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20. Escombros


Fic: Duas verdades No ar o epilogo 05-07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Gente, antes de mais nada, quero deixar claro que esse cap é pequeno.


Isso ocorreu pq senti uma necessidade louca de escrever e dedicar um cap só ao Draco. Acho que ele merecia isso afinal, já que o ponto de vista dele é o que me interessa, lógico que com da Hermione.


 


Mas esse cap é só dele msm. É o cap mais duro que escrevi e até triste. Eu o escrevi td de uma vez e ouvindo essa música:


 


http://www.musicashow.net/remorso-musica-instrumental-trilha-sonora-a-vida-da-gente


 


Eu infelizmente não sei/estou conseguindo colocar a música aqui, mas se puderem/quiserem acessem a música, acredito que dá outro tom pro cap.


 


No mais é isso, espero que gostem e comentem!


bjos a todos.


 


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Ergueu sua cabeça e lá estava ele. Não que esperasse que não estivesse, mas estar ali, depois de tudo, era como se fosse a primeira vez. Não conseguia acreditar ser possível. Mas o castelo estava lá, mais imponente do que nunca. Algumas torres quase sumindo por entre o nevoeiro, mesmo que há tempos o inverno já tivesse passado. 



Tomando fôlego do ar gelado, seus pés se arrastaram para longe de sua carruagem e amassaram a grama queimada. Não sabia definir com exatidão se toda aquela tristeza mórbida era apenas por suas lembranças ou os se os dementadores ajudavam nisso.



Seu corpo parecia inerte desde aquela noite. Depois de chorar nos braços de sua mãe, era como se tivesse ficado mais frio, como se tudo que ainda fervia nele evaporasse junto com sua água salgada. Ele tinha noção do vento gelado que perpassava em seu delicado rosto, e que lambia seus dedos, mas não o sentia de fato. Seus olhos acompanhavam seus pés. Sua mão direita carregava sua maleta e a outra pendia perto de suas pernas. Ele era como aquele castelo, afinal. Frio, tempestuoso, profundo em mistérios, medos, agonia e profunda falta de cor e vida. Talvez por isso se sentisse tão... nada. Ele era quase como mais uma pedra da construção.



- Draco¿ - Ao ouvir seu nome se deu conta de que já estava a porta principal. Levantou os olhos cinzas para ver quem o chamara. Respirou fundo mais uma vez e acabou de entrar.



- Não devia me esperar aqui. – Ele não soou seco, nem grosso, menos ainda amoroso, preocupado. Era apenas uma frase, vazia.



- O que há¿ - Apenas de vê-lo caminhando até ali, Astória notara algo de muito errado. E os olhos, oh, os olhos, estavam tão...cinzas.



- Não há nada. Estou um pouco cansado, se não se importa podemos ir pra Sonserina¿ - Uma garota da Grifinória passou atrás de Astória e seus olhos a seguiram sem que pudesse evitar. Ela não se parecia nada com Hermione, mas podia ser ela. Apenas podia ser uma garota comum, ostentando aquele cachecol horrível, tentando viver com toda aquela guerra. Mas Hermione jamais seria normal.



- Draco¿ - Então viu que Astória tinha se movido enquanto se perdia em pensamentos absurdos. Com um aceno de cabeça ele começou a andar e a seguiu até as Masmorras sem se da o trabalho de pronunciar uma única palavra.


 



Tudo estava como ele deixou, exceto, ele mesmo. O Draco que saíra para sua mansão para páscoa já não existia mais. Aquele garoto perdido, confuso, doído e apaixonado, sucumbiu aos crucios de Bellatrix. Aquele Draco ficara rouco e surdo pelos berros de Hermione, e morreu com o punhal tatuador da tia. O Draco que regressara era adulto, maduro, cheio de certezas e quase vazio de sentimentos. O coração ainda guardava algo, mas isso, jamais seria descoberto mais uma vez.



