava de Gina a Harry com olhos suplicantes. Quem respondeu foi o amigo, que constantemente tinha os óculos puxados pelas mãos curiosas da “sobrinha”.


 


- Hermione, sei que essa preocupação da Senhora Weasley pode ser exagerada, mas há um fundo de verdade. Se Eliz tem pais, é direito que ela possa conviver com eles. Eu já disse pra você o quanto é ruim e triste viver assim, sozinho. – Ele abaixou os olhos tentando mais uma vez não deixar que a pequena lhe tomasse os óculos. A amiga vendo a “luta” tomou a menina nos braços.


 


- Harry, eu posso imaginar o quanto foi difícil para você viver sem seus pais. Mas no caso da minha filha é diferente. Ela não é... órfã, e todos que estão próximos a ela a amam e lhe querem bem.


 


- Sim, concordo, mas mamãe não. Você terá que falar alguma coisa com ela Hermione... sinto muito.. – E Gina parecia realmente sentir. – Nem meu pai parece mais capaz de controla-la quanto a isso, fora que faz meses que você não aparece lá em casa. Ela sente sua falta, mesmo que eu ou Ron e o Harry levemos Elizabeth para ela ver, dona Molly quer você. Ela também te ama. – Hermione sentiu um nó na garganta e vontade de chorar.


 


- Eu sei.. e eu também a amo. Mas...- Então fechou os olhos e suspirou fundo. – Eu já sei o que fazer... De qualquer maneira vou a ceia com vocês. Meus pais... bem, ouvi ontem a minha mãe ao telefone combinando jantar com uma amiga da Austrália na noite de natal. Eles não sentirão minha falta. – Tanto Harry quanto Gina a abraçaram, mesmo ela estando sentada na cadeira. Mesmo triste e desolada, se sentiu bem. Havia muitos que a amavam e isso era muito bom. Contudo, se fosse mesmo fazer o que estava pretendendo, até o amor deles estava arriscada a perder. Fechou os olhos com força e deixou as lágrimas escorrerem. Elizabeth, presa ao seu peito, soltou um muxoxo, como se quisesse também dizer que sentia muito.


 


 


 


Nunca pensou que realmente pudesse se sentir tão nervoso como estava naquele momento, mas estava. Já arrumara a gravata umas 5 vezes, penteara para trás, inutilmente, os cabelos mais duas. Verificara se havia gelo suficiente no bar da sala para servir junto com uísque de fogo.


 


- Draco? Parece uma mulherzinha! – Pansy aparecera de repente, ou não, ele estava absorto demais para ter certeza. Estava bonita, apesar da tristeza jamais abandonar os olhos castanhos escuro dela. Um vestido preto de veludo, de mangas compridas, mas curto nas pernas. A meia negra a deixava atraente e não vulgar.


 


- Pam!- Ele suspirou. – Enfim alguém para me fazer companhia! Quantas horas são? – Ela deu de ombros displicentes e se sentou em um dos novos sofás de Narcisa.


 


- Algo perto das nove e meia. Eles não chegarão em menos de uma hora, então se sente aqui e fique quieto! – Ela deu palmadinhas de leve em um lugar próximo ao seu. Ele sentou de fato.


 


- Estou mesmo muito ansioso não é?


 


- Sim meu filho, está. – E Narcisa aparecera linda como sempre. Um vestido de seda leve, uma mistura entre preto e verde, ele não soube definir. Fizera uma trança longa em seus fios loiros, o que a deixava mais nova. Ele teve que sorrir para ela.


 


- Está tão linda mãe! – Ela sorriu de volta.


 


- Obrigada. Emagreci tanto nesse último ano que... acredita que usei isso quando você ainda era um bebê?! E me coube bem.


 


- Muito bem Narcisa! – Pansy bateu palmas levemente enquanto via a mulher loira se sentar em uma poltrona à frente.


 


- Bem suficiente para os Greengrass? – Ela encarou o filho que ficou um pouco rosado.


 


- Mamãe...


 


- Oh.. “mamãe”.. você está mesmo nervoso meu filho! – E ela e a amiga de Draco sorriram.


 


- Antes de tudo é noite de natal...


 


- Sim, e a primeira vez que Astória e toda a sua família finalmente vem me conhecer e a nossa casa. Veja Pam, a menina é um amor, mas tenho que ver como são os pais dela. – E piscou para morena.


 


- Ah, Dafne é ótima e divertida, apesar de andar cabisbaixa por conta de ter perdido alguns dedos do pé. Mas... eu também não estou tão divertida assim. – E suspirou.


 


- O importante é que estamos bem e juntos.


 


- Nisso você está mais que certo meu filho. Estamos bem sim.


 


- Que tal falarmos de outras coisas? Quem sabe de quando você usou esse vestido a última vez Narcisa, já que parece que foi quando Draco era um bebê?! – E Pansy tentou sorrir.


 


- Foi. Bem, era um natal também e Draco tinha um ano e seis meses já. Um rapazinho lindo. Comprei esse vestido para usar na ceia, mas acabei no hospital. Um pouco antes da meia noite eu ouvi um choro e corri para ver o que tinha acontecido com meu príncipe.  Quando o peguei do carrinho ele estava coberto de bolinhas e bem quente. Fiquei assustada. Uma das elfas me disse que parecia uma doença trouxa, não lembro mais o nome, no que ela levou um castigo de Lucius por falar que o filho dele tinha uma doença de trouxa. – Draco franziu o cenho.


 


- Não lembro disso e você nunca me contou.


 


- Na verdade não. Mas de qualquer jeito não era a tal doença trouxa. Eu corri com você para o St. Mungus e depois de alguns exames, e nisso você já ter vomitado umas três vezes e sua febre parecer só subir, descobriram qual era o problema. Deformatio Sanguis, literalmente uma malformação sanguínea, que por um motivo que não se sabe qual, o sangue muda e começa a “combater” uma doença que não existe o que na verdade acaba enfraquecendo o paciente o deixando vulnerável. Em caso de bebes isso pode ser fatal se não for tratado rápido e de maneira correta. – Tanto Pansy quanto Draco ficaram assustados.


