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7. A Melhor e a Pior Lembrança


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oiiiiiiiiiiiiie, consegui, mas estou meio sem tempo, tenho q ir para a facul... então lá vai....ah antes... gostaria q vcs fossem bastante críticas nesse cap. por favor, como eh a minha primeira nc quero saber onde melhorar numa próxima... rs
BjS!
Eu tinha postado os agradecimentos, mas o cap. saiu do ar e os agradecimentos tbm.. :-( Sorry... Prometo q mais tarde eu agradeço novamente... BjauM!!!!! T+!



O meu amor tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada

O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes

Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz

O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita

O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa.
O Meu Amor

Chico Buarque

“Às vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo
Que não me deixa em paz...”
Quase Um Segundo

Paralamas do Sucesso




7 – A Melhor e a Pior Lembrança


N/A: Essa lembrança começa onde parou aquela em que o Harry pega a Mione e o Draco juntos, na cozinha. Espero que não fique confuso. Quem estiver perdido, eu estou falando do finalzinho do cap. 4.
A música desse cap. é I Don´t Want To Miss A Thing, é do Aerosmith, do filme, Armagedoon. É linda!
OBS: Gente tem NC17 nesse cap. Quem não gosta, é melhor não ler.... não é nada vulgar ou coisa do tipo, é apenas uma demonstração de amor como algo sublime.

Hermione se soltou de Draco e saiu da sala, correndo para fora do hospital. Teve a sensação de alguém lhe chamar, provavelmente Minerva, mas ela precisava sair dali. Draco tinha feito com que ela se lembrasse de coisas que ela passou a vida repudiando, tentando esquecer.

Início do Flashback

Hermione bufou, tentou falar, mas as palavras não saíam. Estava com muita raiva. Então, virou-lhe as costas e saiu a passos largos para a sala, onde aparatou para a casa de seus pais.

Na hora do jantar, todos conversavam animadamente sobre a “volta” de Sirius. Todos menos Hermione e Draco. O loiro tinha passado a tarde no hospital com Harry, e enquanto Harry ficou com Sirius, Draco fez companhia à sua tia Marieta, que, segundo ele e Lupin, eram a única Malfoy, além de Draco, que prestava.

Já fazia duas semanas que Sirius estava no St. Mungus, todos estavam muito cansados. Estavam se revezando para ficar com Sirius e Marieta, todos simpatizaram com ela, e adoravam vê-la se “pegando” com Sirius.
Na quinta-feira, Hermione terminou o jantar e foi se deitar, não estava bem humorada e não queria estragar o humor de ninguém.
Ela e Draco não se falaram mais, quase não tinham se visto, pois ele vivia no hospital e ela, em missões pela Ordem, tinha pouco tempo para ir ao hospital. Ainda assim ela não podia negar, estava encantada com o jeito que Draco cuidava da tia. Ele era carinhoso e gentil. Estava cansada e não demorou a pegar no sono.

A noite estava muito quente, e a castanha se vestiu com uma camisola rosa, delicada, que ia até os joelhos. Estava deitada gostosamente na cama, fazia muito calor,e mesmo com a janela aberta, o calor não cessava.

Hermione dormiria sozinha em seu quarto essa noite, pois Gina estava revezando com Harry e ia dormir com Sirius no hospital.


Draco estava tentando dormir em sua cama, mas era praticamente impossível. Ele não conseguia parar de se lembrar do beijo, o segundo tinha sido PERFEITO. Para ajudar, Bichento, o gato de Hermione, não saía do pé dele, fazendo-o se lembrar mais ainda dela. Nesse momento, o gato estava deitado no peito de Draco, dormindo um sono profundo. Ele teve uma idéia, mexeu na cabeça de Bichento, atrás da orelha do gato, que acordou de mau humor, então ele avisou:
- Vamos! Vou devolver você à sua dona.

Já era madrugada quando Draco pulou a janela de Hermione com Bichento. O gato não estava contente. Draco o segurava para que não pulasse em Hermione enquanto ele estivesse ali.
Ele entrou fazendo o menor barulho possível, não queria acordá-la; ela era tão linda enquanto dormia.


