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26. De volta


Fic: Heroes -O Torneio dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O aroma peculiar de pólen e terra úmida, o vento frio que parecia ter vida… havia algo errado, onde estava a magia opressora ou vida pulsante e intensa? Arya levantou-se de súbito, ao seu lado Eragon também parecia sentir o clima estranho de Du Weldenvarden.


-O que houve? O torneio…


-Perdemos. Algum grupo terminou primeiro as missões. –Arya diz de modo duro, um lamento contido.


-Não entendo, eram tantas missões, não havíamos chegado nem perto da metade… como podem ter conseguido? –Pergunta quase espantado, porém parte de si buscava por Saphira.


-Pelo visto havia seres mais poderosos do que podemos imaginar por lá, um grupo que poderia destruir o nosso se assim quisesse… O que houve? –Para suas ponderações ao ver que Eragon franzia o cenho preocupado.


-Não sinto Saphira! –Responde alarmado.


-Normal. Estávamos no acampamento e os deuses nos deixaram em Du Weldenvarden, portanto ela está longe, só isso. –Arya explica dando de ombros. –Melhor irmos para Ellésmera, reportar ao elfos, ver em que pé estão às coisas e então ver se conseguimos apoio adicional na volta ao acampamento.


-Arya! –Chama ao ver que ela começara a correr.


-Não devemos perder tempo Eragon. –O repreende após parar e virar-se.


-Justamente. Será que se esqueceu de tudo o que vivemos? Como Princesa dos Elfos, você deve poder aparatar lá mesmo com todas as defesas. –Acrescenta com um sorrisinho de canto.


-Meu menino esperto. –Diz rindo de sua própria falta, enquanto ia até ele. –Não podemos de jeito algum minimizar tudo o que vivemos ou esquecer o menor detalhe. –Ao fim do lembrete, beija-lhe os lábios levemente.


-Inclusive nossos poderes, posso sentir Jura dentro de mim. –Lembra ainda abraçado a ela.


-Então mesmo sem vencer temos 2 dragões, contra outros dois. –Pensa alto, a mente pensando se seria melhor montar Jura ou Saphira.


-Mas o interessante seria atrair Murtagh para uma armadilha. Perderíamos o efeito surpresa contra Galbatorix, porém seríamos dois contra um. –Eragon pondera cauteloso.


-Está ficando esperto… acho que devo tomar cuidado ou perco minha liderança. –Brinca antes de se afastar, segurando a mão dele firmemente para poderem aparatar.


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A floresta úmida e com nevoeiro leve, com sons esparsos de pássaros e sem a magia latente, porém densa e abafada como o ar, assustou Harry e Hermione, fazendo-os despertar sobressaltados de sua inconsciência.


-Eu não enxergo, está tudo embaçado. -Harry diz tentando manter a calma e se localizar.


-Seus óculos estão aqui. –Hermione diz indo até os óculos, reparando que usavam o uniforme de Hogwarts. –Voltamos ao nosso mundo, estamos na Floresta Proibida. –Pensa alto, entregando os óculos a Harry.


-Como é possível? Ainda faltavam muitas missões, tínhamos mais pontos que os outros. –Harry diz visivelmente abalado, olhando em volta e confirmando que de fato pareciam estar na floresta que margeava a escola.


-Não sabemos como todos os outros grupos eram. Vai que se dividiram e foram sozinhos pra missões, você sabe que dava pra realizar as fora de ordem. Bastaria pegarem a listagem de um ou dois grupos. –Hermione diz já de pé, se aproximando de Harry.


-Não é possível! Não podiam ser tão fortes… -Urra batendo em um tronco grosso ao seu lado, a voz grave pelo choro que não conseguia conter.


Hermione o abraça com cuidado, carinhosamente afagando seu peito, beijando seu pescoço. Entendia que não havia palavras que poderiam consolá-lo pelo que a derrota significava: a perda da chance de ter seus pais novamente.


-Do que adiantou tudo que passamos? O sacrifício, passar perto da morte tantas vezes? –Pondera ainda tentando conter o choro.


