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11. Outra Vez


Fic: Foi o Destino - HHr - AVISO 2015


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 11
Outra Vez


 


Embora os raios de sol estivessem iluminando o pequeno cômodo em que eu organizava meus livros na nova estante, o frio se fazia presente indicando que mesmo com o sol, seria mais uma típica manhã de inverno; ainda que não estivesse nevando. 


Os livros poderiam ser organizados sozinhos. Com um simples floreio todos estariam arrumados como a minha preferência, mas assim perderia todo o carinho que seria tocar um por um e relembrar cada pequeno detalhe dele. O que poderia ser besteira, mas para mim tinha um valor muito grande. Só mais um, dois, três e acabei. 


Cruzei os braços depois de colocar o último livro na estante e recuei dois passos para observar o meu feito. Um sorriso de admiração se desenhou em meu rosto, olhando livro por livro. Percorri meus olhos por todo o cômodo que seria feito como um escritório, a mesa de carvalho vazia estava mais a frente da janela e a cadeira que a acompanhava. As minhas costas estavam duas poltronas que serviriam de assento para quem quisesse ler algum dos meus livros, mais especificamente para Luan e Melissa. 


O resto do chão estava coberto por caixas vazias.   


Peguei minha varinha que estava na poltrona próxima a porta e segui para o corredor, o percorrendo até chegar à escada e descer para o primeiro andar. O silêncio era o único som que emanava em toda a casa. O que me fazia pensar em várias coisas. 


Uma delas era a loucura que minha vida tinha se tornado desde que Melissa e Luan foram para Hogwarts. Ela com o desejo repentino de querer saber quem era seu pai, assim como eu sabia que Luan também sentia tal desejo. Meu reencontro com Harry depois de tanto tempo tentando evitá-lo. Meu trabalho no Profeta Diário, onde todos me viam como colega de trabalho, e não como alguém que enfrentou Voldemort ao lado de Ronald Weasley e Harry Potter. Até parecia ser um pesadelo, algo distante, tão distante que não parecia ter acontecido. Mas as pessoas nunca me deixaram pensar o contrário. 


Ministério da Magia. Não que me arrependa de ter aceitado me tornar uma Auror, que por sinal seria transferida para o Quartel General dos Aurores em dois meses, mas a decisão talvez tenha sido precipitada. E trabalhar com Harry não seria uma boa opção. 


Quando finalmente cheguei ao primeiro andar, segui direto para o lado de fora, passando pela sala parcialmente vazia. Atravessei o jardim e cheguei ao carro mágico que o Ministro emprestou para ajudar na mudança. Retirei do porta-malas uma caixa que continha objetos frágeis da cozinha – olhei para os dois lados da rua que não tinha ninguém no momento – e voltei para o interior da casa. A cozinha era um dos cômodos que estavam quase completos. Acenei com a varinha para o armário e assim tudo o que estava no interior da caixa flutuava de modo organizado para o seu lugar. 


Terminado, segurei uma chaleira para esquentar água. Com o frio que estava fazendo, uma xícara generosa de chá com canela aqueceria até o mais frio dos corações. 


Do outro lado da cozinha, abri as duas portas do armário e estiquei o corpo – quase ficando nas pontas dos pés – para poder pegar duas xícaras. Só não percebi que mais alguém estava entrando na cozinha até o momento que me assustei com braços envolvendo minha cintura, e um beijo quente ser depositado em meu pescoço.  


- Que susto, quase eu derrubei as xícaras. – Minha voz saiu engasgada por causa do susto, e porque segundos depois lábios capturaram os meus. 


Logo as xícaras não estavam mais em minhas mãos e sim no balcão, que serviu de apoio para minhas costas quando passei um dos meus braços no pescoço dele e com a outra mão segurei seu rosto. Nós rimos entre o beijo, que foi cessado de repente com batidas na porta de entrada. Que estava aberta. 


- Ela nos viu. – Tentei conter a risada, mas foi inevitável quando a senhora nos encarou, esperando que alguém dissesse alguma coisa ou fosse atendê-la. 


- Vou ver o que ela quer. – Sussurrou em meu ouvido, e o segui com o olhar até a porta. 


Fingi estar dobrando algumas toalhas em cima da mesa, distraidamente, mas não consegui ouvir o que falavam. Só vi que a senhora entregou-lhe um pote, depois acenou em despedida para mim. Retribui o gesto, rindo da minha tentativa frustrada de fingir não estar curiosa em saber sobre o que falavam. 