I could stay awake just to hear you breathing
Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirar
Watch you smile while you are sleeping
Ver você sorrindo enquanto dorme
While you're far away dreaming
Enquanto você está longe sonhando
I could spend my life in this sweet surrender
Eu poderia passar minha vida inteira nessa doce entrega
I could stay lost in this moment forever
Eu poderia permanecer perdido neste momento para sempre
Every moment spent with you is a moment I treasure
Todo momento que eu passo com você é um momento que eu prezo


Ela parecia tão tranqüila enquanto dormia, como um anjo.
Draco se sentou lentamente na ponta da cama dela, segurando Bichento. Ele poderia passar a noite inteira ali, apenas olhando para ela, admirando-a.
Aos poucos foi sentindo o sono chegar, então ele sacudiu a cabeça para se manter acordado. Não queria perder aquele momento.


I Don't wanna close my eyes
Não quero fechar meus olhos
I Don't wanna fall asleep
Não quero pegar no sono
'Cause I'd miss you baby
Porque eu perderia você, baby
And I don't wanna miss a thing
E eu não quero perder nenhum detalhe
'Cause even when I dream of you
Porque mesmo quando eu sonho com você
The sweetest dream would never do
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
I'd still miss you baby
E eu ainda perderia você, baby
And I don't want to miss a thing
E eu não quero perder nenhum detalhe


Ele continuou observando-a, ele parecia preso naquela imagem.
Ela devia estar tendo um sonho bom, porque ela sorria e ela ficava ainda mais linda quando fazia isso. Teve vontade de beijá-la, mas se segurou, não queria terminar com aquilo. Queria ficar ao lado dela, mesmo que ela não aprovasse, e por isso não queria acordá-la. Ele sorriu imaginando a cara que ela faria se o visse ali.
Ele sentia o tempo voar com ela, mesmo com ela dormindo. Tudo o que ele queria era ficar ali para sempre.


Lying close to you feeling your heart beating
Deitado perto de você, sentindo o seu coração bater
And I'm wondering what you're dreaming
E imaginando o que você está sonhando
Wondering if it's me you're seeing
Imaginando se sou eu quem você está vendo
Then I kiss your eyes
Então eu beijo seus olhos
And thank God we're together
E agradeço a Deus por estarmos juntos
I just wanna stay with you in this moment forever
Eu só quero ficar com você neste momento para sempre
Forever and ever
Para todo o sempre


Hermione se mexeu na cama, e sua perna esquerda se encostou em Draco, fazendo com que Bichento acordasse e pulasse em cima dela.
Ela se espreguiçou gostosamente, e quando abriu os olhos viu Bichento.
- Você! Achei que tivesse me abandonado! – ela acariciava o gato, que ronronava.
Em seguida, ela viu Draco, e sua expressão mudou imediatamente. Não estava exatamente furiosa.Ela se sentou na cama puxando o lençol para cobrir o corpo e olhou para Draco, surpresa.
Ele esperou que ela brigasse, gritasse ou coisa do tipo, mas ela respirou fundo.
- Você me assustou. O que faz aqui? – perguntou, arrumando o cabelo.
Ele não esperava sua reação calma.
- Eu... eu... – “merda, o que eu respondo?” – eu vim lhe devolver seu gato, ele foi para o meu quarto. – Draco sorriu.
Hermione sorriu também. Ela parecia calma, até feliz.
- Bichento seu traidor. - ela falou para o gato, mas o seu tom era de brincadeira. Draco se sentiu aliviado. Bichento saiu do colo da dona e pulou pela janela. Hermione voltou seu olhar a Draco que a fitava sem piscar.
- Bem, pelo visto meu gato prefere você a mim, não é mesmo?
- Não, não acredito. – ele respondeu.
- De qualquer maneira, Bichento sabe escolher com quem anda. Já se livrou de uma pessoa asquerosa. Me espanta ele ir atrás de você. – provocou ela, ainda zombeteira.
- Vai ver, eu não sou tão mal assim! – se defendeu.
- É, vai ver. – ela se espreguiçou de novo. Como era lindo vê-la fazer aquilo.
- Você estava tendo um sonho bom, não é mesmo?
Ela o encarou e pensou para responder, então, acenou afirmativamente com a cabeça.
Ele, animado em ter uma conversa sem brigas, continuou falando.
- Eu gostaria muito de saber com o que sonhava, ou com quem. Adoraria saber o que ou quem tem o dom de te deixar assim, feliz!
- Gostaria mesmo?
“Por que diabos eu estou sendo simpática? E que tipo de pergunta é essa para eu fazer ao Malfoy?”

