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10. O Último Adeus


Fic: Foi o Destino - HHr - AVISO 2015


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10
O Último Adeus


 


Faltavam apenas duas semanas e meia para o Natal. As ruas de Londres já estavam enfeitadas para a alegria dos trouxas. Crianças corriam pelas ruas, se divertindo com a neve e o frio da estação, enquanto as mães gritavam atrás deles advertindo para que não corressem. Mas nem mesmo observando essas cenas todos os dias a caminho do trabalho, a saudade que sentia de Luan e Melissa não poderia ser comparado a esses momentos. 


Lembro-me de quando fazíamos tudo na época de Natal. Saíamos cedo para comprarmos uma árvore para ser colocada em nossa sala, comprávamos enfeites e passávamos quase todo o dia a enfeitando ao lado da lareira. Visitávamos várias lojas, comprando presentes para crianças de orfanatos e presentes para colocarmos de baixo da árvore. Fazíamos biscoitos e chocolate quente com menta para nos esquentarmos do frio, após passar a tarde inteira fazendo bonecos e guerra de bolas de neve.  


Esse será o primeiro ano que passaremos apenas alguns dias juntos.  


Mas algo inesperado aconteceu. Uma notícia a qual nunca esperei receber, muito menos imaginava que esse dia poderia chegar. Em um minuto estava sentada em minha sala fazendo o relatório a pedido da senhora Mendel, no minuto seguinte Harry entrava em minha frente com uma feição nada agradável. 


- O que aconteceu? – Perguntei preocupada. 


- Sente-se. – Apontou para a cadeira onde voltei a me sentar. 


- Harry. – Insisti.  


É impressionante como algumas palavras podem mudar toda uma vida. 


- Aconteceu alguma coisa com o Luan? Ou a Melissa? 


- Seus pais, Hermione... Houve um ataque no norte da Inglaterra e infelizmente os seus pais estavam entre os trouxas que foram mortos. – A princípio pensei que fosse mentira, mas Harry jamais mexeria com algo tão delicado. 


- Quando? 


- Há mais ou menos um mês. – Pigarreou antes de continuar. – Foram enterrados em um cemitério aqui em Londres, soube que eram eles há poucas horas quando o Ministro me pediu informações sobre o caso.  Hermione eu... 


- Não Harry... 


- Sinto muito. – As últimas palavras foram o suficiente para que as lágrimas escapassem pelo meu rosto. Fechei meus olhos. 


Tentei esconder meu rosto com as mãos para que Harry não me visse daquela forma, mesmo que ele soubesse o que eu estava sentindo. Ouviu o barulho da cadeira quando ele se levantou e os passos quando caminhou em minha direção. As mãos dele seguraram suavemente as minhas e silenciosamente insistiu que eu levantasse. Harry me envolveu em um abraço reconfortante e eu não hesitei em abraçá-lo, muito menos afundar meu rosto em seu peito, permitindo que eu chorasse em seus braços. 


Eu já havia perdido meus pais a partir do momento que me abandonaram grávida – de uma pessoa que eles não sabiam – e sozinha, mas só agora essa perda se tornou oficial. 


Foram inevitáveis as lembranças que começaram a invadir minha mente. Lembro claramente do dia que recebi a carta de Hogwarts. Algo que mudaria minha vida e que meus pais pensaram ser algum tipo de brincadeira dos vizinhos que não gostavam de nós. 


- Mas e se for verdade? – Questionei olhando para os meus pais. – E se eu for realmente uma bruxa? Meu nariz vai ficar pontudo? E vai crescer uma verruga nele? – Perguntei com toda a minha inocência, embora soubesse que aquilo não poderia acontecer. Talvez o impacto da notícia tivesse me afetado por alguns minutos. 


- Certamente que não, querida. – Respondeu meu pai, entre risos. 


Seriam apenas lembranças.


 


 


 


 


 


- Acha mesmo que estamos no lugar certo? – Olhei para Harry que estava ao meu lado. 


- Sim. 


