Às 8 da noite estavam todos no local combinado.
- Aos que ficam, muito boa sorte e muito cuidado. Aos que vão, espero que estejam preparados.
Os que ficariam no castelo estavam se dispersando, inclusive Hermione, mas a garota sentiu um toque em seu braço, um toque muito particular:
- Não mereço um beijo de despedida? – perguntou Harry.
- Um beijo de despedida não. Merece um de boa sorte.
- Mi, você sabe que nem tudo pode sair como o esperado.
- Shii! - disse a morena colocando o dedo sobre os lábios do maroto o fazendo calar – Eu sei que vai dar tudo certo. Eu te amo.
- Eu também!
Trocaram um beijo apaixonado e Harry seguiu para a floresta proibida. O grupo já avistava o “acampamento” quando Dumbledore explicou o plano mais claramente:
- Harry, você vai na frente sozinho e nós ficamos na reta-guarda, quando eu disser “agora” nós nos revelamos.
Assim que Dumbledore terminou de falar um jato de luz saiu da varinha de Snape, revelando a presença do grupo. Voldemort, primeiramente fica apenas observando os duelos. Harry olha para os lados e vê Arthur Weasley duelando com dois comensais, vê Rony amarrado e guardado por dois comensais e vê Fred duelando com um comensal e Snape. Mas e Dumbledore? Assim que terminou de falar, Dumbledore aparatou no castelo, exatamente na frente de Lupin:
- Dumbledore, mas você não teria que estar lá?
- Lupin, rápido! Quero aqui agora Jorge, Malfoy, Srtª. Granger e Tonks.
Lupin imediatamente avisou os outros, pelo mesmo esquema usado pela AD, o da moeda. Dois minutos depois estavam todos na frente de Dumbledore:
- Todos aqui, agora vamos.
- Pra onde professor? Cadê o Harry? – perguntou Hermione nervosa.
- Não há tempo para perguntas, vamos.
Quando chegaram no local da batalha Malfoy foi soltar Rony e os outros fora duelar com os comensais. Quando o loiro foi soltar o ruivo um dos comensais que antes o guardava percebeu:
- Ora, ora, ora, se não é o meu filho que resolveu passar para o lado dos sangue-ruins?
-Ah, você.
- Nossa como você mudou Draco querido. Ficou mais fraco.
- Não enche. Disse o garoto desamarrando Rony.
- O que você está fazendo?
- Soltando meu amigo.
- Se você pensa que vai atrapalhar os planos do Lord das trevas está enganado – disse Lucius lançando um feitiço contra Draco e iniciando um duelo.
Vendo que estava levando a pior, pois agora apenas seis comensais estavam conscientes, Lord Voldemort decidiu que a profecia deveria ser cumprida, mas não honrosamente e sim covardemente. Harry estava duelando com um comensal e Voldemort aproveitaria esse momento para acabar com isso de uma vez por todas.
- Avada Kedavra! – bradou Voldemort.
- Não! – Hermione escutara a pior das maldições imperdoáveis. Então, movida pelo medo da perda, se jogou na frente de Harry.
- Mione, não!!!!!!!!!!!!!! – proibiu Harry.
Tarde demais, a garota já estava abraçada ao maroto. Nesse instante todos se viraram em direção aos dois. Estavam abraçados, chorando e envoltos por uma espécie de escudo que repelia o que lhe era lançado. A maldição batera nesse escudo e voltara para Lord Voldemort, que agora estava caído no chão ao lado de Rony, ainda amarrado.
Percebendo que estavam sem seu mestre os comensais se embrenharam na mata e desapareceram.
Harry e Hermione não tinham idéia de que estavam vivos. Assim que os comensais desapareceram o escudo foi desfazendo e Malfoy foi finalmente soltar Rony.
- Harry, Hermione! Vocês estão bem?
Harry abriu os olhos lhou para os lados e vu que ainda estava abraçado a Hermione:
- Mi? Estamos bem! Estamos vivos!
A garota levantou a cabeça e olhou em volta, encarou o amado e o abraçou novamente:
- Ah Harry! Eu tive tanto medo!
- Mi, ta tudo bem. Acabou olha! – disse Harry indicando o corpo de Voldemort - E você me salvou. Te amo ainda mais. Nem ele foi capaz de nos separar.
- E ninguém será – os dois então trocaram um beijo com todo o amor que sentiam um pelo outro.
Só foram interrompidos por Dumbledore:
- Vamos voltar para o castelo, pois temos alguns arranhões a tratar.
Felizmente estavam todos apenas com alguns arranhões. No caminho de volta estavam todos em silêncio, apenas pensando o que teria acontecido. Mas pela cabeça de Harry e Hermione se passava apenas uma coisa: estavam muito felizes por saber que quem mais amavam estava bem. Durante o percurso não se desgrudaram um minuto, e não trocaram uma palavra, apenas olhares e sorrisos. Quando chegaram ao castelo foram recebidos por Moody, McGonagall, Molly, Luna e Gina, que foi correndo ao encontro de Draco:
- Draco! Você está bem! - disse Gina abraçando Malfoy.