Draco se espantou, não esperava por aquela resposta.

Hermione estava sonhando com Draco,tendo um sonho bom. Sonhava com o último beijo dele, e quando acordou, ele estava ali, em pé diante de sua cama. O sonho tinha sido tão bom que ela acordou calma, feliz. Aquele beijo a acompanhava, até em seus sonhos.

- Cla... claro que sim. – respondeu ele nervoso.
Ela sorriu e o encarou.
- Eu estava sonhando com você.
“Eu pirei! Me queimem na fogueira! Por favor!”.

- Co... comigo? – gaguejou ele.
- Sim, com você. – ela respondeu calmamente.
“Por que eu fico assim perto dele? Normalmente, eu pensaria e depois responderia, mas com Draco não, eu respondo e depois penso!”.

- E você estava me matando, me azarando ou me torturando? Porque só essas três coisas justificariam o fato de você entitular um sonho onde eu esteja presente de sonho bom. – ele perguntou zombeteiro.
- Na verdade – ela sorriu –, eu estava te beijando.


I don't wanna miss one smile
Não quero perder um sorriso
I don't wanna miss one Kiss
Não quero perder um beijo
I just wanna be with you
Eu somente quero ficar com você
Right here with you, and just like this
Aqui com você, e somente assim.
I just want to hold you close
Eu só quero te segurar forte
Feel your heart so close to mine
Sentir seu coração bem perto meu
And just stay here in this moment
E apenas ficar aqui neste momento
For all the rest of time
Por todo o resto dos tempos


“Por Merlim, o que eu acabei de dizer? Ter uma conversa civilizada com ele tudo bem, mas isso já é demais! O que eu faço agora?”.

Draco estava desconsertado. Hermione tinha sonhado com ele, e eles estavam se beijando. E mais o mais estranho, ela contou isso a ele. Viu a castanha corar.
Hermione corou.

- Eu... eu estava brincando. Não me diga que você acreditou?! – ela tentou sorrir sarcástica, mas estava vermelha, e visivelmente não sabia o que fazer.

“Burra, burra, burra!”.

- Não me diga que quer que eu acredite nessa sua mentira de que é brincadeira? – perguntou ele debochado.
- E por que não seria? – ela estava desconfortável, mas tentou parecer debochada também.
- Porque você não sabe mentir, Hermione. – a voz dele estava mais rouca do que de costume e ele foi se aproximando dela.
- Quem te disse isso? – Hermione tentava se desvencilhar, indo para trás – Além do mais, já falei que para você, é Granger. – ela estava com a respiração descompassada. Ele estava perto demais, e seu perfume começava a deixá-la tonta.
“Por que diabos ele está chegando tão perto? Assim fica tão difícil!”
- Não seja tola! Todo mundo sabe que você não é boa mentirosa. – ele estava muito perto, ela não tinha como se afastar, apenas se levantasse, mas não iria demonstrar insegurança, na verdade ela não queria se afastar. Os lábios estavam tão próximos...


- E... eu... eu não tenho o porque mentir para você, Draco! – ela respirava rapidamente, como se pudesse pegar mais ar, pois o mesmo estava lhe faltando naquele momento, parecia rarefeito.
Ele colocou a mão no rosto dela e a acariciou sorrindo.
- Nunca foi tão bonito ouvir alguém dizer o meu nome antes.
- Draco, não... – pediu Hermione, com a voz fraca, como uma súplica.

Mas era tarde, Draco a puxou delicadamente para si e a beijou, e, como sempre, Hermione perdeu o rumo.
As línguas se confundiam, se entrelaçavam, havia um desejo contido, havia necessidade, ardor, era um beijo apaixonado. Os dois sentiram o corpo em chamas, não podiam e nem conseguiam parar. Ela desistiu de tentar recuperar a sanidade, não queria mais recuperá-la. Não queria mais fugir dele.