 


- Mas.. mas eu não tive mais isso, tive? – Narcisa sorriu delicada.


 


- Não. É algo que só se manifesta uma vez e é de origem hereditária. Há variações nessa doença, o que complica às vezes em encontrar o tratamento. Mas você herdou essa doença de alguém bem próximo a mim. Andrômeda tivera a mesma quando tinha 5 anos, e se eu me lembrasse qual o tipo da dela, certamente o tratamento para a sua seria o mesmo, e assim tudo ficaria mais rápido. Mas é claro que eu não me lembrava, eu era muito pequena quando ela teve e só sabia do fato porque mamãe, em algum momento comentara comigo.


 


- E vocês não conversavam mais. – Draco disse interessado.


 


- Exatamente. A última vez que tinha tido noticia de Drômeda, fora um pouco antes de eu sair de Hogwarts. Ela me mandara uma coruja dizendo que tinha conseguido fugir de casa e já tinha se casado com o tal trouxa por quem tinha se apaixonado. Ela estivera presa quase um ano em casa, porque Bella a pegou aos beijos com o Tonks e contou para meu pai. Mas ela foi corajosa e conseguiu levar a história em frente.


 


- Então como você fez para descobrir o tratamento correto para Draco?


 


- Eu fiz o que qualquer mãe desesperada faria. No caso procurei a minha irmã renegada há anos. Mandei um elfo encontra-la, e como era de esperar dela, Andrômeda me encontrou no hospital, na manhã do dia 25. Foi quando conheci minha sobrinha, que já estava com 3 anos, uma menina bem esperta. Bem, ela me falou o tipo da doença e o tratamento, e no dia 27 eu pude voltar com meu filho lindo e saudável para casa.


 


- Meu pai soube disso? Quer dizer... da ajuda da minha... tia?


 


- Não, eu nada disse e ela não fez a menor questão de olhar na cara de Lucius. Mas quis te ver e foi até seu quarto. Foi a última vez que a vi pessoalmente, mas costumamos mandar cartas uma a outra esporadicamente. Apesar que nos últimos anos isso não tenha acontecido. – E Narcisa abaixou os olhos tristes.


 


- Mãe.. estávamos em guerra.


 


- Sim, eu sei. E quando tudo se acalmou eu a procurei. Imaginei o quanto ele devia estar arrasada. Perdera a filha e o marido e tudo pelas mãos... da própria irmã.. tão horrível... – Uma lágrima escorreu do rosto pálido. Draco se levantou e lhe deu um beijo na cabeça. Sentou no braço da poltrona.


 


- A encontrou? – Ele perguntou baixinho.


 


- Depois de um tempo sim. Não sei como, mas agora mora em Hogsmead. Adotou uma órfã de guerra e cuida da estalagem dos pais mortos dessa menina. E é lá que ela cuida do neto também. Mas é difícil falar com ela. Quase nunca responde cartas, e eu soube, por um amigo, que ela prefere viver a margem da realidade. Não lê os jornais, não escuta rádios, apenas canções gravadas. Não quer saber de nada. E acho que ter contato comigo é choque demais de realidade para ela. Então eu respeito, mas não desisto.


 


- Senhora?! – Uma elfa com roupas de empregada interrompeu a conversa fazendo uma longa reverencia.


 


- Pode dizer.


 


- Os convidados chegaram. – Draco se levantou depressa como se tivesse acabado de se lembrar de ficar nervoso.


 


- Ótimo, os encaminhe até aqui. – Então ela também se levantou seguida de Pansy.


 


A família Greengrass era simples. A mãe de Astória tinha os cabelos também castanhos e os olhos verdes. Usava um vestido creme, que a deixava até um pouco pálida. O pai, com os cabelos já grisalhos, assim como Draco, ostentava terno e gravata negros. Dafne vinha, com ajuda de uma muleta, de calça comprida e blaiser cor café. Ela era mais alta que Astória, mas também mais cheinha, e tinha os cabelos quase loiros.


 


Mas quando Draco se deixou observar a namorada se esqueceu de respirar. Ela estava com um vestido azul, até os joelhos, e parecia que por causa do frio, talvez, seus cabelos estavam um pouco cacheados. Tinha esticado os cílios e passara batom. Estava linda, demais. Mas tudo aquilo doeu, porque mais do que nunca Astória era uma cópia de Hermione, inclusive o vestido, azul. Pois fora por causa de um vestido azul, no quarto ano, que pela primeira vez Draco não encontrara uma afronta para a sangue ruim. Porque ela estava reluzente e nem ele fora capaz de negar isso.


 


- Sejam bem vindos! – E Narcisa o trouxe de volta do limbo. Ela se aproximou deles e cumprimentou cada um.


 


- Estamos muito agradecidos. – Seu sogro disse apertando sua mão.


 


- Nós que estamos por vocês estarem aqui, não é Draco?! – Sua mãe lhe perguntou e então ele se aproximou.


 


- Claro que sim. É uma honra enfim poder recebe-los em nossa casa. Senhora Greengrass, Senhor, Dafne, Astória. – Ele então pegou as mãos dela e as beijou. Fechou os olhos, não queria olhar demais e se enganar.


 


- Draco, feliz natal! – E ela lhe sorriu, mas havia algo errado no sorriso dela.


 


Quando então, sua mãe e sogros engataram uma conversa sobre as novas condições do mundo bruxo e Pansy fazia o favor de distrair a cunhada tristonha, ele pôde enfim conversar com sua namorada mais intimamente. Estavam próximo de uma das grandes janelas da sala, e enquanto esperavam a hora da ceia, Astória parecia achar muito interessante reparar a neve caindo lá fora.