-Aprendemos muito, vai nos ajudar contra Voldemort. –Hermione responde o virando pra si. –E o principal, temos um ao outro ou vai repensar nosso casamento? –Pergunta insegura, segurando firme a mão dele.


 -Ficou louca? Posso não ter recuperado a família que perdi, mas ainda podemos construir a nossa. –Responde firme de sua decisão, a abraçando e beijando sem pressa.


-Melhor voltarmos ao castelo então, estou louca pra ver Rony! –Sugere após se afastarem.


-Não só você! Vou esmagá-lo. –Diz divertido, já a pegando nos braços e iniciando o voo. Porém, ao ficarem sobre as copas das árvores, veem fumaça saindo das torres do castelo. –O que é isso?


-Melhor irmos rápido, mas por trás, vamos evitar ser vistos. –Hermione sugere e ele dispara para cima, se ocultando nas nuvens para dar a volta.


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Holly sentiu uma textura conhecida, porém ao mesmo tempo estranha, precisando buscar em sua mente a referência. Abriu os olhos sonolenta, o corpo dolorido, ao se levantar a dor de bater a cabeça em algo duro.


-D’Arvit! –Xinga passando a mão na testa, mantendo a cabeça baixa, porém saindo daquele bloco que a deixa torta. –Mas… -As palavras se perderam quando, ainda de quatro, olha para todos os lados. –Meu quarto? Como… droga! –Urra irritada, batendo com força no chão.


“Vamos lá Holly, se acalme, afinal você aprendeu muito e agora está mais forte…” –O pensamento se interrompeu com um sorrisinho sarcástico.


-E maior, vai ter que redecorar a casa. –A constatação veio acompanhada de um suspiro.


Erguendo-se com cuidado para desviar do armário, ficou de pé grata pelo apartamento ter metragem para receber um centauro. Tirou a poeira da roupa tentando também se reerguer mentalmente.


-Minhas mãos estão grandes demais para usar muitos de meus objetos e minhas roupas não cabem… terei que preencher uma papelada sem tamanho para minha mudança de altura e uniformes novos… D’Arvit.


Ajeitou as roupas com magia, sentindo felizmente que agora não possuía um “reservatório limitado” assim como no mundo do torneio. O plano era encarar todos de uma vez, começando por Potrus, que agora teria que pensar em suas zombarias, já que poderia erguê-lo com os braços, pensamento que a fez sorrir marotamente.


Aparatou sorrateiramente perto da sala de Potrus, iria entrar escudada e daria um baita susto no seu centauro favorito, de quem, precisava admitir, sentira muita falta nos meses que passara “fora”. Entretanto, ao entrar na sala, o que viu lhe destroçou a alma.


O sangue manchava a sala, por todos os lugares corpos de ex-companheiros da LEPrecon estavam jogados e, como ainda sangravam, o combate só podia ter acontecido há pouco tempo. Após dirigir o olhar por um minuto à crina do rabo de Potrus, deu meia volta firmemente disposta a achar o amigo e vingar a morte dos ex-companheiros.


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Arya e Eragon surgiram em Ellesméra, à frente do palácio, para contarem as novidades imediatamente a Rainha Islanzadí, porém o que viram era bem diferente do que esperavam. O cheiro pútrido e a visão aterradora os fizeram vomitar, por todo lado havia corpos em adiantada fase de decomposição, trajavam armaduras e tinham armas em punho.


-Mas o que… -Eragon se interrompe ao deparar-se com uma ossada enorme de dragão trajando uma armadura que conhecia muito bem. –SAPHIRA! SAPHIRA! –O grito furioso sai por sua garganta enquanto corria até a pilha de ossos encoberto por um couro sem cor e manchado com sangue seco.


Arya cambaleou, o peso da derrota se abatendo sobre si, sua mente não conseguia pensar em qualquer coisa que dizer ao amado sabendo que sua dor era incomensurável. Entretanto, no instante seguinte ao que abaixou os olhos desejou não tê-lo feito, um pouco mais a frente vislumbrou uma armadura dourada que conhecia muito bem.