Engoli em seco segurando firme o braço direito dele. Parecia que tínhamos voltado para Godric's Hollow. Uma camada de neve cobria todo o chão aos nossos pés. Poucas pessoas passavam pela rua silenciosa; o que deixava a sensação de nostalgia permanente. Era fim de tarde, mas o sol resolveu não aparecer aquele dia. O céu estava cinza, mas nenhum floco de neve caía. 


A diferença era que dessa vez eu não estava acompanhando Harry, mas ele era quem estava me acompanhando. 


Permanecemos imóveis de frente para a entrada do cemitério, um ao lado do outro. Harry em uma forma silenciosa de dizer que esperaria o tempo que fosse e que só sairia dali com a minha permissão. Após longos minutos, avancei alguns passos. Ele fez o mesmo. Continuamos um ao lado do outro enquanto entravamos no cemitério. 


Algumas lápides naquela parte do cemitério ainda não estavam cobertas pelo gelo, o que deixou nossa procura mais fácil; mas nenhuma delas era dos meus pais. 


Meu coração acelerava a cada nome que meus olhos fixavam: Natasha, Marie, John, Amargo, Joshua. Cada um com uma história diferente, mas todos acabaram com o mesmo destino. Suspirei apertando forte minhas mãos no braço de Harry, antes de soltá-lo. Sentia que era preciso caminhar um pouco sozinha.   


Mais alguns lápides e enfim eu os encontrei. Seus nomes gravados naquela pedra com a frase “para sempre juntos” não impediram que meus olhos se enchessem de lágrimas. Coloquei minhas mãos nos bolsos da minha jaqueta e tentei abafar os soluços enquanto meu rosto era banhado pelas lágrimas. Era difícil imaginar que o último vestígio de esperança de um dia reencontrá-los, a minha espera com um sorriso no rosto, tinha se acabado. Virado pó. Sumido para sempre. 


- Hermione. – A voz de Harry ecoou tão longe que mais parecia um sonho. Não atendi ao seu chamado. Não me movi ou fiz qualquer gesto de que tinha ouvido a voz dele. Nada. Apenas continuei com a visão – embaçada – fixa no que representava meus pais no momento. 


Não importa o quanto dissessem, eles jamais estariam mortos para mim. 


Mais um soluço. Tudo estava virando de cabeça para baixo e dessa vez parecia que nada voltaria ao normal. Se é que alguma vez minha vida esteve próximo do normal. 


Harry, que estava ao meu lado há alguns minutos, agachou com a varinha em mãos e com um floreio fez uma guirlanda aparecer nos “pés” da lápide. Eu não podia aguentar aquilo. Eu não pude aguentar. As lágrimas deixaram de serem silenciosas e o choro se tornou alto, necessário. Harry me abraçou, sustentando todo o meu peso. Minhas pernas fraquejaram, mas não cai; apenas segurei forte em seu braço. Afundei meu rosto em seu peito – como no ministério – e deixei que a dor tomasse conta de mim. 


E depois de anos a única pessoa que jamais imaginei estar ao meu lado nesse momento, era a única a qual eu sabia que poderia confiar. 


O tempo passou. O céu já estava escuro quando percebi que ainda estávamos no cemitério. Meus olhos estavam vermelhos e inchados, e o cansaço se fazia presente. 


- Que horas são? – Perguntei sentindo minha garganta seca e a voz sair com dificuldade. 


- Já deve ter passado das nove. – A voz dele demonstrava incerteza. – Acho melhor irmos, antes que...


- Então esse será o meu último adeus. 


Dei meia volta e comecei a caminhar, mas não prestava atenção por onde meus pés me levavam. Acabei por deixar que Harry me guiasse. Eu confiava nele, sempre confiei desde a época de Hogwarts, mas depois de tudo o que passamos; só agora eu me permitia acreditar naquilo. Como se o passado já não importasse mais. 