 


- Tome isso, ajuda a esquentar. – Ele esticou um pouco de cerveja amanteigada para ela.


 


- Obrigada, mas aqui está quente o suficiente. – Porém pegou a garrafa das mãos dele.


 


- O que há?! – Ele perguntou, já não conseguindo se conter mais com a distância dela.


 


- Há algo?


 


- Olhe para mim, só para começar. – Então ela se virou toda para ele. Rara as vezes ela fora tão indiferente. Na verdade, duas vezes apenas. Logo quando ele voltou para Hogwarts depois da Páscoa e depois de ele ter morrido um pouco, ali mesmo, naquela mansão, junto de, o que ele desconfiava, um pedaço de Hermione. E logo depois do primeiro encontro deles após a guerra, meses antes numa praça.


 


- E você olhou para mim? – Que pergunta era aquela?


 


- Astória?! – Ela riu ironicamente e suspirou. Tomou um gole de sua cerveja e então respirou fundo. Só então falou.


 


- Depois daquele dia na praça eu fiquei na dúvida se levaria o nosso namoro adiante. Então, mais uma vez, eu segui o meu amor cego por você e escolhi ficar cega, de novo, como depois da Páscoa. Mas... ver você ainda distante, mesmo que menos, ouvir o silêncio que sempre em algum momento você fica, como se estivesse em outro lugar, não sentir nada vindo de você além de.. carinho.. tesão. – Aqui ela ficou vermelha. Draco sabia como aquele assunto era delicado para ela. Eles tinham avançado no namoro, mas não foram além de caricias a mais. Ela dizia que ainda não estava pronta. Mas ele não ficou pensando muito na beleza de suas bochechas rosadas, ele queria entender do que Astória estava falando.


 


- Onde você quer chegar?


 


- E eu repito a pergunta, você olhou para mim hoje? – Ele coçou a nuca.


 


- Tanto que estou te olhando agora não é? – Ela fez um barulho pelo nariz.


 


- Claro. Gostou do meu vestido azul de tecido leve e babados? E que tal  meus cabelos mais cacheados? Não está uma maravilha? – Então ela ergueu uma das sobrancelhas e o encarou profundamente. De repente engolir estava difícil e até devolver o olhar estava complicado, mas não poderia fraquejar.


 


- Você está linda e ...


 


- Eu sei Draco! Eu simplesmente sei! – E então Astória fechou os olhos com força antes de abri-los furiosos. – Naquele dia na praça tudo fez um sentindo tão grande que eu me senti burra por nunca ter percebido antes. Todo esse amargor, raiva, ódio!  Quem mais era capaz de desestabilizar Draco Malfoy de uma maneira que toda Hogwarts sempre assistiu? Quem, que apenas com um olhar o fazia tremer, por bem ou por mal? E o que melhor que o ódio para se transformar em amor? E quem melhor do que uma menininha idiota do quarto ano, meio parecida com ela, para servir de estepe? – Ele viu que os olhos dela vermelharam fazendo com que suas íris castanhas ficassem meio esverdeadas, como as da mãe. Porque ela tinha que ser tão inteligente e tão burra?


 


- Você nunca foi estepe.


 


- É só isso que tem para me dizer?


 


- Não e sim. Eu não vou te contar uma história, se é isso que você espera. O que aconteceu é passado e pronto, e é melhor que fique onde está. Não quero e não vou desenterrar coisas duramente sepultadas Astória. Eu.. nunca mais serei  o mesmo de antes de tudo e isso talvez seja bom, ou não. Eu realmente gosto de você, e muito, não pelas semelhanças, mas por todas as diferenças. E quero muito que possamos ficar juntos, que possamos dar certo, que possamos ser felizes, mas sem a porcaria de um passado nos fazendo sombra e sendo cobrado. Se for assim, devíamos ter acabado aquele dia na praça! – Ele sentia raiva e medo dela. Raiva por ela ter tocado naquele assunto e ainda em tom de acusação, e medo de que ela o virasse as costas de vez.


 


- Você tem certeza que é passado? Eu n..


 


- Se estou dizendo que é porque é, mas se você ficar trazendo as coisas para cá, o tempo muda não é? Vira presente.


 


- Não precisa ser rude Draco. – Ela realmente estava lutando contra as lágrimas.


 


- Me perdoe, mas preciso que você entenda isso, por favor Astória! O lugar do passado é lá, no passado.


 


- Você diz que gosta muito de mim, mas me amar não. – Ele suspirou e a olhou com menos raiva.


 


- Eu não sei amar. Mas sei tantas outras coisas que podem... – Mas ela tocou seus lábios com os dedos trêmulos.


 


- Por favor, não fale mais nada. Eu já entendi.


 


- Entendeu? – Ela certamente entendera qualquer outra merda menos o que ele queria dizer.


 


- Sim. Toda a sua capacidade de amar ficou nesse passado maldito. – E então, os dois pareceram soltar o ar dos pulmões juntos.


 


- Eu nunca soube amar, eu..


 


- Sim, você soube, e você a amou, talvez ainda ame. Mas existem coisas maiores que o amor, não é Draco? Eu posso entender isso também. – Ela aparentava uma calma de dar inveja.


 


- E é isso que quero te dizer. Há coisas maiores Astória, melhores. E eu quero poder te dar todas elas. – Então ela mais uma vez o encarou. Os olhos mais marejados do que nunca e vermelhos. Ela parecia em uma briga interna e o estudava ao mesmo tempo. Um silêncio entre eles, apenas quebrado por..


 


- FELIZ NATAL! - Em coro do restante das pessoas de dentro daquela sala que ele nem mais se lembrava.


 


Ela então cortou o contato visual e se virou mais uma vez para janela, talvez para esconder uma lágrima que escorrera. Ele iria toca-la, abraça-la, qualquer coisa, mas não houve tempo. Sua mãe o agarrou e o afundou em beijos.  