- É hora do jantar então.  – Ele disse olhando em volta e encontrando o salão comunal vazio. Depositou a maleta em uma poltrona e se sentou ao seu lado. 



- Sim. – Foi tudo que ela conseguiu responder diante dele. Fazia esforço em não chorar, não tremer, se desesperar. – Eu preferi te esperar. – Disse delicada sentando do outro lado do loiro. Ele a olhou. Tudo profundamente cinza.



- Não me agrada pensar que alguém está se sacrificando por mim. Prometa que isso jamais vai acontecer novamente.


- Mas... não é


- Apenas prometa. – Ele olhava aqueles olhos castanhos tão inocentes. Sentia quase piedade por ela. Tão nova, tão pouco experimentada.


- Tudo bem. – Ela disse cansada. Abaixou a cabeça. Estivera aqueles dias todos sentindo sua falta, queria poder lhe dar o beijo saudoso. Mas era como se Draco ainda não estivesse ali.


- Draco! – Era Blás que aparecera. Correra para frente do amigo. – Quando chegou¿


- Não faz mais que meia hora. – Ele jogou seu olhar para cima e encarou o moreno. Blás sentiu qualquer coisa estranha no ar. Percebeu a cabeça baixa de Astória e teve sua confirmação.


- Está tudo bem por aqui¿


- Por mim, está. Mas na verdade estou um pouco cansado. Aproveito que está aqui e me retiro. Vou tomar um banho. Faça companhia a Astória. Ela ficou me esperando e perdeu o jantar. Algo completamente desnecessário. – E então pegou sua maleta e se retirou para os dormitórios. Blás ficou ainda um tempo parado, tentando entender o que todo aquele polimento, distanciamento queria dizer. Voltou seus olhos para Astória. Viu lágrimas silenciosas pingando de seu rosto. Se sentou próximo.


- As..


- Não. Por favor, não precisa fazer o que ele disse. – Ela fungou e limpou o rosto, mas ainda chorava.


- Não estou fazendo nada do que ele pediu, apenas me explique. Vocês brigaram ou coisa assim¿ - Ela riu sem o menor humor.


- Não se briga com um cubo de gelo Blás, e foi isso que eu recebi na porta hoje. Um cubo de gelo.


 



Em nenhum momento naquela semana Draco afirmou ter terminado seu romance com Astória, mas também não dava nenhum sinal de que ainda estavam juntos. Sempre muito educado, solicito. Mas sem um sorriso, um sinal de carinho, um pegar de mãos se quer. Ela por instinto ou qualquer outra coisa, se afastou o tanto que podia.


Blás tentara conversar com ele. Pansy tentara. Tudo que não fosse negado por uma boa desculpa e um par de palavras politicamente correta. O fato era que algo de muito sério acontecera na Mansão Malfoy durante a Páscoa, algo realmente radical.


Quinze dias depois o comportamento tão mecânico e pobre de qualquer emoção de Draco já era noticia dos murmúrios de Hogwarts. “Ele matou, virou um assassino” era o motivo que ganhava nas apostas dos mais fuxicadores. Mas em meio aquela massa, havia uma pessoa que sabia, ou ao menos suspeitava do motivo de tudo aquilo.


Gina Weasley, há exatos 2 dias lera, uma mensagem de seu irmão Bill. “Raio caiu na terra dos pavões. Tempestade veio junto e o vulcão fazia parte do pandemônio. Gigante azul* massacrou com seu brilho. Catástrofes a parte, a rainha tem seus pais de volta. Zeus passa bem.”



A verdade é que desde que Hermione deixara Elizabeth, mais exatamente, um mês depois, na casa de Bill, Gina estava mais tranqüila. O irmão, quando achou prudente, contou aos pais sobre o bebê e que ela era filha de Ron. Quando Fred a contara ela sorriu, chorou e pulou. Sua amiga estava viva. O bebezinho que ajudara trazer ao mundo estava vivo. Ron estava bem e Harry...