“Pronto! Acabou! Quer saber, que se dane, já fiz merda mesmo!”.

Uma nova sensação invadia o peito de Draco, beijar Hermione era fantástico, mas beijá-la sem ter que segurá-la, sentir que ela não relutaria era magnífico, era novo! Uma sensação que ele não queria se esquecer nunca mais. Não queria que aquele momento terminasse! Sentir o perfume que ela emanava, o gosto dos seus lábios, sentir seu toque, sua pele macia, as mãos dela em seu cabelo, em sua nuca. Tê-la era tão perfeito.

Ele a abraçou mais forte, queria senti-la por inteiro.
Os dois se beijavam apaixonadamente, e a cada momento o beijo era mais intenso. Não queriam que existisse espaço algum entre seus corpos. Ele beijou o lóbulo da orelha dela e sentiu ela arranhando suas costas com excitação.
Draco estava com a mão nas costas de Hermione, ele a acariciava com segurança e com delicadeza. Aos poucos, eles se deitaram na cama. A situação estava irresistível e Draco desceu suavemente a mão para as pernas dela. Tentando não cometer um erro e assim perdê-la, ele parou o beijo e perguntou ofegante:
- Você quer parar?
Dava para ver o peito dela subir e descer, ela estava tão envolvida quanto ele.
Seu cérebro estava fora de funcionamento, a única coisa em que ela pensou, foi:
“Que se dane! Não quero que pare!”.
- Não ouse parar agora! – respondeu, sorrindo sedutoramente.
Draco voltou a beijá-la, dessa vez com mais calma. Ele intercalava o beijo com leves mordiscadas no pescoço dela. Hermione soltava gemidos baixos.
Delicadamente, o loiro abaixou a alcinha da camisola e passou a beijá-la na região dos ombros e do colo, indo em direção aos seios.
Hermione o parou.
- Draco... – ela o chamou, ofegante – tenho que te dizer uma coisa.
Draco a encarou, sentiu-se mergulhado naqueles olhos e desejou voltar a se perder em seus lábios e corpo, mas tinha que esperar.
- Sim. Pode falar... – ele tentou parecer calmo, mas estava eletrizado.
- Eu nu... nunca, nunca estive com uma pessoa assim antes. – Hermione ficou muito vermelha. Draco sorriu e acariciou o rosto da castanha com as costas da mão.
- Mione, vamos fazer assim, se em algum momento, quero dizer, em qualquer momento, você quiser parar, você me fala, está bem?.
Hermione sorriu e voltou a beijá-lo.
Hermione estava deitada e Draco, aos poucos parou de beijá-la e desceu para o final da cama. Ela não esperava por aquilo, Draco começou a beijar seus pés e foi subindo, e então passou a beijar as coxas de Hermione, que até então, tremia muito. Inebriado com as sensações que percorriam seu corpo, ele subiu em direção à virilha, aprofundando a língua quando atingiu seu sexo. Isso a estava deixando à beira da loucura. Ela soltava mais gemidos enquanto segurava a cabeceira da cama, o que deixava Draco ainda mais excitado por saber que estava lhe proporcionando tamanho prazer.




Vem!
Que preciso abraçar-te com todas as forças do meu ser
Como se fosse a primeira, a única, a derradeira vez...
Preciso afagar teu rosto com doçura
e navegar nestes olhos que me espreitam com ternura...


Nada mais poderia mudar aquele momento, em que os dois eram apenas um. Aquilo sim era fazer amor, algo sublime e inesquecível.
Algo fantástico, um desejo guardado, reprimido, e sentido por ambos.
A respiração e os batimentos cardíacos de ambos estavam descompassadas, fora de controle.
Ele não perdeu a delicadeza nos beijos, mas ainda assim havia muito desejo, muita paixão.

Vem!
Já não suporto os apelos da tua boca tentadora
quero que me roubes um beijo, a princípio, brando
Mas neste beijo quero sentir voz de comando
E desfalecer só de antever o gozo de outras carícias arrebatadoras...