 


 


 


Sua cabeça doía levemente, mas não era como se não doesse nunca. Na verdade, ela sempre estava doendo, mas nos últimos dias estava cada vez mais forte. Claro que não comentou nada com a senhora bondosa que o acolhera e respeitara sua vontade de ainda não procurar nada sobre si mesmo. Ela lhe dera um apelido de “Moreno” e o tratava quase como filho. Mas agora sua testa estava latejando também e cada vez mais difícil de disfarçar.


 


- Deixe que eu levo os pratos para cozinha depois Mel, vamos abrir os presentes, estão todos na árvore! – Andrômeda disse com um sorriso triste, como todos seus sorrisos. Quando ela lhe contou toda a sua história, inclusive sobre a guerra e o que lhe foi tirado, ficou admirado de ela ainda ter forças para respirar.


 


- Vamos Moreno tenho certeza que há algo pra você também! – A pequena menina era sempre muito contente, mas às vezes ele a ouvia chorar a noite.


 


- Já vou! – Porém, quando se levantou, sua cabeça doeu muito e sentou rápido novamente.


 


- O que você tem? – A menina perguntou.


 


- Moreno?! – Andrômeda se aproximou. A ceia foi só entre eles, já que estalagem mais servia de restaurante do que hospedaria mesmo. Até o pequeno Ted parecia o olhar com atenção agora.


 


- Tudo ok, foi só uma tontura. – Mentiu e sorriu. – Vamos logo para os presentes, Mel está aflita.


 


- Sim! – E ela bateu palmas.


 


Tentando disfarçar o máximo que pudesse, se levantou e foi junto da menina até a uma pequena sala que ficava perto da cozinha. Senhora Tonks o seguiu com os olhos antes de se juntar a eles.


 


O cômodo era pequeno, mas acolhedor. Logo de frente a porta que entraram havia um lareira acessa e decorada com meias coloridas, todas elas lotadas de doces. Mel logo pegou uma. A árvore de natal foi colocada ao lado e era de tamanho médio. A seus pés alguns embrulhos de variados formatos. De frente para a árvore, duas poltronas confortáveis que davam as costas para uma janela e a porta que dava para a rua. No centro um tapete fino. E era tudo.


 


- Comece por algum Mel. – Andrômeda pediu se sentando em uma das poltronas. Ele se sentou na outra sentindo que podia morrer a qualquer momento.


 


- Acho que esse é para o Ted. – E esticou o bracinho para o menininho com pouco mais de um ano. Hoje seus cabelos estavam da mesma cor que de Mel, um pouco aloirados.


 


- Oh, sim, uma bola!


 


- É seu mamãe?


 


- Sim, esse fui eu quem comprou. – Ele não entendeu, quem mais daria presentes a eles? Pelo que tinha ficado sabendo, senhora Tonks não tinha mais ninguém no mundo, ou tinha?


 


- Acho que esse é pra você mamãe! – Ela franziu o cenho, mas pegou o embrulho prateado.


 


- De quem é?! – Mesmo morrendo de dor não conseguiu refrear a curiosidade.


 


- Bem, julgando pela beleza do embrulho, deve ser da minha irmã.


 


- Sua irmã? Mas...


 


- Moreno querido, talvez eu tenha me esquecido de te falar que eu tenho outra irmã. Ela.. bem, como toda a família se afastou de mim quando banquei meu amor por Ted, algumas vezes me escrevia, mas parou depois de um tempo. E claro que no último ano eu não tive noticias dela. Mas ela me achou aqui e ainda me escreve, eu que não respondo. – Ela suspirou ainda sem abrir o pacote retangular.


 


- Por quê? – Sua cabeça deu uma pontada forte. Mel resolvera que era melhor tentar outros embrulhos em busca do seu, mas parecia que a maioria era mesmo de Ted.


 


- Ah, prefiro assim. Ter contato com eles, todos eles... dói demais. – A sala estava girando.


 


- Eles.. quem? – Se recostou melhor na poltrona.


 


- Você não está se sentindo bem. O que há? – Ela deixou o embrulho no chão e se virou melhor para ele.


 


- É apenas uma tontura, sério. Me conte dos outros, se puder. – Ele tinha que disfarçar melhor.


 


- Ah mamãe, enfim um pra mim! – Mel gritou eufórica.


 


- Ah, me parece dos Weasley esse querida. É um suéter que Molly sempre borda. Lindo, e veja só, com sua inicial. – “Weasley”?


 


- Esse nome... você nunca disse...


 


- É verdade, eu te contei sobre a guerra, mas nunca nomeei os personagens não é? Lembrar dói também... mas, soa familiar a você? – Ela o olhou com interesse.


 


- Eu não sei, mas não é estranho.


 


- Veja mamãe, senhor Potter me deu presentes também. Dois! Uma boneca e uma varinha de primeiros feitiços. Aquela que colore desenhos e espirra água.


 


- Harry é mesmo muito generoso. – Sua cabeça doeu muito.


 


- Potter.. Harry...........- Fechou os olhos.


 


- Harry Potter é o padrinho de Ted e...


 


- Psiu Mel, ele não está bem! Moreno me diga o que há com você! – Ele não poderia mais mentir, não tinha como.


 


- Minha... cabeça. – Respirou fundo. – Está doendo muito. – Senhora Tonks se levantou.


 


- Já chega, vamos ao St. Mungus imediatamente.


 


- Mas..


 


- Não há mas.. Eu fui paciente demais e isso pode ter sido um erro. Deixarei Ted na Toca, Molly e o próprio Harry insistiram muito que eu fosse para lá, então acho que ficarão felizes com a presença do meu pequeno. Eu já volto.


 


Então ela pegou uma capa perto da porta e em seguida Ted, que mordia livros de borracha. Com a varinha apagou a lareira, o que pareceu deixar tudo ainda mais frio, entrou por ela e junto com um pó cinza ela sumiu.


 


- O que.. que é isso? – Mel tinha se levantado e agora estava em pé segurando sua mão.