Ela ainda estava pensando em contar sobre Hermione à Blás, pois achava que ele merecia saber, quando Tonks mostrara a ela a mensagem que Lupin recebera. Um vez  encontrando os três no Chalé das Conchas e tomando os detalhes, narrara todos os momentos de terror vividos a esposa, que trouxera Teddy até a Sala Precisa para que todos o vissem. Desde então passou a dedicar seu tempo a observar Draco Malfoy.


Nesse exato momento ele estava sentando em um banco perto das estufas. Fazia muito frio e até por isso suas aulas haviam sido canceladas e assim o viu ali. Completamente sozinho, Draco parecia não se importar ou mesmo sentir o gelo que estava a sua volta. Hogwarts nunca fora o lugar mais quente de se viver, mas a presença dos Dementadores deixava o clima sempre carregado e opressor. Chegou a sentir pena dele. Ele, de alguma forma, fora tocado por tudo que presenciara, mas ela não sentia mais que isso, pena. Ele fora tão covarde, abstêmio, que a idéia que ela tinha de conversar com Hermione sobre ele, quando tudo aquilo terminasse, morreu dentro dela. Bem como o ímpeto de contar a ele sobre a filha. Um homem daquele brio não merecia ser pai.


- Por que você olha tanto para o Draco¿ - Ela foi pega de surpresa e se assustou.


- Zabinne.


- Desde ontem que to reparando nesse seu encaramento nele. Não ta pensando em fa...


- Nunca vou fazer isso, nunca! – A maneira incisiva que ela afirmara aquilo chamou a atenção do moreno.


- Por que mudou tanto de idéia assim¿ - Ela o olhou por alguns segundos.


- Você só precisa saber que Hermione está bem. – Ela disse bem baixo. – Ela e sua filha estão ótimas. – Ela viu o brilho que aquilo trouxe aos olhos de Blás.


- Mas.. Merlim! Como você sabe disso¿ Weasley¿ Co..


- Eu tive noticias deles recentemente, mas não há como eu ficar comentando isso Zabinne! – Ele estava feliz demais pra contestar qualquer coisa e ela mais aliviada. Fez o que tinha que fazer e por isso já estava se afastando.


- Ei! – Ela se voltou para ele impaciente. – O que isso interfere na sua obsessão, você sabe, por aquele assunto¿! – Gina revirou os olhos.


- Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Ele tem a resposta. – Seu olhar seguiu para Draco mais uma vez. Ele continuava na mesma posição a despeito da chuva fina e congelante que começava a cair. Blás se virou para ver onde ela olhava e quando virou o pescoço de volta a ruiva já se afastava a passos largos. Como a chuva ficara ainda mais forte, resolveu que abordaria mais uma vez seu amigo em outro momento.




Só quando seus ossos estavam doendo de tão frios que achou de bom tom voltar para o castelo. Pingando como estava, caminhou lenta e calmamente. Apenas quando passou pela porta da antiga sala que era usada pelos monitores, seu olhar mudou de direção por alguns instantes, quase podia sentir o perfume dela, quase. Apertou os olhos e os passos e só parou quando viu Astória sentada perto da lareira o encarando.


- Se seque, aqueça seu corpo, e volte por favor. Eu realmente preciso conversar com você. – Assentindo com a cabeça ele se afastou para os dormitórios reconhecendo pra si mesmo que devia isso à ela.

- Você podia ao menos falar que não me quer mais, que não dá, mas falar alguma coisa. – Ela estava tão suave como sempre. De repente, depois de todos aqueles dias, sentiu frio. Se aproximou mais do fogo.


- Essa não é a questão. – Sua voz estava rouca, a estava usando pouco ultimamente, mas podia ser uma gripe também.


- Como não é essa a questão¿! Draco..- A castanha suspirou, parecia cansada. – O que mais pode ser¿


- Pode ser apenas eu. Eu e os meus eternos obstáculos. Eu e tudo o que isso quer dizer. Eu e meu nome, meu sangue, minhas raízes. Talvez Astória, eu só esteja sendo aquilo que eu sou. – Ele falou tranqüilo, soando menos frio.


