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24. E agora?!


Fic: Duas verdades No ar o epilogo 05-07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ei pessoal!
A fic está na reta final agora... =/ Vamos curtindo então...

Esse cap ficou menor, mas tudo que precisava está aí.
Desculpem a demora, mas como prometido, o cap ta ai.. 

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Boa leitura e obrigada!
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Tudo era caos. Umas pessoas gritavam, outras pulavam e corriam umas para as outras. Ele se sentia tonto. A verdade é que desde que Potter contara que ele tinha sido o verdadeiro dono da Varinha das Varinhas durante tanto tempo teve vontade de sorrir daquela ironia, ao mesmo tempo que esmurrar o quatro olhos.


- Draco! Oh Draco! – Quando virou o pescoço viu sua mãe correndo aflita ao seu encontro. Ela simplesmente parecia não perceber os outros que esbarravam nela na correria. Ela o alcançou e o agarrou com muita força. – Meu filho! Meu amado filho!


- Mãe! Acabou? – Ele parecia ter 10 anos de idade de novo, quando recebia um castigo do pai e depois de um tempo Narcisa aparecia e o abraçava, e então ele perguntava se tinha acabado. A loira olhou para ele com os olhos marejados.


- Temo que não, ainda. Temos que sair daqui Draco, e rápido. – Sem dar tempo para ele pensar, ela segurou a mão dele forte e começou a arrasta-lo para fora daquele salão em ruínas. Para Draco tudo parecia passar em câmera lenta. As pessoas chorando e sorrindo, os corpos no chão, pessoas sangrando. Havia comensais sendo agarrados por Aurores. Ele via todos e não via ninguém. Estava entorpecido. – Oh! Filho, o livro que te dei de natal, onde está? – Ela havia parado de uma vez fazendo com que ele batesse nas costas dela. A olhou confuso.


- Mãe? Desculpe, mas que importância isso tem agora?


- Você não conseguiu destranca-lo não é?


- Não. Eu desisti e o guardei no meu malão, no dormitório. – Narcisa recomeçou a andar, mas ao contrário de ir para fora do Castelo ela virara a esquerda e seguia em direção as masmorras, pulando os escombros.


- Precisamos ir busca-lo. Logo te explicarei tudo querido, mas temos que ser rápidos.


Ele resolveu não questionar a mãe. Quando chegaram onde seria a entrada da Sonserina se assustaram. Rachaduras enormes surgiram pelas paredes de pedra e onde era a porta tinha apenas um buraco. Ao entrarem no salão comunal a situação ainda era pior. Devido a mais rachaduras, a água do Lago Negro estava escorrendo por todo o lado e o chão já estava com um pouco submerso. Ambos ficaram alguns minutos admirando aquilo arrasados. Aquele lugar tinha sido a casa deles e agora parecia condenado a ir para o fundo do Lago.


- Vá Draco, pegue o livro. – A voz de Narcisa saiu baixa e seca. O filho a obedeceu e alguns minutos depois, tempo suficiente para a água chegar as panturrilhas da loira, ele voltou completamente encharcado, mas com o livro na mão e um outro embrulho grosso, parecido com um álbum.


- No dormitório está pior, a água já chegou aos colchões. – Ele se sentia péssimo.


- Eu tenho certeza que o Castelo será refeito, talvez, apenas, tenham que mudar a Sonserina de lugar. Agora vamos. – E ela pegou a mão do filho novamente.


Quando por fim chegaram mais uma vez a entrada, a confusão de pessoas estava mais contida e parecia que a maioria estava concentrada dentro do Salão Principal, ou os restos dele. Ao pisarem no jardim, ambos pararam. Passos a frente estava Harry Potter. Ele estava parado, com sua roupa rasgada e de costas para eles. O herói tinha os ombros caídos, como se tivesse um peso ainda ali. Resolveram voltar a caminhar, mas logo estacionaram mais uma vez. Vinda de algum lugar, Hermione abraçou Harry pelo pescoço, dizendo qualquer coisa ao seu ouvido. Draco quis vomitar, mas ficou pior quando Weasley se juntou a eles, e quando os avistou.