- "Mel da melhor qualidade..." – Voltou à cozinha, lendo o que estava no rótulo do pote. – "Para adoçar o seu chá neste inverno, aquecer a sua alma e dar prazer aos corações apaixonados". – Terminou rindo e eu o acompanhei. – Isso me fez lembrar que fomos interrompidos. Onde estávamos mesmo? – Questionou se aproximando. 


- Você aqui embaixo e eu lá em cima. – Desviei de seus braços e contornei o balcão, ficando do outro lado da cozinha. 


- Está fugindo de mim? – Fez-se indignado. 


- Não, Harry. – Neguei com a cabeça deixando o chá para outra hora. – Mas se terminarmos isso logo, nós poderemos retomar de onde paramos mais tarde. – Pisquei com o olho direito. Peguei as toalhas que tinha dobrado na mesa, seguindo para o andar superior, e ouvindo ao fundo Harry resmungar. 


O dia continuou assim. Nós tentando ao máximo deixar a casa pronta até a chegada de Luan e Melissa para o Natal. Vez ou outra ele pedia para que continuássemos no dia seguinte, mas eu insistia que quanto mais fizéssemos hoje, menos faríamos amanhã. De alguma forma isso o deixava mais motivado para terminar logo a mudança. Harry não estava apenas me ajudando com a mudança, mas ele também estava se mudando para aquela casa. Sim, se mudando para morar comigo e com os filhos que ele ainda não sabe que são dele. Mesmo que complicado, não deixaríamos de ser uma família. 


Só mais quatro dias e meus filhos estariam novamente ao meu lado. 


Depois de arrumarmos quase todos os cômodos por completo, os únicos lugares que ainda estavam bagunçados eram os quartos. Os três. E foi assim que Harry me convenceu para que dormíssemos próximo à lareira. 


A casa já estava toda fechada, mas o frio continuava intenso.  


Sentada – de frente para a lareira – no colchão de casal que estava posicionado em cima do tapete, peguei um dos cobertores e coloquei em cima dos meus ombros, cobrindo minhas costas e meus braços. Já estava de pijama, pronta para dormir. 


- Especialmente para você. – Agradeci. Lancei um olhar para Harry, segurando com as duas mãos a caneca quente de chá que trouxera. – De maçã com hortelã e varinha de alcaçuz para adoçar. – Respondeu antes que eu perguntasse. 


Estiquei um lado do cobertor para ele, que se cobriu também. Mexi a varinha de alcaçuz no chá, como se fosse uma colher, e tomei um gole. Até que estava gostoso. Por um tempo apreciamos o silêncio, o sabor do chá e nos aquecemos com a lareira. 


- Você acha que eles vão me aceitar? – A voz de Harry saiu rouca, preocupada. 


- Por que está preocupado com isso? – Questionei tomando o último gole de chá. 


- Porque de agora em diante não serão mais só vocês. 


Sorri tentando deixá-lo confortável com isso. Deixei a caneca no chão e virei para segurar seu braço esquerdo. Depositei um beijo no ombro dele antes de apoiar meu queixo no local. 


- Não se preocupe com isso, é Melissa quem você vai precisar agradar. – Notei um sorriso no canto dos lábios dele, antes de deitar minha cabeça em seu ombro. 


 


 


 


No dia seguinte, acordei sentindo um vento frio em minhas costas. Fitei a lareira que estava apagada e sentei no colchão, notando que estava sozinha. Harry parecia adorar fazer isso. Ouvi barulhos vindos da cozinha. Afastei o cobertor e levantei, cruzando os braços para me proteger do frio. 


Cheguei à porta que dava da cozinha para a sala, e lá estava ele, preparando a mesa para o café da manhã. Coloquei uma mexa do cabelo atrás da orelha e cruzei os braços, encostando-me ao batente. 


- Ficarei mal acostumada. – Chamei a atenção dele, que sorriu quando olhou para mim. 


- Ainda bem que acordou, terminei as torradas agora. – E colocou um prato com as torradas em cima da mesa. 


Sentamos juntos para tomar café. 


- Vai para o Ministério da Magia hoje? – Peguei geléia para passar nas torradas. 


- Só para avisar ao Ministro que não trabalharei nesse Natal. 


Harry sabia que era importante, e foi – não somente por ele –, mas pelos meus filhos que pensei durante toda a noite sobre contar a única coisa que não tinha coragem. Contar o segredo que guardei durante onze anos. Contar para Harry que Melissa e Luan não eram somente meus filhos, mas dele também.  