Andávamos como se fossemos um casal, percebi a partir do momento que notei as pessoas olhando para nós. Não olhavam como se soubessem sobre o que fizemos quando mais jovens, mas sim com aqueles olharem que as pessoas reservavam apenas para os casais. Talvez estivesse vulnerável demais para não admitir que, em partes, eu gostava daquela atenção. Sentia-me segura. 


- Onde estamos? – Arrisquei perguntar olhando para aquela rua que era familiar demais para mim. 


- Não se lembra? – Harry parou de caminhar e fixou seus olhos no letreiro de um estabelecimento abandonado. A mão esquerda dele estava dentro do bolso da calça e a mão direita estava entrelaçada com a minha; o pior de tudo é que não queria soltá-lo. 


Neguei com a cabeça rapidamente não querendo entrar naquele jogo de adivinhação. 


- Nos encontramos aqui após a guerra. 


- Harry, por favor. Acho melhor irmos embora. 


- Hermione. – Insistiu. – Apenas um chocolate quente não fará mal. 


O problema não era o chocolate quente, muito menos se ele faria mal ou não. As lembranças daquele último dia que nos encontramos no bar ainda estavam vivas em minha mente. Suspirei olhando para os dois lados da rua vazia. Nenhum trouxa, nenhum suposto bruxo, ninguém. Assenti apenas com um piscar de olhos. 


Ele esticou a mão e empurrou a porta dando passagem para que eu pudesse entrar. O sininho soou, mas ninguém se virou para ver quem era o novo cliente. Uma música lenta tocava ao fundo e os poucos bruxos que estavam bebendo pareciam querer se aquecer do frio. 


- Aqui. – Indicou uma mesa mais ao fundo, no canto. 


Sentei com receio de estar novamente naquele bar. Retirei minhas luvas, o gorro e o cachecol, os deixando em um canto da mesa. Harry sentou a minha frente. 


- Duas canecas de chocolate quente meio amargo com pedacinhos de chocolate branco e morango. – O garçom deixou que sua pena mágica anotasse tudo no caderninho sujo que estava segurando e logo se retirou para preparar o pedido. 


- Por que me trouxe aqui? – Fui direto ao assunto. Minha voz soou cansada, e de fato eu estava. Juntei as mãos e as repousei nas minhas pernas cruzadas. 


- Por que acha que devo ter algum motivo para trazê-la aqui? – Questionou. Eu apenas o olhei com as sobrancelhas erguidas e ele suspirou, recostando-se na cadeira. – Tudo bem. – Deu-se por vencido. Não disse nada como um incentivo de que poderia continuar. – Só achei que esse lugar teria uma importância maior para nós, porque foi aqui a última vez que nos vimos. 


- Foi aqui que soube do relacionamento sério entre você e Gina. 


- Poderia esquecer-se dela pelo menos um minuto? 


- E por que eu faria isso? 


- Por que ela não é o assunto no momento. 


- Mais ela foi o motivo que nos separou anos atrás. 


Silêncio. Harry estava prestes a retrucar antes mesmo de saber o que eu diria, mas eu o peguei de surpresa. Por minutos me permiti sustentar o olhar naqueles olhos verdes. 


- Acho melhor eu ir embora. – Peguei minhas coisas e arrastei a cadeira. 


- Não vai ouvir o que tenho a dizer? – Harry me impediu de levantar ao segurar minha mão. 


- Você não entende, Harry. – Olhei para duas senhoras que nos observavam. Elas desviaram assim que as fitei. – Eu não posso mais acreditar em promessas que não serão cumpridas. 


Enquanto o silêncio retornou a nossa conversa, o garçom trouxe os chocolates quentes. Agradeci ao bruxo e ajeitei minha cadeira, decidindo ficar. 


- Você sabe que não podemos fugir um do outro para sempre. 


- Você sabe que não podemos ficar juntos. 


- Ela não vem ao caso. 


- Enquanto Gina for o motivo da nossa separação, ela sempre virá ao caso. 


- Por que não acredita em mim quando digo que não tenho mais nada com ela? 