- Vão fugir? – Ele disse com um ar de deboche fazendo com que Hermione e Harry se soltassem e olhassem para onde o olhar de Ronald se dirigia. Harry olhou ambos. Draco sentiu a mão da mãe tremer e se odiou por não ser capaz de fazer nada para protege-la.


- Eles não precisam fugir. – A voz de Harry saiu muito cansada. Ele parecia até mais rouco. – Se estou aqui agora e vivo, foi por causa dela. Eu digo isso quantas vezes for preciso até que a deixem em paz. – Narcisa deixou as lágrimas escorrerem. Ela apertou com mais força a mão do filho e voltou a caminhar, agora mais lentamente.


- Harry do que você está falando? – Ron perguntou em um tom revoltado.


- Eu tenho muito que explicar para vocês, apenas me dêem um tempo. – Abaixou a cabeça e também se colocou em movimento. Ele seguia na direção do Castelo e por isso passou ao lado de Narcisa. – Obrigado. – Ele suspirou baixo.


- Potter, não torne meu gesto tão nobre, fiz tudo aquilo pelo meu filho. – Eles se encararam. Draco se sentia confuso.


- Eu sei, mas não diminui a importância do ato. Você salvou Draco e o resto do mundo bruxo como extra.  Você tem sorte. – Ele agora olhava para o Malfoy mais novo. – Sua mãe se sacrificou, correu risco de morrer por você, como a minha fez por mim, mas você ainda a tem ao seu lado, segurando sua mão.


- Harry! – Hermione se aproximara deles sem que ninguém percebesse. – Você está exausto. Vá para a Torre, a guerra não atingiu os andares de cima. – Ele apenas assentiu com a cabeça e voltou a caminhar. Narcisa e Draco fizeram o mesmo. A castanha ainda ficou encarando a nuca do loiro, desejando tanto poder abraça-lo e festejar que ambos estavam vivos e aquela guerra havia acabado. Dizer que eles tinham uma filha linda e que precisava dos dois, mas jamais seu desejo se realizaria. Jamais.


- Hermione? – Quem a abraçou pelos ombros foi Ron. – Você me parece tão exausta quanto Harry. E eu? Bem, estou com fome. – Ambos deram breves sorrisos. – Vamos entrar.   


 


Sem as proteções rotineiras, Hogwarts era um terreno em que se podia aparatar sem mais problemas, e ao se dar conta disso Narcisa realizou sua magia levando o filho junto.


- Que lugar é esse? – Draco já estava perdendo a paciência com a mãe. Ela parecia muito estranha e aquela conversa com Potter o deixara muito intrigado. Agora eles estavam numa rua, no que ele desconfiava ser na Londres trouxa, parados, olhando várias casas com aspecto parecido.


- A Mansão da minha família. – Ele esbugalhou os olhos e a encarou.


- Onde?


- Há um feitiço que a esconde. E sei que aqui virou sede da Ordem da Fênix quando Sirius fugiu de Azkaban. Mas eu sou uma Black, e de qualquer forma eu sei o feitiço certo. – Ela deu alguns passos para frente.


- Como sabe mãe? Eles devem ter protegido bem esse lugar.


- Não depois que Dumbledore morreu. Snape esteve aqui depois disso.


- E te contou o feitiço. – Ela apenas assentiu com a cabeça. Draco não entendia o porquê da mãe leva-lo até ali. Na verdade, nos seus 18 anos de vida ela jamais mencionou a Mansão dos Black e menos ainda o levou até lá.


Mas seu pensamento se perdeu quando de repente, o prédio começou a se mover para o lado esquerdo e mais uma casa apareceu no meio das outras.


- Bem vindo ao Largo Grimmauld, número 12. – O loiro então viu a mãe tocar em uma maçaneta, sem fechadura, em forma de uma serpente enrolada. Narcisa entrou e ele a seguiu.


