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21. Conclusões


Fic: Duas verdades No ar o epilogo 05-07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quero agradecer o carinho e a paciência de todos.

Esse capitulo ficou menor do que eu esperava, mas coloquei nele tudo que gostaria e era preciso.

No mais a fic já está próxima do fim. Se tudo continuar como eu espero,  Duas Verdades terá uma segunda temporada.

Então, por enquanto, boa leitura.
Eu espero seu comentário!  =)

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Aqueles praticamente 30 dias haviam passado depressa demais na sua opinião. Dava uma última mexida naquela poção que muito provavelmente teria um gosto nada agradável. Avistou seu amigo de óculos se aproximando daquela estufa improvisada que Fleur tinha tanto carinho.


 


- Ufa! Enfim Ron te deixou sozinha né? – Um sorriu para o outro.


- Não seja tão chato Harry. Mas... é verdade..


- Onde ele está? – Hermione descansou a colher da panela mais funda que conseguira da cozinha do Chalé das Conchas.


- Parece que ele acredita ser muito útil aprender a cozinhar algo decente depois dessa nossa viagem, e como ele parece levar jeito pra coisa. – Ela deu de ombros e Harry voltou a rir.


- Sério?


- Sim! E acho muito justo isso. Não zombe poder útil e Fleur parece gostar de ensinar também.


- Tudo bem, mas isso é bom, faz tempo que quero conversar com você e nunca consigo com ele grudado na sua pele. – Hermione franziu o cenho tentando entender que assunto não poderia ser tratado na frente do amigo ruivo. Suspeitou e então de um longo suspiro e baixou o fogo com um feitiço. Se aproximou mais do moreno.


- Então fale, ele não deve demorar muito. – Harry percebera que ela havia entendido.


- Eu sei que a experiência na Mansão Malfoy foi de longe muito pior pra você do que pra mim e Ron. Mas se você quiser falar de como se sentiu, especialmente em relação a.. bem.. Draco, você sabe, pode dizer. E sim, eu também estou curioso. – Ela sorriu fraco.


- Ah.. é.. são tantas coisas guardadas aqui dentro. – Suspirou e Harry viu o quanto tudo aquilo era sofrido pra ela. – Não sei até hoje o que senti exatamente. Vê-lo depois de tanto tempo e de tantas coisas... Medo, hesitação, arrepio e saudade. Acho que isso seria um bom resumo. Mas tive também a certeza, certeza que nós nunca mais seremos... nós. – E aquilo foi mais difícil de dizer em voz alta do que supunha. Doeu, ao mesmo tempo em que sentia alivio poder falar com alguém.


- Ele não nos entregou. Pensei muito sobre isso, quer dizer, o porquê. E tudo me levava a apenas uma explicação. – Ele olhou fundo nos olhos dela. – Você. – Ela estremeceu levemente.


- Hum, sim, talvez, quer dizer, eu pensei nisso também. Não sei. Jamais vou ter certeza. Depois de uns dias, após os pesadelos que ainda me acordam na madrugada, eu forço a minha mente para separar a realidade do que realmente aconteceu dos meus sonhos. Me lembro, e isso é uma lembrança distante, de ouvir a voz dele falando qualquer coisa com Bellatrix e até pedindo para que ela parasse de me torturar pois daquele jeito ela não teria a resposta que desejava. – Harry abriu os olhos surpresos. – É, foi ousado até. No começo achava que isso era criação da minha mente, mas agora tenho certeza de que não.


- Ele se arriscou muito então.


- Bem, ele foi discreto, acredito. Draco não é como nós Harry, não tem a coragem de morrer por alguém, não importa quem seja. A única vez que percebi algo assim nele foi quando descobri os motivos que o levaram a se tornar... comensal. – Harry pareceu mais interessado.


- Você nunca me disse que sabia os motivos. – Ela deu de ombros.


- Eu evitava falar sobre isso e obviamente ele também. Mas houve um momento que foi mais forte que eu e tive que perguntar. Você-sabe-quem o chantageou. Ou ele se tornava um servo e acatava a missão ou ele veria seus pais perecerem sob tortura antes mesmo dele ser morto. – Harry engoliu em seco e apertou os óculos contra o rosto.


- Horrível.