A Rainha Islanzadí jazia no centro de uma horda de inimigos. Mais de trinta corpos com armaduras inimigas rodeavam o corpo da rainha dos elfos, que aquela altura era quase uma caveira com cabelos negros sem brilho em uma armadura de ouro, cravejada de espadas e lanças inimigas.


 -A cena é tão bela, que não tive coragem de modificá-la. –A voz grave fez Eragon e Arya cessarem seu choro e desviarem o olhar para o palácio, observando Murtagh ao lado de um homem que nunca haviam visto, mas sabiam ser Galbatorix.


–Se lhe consola, Arya, sua mãe lutou bravamente, o último elfo a morrer… até me deixou uma lembrança. –Murtagh diz apontando uma cicatriz fina que lhe cortava a face direita, da têmpora ao queixo, porém o olho parecia intacto.


-Como se sente Eragon? –Galbatorix pergunta interrompendo qualquer coisa que Arya fosse responder. –O vazio é aterrorizador, não? Entende meu desespero agora… o porquê eu precisei agir como o fiz? –A voz soava como um canto de sereia, fazendo Arya antecipar a jogada: ainda havia um ovo, um último ovo.


-Eu nunca faria o que você fez! Não sou um monstro e não me tornaria um por um motivo totalmente egoísta. –Brada feroz, a espada já em sua mão flamejava ardentemente.


-Há um ovo, posso aceitá-lo como um general, reergueremos a ordem dos Cavaleiros de Dragão com os princípios corretos. Levaremos a Alagaësia ao futuro…


Antes que Galbatorix pudesse terminar seu devaneio, uma flecha em chamas quase o acertara, a aura mágica de Arya explodia em ferocidade. Eragon não demorou em entender a deixa e aparatou para trás de Galbatorix desferindo um golpe com Brisingr, porém foi lançado para trás apenas com força mágica do inimigo.


Arya tentara golpe semelhante em Murtagh, empunhava a espada de sua mãe, cuja lâmina se chocou contra a lâmina escarlate de Zar'roc. A troca de golpes foi feroz e poder-se-ia dizer que Arya levava franca vantagem, mas chamas surgiram da esquerda e a elfa pôde ver Thorn, ao mesmo tempo em que um rugido que lhes levou frio a espinha revelou outro dragão, maior e mais poderoso do que qualquer outro que conheceram.


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Harry e Hermione conseguiram entrar pela torre da Grifinória, no dormitório masculino onde poderiam pegar a capa de invisibilidade e o Mapa do Maroto. Harry demorou um instante para lembrar qual era a sua cama e então procurar dentro do malão por seus objetos.


-É até estranho estar aqui depois de tanto tempo, não acha? –Hermione pergunta tentando quebrar o gelo.


-Mal lembro onde estão minhas coisas, mas achei. –Diz se erguendo com o mapa na mão, a capa sobre um dos ombros.


-Vamos ver onde está o aglomerado de alunos, talvez a fumaça não seja nada. –Diz tentando se manter positiva.


-Nossa! –Harry fala ao ver que um número gigantesco de pontos estava no salão principal, enquanto em cada andar havia um ponto.


-Olha quem é. –Hermione indica apontando para cima, mais precisamente para o ponto do andar deles.


-Macnair… devem ser todos comensais. –Harry diz duramente e então apontando para o salão principal. –Greyback e Bellatrix.


-Não dá pra tentar identificar ninguém, os pontos estão muito juntos e os nomes se sobrepõem. –Hermione chia frustrada.


-Não tem problema, só tem um vigia em cada andar, podemos descer com a capa e usar a porta da sala dos professores para sair atrás deles.


-Enquanto isso penso em um plano. –Concorda pegando a capa e vestindo, seria melhor que ela ficasse atrás, já que Harry era mais ágil.