Entrou em um corredor escuro e úmido. A casa de fato tinha um aspecto de estar abandonada. Viu a mãe entrar na segunda porta a direita e então fez o mesmo.


- Ainda está aqui. Nossa árvore genealógica. – Ele se assustou. Uma parede enorme, toda coberta por uma tapeçaria verde, com detalhes em prata, que olhados com mais atenção eram rostos e nomes. A família Black, incluindo sua mãe e um pontinho queimado, onde, embaixo, estava escrito Sirius Black.


- Os Malfoy preferiram os quadros. – Foi o que disse. A mãe deu de ombros.


- Cada família tem sua tradição. Mas isso não deve ficar aqui por muito mais tempo, creio eu. – Ela suspirou e se voltou para ele que ainda lia alguns nomes.


- Por que não?


- Essa casa agora é de Harry Potter. – Draco sentiu um puxão no pescoço ao vira-lo de uma vez para olhar a mãe.


- Que?


- Já faz tempo. Sirius era o herdeiro quando minha tia morreu. Sem filhos, ele fez um testamento e deixou tudo para seu afilhado. Mais que um ato de caridade, acredito que meu primo não queria deixar esse presente nas mãos de Bella. Ela seria a herdeira natural depois dele, já que Régulus.. bem.. com certeza morreu. – E então ela ficou calada. Parecia que Narcisa tinha ido para um mundo a parte. Seu olhar desfocou e depois de alguns minutos uma lágrima escorreu em seu rosto branco.


- Mãe? – Draco se aproximou e tocou em seu ombro.


- São muitas lembranças meu filho. Praticamente moramos aqui, eu, Dromera e Bella. Agora, só eu .. e a minha irmã mais velha, mas ela não é mais Black... Foi renegada.. e então.. eu... apenas.... Eu sou a última Black. – Foi então que ele se lembrou que sua tia Bellatrix morrera há poucas horas. Se deu conta de que por pior que ela fosse, era irmã de Narcisa, e ela certamente se lembrara da morte da irmã.


- Sinto muito. – E abraçou.


- Tudo bem. – Deu um pequeno sorriso e limpou as lágrimas. – Não vamos mais perder tempo. Me dê o livro. – Draco fez isso, e assim que as mãos finas de Narcisa tocaram o cadeado ele abriu. – Vou te explicar tudo agora. Esse livro tem duas utilidades. Pode ser usado como chave de portal uma única vez e aqui está pontuada toda a minha herança.


- Mãe?


- Draco, quando te dei esse livro no natal eu apenas queria me precaver. Caso eu morresse, ele se abriria para você e então encontraria uma carta que explicaria tudo. Mas eu não morri, então só eu poderia destranca-lo. Acontece que eu não sei o que pode nos acontecer agora, por isso eu preciso que você me obedeça. – Ele franziu o cenho.


- O que quer dizer com isso? – Narcisa começou a andar pela sala, foi ate uma janela e afastou um pouco a pesada cortina.


- A minha família, a partir do meu avó, descobriu que era bastante rentável fazer negócios com os trouxas. Quer dizer, desde que eles não passem de empregados e fornecedores de dinheiro e que, ninguém no mundo bruxo ficasse sabendo. Por isso temos uma construtora de imóveis, uma mineradora e um banco no mundo trouxa. Tudo isso é mantido em segredo até o próximo herdeiro. Papai não teve filhos, e então ele resolveu que daria a Bella. Mas ela não quis, disse que era humilhação demais se misturar com trouxas e só não o delatava para os nossos amigos porque ela o amava. Acho que papai foi o único que Bella amou... Bem, eu aceitei a herança. Eu já estava grávida de você e tudo que eu pudesse fazer para garantir a sua segurança eu faria. Ainda mais que naquele tempo, Vol... Lord Voldermot já estava atacando. Bem, nesses 18 anos as empresas cresceram ainda mais e toda a fortuna triplicou, até mesmo porque eu não gastei muito. Seu pai era um homem de posses e nunca nos faltou nada e eu também não queria que ele descobrisse. - Ela parou e continuou olhando para a rua. Draco havia se sentado e estava folheando o grosso livro.