- Harry, eu preciso... – Deixei de lado minha torrada, e limpei meus dedos no guardanapo. – Tem algo importante que eu preciso dizer. 


Ele fez um gesto com a cabeça para que eu prosseguisse. 


- É sobre Melissa e Luan. – Comecei aos poucos, preocupada mais comigo do que com a reação que ele pudesse ter. – É algo delicado, mas espero que entenda o que eu fiz... 


Olhamos em direção a janela quando ouvimos bicadas no vidro. Encaramo-nos por um tempo, decidindo quem iria pegar o pergaminho. Por fim, decidi levantar. Abri a janela sentindo a brisa matinal e deixando que a coruja desse um pulo para dentro da cozinha. Peguei o pedaço de pergaminho que ela trouxe e logo levantou vôo. 


- Luan... – Avisei quando Harry se aproximou. – "Mãe, depois do jantar – há alguns minutos – a diretora pediu que todos estivessem no salão principal para nos comunicar que voltaríamos para casa dois dias antes do previsto. Teremos aula até amanhã ao meio dia, o expresso sairá às oito da noite. Essa notícia foi o suficiente para transformar o salão comunal em um caus. E ainda precisarei burlar o toque de recolher para ir até o corujal e enviar esta carta. Não se preocupe, usarei a capa de invisibilidade que Harry me emprestou..." 


Parei um instante de ler e levantei a cabeça – lentamente – para olhar Harry. Ele sorriu sem graça e passou a mão nos cabelos já bagunçados, para frente e para trás umas duas vezes antes de abrir a boca para tentar se defender, mas a voz parecia não querer sair. 


- Então? – Sustentei meu olhar para que ele se explicasse. 


- Eu disse que poderia ficar com a capa e com o mapa até o final do ano letivo, depois pegaria de volta... 


- O mapa do maroto também? Harry. – Adverti estupefata. 


Ele por sua vez percebeu que tinha falado mais do que deveria.   


- Luan é um bom menino, não fará nada de errado, Hermione. – Embora isso fosse verdade, ainda não estava satisfeita com a atitude dele. 


Voltei à atenção para a carta, mas não continuei a lê-la em voz alta. Só mais duas linhas para ser terminada, nada mais de surpreendente. Harry cruzou os braços, sorrindo sem graça para mim quando voltei a encará-lo. 


- As crianças vão chegar antes do previsto, então temos muita coisa para adiantar. 


 


 


 


A plataforma 9 ¾ estava repleta de pais e familiares – como sempre – a espera de seus filhos, sobrinhos, irmãos e netos. Embora uma nevasca tivesse tomado conta de toda a cidade durante a madrugada, esse pequeno acontecimento não mudaria o fato de que as crianças estavam voltando de Hogwarts para o recesso de Natal. A plataforma estava barulhenta e vez ou outra alguém passava correndo quase esbarrando em mim. 


Esfreguei as mãos para que pudesse esquentá-las, assoprei a luva e uni as duas como se quisesse manter o ar quente entre elas. Olhei de um lado para o outro notando o quanto estava sozinha comparada às outras famílias. 


Não foi preciso esperar por muito mais tempo. A agitação se tornou pior quando o expresso de Hogwarts parou na plataforma. Muitos se aproximaram dos vagões, impedindo minha visão. Estiquei meu corpo para que pudesse ver Luan ou Melissa, mas foi impossível devido à quantidade de pessoas que estavam a minha frente. Então decidi esperar até que as pessoas se afastassem com as crianças, que contavam aos tropeços todos os acontecimentos desde que entraram em Hogwarts. 


- Hermione. 


Olhei para trás, encontrando imediatamente Rony e Luna com os braços agitados no alto para que eu os visse. Abri um sorriso e caminhei na direção dos dois. 


- Um pouco difícil achá-los com tantas pessoas. Estamos esperando que Fernanda nos encontre.   


- Ótima estratégia. 


Juntei os meus braços, ainda olhando para a multidão. Nada de Luan. Nada de Melissa. 


- E o Harry? – Olhei para Luna. 