Quietos, seguiram por atalhos até a sala dos professores, havia sinais de luta e sangue, o que os fez se preparar para o pior, certamente haveria baixas. Esgueiraram-se até a porta, Hermione fez um feitiço para que abrisse para dentro sem fazer barulho, ao mesmo tempo sentiu Harry encolher-se levemente, uma das mãos indo para a cicatriz em sua testa.


-Voldemort? –Pergunta aos sussurros, ao que ele assente.


-Vamos. –Ele avisa antes de dar passos calmos, porém estanca ao chegar ao batente da porta.


Na parede atrás da mesa dos professores Dumbledore e McGonagall estavam pendurados com os braços abertos, era quase como se estivessem crucificados, o sangue pingava em uma grande poça no chão, cada um com uma varinha –talvez a própria –cravada em seu peito.


-Vamos Weasley, onde está o Potter? –Greybck pergunta em um rosnado, fazendo-os olhar para o salão.


O lobisomem estava de pé e Rony caído, cuspindo sangue, parte do rosto desfigurada por um inchaço que dava a entender que o ruivo apanhava há algum tempo. Alguns corpos de professores eram visíveis no chão, alunos feridos encolhiam-se amparados por outros, quase todo corpo estudantil aglomerava-se no salão, observando o interrogatório.


-Acho que é hora de refinar o método. –Bellatrix sugere e Voldemort assente. –Severo, traga a irmã do traidor do próprio sangue.


Viram com surpresa Snape ir de imediato até onde os grifinórios se reuniam e abaixar para pegar Gina pelo braço. A ruiva se debatia e Hermione teve que conter Harry, não podiam se expor de qualquer jeito.


-O lustre. –Hermione sussurra pra Harry, apontando para o teto onde um pesado lustre iluminava o salão.


O moreno moveu cabeça em concordância e logo viu o lustre começar a discretamente flutuar para trás, indo até a posição de Voldemort. Contudo, logo sua atenção se voltou para frente, onde via Snape atirar Gina ao lado do irmão.


-Agora, Weasley, ou me diz onde seu amiguinho está ou mostrarei o que fazemos com fêmeas como sua irmãzinha. –Greyback ameaça puxando Gina pelo cabelo, vendo-a suprimir o gemido de dor, mas não conter as lágrimas provocadas não pela dor, mas sim pelo medo.


-Eu já disse que não sei, estava em reunião com Dumbledore e depois não o vi mais! –Rony diz em tom desesperado, sabendo que não poderia impedir qualquer violência contra a irmã, não tinha sequer condições de pôr-se de pé.


-Mestre, com licença. –Harry, que tinha os punhos cerrados e estava a um passo de se revelar, vê Draco se aproximar servil. –Olhei atentamente e a Granger também não está aqui, não seria possível que vendo a invasão tenham fugido para buscar ajuda?


-Conheço o Potter muito bem, ele não fugiria. –Voldemort afirma convicto, logo depois fazendo um gesto para Greyback, que morde Gina no ombro.


Sem sangue frio para esperar mais um segundo que fosse, Harry atira um feitiço estuporante que lança Greyback do outro lado do salão. No instante seguinte, enquanto as varinhas dirigiam-se para ele, o lustre cai a frente de Voldemort e o grito agudo de Hermione lhe sobressalta, fazendo-o olhar para trás e ver a amada envolta por Nagini, que parecia interessada em quebrar-lhe os ossos.


-Liberte-os, todos eles, e farei o que quiser. –Harry pede sabendo que não havia chance de reagir sem que mais inocentes morressem.


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Holly esgueirou-se seguindo a trilha de sangue, buscando sentir as auras de poder da base da Lep. Parou ao ver dois trasgos espremidos no corredor, nitidamente protegendo uma porta, provavelmente o local onde os mandantes daquele massacre estavam.


Preciso ser rápida e silenciosa. Alguém que pode invadir a Lep deve ser poderoso, certamente deixou aqueles dois acéfalos apenas para fazer barulho e “varrer o lixo”… um tiro não faria nada neles… é claro. –Se não estivesse tão compenetrada teria sorrido diante de tão interessante ideia.