- Porque promessas não cumpridas me fizeram acreditar nisso, acreditar que ainda possa estar com ela. – Segurei tão firme a caneca quente que acabei queimando as mãos. Tomei pela primeira vez um gole do chocolate, o deixando queimar minha garganta. Talvez ajudasse com que as palavras ficassem quietas em minha boca. 


- Sabe que não consegue ficar longe de mim, assim como eu não consigo ficar longe de você. – Disse quase em um sussurro, apoiando os dois braços na mesa e inclinando o corpo para frente. 


- Quando se tornou tão prepotente?  


- Não tente negar os fatos. 


- Então não tente destorcê-los.  


- Só não quero que me julgue por decisões que tomei no passado, mesmo erradas, na época pareceram certas para mim. – Tentou se explicar. 


- Ótimo, então supere as consequências das suas decisões. 


- Será que não entende o que estou querendo dizer, Hermione? 


- Suas decisões foram bem claras para mim na época. – Falei com firmeza. – Decidiu deixar para trás todas as juras de amor que fizemos. Todos os momentos que passamos juntos. Você simplesmente apagou da memória quando decidiu ficar com Gina. 


- Hermione... 


- Não, Harry. – O cortei para que ele me deixasse terminar. – Por que não segue a sua vida assim como eu segui a minha há onze anos? – Perguntei quase derrubando o chocolate quente quando esbarrei minha mão na caneca. 


- Porque eu não consigo mais, não sem você. 


E pela primeira vez desde que iniciamos aquela conversa eu não sabia o que responder. Harry me fitou com aqueles olhos, com a esperança que dessa vez eu não ficasse quieta, mas não tinha nada o que dizer. Em um segundo eu sustentava meu olhos nos olhos dele esperando que conseguisse dizer alguma coisa, no segundo seguinte eu ouvia o sininho daquele bar soar ao fundo. Uma rajada de vento balançou meus cabelos – atrapalhando minha visão – e congelando as lágrimas que estavam prestes a cair. Não poderia chorar, mas não aguentaria por muito tempo. 


Depois de alguns passos senti Harry segurar meu braço. Eu sabia que era ele. Puxei meu braço sem olhá-lo, mas parecia que ele não me obrigaria a escutar o que tinha para falar, então comecei a caminhar mais rápido, quase correndo. Enrolei o cachecol no meu pescoço, sentindo meu corpo congelar toda vez que o vento soprava. Coloquei o gorro para proteger minhas orelhas do frio e quando terminei de arrumar minhas luvas eu o ouvi mais uma vez, gritando meu nome. 


- Hermione espera. – Harry segurou novamente meu braço. 


- Me solta. – E ele me soltou na mesma hora. Afastei meus cabelos grudados no rosto e comecei a bater no braço dele com toda a força que conseguia. – Por que está fazendo isso comigo? Fazer-me sofrer uma vez não foi o suficiente para você? 


- Hermione, me escuta. – Era como se toda vez que ele pronunciava meu nome algo me fazia parar apenas para ouvir a voz dele. – Eu te amo. – Pisquei algumas vezes, o sentindo segurar meus braços para que eu não fugisse, ou não continuasse a bater nele. 


- O que está dizendo... 


- Eu prometo fazer tudo diferente dessa vez, só preciso que acredite em mim, mesmo que tenha motivos para o contrário. 


- Por que não vai atrás de Gina? 


- Porque não é ela que eu quero ao meu lado. 


Poderia ficar pior? Era como se a cada palavra dele meu corpo amolecesse. Embora eu tentasse achar um problema para cada solução dele, ele encontrava cada solução nos meus problemas. Seria impossível continuar lutando. Continuei em silêncio por, mais uma vez, as palavras ficarem presas em minha boca. 


- Tudo o que eu preciso está aqui, na minha frente. – Aos poucos eu o senti afrouxar as mãos que seguravam meus braços, mas não ousei virar as costas e ir embora. – A pessoa que mais amo está olhando para mim e não acreditando em nenhuma palavra que eu digo. E eu estou tentando convencê-la a não partir, não uma segunda vez.   