- Não, você não é assim.


- Isso você sabe. Eu acho que cresci e me transformei em homem. No homem Malfoy, Draco. Aquilo que eu nasci para ser. Em todos os sentidos. Eu gosto de você, ainda como antes, mas eu não sou mais o do passado. – Ela tinha lágrimas nos olhos.


- Como alguém pode crescer em quatro dias Draco, dessa maneira¿ - Ele suspirou e pela primeira vez desde que voltara, tocou nas mãos dela.


- Em um minuto muitas coisas acontecem Astória, então, o quem são quatro dias¿ Podem ser uma eternidade. Nós é que escolhemos o momento certo de tomar as rédeas e fazer com que os cavalos da nossa vida trotem como melhor nos convém. Isso se chama crescer, se tornar dono de si. Eu apenas peguei meu cavalo e o coloquei na direção que eu julgo ser a melhor.


- E tem que cavalgar sozinho¿ - Ela não queria mais segurar o choro.


- Não. – Então ele a abraçou sentindo um certo conforto. Não era mais o mesmo, mas Astória era um sopro, que até ele, precisava.


A deitou em seu colo e permitiu que chorasse pelo Draco que ela havia perdido e pela aceitação do novo que se apresentava a ela. Ela era sim, a mulher certa para ele, porque ela sabia se habituar.






A presença de Astória ao seu lado deixou tudo menos duro. Mas ele continuava do mesmo jeito que estava quando retornou ao castelo. E isso estava deixando Blás enfurecido e doente. Não agüentava mais Draco daquele jeito, sem saber o porque, preferia quando ele agia como um vegetal, ao menos ainda tinha uma explicação.


Quando abril estava quase no fim, Pansy surgiu com uma história estranha.


- Sério Blás, foi isso que eu escutei. – Eles estavam na cama dele.


- Pam, você pegou a história no fim.


- Eles desconversaram, mas ouvi a Weasley falando com o Longbottom “eles conseguiram fugir da mansão com o Dobby”, juntando isso com o que você me disse que ela te contou, da outra lá estar bem e viva.


- Você acha então que o trio esteve na Mansão Malfoy e que isso tem a ver com o que está havendo com o Draco¿ - Pansy ergueu a cabeça do peito nu do namorado e o encarou.


- Blás querido, quão lento você pode ser¿


- Ei! Zabinne, abre logo a porcaria da porta! Chega, eu quero dormir. – Goyle gritava do outro lado, enquanto esmurrava a madeira.


- Vá Pam, esse cara está cada vez mais indigesto. – Ela lhe deu um selinho, se enroscou em seu roupão de seda e saiu, não sem antes da um encontrão no gordo que a encarou de cara feia.


 



No dia seguinte, ele esperou o café da manhã acabar e seguiu cuidadosamente Draco, que depois de se despedir de Astória com um selinho, foi mais uma vez para os jardins gelados. Era sábado, e como todo sábado, ele passava a maior parte do dia lá fora.


Quando enfim ele se sentou em um banco e começou a ler um livro de maneira concentrada, Blás se sentou ao seu lado.


- A biblioteca é mais quente, sabe. – Draco não levantou os olhos da leitura.


- Eu gosto do ar fresco. – A verdade é que ele já previa que pela milionésima vez o amigo ia tentar tirar alguma informação dele, o que o já estava cansando.


- Você gosta mesmo é de congelar. Estudando o que¿ - Draco virou uma página.


- Direito Bruxo.


- Ouch! Direito Bruxo¿ Draco¿ - Enfim o loiro o olhou.


- Eu pretendo ter uma profissão quando... bem.. quando as coisas ficarem mais tranqüilas. – Blás arqueou a sobrancelha.