 


- Pó de flú.


 


- Oh sim! – Agora que ela havia falado o nome fazia todo o sentido do mundo. Sua cabeça doía ferozmente, e achou que poderia desmaiar a qualquer momento.


 


- Pronto. – O que pareceu uma eternidade, mas certamente não devia ter sido mais que cinco minutos senhora Tonks reapareceu.


 


- Você disse a eles sobre Moreno? – Mel perguntou enquanto tentava o ajudar a levantar.


 


- Achei melhor não, não sabemos nada sobre ele e pode ser... er.. melhor não. Vamos logo. – E acabou de puxá-lo da poltrona.


 


- Como vamos? – Ele praticamente gemeu.


 


- Pó de flú, há algumas lareiras no St Mungus para caso de emergências.


 


 


 


Parara de nevar desde que começaram a ceia. A família Weasley tentava de todas as maneiras aparentar uma felicidade que no fundo, ninguém sentia. E isso ficou evidente quando Molly percebeu que não tinha mais sete filhos para distribuir seus suéteres e isso fez com que ela corresse para cozinha alegando ter esquecido algo no forno. Senhor Arthur a seguiu e um silêncio perturbador acolheu todos na sala. Então Gina subiu e Harry foi atrás. George chorou abertamente, mas Angelina o abraçou e ele enfim disse em voz alta o que estava guardando dentro de si desde maio, “Fred é um pedaço meu que se foi e isso dói demais.”  E doia mesmo. Ron se juntou ao abraço enquanto Bill e Fleur também foram para cozinha. Percy disse que ia tomar um ar e ela achou aquilo uma ótima idéia. Mas logo ele pediu licença e voltou para dentro de casa.


 


Agora ela estava ali, sentindo o gelado do inverno entrando na pele e nos pulmões e de alguma forma aquilo era um calmante abençoado. Ouviu um baque da porta e se virou para ver quem vinha. Era Ron, com o rosto um pouco vermelho.


 


- Oi! – Ele disse olhando para baixo.


 


- Ei.. – Ela se aproximou mais dele e o abraçou pela cintura. Ron retribui a abraçando pelos ombros.


 


- Sinto muito por..


 


- Shii, não se desculpe. Não é fácil para ninguém tudo que aconteceu e as conseqüências disso. Vocês estão segurando bem a barra, mas uma hora a gente fraqueja, normal, somos todos humanos. – A castanha encostou a cabeça no ombro dele e fechou os olhos.


 


- Eu e meus irmãos fizemos um acordo mudo, acho. Não aparentaríamos nossa tristeza perto de nossos pais, mas é que... – Ele pareceu engolir o choro, Hermione o apertou mais.


 


- Eu entendo Ron, mas já pararam para pensar que eles fazem o mesmo com vocês e talvez isso torne tudo ainda mais difícil?! Quem sabe dividir essa saudade, dor, os ajude a superar mais rápido?


 


- Acho que nunca vamos superar a morte de Fred.


 


- Talvez, mas vocês precisam tentar. Se realmente existir um mundo onde os que partiram se hospedam, e de lá eles podem nos espiar, Fred deve está um tanto angustiado e a última coisa que precisamos é disso não é? – Ela ergueu um pouco o rosto e deu um leve beijo na bochecha gelada de Ron, que fechou os olhos com o carinho.


 


- Você pode ter razão, só para variar. – Eles riram baixinho e ficaram alguns minutos em silêncio. – Ah, Ted chegou agora pouco. – Hermione levantou a cabeça para olha-lo melhor.


 


- Ted? Senhora Tonks resolveu vir?


 


- Não. Ela chegou pela lareira meu afobada e pediu a gentileza de ficarmos com ele esse resto de noite pois precisava ir urgentemente ao St. Mungus.


 


- Algo com aquela menininha? Mel? – Ron balançou a cabeça.


 


- Na verdade ela disse que um hospede dela estava passando mal e ela precisava o acompanhar. – Hermione franziu o cenho.


 


- Mas.. eu fui com Harry hoje mais cedo deixar os presentes lá, e ela mesma nos disse que não tinha hospede algum. – O ruivo deu de ombros.


 


- Talvez alguém que apareceu de última hora. E por falar em presentes ela pediu para agradecer todos, principalmente os livros de borracha para morder. Segundo senhora Tonks, foi o que ele mais gostou. – Hermione deu um leve sorriso.


 


- Ah que bom! Comprei uns para Eliz também, mas os dentinhos ainda não despontaram.


 


- O bolo que Gina fez para amanhã ficou lindo. Seus pais não vêem mesmo? – Ela ficou mais triste e voltou a abraçar Ron.


 


- Não. Eles falaram que não daria tempo. Ah, eles nunca aceitaram bem nada do que aconteceu, e ter uma neta assim, nascida de uma mãe solteira foi uma das coisas que eles odiaram. Mas tudo bem, todas as pessoas mais importantes estarão aqui, e minha pequena vai ter uma festinha de 1 ano perfeita. – Ele beijou o topo da cabeça dela.


 


- Está certo. Meu pai veio conversar comigo Hermione, ontem. – Ele falou meio vacilante e ela já imaginava o porquê.


 


- O que ele disse?!


 


- Que sabe que eu não sou o pai de Elizabeth. – Ron disse de uma vez e ela teve que se soltar dele mais uma vez.


 


- E.. é..


 


- Não tive como mentir mais. Papai estava bem tranqüilo. Disse que entendia o que tínhamos feito, levando em conta a situação que estávamos, mas que não apoiava nós nos casarmos se realmente não tivesse amor entre nós. Ainda disse que jamais rejeitaria Eliz ou mudaria com ela ou com você. Mas que casamento é algo serio e deve ser para a vida toda.


 


- E sua... mãe? – Ela tremia, e não era de frio.