Mesmo que o momento fosse dos piores, concentrou-se o máximo que pôde em uma lembrança infalível, a infância ao lado da mãe havia sido muito feliz e poderia espantar aquela dor de seu peito. No instante seguinte um belo e brilhante unicórnio galopava imponente pelo corredor, passando a frente dos trasgos que, após um momento de hesitação, correram com seus tacapes em punho atrás do almoço.


-São mesmo uns inúteis. –Murmura andando rápido e silenciosamente até a porta, reforçando o escudo e então entrando.


Assim que a porta abre Holly salta para a esquerda mesmo sem saber o que havia ali, o importante era não estar na direção da porta que era para onde todos olhariam. Viu um cabo de aço pendurado, provavelmente cortado durante uma batalha, se pendurou e rapidamente tentou subir por ele.


Na sala havia dois elfos mal-encarados e Opala Koboi, nada que a espantasse, mesmo a pilha de corpos de amigos era esperada, fechou os olhos diante de Kelp bem no topo, afastou as lembranças para então ter outras despertas pela risadinha fria. A origem era sem dúvidas uma cadeira de costas para si, de frente para Potrus, que encontrava-se vivo, preso com correntes nas mãos e as patas visivelmente quebradas.


-Bela movimentação Holly. –Ele não precisaria ter virado a cadeira para si para que ela soubesse que o aliado de Opala era Artemis Fowl, reconheceria sua voz em qualquer lugar. –Mas acredito que mesmo com seu corpo modificado não seja capaz de vencer alguém com o nível de magia de Opala Koboi.


O alívio tomou o corpo de Holly, os olhos azul e castanho do amigo estavam enevoados, o que junto à postura rígida e voz inflexível comprovava que estava sendo controlado por Opala.


Os elfos mal-encarados atacaram repentinamente, usando armas que não conhecia na direção em que Artemis olhava, porém mirando embaixo, como se ela estivesse de pé no chão. Aproveitou a chance para lançar feitiços estuporantes na direção dos elfos, logo depois aparatando atrás de Opala e a chutando com força na direção da pilha de corpos, logo depois pegando os capangas e batendo suas cabeças, deixando que caíssem desacordados no chão.


-Sua elfa miserável e petulante. –Opala vocifera se erguendo, saindo de perto da pilha mórbida enquanto tirava magicamente o sangue de si. –Irei matá-la devagar, mas só depois que me ver humilhar ao máximo seu amiguinho de quatro patas e torturar seu amado.


-Acho que não está em vantagem aqui, miniatura de vilã. –Holly desafia retirando o escudo, deixando que Opala visse sua nova forma.


-Artemis. –O nome soara como uma ordem, a qual foi imediatamente cumprida: O rapaz apertara um botão e Potrus recebera uma corrente elétrica através das correntes. –Como pode ver, a menos que faça o que eu quiser, seu amigo se machucará muito e, se me atacar, a voltagem será fatal.


-Se não matou Potrus até agora, é porque precisa dele vivo. –Responde sem se intimidar, porém mentalmente tentava achar uma alternativa.


-Na verdade, Artemis já pegou o que eu precisava. –Opala responde satisfeita enquanto saía de sua mão um feixe de luz que foi defendido por um escudo de Holly. No mesmo momento Potrus foi novamente atingido pela corrente elétrica.


-O que você quer que eu faça? –Holly pergunta rendida. Não podia reagir sem que Potrus sofresse, tão pouco poderia fazer algo contra Artemis.


-Pra começar, ajoelhe-se perante mim! –Ordena altiva, certa de sua vitória.


Holly põe-se de joelhos, ainda era bem maior que Opala, o que deixou a diabrete irritada, seus olhos faiscaram e a elfa se viu atingida por um raio mágico que lhe envolveu o corpo e a fez sentir como se queimasse, rolar no chão foi um ato automático. Aproveitando a situação, Opala a atingiu fortemente com o sapato, fazendo o salto alto penetrar na lateral do corpo de Holly, que continuou reprimindo o grito de dor.