- Sei... ficarem mais tranqüilas.. – Ficou um silêncio momentâneo entre eles. Draco voltou sua atenção para o livro. – Estava aqui pensando...


- Hum... – Era agora que ele ia começar a questionar seu comportamento, a fazer perguntas, Draco pensou.


- Você nunca comentou comigo sobre a visita que você recebeu na Páscoa. – O livro continuou aberto na página. Mas até Blás percebeu como o corpo dele ficou mais duro, Pansy tinha mesmo razão. E se ele pudesse, teria visto, que naqueles segundos os olhos de Malfoy foram para um azul tão límpido quanto o céu de primavera. Mas quando Draco o olhou, tudo estava cinza mais uma vez.


- Não sei do que está falando. – Era uma luta no olhar.


- Como não sabe¿ Tudo se explica, ou parte de tudo. Eles estiveram lá, e claro que houve coisas e...


- Apenas cale a sua boca Zabinne. Aprenda uma coisa. Quando não sabemos de um assunto é inteligente não falarmos dele. Podemos cometer erros irreversíveis. E é esse assunto que você não sabe nada. Mas absolutamente nada. Há nesse assunto passagens que você provavelmente, em seu mundo particular, nem calcule que exista. Então, simplesmente se cale. E, se algum dia, eu signifiquei alguma coisa pra você, jamais, em nenhuma hipótese, cogite a idéia de verbalizar sobre isso. Caso contrário, tudo que eu poderei te dar é meu maior e profundo desprezo. – Draco falara tudo calmo, frio e paciente. Parecia uma lamina afiada cortando pétalas de rosa. Fechou o livro, se levantou e sumiu pelos lados da Floresta Negra.


Blás ficou mais tempo do que imaginara, sentado, imóvel, desde as palavras do amigo. O frio já não o incomodava mais. Tudo que sentia era uma profunda tristeza. Agonia talvez. Entendeu naquele instante, que nunca mais teria seu amigo de volta. Em algum lugar, debaixo daqueles escombros do que seja lá que tenha acontecido na Mansão Malfoy, Draco, seu amigo desde tenra idade, havia morrido. Sentiu uma lágrima lhe escorrer a face.






Quando estava longe suficiente, quase no meio daquela floresta medonha, jogou o livro ao longe. Seu rosto começou a queimar, e seu peito arder. Olhou para o céu, negro de copas de arvores gigantescas, e começou a girar em seu próprio eixo. Rodava com um insano. Sentiu uma dor tão forte no tórax que rasgou a roupa e estourou os botões ao puxar com força seu casaco. Gritou forte e longamente, como se aquilo pudesse lhe arrancar as entranhas. Caiu de joelhos na terra úmida e cheia de folhas secas. Sem fôlego chorou, e era por ele. Draco Malfoy enfim chorava sua própria morte, a morte de seus sentimentos, do seu amor. Ele morrera, junto com a sua Hermione, junto com sua adolescência seqüestrada, junto com as crenças sem fundamento, junto com as suas únicas escolhas.



Deitou o rosto no chão e chorou ainda mais e forte. Queria morrer mesmo, de fato, mas ele era ainda um covarde, e isso seria sua condenação. Sofrer por ter morrido pelo resto da vida.


 


 


 


 


* Gigante Azul é como a estrela de Bellatrix tb é chamada. Como uma mensagem cripotgrafada não pode ser obvia eu optei pelo sinonimo, apesar de ser um tanto obvio...rsrsrsrs  Acho que resto ficou claro né?


bjoss

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Comentários: 2

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Enviado por Angel_Slytherin em 10/04/2012

Poxa, eu quero Draco e Hermione juntos!!! *--*

Nota: 5

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Enviado por M R C em 14/01/2012
olha, depois de ler esse capitulo cresceu mais a minha vontade de dar um abraço bem apertado no draco ! coitado...sofre mais que a maria do bairro ! hahaha adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que vc postou rapido !! aguardo o proximo com essa rapidez também ! hahaha
Nota: 5

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