- Por que você está me dando isso?


- Há muitos apartamentos e casas que estão desocupados. Sei de um em Paris.


- Mãe, você não quer que eu vá me esconder em deles, quer? – Ela se virou para ele, novamente com os olhos marejados.


- Por um tempo Draco. Filho, você não pode ser preso. Não suportaria a idéia. – Ele se levantou jogando o livro no sofá.


- Acho que já te disse uma vez que não sou covarde e..


- Não é covarde e também não é burro! Por favor. Precisamos de tempo. Temos que provar que você se tornou o que se tornou porque foi obrigado. Que você jamais fez mal a alguém... Mas eles estão sedentos de justiça. Vão prender, para depois perguntar. – Ela se aproximou e pegou em suas mãos.


- Mãe, não posso abandona-la. Há também meus amigos e.... Astória. – Narcisa foi quem franziu o cenho dessa vez.


- Quem é Astória? – Ele se afastou e deu as costas.


- Uma menina de Hogwarts. Nós... estamos namorando e ela é especial para mim. – Draco não viu o belo sorriso que a mãe deu.


- Isso é muito bom meu filho. Mais um motivo para você se preservar. Não vai ser por muito tempo. Você mesmo ouviu Potter. Eu vou ficar livre e..


- Mas que droga! Potter! Potter! – Ele gritava, voltou seu olhar para ela. – Sempre esse merdinha para salvar o dia! Salvar todos! Por que ele salvaria você? Por que? Ah claro, para ter mais esse troféu para esfregar na minha cara. “Ei Malfoy, veja! Agora eu tenho a sua mãe também.. Não é ótimo?” Por que ele tem que tirar tudo de mim? Por quê? – Draco não acreditou quando percebeu que estava chorando, menos ainda sua mãe.


- Meu filho, se acalme, por favor. Não é nada disso. Potter só quer retribuir. Eu menti. Foi isso que eles quis dizer que eu me arrisquei. Na Floresta, Voldemort o atingiu com um Avada, mas ele sobreviveu. Não sei como, mas sobreviveu. O Lord mandou que eu verificasse se ele estava morto, e então, quando percebi que o coração dele batia, tudo que fiz foi perguntar se você estava vivo, se estava no Castelo. Com um leve movimento da cabeça ele me respondeu que sim. Com intuito de voltar e te encontrar, anunciei que Harry Potter estava morto. Eu sabia que aquele monstro iria fazer questão de levar Potter até o Castelo e esfregar o corpo dele na cara de todo mundo. E assim, poderia te encontrar e fugir. -  Draco abaixou a cabeça.


- Eu não precisava ficar devendo isso a ele, mãe. – Narcisa abraçou o filho.


- Ele que está devendo e por isso vai pagar. Ande, escolha um lugar e vá. Eu prometo te encontrar. Tenho advogados trouxas, vou avisar que um filho meu se mudou. Em fim, ande Draco. Por favor.


O loiro se separou da mãe e respirou fundo. Pegou o grosso livro de cima do sofá e mais uma vez o folheou. Escolheu um lugar. Pegou o álbum que Blás também tinha lhe dado no natal e que ainda não tinha nada e voltou se aproximar da mãe.


- Não vou sair de Londres. Quero saber de tudo que está acontecendo. – Ela sorriu.


- Claro meu filho, mas não diga aonde vai. Eles vão invadir a minha mente para descobrir onde está. Mas eu enviarei noticias sempre que puder, mas será de maneira trouxa, não podemos correr riscos. Vamos lá para fora, se me lembro bem, não há como apartar daqui.


Então os dois saíram da Mansão Black e na rua Draco deu mais um abraço na mãe seguido de um beijo, leu o nome do bairro e se foi. Narcisa fez o mesmo segundos depois.