- Algo normal de se esperar daquele.. aquela coisa. Draco chegou a conclusão de que era uma punição por Lucius ter falhado na ala dos Mistérios. Ele quebrou a profecia e o Lord das Trevas não pode ouvi-la antes disso.


- Ele sabia que Malfoy não daria conta do recado.


- Exatamente. E Draco foi até muito longe se quer saber. Mas você mesmo me contou como ele já, praticamente, desistira de matar Dumbledore. – Uma sombra passou pelos olhos verdes de Harry e ela percebeu, mas ficou quieta.


- Sim, mas Você-sabe-quem tinha plena consciência que Snape não o desapontaria. – O ódio era visível na sua voz.


- Claro. – Ficaram em silêncio por alguns minutos.


- Mas e Eliz? – Harry perguntou com a voz meio pastosa, Hermione não entendeu.


- O que tem minha filha?


- Você deu sorte dela puxar a cor de seus cabelos, mas apesar disso tem os traços finos do pai. O que você pretende fazer quanto a isso? – Hermione desfranziu o cenho entendendo onde Harry queria chegar.


- Sei que é injusto, mas vou levar essa história de Ron até onde puder. Não quero, não posso deixar que Draco saiba, que alguém mais saiba. Isso não dará certo, prejudicará a minha filha, independente de quem ganhe essa coisa toda. Ela é tão inocente Harry, não posso envolvê-la mais.


- Eu entendo o que diz, mas é tão complicado não é? Ron te ama Hermione e tem muitos planos. – Ela apertou os olhos e aconchegou a cabeça no ombro magro dele.


- Eu sei. – Ela disse baixinho. – E isso dói também. É como se eu estivesse tirando proveito friamente dos sentimentos dele.


- Não é assim que as coisas acontecem Hermione, não se culpe tanto. Mas você precisa pensar no futuro. – Ele disse sombrio. – Quer dizer.. – Ela levantou a cabeça e o encarou.


- Sim, temos mesmo que pensar no futuro Harry, por favor! E eu sei, em algum momento ele vai querer saber a verdade e jamais vai me perdoar quando souber...


- Ele quer se casar com você. – Ela se assustou de verdade.


- Eu.. não.. nossa... – Ela abaixou a cabeça.


- Só te peço pra ser cuidadosa e pensar bem. – Ele sorriu e ergueu o rosto dela.


- Vou machucar ele Harry, de um jeito ou de outro, não vejo como não fazer. – Ela já tinha lágrimas nos olhos.


- Se acalme. Pra tudo há solução e nós vamos encontrar uma. Por hora, apenas me diga sobre a poção. – Os dois respiraram fundo.


- Certo. Bem, já está praticamente pronta. Essa é a última noite na verdade. Amanhã intera 30 dias e então eu poderei toma-la.


- Você tem certeza que pode fazer isso e que aquele cabelo é dela? – Hermione se aproximou da panela mais uma vez.


- Sim, claro. Tanto de uma coisa, como da outra. No começo da manhã eu já serei Bellatrix Lestrange e então colocaremos nosso plano em prática. – Ela não estava muito segura.


- Hermione... olhe.. eu sei que você fica brava, mas não precisa mesmo fazer isso. Fique aqui com Eliz e.. ah.. ela já está maior e vai notar a sua ausência e..


- Harry, por Deus, tudo isso novamente? Minha filha está ótima aqui com Fleur e com os cuidados da senhora Weasley também. – Se sentiu um pouco culpada. – Enfim. Acho melhor irmos pra dentro de casa, logo estará na hora do jantar.


 


Todos estavam adorando aquela carne de pato, com fios de bacon e caldo de laranja que Ron tinha preparado junto a Fleur. No íntimo, tanto Harry quanto Hermione estavam saboreando aquele jantar o máximo que podiam pois, poderia ser a última comida descente que comeriam dentro de muito tempo.


Mas um barulho de aparatação do lado de fora chamou atenção de todos que logo ficaram em alerta. Bill foi abrir a porta cauteloso. O Chalé das Conchas tinha toda a proteção possível naqueles tempos e poucos sabiam de sua existência e localização, mas nunca que se sabia até onde o inimigo chegaria.


- Lupin! – O nome saiu da boca de Bill soando com alívio. Todos soltaram o ar dos pulmões.


- Desculpe vir sem avisar, mas é que não tinha outro jeito. – O lobisomem parecia elétrico ao mesmo tempo que abatido.