Draco havia despido Hermione, beijava-lhe novamente a boca, enquanto ela arrancava a camiseta branca que ele vestia. Quando ela conseguiu tirar a camiseta dele, ficou admirando extasiada o tórax definido do rapaz.
Então, ela se virou e ficou por cima dele. Draco ficou sem reação por um momento, e antes que pudesse pensar em algo mais, Hermione beijava seu tórax.
Draco não agüentou e delicadamente puxou-lhe o rosto de modo que assim, voltasse a beijar os lábios dela. Os beijos a cada momento mais intensos e voluptuosos, os corpos cada vez mais necessitados de desvendar os limites um do outro.

Vem!
E traz contigo as duas metades
a metade humana e a metade fera.
Arranca-me de vez do meu insulamento
Rola comigo por desconhecidas ribanceiras.
Desperta a esquecida mulher, à tua maneira.
Explora sem pudor todas as fendas
que fores capaz de encontrar dentre as minhas esferas...


Ele se virou, ficando por cima novamente, e voltou a beijar-lhe o pescoço até chegar aos seus seios. Primeiro, ele tocou com as mãos, brincando com os bicos, e quando ele não agüentou mais, mergulhou neles e começou a beijar, chupar e mordiscar. Hermione não conhecia sensação como aquela, era simplesmente fantástica, ela estava louca de prazer e a cada mordida que Draco lhe aplicava ela cravava ainda mais as unhas nas costas dele, o excitando de uma maneira jamais imaginada. Sem mais espera, Draco terminou de despi-la.
Ambos estavam nus. Não havia mais controle ou sanidade que os segurasse.
No primeiro momento em que Hermione sentiu Draco dentro dela, ela gemeu de dor. Mas aos poucos foi se acostumando e a dor se tornou um prazer inarrável. Draco, por sua vez, estava sendo muito carinhoso e educado.
Parecia que ele conhecia cada partícula de seu corpo.

Vem!
Que o tempo urge
E uma mulher assim abrasada... não espera!


Agora era só querer... desejo... paixão... tesão....
Ela o prendeu com força entre as pernas e o instigava a se mover, controlando a velocidade .
E entre carícias e beijos os dois se amavam loucamente.

Vem!!!
Te despirei com a minha boca e meus pensamentos.
Tomarei teu corpo por inteiro e por horas irei governá-lo,
Tornando submisso aos meus caprichos
Invadirei tua alma, dominarei seus medos e suas fraquezas.
Beberei teu néctar saboreando cada gota de sua essência.
E como uma abelha faminta, irei saciar meu apetite.
Seremos dois corpos mergulhados em perfumes, suor e prazer.
Tua boca minha busca e teu corpo meu refúgio.
Definir nosso amor será meramente impossível.
Minhas mãos te guiarão por sensações nunca antes vividas por mortais.
Conhecerás de perto a verdadeira razão de meus desejos e caprichos.
Experimentando verdadeiramente em meu ser
o universo infinito de minhas fantasias.


Não havia mais nada, apenas os dois. E o amor, que a partir de agora, se concretizava.
Eles precisavam um do outro assim como precisavam de ar para sobreviver.
A cada toque, a cada beijo, eles se tornavam mais íntimos, mais ligados.
Ainda embalados no mesmo ritmo, e sem parar de se beijar por um só instante, quando não na boca, era no pescoço, na orelha, beijos e mordidas distribuídas pelos corpos, Draco e Hermione, soltavam gemidos e sussurros, “te quero!”, “te desejo!”... Embalados com um sincronismo eletrizante eles chegaram ao êxtase final.

Fecho os olhos
e te sinto chegar devagarzinho...
E, com um beijo apaixonado,
vou me perdendo aos seus carinhos.


Estavam abraçados já havia uma meia hora, Draco brincava com os cachos de Hermione, que deitada em seu peito, acariciava seu tórax.
Não haviam conversado, era algo novo, mas não queriam estragar o que tinham vivido.
Hermione, então, começou a beijar o peito de Draco.
- Hermione, você está brincando com o fogo... – avisou ele, sorrindo maroto.
- Eu sei, mas eu estou disposta a me queimar. – ela respondeu, devolvendo o sorriso.
- Não sabia que você era tão insaciável! – retrucou ele, trazendo o rosto dela para mais perto.
- Algum problema? – perguntou ela fazendo cara de inocente.
- Sim, você fala demais!
E os dois voltaram a se amar.