 


No dia seguinte ao do fim da Guerra, Hermione pode em fim seguir até o Chalé das Conchas e rever sua pequena Elizabeth. Harry já estava no Ministério portando as memórias de Snape que o ajudaria explicar muitas coisas. Ela e Ron iriam na manhã seguinte prestar suas versões sobre o que passaram na guerra. Tudo que ela queria era curtir sua filha.


Ela havia esticado um pano na areia e deitado Eliz. O dia estava de um sol morno, apesar do céu ser de um azul maravilhoso. O mar estava calmo, e do ponto de onde estava ela conseguia ver, mais alto no morro, a lápide de Dobby.


- Hermione, querida, posso me sentar?


- Claro senhora Weasley. – A matriarca da família de ruivos estava bem abatida. Fred ainda não tinha sido sepultado, mas ela havia cuidado de todos os preparativos, além de preparar o corpo do filho para o momento.


- Ela está bem, não está?


- Oh sim. Vocês todos cuidaram tão bem dela, nem sei como posso agradecer!


- Ela faz parte da família! Não tem o que agradecer. – Hermione sentiu a saliva engrossar e abaixou sua cabeça com o peso da vergonha que sentia pela mentira. – Soube que seus pais estão na Austrália. - A castanha voltou a erguer a cabeça.


- S-sim. Ron contou? – Molly assentiu com a cabeça. – Eu na verdade não sei exatamente onde eles estão. Mudei a identidade deles, e a memória. – Sua voz soava triste.


- Sim. Arthur me explicou que você deverá responder a um processo por isso. É que usou magia em trouxas e isso é proibido. Mas ele também disse que será algo só administrativo mesmo, já que sua intenção era a de salva-los. É que o Ministério não pode correr o risco de ser acusado de indulgente com os amigos de Harry Potter não é? – Mas Hermione ainda estava assustada com a idéia de ser processada.


- É, acho que sim.


- Vamos ajuda-la a encontra-los. Tenho certeza que muitos da Ordem vão se oferecer para isso. Apenas.. apenas temos que enterrar nossos mortos. – E então Molly foi quem abaixou a cabeça.


- Não se preocupe comigo senhora Weasley. Vou dar um jeito. E tudo a seu tempo também.


- Claro.. claro... Mas não podemos demorar muito. Primeiro porque são seus pais e eles te fazem falta, e depois tem o casamento. – Hermione franziu o cenho.


- Casamento?


- É querida, o casamento. Uma noiva precisa de seus pais por perto.


- Senhora Weasley? – A garganta dela secou rapidamente.


- Não é porque vocês já tem uma filha que viverão assim, tão irresponsavelmente. Já houve erros demais. Você e Ron precisam dar uma família correta para Elizabeth. Quando resolvermos todas essas pendências sobre a guerra e seus pais, marcaremos a data do casamento.


Hermione não respondeu nada pelo simples fato de não ter nada para dizer. Casar? Ela não poderia ser casar com Ronald. Aquilo já era loucura demais. Não o amava, não tinha o direito de prende-lo dessa forma. Estava perdida. Eram tantas mentiras, tantos medos. Ron parecia realmente a fim de levar aquilo tudo adiante, mas e ela? Até onde poderia ir com toda aquela história sem pé e nem cabeça?


 


- Mas senhora Malfoy! -  Pansy estava na sala de estar da Mansão. Haviam aurores por todos os lados, uns procurando coisas de comensais, magia negra e de Voldemort. Lucius tinha sido capturado ainda em Hogwarts, logo depois de ver seu Lord cair com seu próprio feitiço.


- Não posso te contar onde ele está. Não vê? Eles também estão procurando por ele. E também não sei para onde foi. Não o deixei me contar. – Elas falavam baixo. Pansy estava ali, por que Narcisa sabia que os pais dela estavam sumidos, desde um dia que o senhor Parkisson resolvera não explodir uma escola infantil de trouxas. Como sabia que o filho estaria preocupado também com ela, a acolheu.


- Preciso encontrar Blás. Ele sumiu na batalha, não consegui o encontrar. E quando os aurores me pegaram eu... eu não queria vir. A Sonserina estava toda alagada, e eu nem pude olhar lá.