 


- Ele não comentou nada com ela, mas ela parou de falar do casamento. Talvez tenha chegado a mesma conclusão. – O ruivo parecia ter ficado triste novamente e tudo ficou dolorido mais uma vez. Então ela o abraçou direito, afundando a cabeça no peito largo dele. Ele a apertou contra o corpo e suspirou.


 


- Hermione?! – Era a voz de Gina que gritava da porta. – Venha logo Hermione! – A castanha se soltou de Ron assustada, a amiga estava aflita demais. Correu até a porta seguida por ele.


 


- O que houve?


 


- Elizabeth, ela parece que está doente. – Sem deixar que a ruiva continuasse, Hermione entrou correndo e subiu as escadas em direção ao quarto de Gina.


 


Do corredor ela já conseguia ouvir o choro estridente da filha. Apertou os passos, Elizabeth jamais chorara daquela maneira. Quando entrou no quarto viu um Harry desesperado tentando embalar a pequena nos braços, mas sem sucesso. A garotinha chorava com muita força e balançava os bracinhos.


 


- Harry! – Seu coração estava acelerado.


 


- Oh Hermione, ela estava dormindo lindamente e de repente acordou chorando assim. Quando Gina foi pega-la no carrinho viu as bolinhas rochas. Ela está muito quente também. – Quando pegou a filha nos braços percebeu que na verdade ela estava ardendo. O choro diminuiu, mas os lábios de Elizabeth estavam azulados.


 


- Meu Deus!


 


- Vamos logo para o St. Mungus. – Gina disse pegando uma capa no guarda roupa e jogando em volta dos braços de Hermione que segurava a filha, já com lágrimas nos olhos.


 


- Você disse algo para a mamãe? – Ron perguntou seguindo os três escada abaixo.


 


- Não, ela está no quarto lá em cima com papai e o pequeno Ted então achei melhor não falar nada. Acha que devemos..


 


- Não Gina, apenas pegue logo o pó de flú e vamos! – Hermione disse com a voz estrangulada.


 


 


 


Por ser noite de natal o hospital estava mais silencioso e até gelado. Ela correu com sua pequena até recepção e encontrou uma mocinha lendo uma revista trouxa.


 


- Por favor! Ei. – A loira a olhou por alguns segundos e depois para o os outros. Mas só quando seus olhos recaíram sobre Harry que ela pareceu realmente está vendo algo.


 


- Harry Potter! – Se levantou arrumando os cabelos.


 


- Por Merlim! – Gina disse raivosa.


 


- Por favor chame um medibruxo, minha filha.. ela... oh Deus.. – Elizabeth não chorava mais.


 


- Sua filha? – A moça parecia assustada.


 


- Vá logo mulher! – Ron entrou na frente de Hermione vermelho e com os punhos fechados. A loira pareceu se assustar e correu por um corredor comprido.


 


Logo uma medibruxa apareceu e pediu que Hermione a seguisse até uma sala, deixando os outros três de fora. Deitou Elizabeth em uma maca e a examinou com a varinha. Em seguida chamou uma assistente pedindo que levasse a menina para o ambulatório e que fizesse um exame de nome muito estranho. Hermione já estava histérica.


 


- Ei, me fale logo de uma vez o que está acontecendo! Por que ela levou minha filha? Eu tenho que ficar com ela. – Ela falava alto e seguia para a porta.


 


- Senhorita Granger, por favor, se acalme, ela está sendo bem cuidada, sente –se para que eu possa lhe explicar. – Relutante e tentando se acalmar ela fez o que a medibruxa pediu.


 


- Então?!


 


- Pelo que pude perceber Elizabeth desenvolveu uma doença rara, mas hereditária. É tipicamente bruxa e costuma pular alguma geração da família, mas nem sempre. Se chama  Deformatio Sanguis , que significa isso mesmo, uma deformação nas plaquetas do sangue. É como se o sistema imunológico detectasse uma doença que na verdade não existe e começa a produzir anticorpos e outros agentes, no caso mágicos, para combater essa suposta doença. Eu pedi que ela fizesse o exame só para confirmar a minha suspeita, mas pelos sintomas, eu tenho quase certeza. – Hermione tremia.


 


- E quão grave isso pode ser?


 


- Bem, em caso de bebês pequenos.. bom.. pode ser fatal. – A castanha se levantou de uma vez da cadeira querendo gritar.


 


- O que eu posso fazer para isso não acontecer? Eu faço qualquer coisa!


 


- Senhorita acalme-se. A doença se manifesta de repente, mas leva dias para causar algum dano maior. Há tratamentos, mas preciso saber exatamente qual tipo de doença Elizabeth desenvolve. Em 95% dos casos o tipo se repete em familiares. Sabendo o tipo posso ministrar o tratamento direcionado, e em dois dias no máximo ela estará curada e nunca mais sofrerá com essa doença. – Hermione respirou fundo e voltou a se sentar.


 


- E você vai conseguir saber o tipo pelo exame que pediu para ser feito?


 


- Não. Infelizmente não há como descobrir assim. Quando a doença está se manifestando pela primeira vez na família, temos que ir tentando todos os tratamentos disponíveis, até que um surta efeito, e é aí que descobrimos qual é o tipo. Mas isso pode levar dias e em caso de bebês, horas fazem a diferença. Então senhorita Granger, pelo que posso perceber a senhorita não teve essa doença, e pelo que sei sua família é trouxa. Me desculpe, mas o pai dela, ele é bruxo? – Hermione sentiu o consultório girar. Agora que aquela mulher perguntara, se dera conta. Conseguira manter a existência da filha escondida do mundo bruxo por exato um ano, mas agora isso acabaria. Mas ela faria qualquer coisa pata salvar sua Elizabeth.


 


- Sim, e sangue puro. – Sua boca secou. A mulher assentiu com a cabeça.


 


- Então é bem provável que alguém da família dele ou mesmo o pai tenha manifestado a doença. A senhorita saberia me dizer?


 


- Não... – Ela começou a chorar.