Olhar sedutor,
boca sedenta de amor,
cheiro de prazer,
vontade de te ter!
Vou me perdendo nos teus beijos,
me aquecendo nos teus braços,
me inspirando nos teus desejos,
me entregando às fantasias.


E novamente não havia barreiras ou incertezas. Estavam como queriam estar.
Não havia mais erros ou acertos. Só desejo, paixão e amor.
Dançavam novamente sem música alguma, uma dança compassada, embalada pelo que ambos sentiam naquele momento.
Mãos, bocas, olhos, tudo... entrelaçados e unidos, se confundindo, se perdendo e se esbaldando. No ritmo do prazer.

Sinto tuas mãos quentes deslizando pelo meu corpo,
tua respiração ofegante...
Sinto meu corpo tremer
e passo a delirar de prazer!


Eles eram um único ser, nada poderia separá-los.
Se desejavam, se queriam, se amavam.
Ao olhar nos olhos de Draco, Hermione se sentia perdida em um mar cheio de ondas dispostas a afogá-la, e ela queria se afogar naqueles olhos azuis.

Ela estava deitada no peito dele, enquanto ele acariciava o cabelo dela.

Gostaram de ficar assim, entregues, sem medo, sem preconceitos, sem problemas. Era tão tranqüilizante, era como se nada pudesse dar errado, como se nada de ruim pudesse acontecer.

- Hermione – ele a chamou.
Ela levantou a cabeça para olhá-lo e sorriu.
- Sim...
- Eu te amo!
- Oh Draco, eu... eu também te amo!
Eles voltaram a se beijar.


Gosto desse teu jeito calmo, sossegado,
com que te encostas em meu peito
e te deixas ficar
entre ternuras e embaraços,
como se tudo ficasse, de repente, parado,
e teu mundo pudesse ser demilitado
pelos meus braços.

Gosto de ti assim, pequenina, macia,
quando te aperto contra mim e te aperto contra mim
e te sinto minha
(inteiramente nua)
e tens um ar abandonado, como quem caminha
sonâmbula, por um estranho caminho
feito de céu e de lua...

Gosto de ti desesperadamente:
dos teus cabelos de tarde
onde mergulho o rosto,
dos teus olhos de remanso
onde me morro e descanso;
dos teus seios de Ambrósia,
brancos manjares trementes
com dois vermelhos morangos
para as minhas alegrias;
de teu ventre - uma enseada
- porto sem cais e sem mar -
branca areia à espera da onda
que em vaivém vai se espairar;
de teus quadris, instrumento
de tantas curvas, convexo,
de tuas coxas que lembram
as brancas asas do sexo;

- do teu corpo só de alvuras
- das infinitas ternuras
de tuas mãos, que são ninhos
de aconchegos e carinhos,
mãos angorás, que parecem
que só de carícias tecem
esses desejos da gente...


Eles adormeceram ali, juntos. Esqueceram-se que o amanhã viria, esqueceram-se que o mundo existia, lembravam-se apenas de que estavam unidos para sempre, e que se queriam mais que tudo.