- Ele não estava lá. Estive com Draco na Sonserina e tudo que tinha era água. Assim que puder sair de casa eu prometo te ajudar a procurar Blásio. Ele é um garoto muito querido por mim também. Apenas tente ficar calma. – A loira deu um aperto na mão da chorosa Pansy.


- Senhora Malfoy, precisamos que nos acompanhe até o Ministério. – Um auror entrara na sala sem nem mesmo fazer barulho. Narcisa de levantou.


- Como quiser.


- Creio que já confiscaram a sua varinha?


- Sim. Na verdade a varinha do meu marido. – O auror parecia perdido. – É que estava sem varinha, e não meio da confusão eu peguei a de Lucius. – “Porque a minha está com meu filho” ela completou em pensamento.


- O que houve com da senhora? – O homem parecia muito desconfiado.


- Perdi. – Respondeu rápida.


- Certo. Então vamos. Parece que a senhora foi citada por Harry Potter e precisamos averiguar.


- Pansy, espero não demorar. Escolha o quarto que quiser ou que eles permitirem e descanse.


- Obrigada.


Ao ver Narcisa seguir o auror, a única coisa que a morena desejava fazer era poder sair também. No mundo agora apenas Blás a importava. Seus pais certamente estavam mortos. Mas onde estava seu namorado? Seu coração estava tão apertado... Será que Blás estava... morto também?! Isso não poderia ser verdade... não...


Foi quando um outro auror apareceu.


- Senhorita Parkisson, chegou uma ave para senhora. Já verificamos e não há problema. Aqui está. – Ela se levantou com fúria.


- Vocês leram minha carta? – O homem apenas a olhou com um pouco de desprezo e se retirou.


Ela desenrolou o pergaminho tremula e percebeu que Astória cumprira a promessa. A castanha, antes de se encaminhar para casa, prometera a Pansy que pediria ajuda para procurar Blás.


“Pansy, como está?


Aqui em casa tudo tranqüilo. Minha família sempre foi neutra e assim o Ministério já se retirou.


Meu pai já mandou alguns empregados a Hogwarts, além de auxiliar na reconstrução dos Castelo eles tem ordens de procurar qualquer vestígio de Blás e também, buscar pistas.


Assim que tiver alguma noticia, volto a escrever. Me responda falando com está, e se ficar sabendo do Blás antes de mim me avise.


Draco está aí? Está bem?


Abraços,


Astória.”


Oh céus, que esses homens encontrassem seu namorado! Vivo... ou morto. 

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Comentários: 4

Páginas:[1]
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Enviado por juliana vieira em 08/04/2012

ai, como amo essa fic, estava sentindo falta.

eu sei que o rony vai ficar magoado, mas não acho que deveriam iar adiante com essa história de casamento, deveriam explicar que foi só para proteger a menina, mas que ele não era o pai.

que o draco consiga se livrar de tudo e que ele consiga se resolver com a mione

que encontrem o blás.

bjos

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Brenda Chaia em 08/04/2012

Obrigada meninas... Leleu meu site é www.brendachaia.com.br  pode ser que ele não tenha carregado, então, tente de novo...

Muito obrigada mesmo! 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por M R C em 07/04/2012

querida, primeiramente meus parabéns pelo livro ! =]
vou curtir no face sua página!

quanto ao capítulo, ai ai ai, muito emocionante...
todos abatidos com a guerra, e isso visto de diferentes perspectivas ficou muito bom !

gostei demais do enfoque na narcisa, acho ela uma diva !

mas me diga, se a fic está acabando, provavelmente terá uma segunda parte ?? ou vai conseguir fechar a história ??

adorooo seu jeito de escrever! e amei o capítulo !

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por leleu_mione em 07/04/2012

Que bom que você atualizou, adoro suas fics e fiquei super feliz em saber que você conseguiu editar um livro, UAU isso é incrível, claro que vou apoiar, mas tentei entrar em seu site e não consegui, só no face. Confirme se é só no face mesmo ou vai ter um site, beijos.

Nota: 5

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