 


- Poderia descobrir? Se sabermos qual tipo da doença que ele ou a família teve tudo ficará mais seguro. – A castanha limpou as lágrimas, respirou fundo e se levantou.


 


- Vou dar um jeito de descobrir.


 


- Então faça isso imediatamente. De qualquer forma, já vamos começar com algum tratamento, testando todos os possíveis.


 


- Obrigada. - E se sentindo mais pesada do que nunca saiu da sala.


 


 


 


- Hermione? Então? Vimos uma moça sair com Eliz do quarto! – Ron correu até ela.


 


- Ela tem uma doença grave e hereditária. Preciso descobrir algumas coisas. – Ela dizia como se estivesse dopada.


 


- Como assim? O que está falando? – Foi Harry quem perguntou.


 


- Preciso que me ajude, só você pode me ajudar agora. Me desculpe Ron, mas só Harry pode. – Ele franziu o cenho.


 


- Só o Harry? O que quer dizer com isso? Espere.. então aquilo que eu achei na barraca.. é verdade?


 


- Não seja estúpido Ronald! – Gina quase gritou. – Se é hereditário e é algo mágico a doença dela vem do pai, e Harry sabe quem é o pai! – Ela disse sem pensar.


 


- Que?


 


- Eu não posso lhe dar com isso agora. – Hermione disse cansada e saiu andando, deixando um Ron furioso para trás e uma Gina tentando o controlar.


 


Virou um corredor aleatório sem perceber. Tinha que pensar, e muito rápido, como descobrir se Draco já tivera aquela doença ou alguém da família dele, e principalmente, qual tipo. Mas parecia impossível sem ter que contar toda a verdade. Ela contaria, se isso fosse salvar a vida de Elizabeth, mas tudo levaria tempo demais, e tempo era algo que ela não tinha.


 


- Hermione? – Uma voz soou longe, e ela até achou que podia ser Gina, Harry ou mesmo Ron. Piscou algumas vezes, aquela voz não poderia ser de nenhum dos três. Aliás, ela nem sabia onde estava. Andara sem perceber para onde, tão concentrada que estava. Se voltou para ver quem era a mulher que lhe chamara.


 


- Se.. senhora Tonks? – A mulher que na sombra se parecia tanto com a irmã Bellatrix sorriu fraco e se aproximou.


 


- Sim.. o que faz aqui numa noite de natal?


 


- Eu... ah.. minha filha.


 


- Sua filha?


 


- É, poucos sabem, mas tenho uma filha. E agora ela está muito doente e eu não sei como fazer o que tenho que fazer para salva-la.. eu – E ela foi tomada pelo choro. Andrômeda se aproximou mais e a abraçou.


 


- Acalma-se querida, shii. O que ela tem de tão grave? – Hermione fungou e limpou as lágrimas mais uma vez.


 


- Um.... Uma doença no sangue.. hereditária.. mágica..


 


- Não me diga que é Deformatio Sanguis? – A castanha esbugalhou os olhos.


 


- Exatamente! – Então se lembrou, assim de repente, que aquela mulher era tia de Draco! Talvez ela soubesse de algo que a ajudasse. – A senhora conheceu alguém que teve essa doença? – Seu coração estava mais uma vez disparado.


 


- Claro que sim. Eu mesma tive com cinco anos de idade. Foi um sofrimento até acertar o tratamento, mas como já era mais velha não havia tanto risco. E, bem.. meu sobrinho teve também. Lembro que Narcisa estava tão desesperada quanto você e também foi numa noite de natal. – Andrômeda ficara mais séria por um momento, mas Hermione nem se importou.


 


- Qual era o tipo senhora Tonks? Qual era o tipo da doença de Draco? – A mulher franziu mais ainda o cenho. Ela olhava Hermione como se ela fosse uma estranha, mas percebendo mais uma vez a aflição da moça, respondeu.


 


- Tipo C, que foi a mesma que a minha.


 


- Muito obrigada, obrigada! – Hermione a abraçou e saiu correndo de volta ao consultório da medibruxa.


 


Não tinha idéia de que havia andando tanto, mas enfim chegou novamente no corredor onde seus amigos estavam. Ron parecia ainda furioso, mas não parou nem para uma segunda olhada. Entrou sem bater no consultório.


 


- Tipo C! A doença do pai dela foi tipo C! – Ela praticamente gritara. A medibruxa se levantou sorrindo.


 


- Muito bem, vou agora medica-la corretamente. – E ela saiu imediatamente.


 


- Hermione? – A voz de Harry foi cautelosa. Mas agora ela se sentia imensamente feliz e leve então se virou sorrindo.


 


- Agora ela está a salvo! Minha filha ficará bem! – E o abraçou.


 


- Mas, como?


 


- Então eu já vou.


 


- Ron?! – Ela se soltou do moreno que ainda parecia muito confuso.


 


- Não posso conversar com você agora Hermione, me desculpe. – E ele virou as costas e sumiu numa esquina.


 


- Tive que contar o que ele não queria ouvir, sinto muito. – Gina disse de olhos baixos. Uma água fria parecia descer por sua espinha.


 


- Como você descobriu? – Harry insistiu.


 


- A senhora Tonks. Me encontrei com ela por acaso e ela me disse. Ela teve a mesma doença, assim como Draco.


 


- Onde ela está? – Ele quis saber.


 


- Há alguns corredores. Nossa, no meu desespero nem perguntei o que tinha acontecido. Melhor ir lá novamente. Agora sei que Eliz ficará bem. – O casal sorriu assentido e a seguiu.


 


Andrômeda Tonks estava parada a uma porta quando o trio a encontrou. Ela sorriu para eles, e deu um abraço em Harry.


 


- Então Hermione, sua filha ficará bem? – E então ela sentiu o rosto queimar. Era evidente que a mulher juntara as peças e já sabia de toda a verdade.


 


- s-sim. A senhora nos salvou.