- Aconteceu algo¿ - Bill o levou próximo a mesa. Como era arriscado demais, ninguém mais sabia da presença do trio e dos outros seqüestrados que estavam na Mansão Malfoy.


- Harry! – Lupin tinha lágrimas nos olhos e correu até onde o moreno estava. O que se seguiu foi um abraço apertado. Logo ele fez o mesmo com Hermione e Ron, assim como Luna.


- Achamos melhor não avisar. Mensagens podem ser interceptadas. – Bill justificou.


- Estão certos. Oh, essa é uma boa noite afinal! – Os olhos de Remus brilhavam.


- O que houve¿ - Fleur perguntou.


- Bom.. depois de quase 12 horas de dores, Tonks deu a luz ao nosso filho! E ele é.. completamente normal! Sim, não herdou minha maldição! Isso não é magnífico¿ - Todos soltaram um Oh e correram quase ao mesmo tempo para abraçar Lupin.


- Professor isso é ótimo! E Tonks, com está depois de tanto esforço¿ - Hermione perguntou contente, olhando de canto de olho para o cesto onde sua filhinha dormia.


- Exausta como você pode imaginar, mas tão feliz quanto eu. Ted é saudável!


- Esse é o nome do pai de Tonks não é¿


- Sim Ron. Ele não pôde conhecer o neto, mas achamos justo fazer  esta homenagem a ele.


- Vamos fazer um brinde!  - Bill foi até o armário próximo e pegou uma garrafa de hidromel. Depois de distribuir alguns copos os encheu da bebida marrom.


- Ao Ted!


-Ao Ted! – Todos disseram juntos.


- Harry, podemos ir até a cozinha um instante¿ - Remus perguntou quando os ânimos se acalmaram.


- Claro. – Mas o menino estava inseguro quanto ao assunto em questão.


 


- Ainda cumprindo a missão de Dumbledore¿ - O tom era baixo e a cozinha era apertada.


- Não posso fazer outra coisa. Isso vai...


- Nos ajudar a vencer a guerra. Já sei. Mas precisa ser sozinho¿


- Não estou sozinho. – Remus o olhou mais profundamente, sua alegria parecia ter diminuído.


- Eles agora tem uma filha, coisa irresponsável de apronta, diga-se de passagem, mas é algo crucial. Você precisa de outras pessoas e..


- Eu já pedi para que eles não me acompanhem, na verdade é tudo que eu queria. Mas não posso obriga-los. O senhor fugiria e se esconderia agora que tem um filho¿


- Sou mais experiente Harry. Já sobrevivi até a uma guerra. Mas se fugir garantisse uma vida meu filho, talvez sim. – Lupin estava conseguindo fazer com que Harry se sentisse culpado e nervoso.


- Então diga isso a eles. Elizabeth não é minha filha, e por ama-la preciso por um fim nisso. – Os dois respiraram fundo juntos.


- Me desculpe, eu não quis colocar as coisas assim. Na verdade te chamei aqui para fazer um convite.


- Convite¿ - Harry aproximou mais os óculos no rosto.


- Harry James Potter quer ser padrinho de Ted Remus Lupin¿ - A boca de Harry se abriu em O. Não sabia o que dizer.


- Mas.. eu.. nossa!


- Isso é um sim¿


- É uma honra, mas não acho justo com Ted. – Remus franziu o cenho.


- Como assim não é justo¿


- Posso morrer mais rápido do que qualquer um de vocês e o mais certo é que isso aconteça. Não quero que ele cresça sem um padrinho. – Lupin sentiu o peso daquelas palavras e as compreendeu. Apertou o ombro ossudo de Harry.


- Na verdade, qualquer um de nós pode morrer muito mais rápido do que pensamos. Não há escolha nem como saber. Ted pode ficar sem mim, ou mesmo Tonks, e ainda ter você. E o contrário também. Ou melhor, ele pode ter nós três. Injusto seria priva-lo de tais possibilidades. – O lobisomem sorriu fraco ao filho do melhor amigo e o que recebeu em troca foi um abraço apertado e emocionado.


- Obrigado!


 


 


Draco estava menos arredio o que não significava que ele tivesse voltado a ser o de sempre, isso era algo impossível. Mas ele tinha o rosto menos inexpressivo e as vezes até sorria, mesmo que brevemente.