- E o que espera que eu diga? – Indaguei em um sussurro quase inaudível. 


- Se você seria capaz de apagar os erros que cometi no passado. – Respondeu sem mais rodeios. – Se aceita começar uma nova vida, só que dessa vez ao meu lado.









N/A: Olha quem voltou? \õ/ 
Sim, eu demorei, mas cá estou... E ainda com muita saudade de tudo isso aqui. Estava ansiosa para voltar a postar para vocês *-* Ah, se eu demorar agora é por causa das provas finais e dos trabalhos, mas eu sempre volto. Espero que gostem do capítulo *o*  

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Comentários: 4

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Enviado por Nina Granger Potter em 22/11/2012

Olha só quem voltou!!!!!!! E já não era sem tempo, hein? As fics mais apaixonantes daqui estão paradas. Que sofrimento! Mas como boa fã que so sempre mantenho a esperança de uma atualixação, e não é que hoje deu certo? hahahahahaahha

O capítulo foi ótimo. Mas coitada da Mione. Perder os pais e acabar com a esperança de uma reconciliação. Ainda bem que ela tem o Harry. Ele é perfeito! Estou louca para ver o que ela vai responder. E mais louca ainda para ver como será quando a Mione falar das crianças. Mas alguma coisa me diz que isso ainda vai demorar. Vai depender do que o Malfoy fizer com a informação que tem.

Não deixe de postar!

beijos 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Isis Brito em 22/11/2012

Meu Deus, os autores estão acabando comigo hoje!!
Você não é diferente!!
Tá, muito triste a morte dos pais dela. A última esperança que ela tinha deles "a perdoarem" se foi para sempre... Não consigo imaginar como deve ser difícil para ela. Mas o Harry... Ah, o Harry só pode ser o anjo da guarda de Hermione!! *-*
O apoio incondicional... O AMOR incondicional...
Ele a levou para o lugar onde se viram pela última vez! Nesse momento meu coração bateu tão depressa!! *-* Ele finalmente declarou que ainda a ama, que não tem nada com Gina, e o melhor: não pode mais viver sem ela!! \o/\o/\o/
Por que ela tá relutando tanto? O que aconteceu no passado? É a mesma história da versão passada ou você colocou outro motivo?
Por favor, por favor, por favorzinho... Não os deixe mais tempo separados! Meu coração não aguenta!! ='(
Continua!! *-* 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por EnigmaticPerfection em 21/11/2012

EVoltou e com estilo! ;D Haha Já deu pra sentir que o cap ia ser aflito pelo título e não foi diferente o que aconteceu. Super triste a morte dos pais da Mione, mas ainda bem que ela tinha o Harry ali do lado. Adorei em particular essa cena porque mostra que ele tava retribuindo o favor da primeira vez.
E aí pra estragar mais, a Gina tinha que dar sua benção hahaha Mas foi bom saber o que Harry não tem nada com ela! Ainda sim, me sinto meio curiosa em relação ao que o realmente fez ficar com ela.
Amei ele pedindo pra ficar com ela, pra ela acreditar nele... Só quero ver a resposta da Mione! =)

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carolzinha Gregol em 21/11/2012

Capitulo divino! Cara, eu me senti no lugar da mione quando ela perdeu os pais, nossa, estou sem palavras, sério mesmo, estou com dó dela, espero que ela se recupere logo, estou torcendo para isso! Odeio essas conversas meio sem sentido kkkkkkk quando a pessoa se declara e você não sabe o que fazer ou porque não gosta da pessoa ou esta muito magoada ainda para perdoar. :( você sempre me surpreende, mas pelo o que te conheço e tenho ideia que a senhorita não vai deixar a Hermione perdoa-lo , eu sinto isso HDUIHSDUIADHSUDSHUDISAHD amiga, você escreve muito beeeem, cada capitulo eu quero saber mais sabe? fico curiosa demais. você esta de parabéns. 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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