- Ai, ai! To bem minha ruivinha! Só o meu braço é que está um pouco dolorido. Mas o que mais doeu foi o medo de não mais te ver.
- Nossa, eu é que fiquei sob o poder deles e ninguém se preocupa comigo. Harry e Mione estão mudos, só conversam entre si, a Gina vem falar com o Draco...
- E eu vim falar com você. – era Luna – Sabe Rony, eu nunca pensei que gostaria de alguém como eu gosto de você. Quando eles te pegaram eu senti um medo que eu nunca imaginei sentir.
- E você era a motivação que eu tinha pra voltar.
- Já que estamos bem, o que precisamos e de descanso. Cada um para suas torres. – disse Dumbledore.
- Mas professor!? – disse Harry que estava em silêncio até agora – Como a Mione foi para lá e como aconteceu isso?
- Bom Harry, assim que Snape nos denunciou eu voltei ao castelo e convoquei os outros.
- Mas como o senhor voltou? – perguntou Jorge.
- Eu desfiz os feitiços protetores e aparatei.
- Professor, cadê o Snape? – perguntou Fred.
- Se juntou ao lado o qual sempre pertenceu.
- Nunca gostei dele. - completou o gêmeo.
- Professor – foi a vez de Hermione perguntar – porque a maldição não me atingiu?
- Na hora certa saberá.
- Como assim? Que maldição? – perguntou Gina curiosa – Harry? Mione? Vocês estão bem?
- Aham Gina, só precisamos dormir – respondeu Harry – Vamos Mi? – a garota apenas confirmou com a cabeça e saíram de mãos dadas.
-Alguém e explica o que aconteceu?
- Eu explico maninha – apressou-se Rony – Harry estava duelando com um comensal quando Aquele – que – não – deve – ser – nomeado lançou a pior das maldições imperdoáveis. Não daria tempo de o Harry desviar, então a Mione pulou na frente dele, mas não aconteceu nada, porque uma espécie de escudo refletor se formou em vota dos dois e a maldição foi rebatida, matando quem a lançou.
- Então ele ta morto? – perguntou Luna.
- Está.
- Nossa que alívio – disse Gina.
- Nem fala – disse Rony.
- Vamos porque vocês devem estar cansados.
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Em vez de irem para a Grifinória, Harry e Hermione foram para a sala precisa:
- Harry, porque a gente veio para cá?
- Porque eu preciso ficar sozinho com você. Estou com saudades e com vontade de relembrar a melhor semana da minha vida.
- E posso saber qual é?
- A que você me conquistou.
- Não senhor, a que nos conquistamos, porque você me conquistou também.
- Bom saber disso. Pense no seu quarto.
- Ta bom.
Imediatamente a porta surgiu. A sala Precisa se transformara no quarto de Hermione:
- Harry, o que você fez com meu quarto?
O quarto da garota tinha pétalas de rosa vermelhas espalhadas por todo canto, velas aromatizadas, uma mesa com morangos, champagne e um jantar que estava com um cheiro delicioso.
- Gostou? – disse o moreno envolvendo a garota pela cintura.
- Claro que gostei! Mas tem um motivo especial?
- Eu fiz porque tinha certeza de que sairíamos vitoriosos, e queria comemorar só com você, porque tinha certeza de que mais uma vez você estaria do meu lado.
- Oh meu lindo, obrigada! Mas como não aconteceu nada com a gente?
- Não sei meu amor, mas isso não importa, o que importa é que estamos bem, felizes e finalmente sozinhos.
- O que você quis dizer com sozinhos?
- Poder te beijar sem medo, sem ser observado. Poder ficar com você sem ser incomodado e poder comer algo diferente porque eu to faminto. – disse Harry fazendo Hermione rir.
- Eu também.
- Então, me dá o prazer da companhia?
- Claro. Mas antes eu preciso de um banho, porque eu to toda suja de terra.
- Sabia que você iria querer isso, por isso trouxe seu malão pra cá.
- Nossa! Você pensou em tudo! To me sentindo em casa!
- Essa era a intenção, te deixar mais segura.
- Só preciso de uma coisa pra me sentir segura: você.
Depois de Hermione foi a vez de Harry se arrumar. Jantaram e foram para a cama de Hermione. Harry deitado e Hermione ao seu lado, matando a saudade e aproveitando a saudade e aproveitando o tempo à sós. Acabaram adormecendo.
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N/A: E aí? gostaram? Viu, não sou muito boa pra escrever conflitos, como eu já disse no capítulo anterior mas tá aí. Sei que esse capítulo ficou meio sem noção, mas eu amei. bju e até a próxima.
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