 


- Fico feliz por ter ajudado.


 


- O que está fazendo aqui senhora Tonks? – Gina perguntou dando as mãos a Harry.


 


- Ah, bem.. Há alguns meses um rapaz apareceu na estalagem. Ele estava machucado, mas tinha o uniforme de Hogwarts, por isso o acolhi. Porém ele perdeu a memória e não faz idéia de quem é. Me pediu um tempo para tentar se lembrar e eu contei a ele tudo que ocorreu na guerra, na esperança que ele pudesse se recordar de algo. Mas não deu muito certo. Então ele foi ficando, me ajuda com as coisas, porém hoje ele se sentiu muito mal e resolvi que já era mais que tempo de traze-lo ao hospital.


 


- A senhora se arriscou, e se ele for perigoso?


 


- Harry! Senhora Tonks ele não perde o hábito.


 


- Tudo bem Gina. De certa maneira ele tem razão. Me arrisquei, mas no fim não houve nada. – Andrômeda deu um sorriso triste.


 


- E como ele está agora? – Hermione perguntou.


 


- Foi dopado porque estava sentindo muita dor na cabeça. O medibruxo que o atendeu disse que o machucado já está curado, ele tinha um corte na cabeça, mas que pode ser que por dentro ainda haja algo errado. Só amanhã ele olhará com mais calma, conversar com ele, porque hoje ele não tinha condições.


 


- Se ele estava com o uniforme de Hogwarts talvez o conhecemos. Podemos entrar? – A castanha questionou. Ela sentia uma necessidade de retribuir a ajuda que aquela senhora lhe dera.


 


- Acho que não há mal nisso. Ele está dormindo e Mel está lá com ele. A pequena se apegou muito. Mas entrem.


 


Então ela abriu a porta e os deixou passar. O quarto estava escuro, só um toco de vela deixava escapar um pouco de luz ali. Hermione viu Mel encolhida numa poltrona ressonando traquilamente. Então focou os olhos na cama.


 


No primeiro momento não viu nada. Tudo estava muito escuro. Mas quando seus olhos se acostumaram com a iluminação baixa, sentiu as pernas fraquejarem.


 


- Meu Deus! – Ela disse num sussurro.


 


- O que foi? – Harry se aproximou e depois de segundos pareceu vislumbrar a mesma coisa que ela.


 


- O que gente? – Gina deu a volta na cama e parou assim que seus olhos caíram no rosto do rapaz.


 


- É o Blás! – Hermione disse com a voz embargada.


 


- Zabine! – Harry e Gina falaram ao mesmo tempo que a castanha. Então eles perceberam o moreno abrir os olhos.


 

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Comentários: 2

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Enviado por M R C em 17/05/2012

há ! ameiiii o ritmo desse capítulo !
e primeiramene amei a sua resposta dos coments =] gosto mto qdo as autoras interagem com a gente ! obrigada! 

qto ao capítulo, ele realmente me pareceu um divisor de águas, pq mostrou a "vida que segue" de cada um deles e gostei demais do rumo que vc deu... menina sua criatividade é fantástica!

Eu fiquei teeeeeeeeeeensaaa qdo a Narcisa começou a contar pro draco da história da doença dele, e já fui logo pensando "fudeuu a elizabeth vai ter"... não deu outra ! hahaha
mas até que a hermione descobriu a cura rápido, achei que ela ia ter que contar pro draco. ... seria interessante ela bater na porta dele  e dizer "oi loiro lindo tudo bem? qual foi a doença que vc teve mesmo, pq sua filha tá com a mesma...'" hahahahha !!


aah eu gosto demais dessa Astória, pq ela tem muita atitude e classe...sei lá imagino ela sempre muito elegante e classuda no jeito de falar com as pessoas, e achei fantástica a tirada dela por ter sacado que draco a vê como uma cópia da mione. E apesar de tudo indicar um possível término de namoro, eu ainda acredito que eles ficarão juntos durante um tempo...


Quero muiiiito ver como será o reencontro de draco e mione, pq to sentindo falta deles juntos nem que seja apenas para dirigir a palavra um ao outro. =]]] realize o meu desejo querida autora ! hahahahaa...se possível com pegação no meio do reencontro... afinal ninguém é de ferro, ainda mais perto de um Draco.


Ahhh .. já falei que sou apaixonada pelo Blás da sua fic? sim sim, se o draco me deixasse, eu pularia logo para os braços do blás, sem dúvidas ! e fiquei feliz por finalmente ele ter sido encontrado.


quê mais ? Ah sim ! por mim, o Rony e toda sua família sumiam de cena ! hahaha... é impressionante mas eu realmente me irrito com eles, implicância mesmo.....e olha que na história original (livro e filme) eu AMO o Rony e gosto muito dele com a mione hein... sua fic faz milagres com meus conceitos !

nossa escrevi demais !

Gostei demais do capítulo, primeiro por ter sido ótimo e segundo por ter chegado rápido aqui =]

beijos                      

Nota: 5

Páginas:[1]
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Enviado por Larii Malfoy em 15/05/2012

Fico suuuper feliz quando você posta,sério *-*

Hmm,essa conversa do Draco com a Astória,sinto cheiro de rompimento? Diz que sim vaai (yn)

Até que enfim Sr Weasley percebeu que a Eliz não é filha do Ron..enfim,deu dó dele quando descobriu quem é o pai da neném,maaaas,a verdade é linda haha

Eles chorando pela falta do Fred,foi tenso,confesso que até eu fiquei com vontade de chorar =/

Achei que essa doença ia obrigar a Hermione a contar da Eliz mais rápido pro Draco,maaas,qm sabe a titia querida dele não conta sem querer,né? haha Pensando bem, a Mione contando seria super inusitado :)

Será que o Blás vai lembrar de alguém?!

Bom,aguardo a atualização.

Tô amando demaaaaais a fic (:

beijos ;*

Nota: 5

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