Lancei um olhar significativo para Rony, mas como esposa dele, ela já deveria saber o que estava acontecendo. Harry achou melhor assim, contar logo o que estava acontecendo para Rony. Um segredo a menos, eu pensei. No entanto, eu não estava totalmente segura deixando que todos soubessem de nós dois. Não que eu pense que Rony e Luna sairão pelas ruas de Londres contando que "Harry e Hermione estão juntos", mas quanto mais pessoas soubessem seria inevitável que as outras também descobrissem. Omiti o que pensava quando Harry tomou a decisão de contar, mas no fundo ele deveria saber que não estava satisfeita e mesmo assim eu não o impedi. 


- Ele precisou viajar pela manhã a pedido do Ministro, mas estará de volta amanhã. 


O silêncio voltou a se instalar entre nós três, mas não por muito tempo. Rony me analisava como se quisesse escolher as palavras certas antes que as dissesse. Com os anos ele aprendeu há pensar um pouco mais antes de falar alguma coisa, mas nada o impedia de ser o mesmo Rony de antes. 


- E você já contou para o Harry... 


- Que Luan e Melissa são filhos dele? 


- Luna, querida, Hermione não gosta que digam exatamente essas palavras. 


Enquanto os dois começaram uma pequena discussão sobre o assunto, eu comecei a pensar o quanto aquelas palavras começavam a pesar quando eu percebia que o tempo estava passando. E quanto mais eu demorasse em admitir os fatos mais as palavras pesariam. Eu não estava incomodada por Luna dizer as palavras em voz alta. O problema não era com ela, era comigo. Era eu quem estava deixando que a bola de neve crescesse cada vez mais e o pior é que não era a única que estava nela. 


- Na verdade, eu estou esperando o momento certo para contar. 


- Você sabe que se esperar mais esse momento pode nunca chegar? – E mais uma vez Luna estava me surpreendendo, porque era verdade. 


Mas antes que eu pudesse tentar juntar as palavras certas para responder aquela pergunta, Luan e Fernanda se aproximaram de nós correndo. Os dois riam e se empurravam como grandes amigos de infância. 


- Não vai adiantar nada discutir, eu cheguei primeiro. – Fernanda falou entre risos empurrando o ombro de Luan que a acompanhava. 


- É claro, você saiu correndo antes que eu estivesse preparado... 


- Não vai mesmo abraçar o seu pai Fernanda? 


E ainda sorrindo, a menina fez o que Rony havia pedido. Luan fez o mesmo, abraçando a minha barriga. Eu o envolvi em um abraço e depositei um beijo em sua cabeça. 


- Onde está Melissa? 


- Ela não quis ficar no mesmo vagão que nós, então, eu não sei. – Levantou os ombros como se não se importasse mais com as atitudes que Melissa estava tendo. 


Mas eu sim. 


- Se despeça de todos, vamos procurar por sua irmã. 


E como pedido, ele o fez. Enquanto nos despedíamos, Fernanda e Luan combinaram de trocar cartas durante esses dias. Luna nos convidou para irmos visitá-los e Rony disse para que eu pensasse melhor. Ou melhor, ele apenas disse “E se fosse ele quem estivesse escondendo algo muito importante de você? O que faria quando descobrisse?” Aquelas palavras ficaram ecoando em minha mente durante o resto do dia, pesando cada vez mais a decisão que eu estava prestes a tomar. 


- Nos vemos depois. – Despedi-me, por fim. 


Aos poucos a plataforma começava a esvaziar. O barulho já não era o mesmo de antes. As vozes ficaram baixas e ninguém mais corria. Ao meu lado – enquanto procurávamos por Melissa – Luan contava tudo o que tinha acontecidoem Hogwarts. Atémesmo o que eu já sabia. Não contava apenas uma vez, mas várias vezes, como se estivesse contando de visões diferentes. Eu apenas ria com a emoção dele, mas no fundo estava preocupada com Melissa. E foi quando a encontramos, sozinha. Estava sentada em cima do próprio malão. Acariciava distraidamente um filhote de gato. 


- Onde ela o conseguiu? 


- Harry disse que ela estava triste demais, então decidiu presenteá-la. Melissa não larga aquele gato.  


- Isso foi no mesmo dia que emprestou a capa e o mapa para você? 


- Sim. 


Hesitei antes de me aproximar. Ali, olhando-a de longe, foi quando percebi o quanto Melissa se parecia comigo. Desde que soube que meus pais tinham morrido eu comecei a entender o que era não ter pais. A minha esperança era de um dia encontrá-los e voltarmos a ser o que éramos antes, uma família unida. Mas isso já não seria mais capaz, porém, Melissa ainda tinha essa esperança. Ela ainda tinha a certeza de que o pai dela estava caminhando por aí a sua procura. A falta dos pais causa um vazio enorme dentro da nossa alma, eu sentia isso e sabia que minha filha também estava sentindo. 