-Acho melhor começar a me divertir Capitã Short, ou farei com que Artemis o faça. –Opala avisa em tom ameaçador.


-Apenas diga o que quer. –Holly responde arfante, os olhos mirando de esguelha a posição imóvel de Artemis.  


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Arya, Eragon, Harry, Hermione, Holly e Artemis que segundos antes contorciam-se no chão falando coisas aparentemente desconexas e lançando magias a esmo, de repente paralisam e convulsionam como se reanimados com um desfibrilador, até que os olhos abriram-se junto com as bocas, os peitos subindo e descendo em busca de ar.


Foram necessários uns poucos minutos para situarem-se, girando em torno de si para se localizar e encontrando um alívio imediato ao verem-se com o “bom e velho” uniforme negro com o raio nas costas, os enormes sorrisos direcionados aos amigos.


-Não imaginam o quanto é bom ver todos vocês. –Artemis diz aliviado, verificando que apesar de sujos com vômito e sangue, ninguém parecia ferido.


-Que ilusão demoníaca! Nunca passei por um momento tão terrível na vida. –Eragon diz ainda emocionado, recuperando-se emocionalmente de todo o estresse.


-Todos nós. Creio que será necessário um bom tempo até que tudo volte ao lugar. –Hermione diz ainda sentindo o corpo latejar, podia jurar que vários de seus ossos estavam quebrados.


-Ao menos já sabemos que todo o trabalho que você e Artemis tiveram não foi em vão. Estaríamos mortos se não fossem James e Bond salvarem o dia. –Arya diz seriamente olhando ao redor. –Disse algo errado? -Pergunta não entendendo o porquê de Harry, Hermione, Artemis e Holly logo depois terem um ataque de risos.


Um pouco mais a frente, ao lado de um altar destruído, James segurava um orbe negro, enquanto Bond observava vigilante, ao redor do grupo havia vários pigmeus mortos e algumas ossadas com uniforme roxo, provavelmente um grupo menos precavido.


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N/A: Nossa, fiquei chocada ao ver que já fazia um ano que não atualizava aqui! Sei que parece que abandonei meus leitores, mas a verdade é que fazer parte da moderação me ocupou bem nos últimos meses, mas assim que o novo site ficar pronto vocês me perdoarão pelo “sumiço”. Aliás, se ainda não passaram no Mural da Moderação (http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=39132) passem lá e vejam o Concurso de FanArts e a seleção de moderadores de 2013!


N/A²: Quem se assustou com esse capítulo levanta a mão: o/


Anderson potter: Mal pela demora. Desdobramentos do ritual em capítulos futuros rsrs (mistério).


Lanah Black: Imagino que depois de tanto tempo já tenha lido rsrsrs Eu uso só a saga Percy Jackson, não gostei do que Riordan fez inventando deuses romanos.


coveiro: Está difícil arranjar tempo pra escrever, mas a partir da estreia do novo site da FeB deve melhorar. As fics em andamento que sigo postando são Heroes, Keepers, Segunda Chance e Eximere Tempus, já HP6 2.0 é complicado porque meus parceiros de escrita sumiram (literalmente, não me deram justificativa, só sumiram). Obrigada pelo elogio, espero também que com o novo site novos bons autores apareçam, tenho achado difícil encontrar fic boa H².


Que bom que alguém curtiu o trocadilho no nome dos robôs. Eu achei que aquela cena do Artemis e da Holly ficava melhor concluída na mente dos leitores rsrs. O problema do erro do Percy é que Annabeth é ciumenta, meio traumatizada com as pretendentes que o Percy ganha de vez em quando.


Estou sem tempo até de ler fic, devo ter marcado sua fic pra ler ou algo assim, mas prometo que assim que der eu dou uma lida. Me cobre caso eu esqueça.


Gawen J. McGray: Expliquei o sumiço acima, mas não desistirei de minhas fics, pode demorar, mas serão todas terminadas.


may33: Preciso dizer o quanto eu odeio o seu sumiço?