Ele estava sentado lendo uma revista qualquer, a tarde caia úmida em Hogwarts, quando Pansy entrou afobada no Salão Comunal chamando sua atenção.


- O que houve? – Ele perguntou aparentemente calmo, quando ela se sentou ao seu lado.


- Draco.. são rumores, mas... Er.. Gringotes... o cofre... Merlim! – Ele franziu o cenho.


- Fale coisas coerentes Pansy. – Ela empurrou o ar para os pulmões com força.


- Ok. Eu estava perto de onde é a Sala Precisa e acabei ouvindo uma conversa entre aquela lunática da Corvinal e a Weasley. O assunto era que Gringotes havia sido invadido e roubado. Quer dizer, roubaram o cofre da sua tia, o dos Lestrange. Obra do Potter e.. ah.. e os outros dois. Eles conseguiram fugir incrivelmente, com o dragão que guardava os cofres.. Draco... eu não posso acreditar! – Ela estava mesmo assustada e o encarava em expectativa. Mas ele não disse nada, menos ainda expressou alguma coisa. Apenas virou o rosto para frente e ficou com olhar fixo em um ponto qualquer. Na verdade ele estava tentando entender o que teria de interessante no cofre dos Lestrange para fazer Potter cometer uma sandice daquela. Não soube, mas lembrou daquela terrível experiência em sua Mansão, a cerca de um mês. Como sua tia ficara nervosa e quisera saber de todas as maneiras como eles teriam entrado em seu cofre. Bem, se eles ainda não tinham ido, agora isso já era um fato.


- Eu preciso ir. – Foi tudo o que ele respondeu a morena que o olhou chocada se levantando da poltrona e saindo da Sonserina.


Draco sabia se aquela história fosse verdadeira, o Lord estaria extremamente furioso, já que supostamente havia algo dele naquele cofre, e era obvio que foi isso que Potter fora buscar. Estava preocupado com a segurança da sua mãe e por isso seguiu para a sala do diretor.


 


- Você sempre com um pedido inoportuno senhor Malfoy. – O rosto macilento de Snape estava impassível.


- Mas.. por favor.. ele pode até.. – Não terminou a frase.


- Muito possível isso, mas como, exatamente, você pretende impedi-lo se esse for o desejo do Lord das Trevas? – Draco se sentou.


- Só queria estar com ela. – Naquele momento o loiro era o que sempre fora. Um garoto assustado, revoltado e machucado. Fato visível para Severus.


- Melhor você ficar por aqui. Soube que ele iria a Gringotes ver de perto a situação, e depois, com certeza, sua ira cairá sobre aqueles duendes incompetentes e em Bella também. O que de todo o caso acredito não lhe incomodar. – O loiro se recompôs, não queria parecer tão frágil.


- Então...


- Então volte para seu dormitório e fique quieto. O cerco está se fechando Draco e todo cuidado é pouco. – Não demonstrou, mas aquilo o afligiu. Sem dizer mais nada se retirou de lá e seguiu o conselho do diretor. Agora parara para pensar em Granger.. Hermione. Até onde ela iria para salvar seu amigo? Aquilo já era demais. Invadir o banco mais seguro que se tinha noticias... Algo doeu em seu peito. Aquilo tudo seria mesmo amizade? Apertou os olhos e os passos. Queria muito chegar na Sonserina e encontrar Astória por lá.


 


Quando o dragão os jogou no lago o pensamento era sobreviver. A água gelada refrescou um pouco a ardência das queimaduras causadas pelos objetos encantados no cofre dos Lestrange. Tinham perdido a espada para Grampo mas tinham a taça. Voltaram para superfície.


 


- É o castelo! – Hermione ouviu a voz aflita e tremula de Harry a sua frente. Afoita procurava a poção certa na sua bolsinha para curar as queimaduras. Os meninos já estavam se despindo.


- O que é o castelo¿ - Ron perguntou ao procurar na bagunça que ela fazia uma calça seca.


- Ele já sabe que nós estamos procurando suas Horcurx. Ele pensou nelas e há algo em Hogwarts, algo que tem a ver com Helena Revenclaw.


- Harry você abriu a mente novamente! – Hermione ralhou quando lhe passava uma poção em forma de pasta para as queimaduras.


- As vezes eu não consigo evitar e nem quero! Principalmente quando ele está nervoso, isso costuma ser útil!