O problema era que eu era a culpada, eu a estava privando da felicidade de se sentir amada por um pai. Sentimos a mesma coisa, mas expressamos de formas diferentes. 


Com o meu silêncio, Luan também se silenciou. 


Mais uma vez eu hesitei ao meu aproximar, mas ao invés de dizer alguma coisa que pudesse deixá-la chateada, eu apenas me agachei em sua frente observando o quão triste o seu olhar estava. Lancei um olhar reconfortante e sorri para que ela soubesse que estava tudo bem. 


- Vamos para casa? – Disse com calma, acariciando os pelos do gato. 


Ela nada disse, apenas maneou a cabeça em sinal positivo. Segurou o gato entre os seus braços e se levantou. Segurei o malão dela e juntos voltamos para casa em um perfeito silêncio. 






N/A: BOM DIA!! Acho que devo desculpas – mais uma vez – por ter demorado tanto tempo com o capítulo novo. Aconteceram muitas coisas ao mesmo tempo, além do repentino bloqueio. Mas como eu disse antes, jamais desisto das minhas estórias. Eu posso demorar a atualizar, mas nunca desisto. Tenho que dizer que o capítulo não era só isso, então eu precisei dividi-lo para que não demorasse mais a postar. O próximo capítulo virá em breve, peço um pouquinho mais de paciência. Mas e aí, o que acharam do capítulo? *-*  

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Comentários: 4

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Enviado por Isis Brito em 06/05/2013

Meu Deus, eu passei uma temporada sem vir aqui e ainda não tem capítulo novo!! :'(
Por Merlin, faz a Hermione contar logo que o Harry é o pai dos meninos, por favor!! Coloca as confusões depois, mas faz ela contar logo!! Esse suspense só tá fazendo ela se distanciar mais da Melissa!! E se ela descobrir primeiro? Ou pior: se Harry descobrir primeiro? Vai ser uma confusão maior!! ~le desespero
POR FAVOR, CONTINUA!! \o/\o/\o/ 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Isis Brito em 18/01/2013

AAAAHHHH!! Eu só faltei ter um surto quando "alguém" se aproximou por trás da Hermione e começou a beijá-la e tal... Eu pirei quando recebi a confirmação que era o Harry!! Aeeeee!! Finalmente!!! \o/\o/\o/\o/\o/
Que coisa linda, meu Merlin!! Eles vão morar juntos!! *----* E agora que a Melissa e o Luan voltaram de Hogwarts, é hora de parar de "fazer bola de neve", não acha, Hermione? Harry, Melissa e Luan sob o mesmo teto. Não há MOMENTO MELHOR para contar aos três que são pai e filhos!! *---*
Super-derretida com o clima de romance, um pouco angustiada com os segredos do casal (porque sim, eu tô SENTINDO que o Harry ainda tá escondendo alguma coisa!!) e muito feliz que a Melissa não tenha dado píti, rsrs.
ANSIOSA para o próximo capítulo!! \o/ 

Nota: 5

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Enviado por EnigmaticPerfection em 15/01/2013

A primeira coisa que pensei quando vi a atualização: "A resposta da Hermione!". Só que aí eu quebro a cara e fico um tanto confusa com o começo (eu realmente queria saber o que houve depois), mas então...
Eis que eu descobro que ela parou de lutar e ficou com ele! \o/ Adorei o Harry chegando por trás assim hahaha
Embora o cap tenha sido calmo e ótimo, sinto cheiro de confusão no ar hahaha Quero dizer, Harry ainda não sabe que os filhos são deles e todos os quatro estarão sob o mesmo teto no Natal... É a fórmula da confusão! Acredito muito que o Harry vai ficar meio revoltado e vai se afastar um pouco da Mione.
Bizarramente, quero ver o que vai acontecer hahah Beijos! 

Nota: 5

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Enviado por Nina Granger Potter em 14/01/2013

Aaaahhh estou tão feliz que você tenha voltado.
Bom, adorei o capítulo e estou aguardamdo ansiosamente o próximo. Será nele quea Mione vai contar a verdade? Estou nervosa com isso... Algo me diz que vamos ter muito choro e brigas, principalmente por parte da Melissa e do Harry, que deverão ficar revoltados com a mentira.

Não demore a postar.

beijos 

Nota: 5

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