Defendendo o Percy porque você mesma adora uma esbórnia, não é? Salvar a mulher era um compromisso da Morgana e do Grier, os outros queriam apenas a forma mais infalível de vencer, só isso. Grier teve ótimos mestres no grupo 1, só vai somar, e muito, ao grupo 2. Coitado do Haziel, não sei por que toda essa desconfiança, o cara não fez nada demais até agora. Não sei de onde você tirou que o grupo 2 não é forte, pelo contrário, eles até se dividiam em dois grupos para ir mais rápido. Gente, de onde você tirou que James e Bond poderiam dominar o mundo? Sim, eu sei que o nome deles é estranho, mas foi uma brincadeira que me ocorreu e achei engraçada rsrsrs


Você tem ideia de há quantos meses não fala comigo? Está sem moral de pedir qualquer coisa. Humpf!


Cleber Knies: Bom, não deu pra vê-los em ação, mas já deu pra notar que James e Bond são bem úteis, não?


Angeline G. McFellou: O grupo 2 não é necessariamente um grupo de vilões, tão pouco representam o mau absoluto. Eles podem fazer coisas legais às vezes, como naquela missão que ao invés de invadirem um castelo e saírem ferindo e talvez até matando pessoas, Morgana só seduziu o monarca pra roubar o objeto da missão. Percy é como uma pessoa qualquer, erra de vez em quando, mas Annabeth sempre foi bem ciumenta, então dá pra imaginar que certos tipos de erro são rigorosamente punidos. Os robôs não são apenas práticos, como vimos nesse capítulo rsrsrs.

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Comentários: 3

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Enviado por Coveiro em 13/02/2013

Uau...

Que eu ja imaginava que essa volta era uma ilusão isso eu imaginava. Mas voce foi bem sobria quanto a isso. Devastar tudo, deixar o Harry daquele jeito e a Arya tmb foi muito cruel.

Seus  robôs foram demais... James e Bond salvando o dia, mas a Arya falando isso me fez rir muito.

Sinistro esse desafio e pelo visto temos outra equipe destruida. O que acontece com os competidores que morrerem no torneio no mundo deles?

Vou fazer cartaz de procurados para esses seus parceiros. É muito injusto uma fic tão legal quanto a releitura de voces sobre o principe mestiço ser descontinuada.

Espero que o site estreie logo, pois fazia muito tempo que voce não postava nessa fic que é demais. Com certeza sua melhor fic, até mesmo que a serie Arcana. E olha que essa fic que me fez conhecer a Floreios e Borrões e curtir muito suas fics.

Relaxa que não vou ficar te importunando pra passar no meu perfil e dar uma olhada na minha fic. Quando vc quiser (der) vc me surpreende com um comentario seu.


Covardia deixar aquela cena pra minha imaginação. Queria ver os fatos mesmo. O jeito que voce narra supera muito minha imaginação. 

Por que das suas fics atualizadas recentemente Pangeia não esta na lista? Adoro aquela fic. Mas de preferencia a esta blz?

Espero mais surpresas e quero ver esses robos em ação.


Até o proximo capitulo... Ou quando eu ficar desesperado por att e vir aqui te encher o saco de novo.


Pra não perder o costume: POSTA LOGO... POSTA MAIS... POSTA NA VELOCIDADE DA LUZ

Nota: 5

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Enviado por Venatrix em 12/02/2013

Valeu Lilian por voltar a atulizar, pois adoro suas fic principalmente essa.
ah tambem adorei o trocadilho do nome dos robos.
Espero que o proximo capitulo não tarde a chegar! 

Nota: 1

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Enviado por MackDC em 11/02/2013

Boa Lily ,Bem vinda de volta :D
Sentimos muito a sua falta mulher,ja deu pra perceber q vc voltou bem inspirada :D
Parabens pelas fics e bora la atualizar geral por q eu to bastante curioso de saber como as fics eram acabar *-*  

Nota: 5

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