- Mas ele pode manipular! – Ela respondeu se escondendo dentro de um cobertor para poder trocar sua roupa molhada.


- Sei que não. Ele está fora do controle porque ele está com muito ódio. Eu pude sentir isso. Está possesso.


- Então, o que você acha¿ Uma horcrux dele está no castelo de Hogwarts¿ - Ron perguntou acabando de abotoar as calças.


- Exatamente e é algo de Helena, mas não sei o que é. – Harry também já estava quase vestido.


- E o que poderia ser¿ - Hermione ainda se vestia.


- Não sei, mas temos que ir para lá o quanto antes.


- O que¿ Está louco¿ Temos que planejar algo e..


- Hermione quando foi que um plano nosso deu certo¿ Vamos aparatar em Hogsmead e depois podemos passar pela passagem da Dedos de Mel. Uma  vez dentro do castelo tentamos descobrir o que fazer. Não podemos demorar. Ele está viajando, procurando suas Horcrux, mas logo irá para Hogwarts também!


 


Os três se encararam sério sentindo um tipo de medo novo. Era como se algo os alertasse que aquela ida a Hogwarts seria decisiva. Voltar aquele lugar que sempre soou como uma casa para cada um deles, principalmente para Harry, mudaria para sempre o rumo da vida deles, e quem sabe, do mundo bruxo.


 


Quando por fim Hermione acabou de se vestir e prender o cabelo, colocou a Taça dentro da sua bolsinha de contas e o resto das roupas olhou para cada um deles, suspirou e atou as mãos nas de Harry e Ron. Aparataram para o que seria a maior batalha de suas vidas.

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Comentários: 6

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Enviado por Mille M em 11/02/2012

ontem li os capitulos todos, não consegui parar.. adoro esta bordagem, estáá fantastico! e agora fiquei supeeeer curiosa para saber o que se segue! não nos deixe assim ^^
beijinhooos

Nota: 5

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Enviado por juliana vieira em 09/02/2012

como sempre amei

e realmente precisa de uma segunda temporada, por favor?! e que nela o malfoy e a hermione se acertem e que rony descubra um novo amor. e astoria tb,pois ela gosta do draco, não seria justo sofrer tanto

bjos e até a proxima

Nota: 1

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Enviado por Miss Caroline em 09/02/2012
Adooorando essa fic!! Me cativou muito a história. Você praticamente reconstruiu os livros seis e sete, Brenda!! A Hermione apesar de todas as dificuldades é forte e guerreira, duas qualidades que adoro quando um autor utiliza :) A amizade entre Rony, Hermione e Harry é muito bonita. Gostei muito da cumplicidade entre Harry e ela. O Draco apesar de todas as fraquezas continua ótimo. Em meu ponto de vista ele é um dos personagens mais fascinantes da J.K , e você está explorando muito bem as diversas facetas que ele pode ter!! Apesar de eu nunca gostar da Astoria nas fics, na sua ela é até agradável... No entanto, logicamente, prefiro Dramione Hehe Espero que você conclua a fic e dê início a segunda temporada que acredito que será ótima, afinal Draco precisa saber que pai e o Rony precisa cair na real rs Muita inspiração e parabéns pela excelente fic!!! Beijiosss =*
Nota: 5

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Enviado por M R C em 07/02/2012

aii jesus essa guerra ai é que mata!!!

eu ameii o capítulo!

será que o draco vai acabar descobrindo mais cedo ou mais tarde que hermione teve uma filha, e vai pensar que é do ron ou do harry ?! isso tudo no meio de uma guerra..???hahahaha

amo essa fic! está na lista das minha 5 favoritas =]

Nota: 5

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Enviado por Brenda Chaia em 06/02/2012

Ei Lari Malfoy! Parabéns... muitas coisas lindas pra vc...

E mt felix Felicis, que nunca é demais!

\o/ 

Nota: 5

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Enviado por Larii Malfoy em 06/02/2012

Nossa,sem palavras! Capítulo muito bom!

Considero esse capítulo meu presente de aniversário :D Siiim,é hoje dia 06/02 *-*

Aguardo os próximos!

 

PS: Não judia muito do Draco e da Hermione,não,aliás ele merece conhecer a Liz :(  tadinho!

 

beijos ;*

Nota: 5

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