Gina chegou cansada do hospital e tudo o que ela queria era se jogar em sua cama, enfiar a cabeça no travesseiro e dormir.
Quando a ruiva chegou, a Sra. Weasley ofereceu-lhe café da manhã, mas ela recusou. Ela subiu as escadas e quando foi entrar no quarto, percebeu que a porta estava trancada. Ela enfiou a mão na bolsa para pegar a chave, já estava acostumada com Hermione, ela sempre trancava a porta para dormir.
Ao entrar no quarto se deparou com Hermione dormindo aconchegada em Draco, ambos cobertos apenas com o lençol.
- Ai Meu Deus! – ela exclamou alto. – Hermione, o que está acontecendo aqui?
Hermione acordou assustada. Ela não sabia o que dizer.
- Gin... Gina, eu... eu...
- Ora Gina, não é tão difícil assim de adivinhar, não é!? Você se importa de fechar a porta? – Draco pediu, nervoso.
Draco tentou assumir o controle da situação, quando viu que Hermione não conseguiria.
Gina encostou a porta e continuou: - Claro que eu imagino, ou melhor, eu sei o que aconteceu aqui, mas é justamente isso que eu não entendo. Mione, você e Draco?
- Eu... eu... bem, eu posso explicar... – Hermione estava muito vermelha e não parecia ter o que falar.
- Gina, o fato é que nós estamos namorando, ok?! E não somos mais crianças, e aconteceu! – respondeu Draco, calmo.
- NAMORANDO? – perguntaram Gina e Hermione juntas.
- Shhhiu, sim, mas se vocês não se incomodam – ele olhou feio para Hermione –, eu não acho que seja conveniente que a Ordem toda descubra isso por encontrar a Mione e eu nesse estado!
Hermione olhou significantemente para o loiro e sorriu.
- Nós estamos namorando? – perguntou, tímida.
- Se você aceitar... – Draco também estava tímido.
Hermione corou mais, coisa que não parecia ser possível. E deu um selinho em Draco.
- Isso é um sim?
- E você ainda tem dúvida?

Os dois estavam sem jeito, já tinham se esquecido de que a ruiva também estava ali.

- O.k., para mim, chega! Vocês têm que parar com isso na minha frente. – Gina também ruborizou – E se vocês não querem ser descobertos, é melhor você ir para o seu quarto Draco, pois todos já estão se levantando. O que você vai dizer a Harry ou Rony se eles acordarem e não te virem lá?
- Você tem razão! Tenho que ir.
E Draco fez menção em se levantar. Hermione o segurou rápido, enquanto Gina tapava os olhos e soltou um gritinho “Ai, meu Deus!”.
- Ehr... é, Gina, você se importa em virar? – perguntou ele sem graça, fazendo gesto com a mão para ela se virar.
- Está bem, está bem.
Draco se vestiu e foi escondido para o quarto dos meninos. Logo após ele ter se deitado na cama, Rony acordou.

Fim do Flashback

Hermione sentiu as lágrimas queimarem seu rosto. Ele tinha razão, não dava para esquecer. Aquela era sem dúvida, a melhor e a pior lembrança que ela tinha. Algo que a seguiria até o fim de sua vida.


A culpa faz com que percamos a razão....
- Ele está bem Gina, obrigada! – respondeu, controlando o choro.
- Está? Então por que você está assim? – perguntou Gina, ansiosa.
- Isso não é óbvio? – respondeu Hermione, seca. Sentiu como se Gina soubesse de algo. Aquilo era sensação de culpa. – Meu filho quase morreu e não faz nem um ano que ele está em Hogwarts. Imagina como serão os próximos!


Não é fácil mentir para quem nos conhece.
- Mione, se eu não soubesse pelo que essa sua cabeça metódica deve estar processando agora, eu diria que algo a mais te incomoda.... – comentou Gina com desconfiança.
Hermione respirou fundo. “Merda de ruiva que me conhece tão bem!”.


Mas não era apenas Hermione que tinha contas a acertar...
– Onde está seu pai?
- Ah, disse ao Harry que você estava bebendo algo e ele me pediu que eu ficasse um pouco com o Philip. Disse que tinha que acertar as contas... Ainda bem que dinheiro não é problema, não é mesmo Mione?
Hermione sentiu vontade de dar um tapa na cabeça de Gina para ver se algum neurônio daquela cabeça vermelha funcionava de fato.


O encontro traz o passado a tona...
- Ora, ora, ainda apanhando de mulheres, Malfoy? – perguntou ele, sarcástico.
- Digamos que Hermione goste de me bater às vezes. – respondeu amargurado.
- A senhora Potter, você quis dizer, espero!
.... Os dois davam socos e chutes para tudo quanto era lado.


... mas apenas socos não resolveriam o problema...
- Por que você voltou, Malfoy?

No próximo cap. "O Acerto de Contas" entre Potter e Malfoy

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