FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

5. Armadilha


Fic: Relíquias da Morte: Aquilo que JK não teve coragem de escrever!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Eles tinham uma visão excelente da vila de Ottery St. Cachopole a partir da fresca colina de onde tinham aparatado na manhã seguinte. De seu alto ponto de vista, a vila parecia uma coleção de casinhas de brinquedo no meio dos gigantes raios de sol que se esticavam em meio aos espaços de cada nuvem. Eles ficaram um minuto ou dois olhando para a paisagem, suas mãos fazendo sombra em seus olhos, mas tudo que podiam ver eram as folhas no topo das árvores, que oferecia às pequenas casas proteção contra os olhos de trouxas.

Andaram por algumas horas, por causa da insistência de Hermione, estavam sob a capa de invisibilidade. O conjunto de montes baixos parecia ser inabitado, com somente uma casa de campo pequena, que parecia deserta.

No alto do monte em que tinha aparecido, a mais estranha casa se levantava verticalmente de encontro ao céu, um cilindro preto grande com uma lua fantasmagórica pendurada atrás dele no céu da tarde.

Três avisos pintados à mão tinham sido colocados no portão.

O primeiro,

EDITOR DO PASQUIM, X. LOVEGOOD

O segundo,

ESCOLHA SEU PRÓPRIO VISCO

O terceiro,

EVITE AS AMEIXAS DIRIGÍVEIS!

O portão rangeu quando eles abriram. O caminho em ziguezague se dirigindo ao portão da frente estava cercado por uma grande variedade de plantas ímpares, incluindo um arbusto coberto por frutos tipo rabanetes laranja que a Luna usava às vezes como brincos. Harry pensou ter reconhecido um Snargaluff e deu-lhe uma batida com troncos secos. Duas velhas macieiras balançaram com o vento, sem folhas, mas ainda fortes com frutos vermelhos do tamanho de amoras e uma espessa geada branca cobrindo.

Ela saiu debaixo da capa e puxou consigo guardando em sua bolsa, Então bateu três vezes na porta negra que estava revestida por pregos de ferro e possuía uma aldrava em formato de águia.

Passados dez segundos a porta se abriu ali estava Xenófilo Lovegood, descalço e vestindo pijamas manchados. Seu longo cabelo branco estava sujo e embaraçado. Por comparação Xenófilo tinha sido positivamente garboso no casamento de Gui e Fleur.

Harry e Hermione trocam um olhar estranho, não tanto quanto a cena.

- Olá Senhor Lovegood, o Senhor se lembra de mim, nos vimos no casamento de Gui Wesley. – disse Harry estendendo a mão, a qual Xenófilo não apertou e continuou olhando fixamente para o garoto a sua frente.

- O senhor nos deixaria entrar. –Hermione se pronuncia pela primeira vez. – Tem algo que gostaríamos de perguntar.

- Não... Não tenho certeza de que isso seja aconselhável. – sussurrou Senhor Lovegood. – É... Eu quero dizer... Receio que não devia... Realmente não é certo.– ele olhava constantemente por cima dos ombros dos garotos, verificando algo no jardim.

- Aconteceu algo que tenha feito o Senhor mudar de uma hora pra outra? Logo o Senhor que sempre esteve do lado da verdade. – Harry não entedia o comportamento de Xenófilo.

- Como você ousa vir até minha casa falar essas coisas pra mim? Não mudei de lado, só não quero correr nem colocar minha filha em perigo. – o Senhor Lovegood estava mais nervoso e preocupado.

- Onde Luna está Senhor? – Hermione pergunta desconfiada, notou que ele suava frio e teve uma modulação de voz ao falar de Luna.

−Luna está no córrego pescando abóboras de água doce. Ela... Ela irá gostar de vê-los. Eu irei chamá-la... Sim, muito bem. Eu tentarei ajudá-los. –Ele disse com a voz trêmula.

Harry e Hermione entreolham-se e respondem ao mesmo tempo.

- Vamos com o Senhor.

Ele engole seco, fica tenso e antes que pudesse fazer algo, Harry o empurra para dentro da casa, e Hermione fecha a porta e encosta nessa com a varinha apontada para Xenófilo. Harry que também já está com a varinha erguida, pergunta:

- O que houve com Luna Senhor? – pergunta Harry.

- Já disse... Que ela está no córrego... Irei chamá-la se você deixar. – ele tremia dos pés a cabeça.

Harry lança a ele um olhar predador e aproxima-se, encostando a sua varinha no peito do homem.

- Senhor Lovegood, estamos aqui para ajudá-lo, se o senhor não quiser falar por bem vou ter que usar de minhas habilidades para conseguir. Então mais uma vez eu pergunto, onde esta a Luna? – Harry disse calmamente.

- Tudo bem... Certo. – ele concorda fazendo Harry recuar um pouco. – Eles a levaram, minha Luna, por causa do que eu tenho escrito e eu não sei onde ela está e o que eles tem feito a ela. Mas eles disseram que me devolvem ela se eu, se eu...

- Se o senhor entregar o Harry, certo? – Hermione perguntou.

- Sim... Sim... – ele responde abaixando a cabeça.

- Tudo bem Senhor Lovegood vamos dar um jeito de resgatar a Luna, não vamos deixá-la nas mãos dos comensais. – Harry diz firme, não deixaria uma amiga em perigo.

- Harry, não podemos, é perigoso demais.– disse Hermione em um tom um tanto preocupado.

-É necessário, talvez se estivermos entre eles consigamos alguma informação importante. - Harry estava decidido.

- Como você acha que poderíamos invadir uma base comensal sem sermos mortos? – ela pergunta ironicamente.

- Não precisamos invadir, vamos entrar como prisioneiros. – ele recebe um olhar desconfiado dela. – Mione, vamos fazer isso com segurança, eu não vou aparecer na frente de um comensal e me deixar capturar sem ter um plano. – ele diz como se fosse óbvio.

- E como será esse plano? – pergunta o Senhor Lovegood

- Bom nós vamos criá-lo nas próximas horas. – Harry responde olhando para Hermione.

-Vamos nos sentar então. – fala o Senhor Lovegood indo até o sofá.

Harry e Hermione o acompanham sentando-se a frente dele.

- Precisamos que o Senhor esconda nossas coisas. – Hermione diz a Xenófilo. – Não podemos correr o risco de perder a espada ou a Horcrux. – explica a Harry.

- A espada pode ser muito importante em uma batalha. – Harry argumenta.

- Você tem razão, então podemos transfigurá-la. – ela sugere.

- As varinhas também poderiam ser transfiguradas. – diz Harry pensativo.

- Não tem como, por que com certeza os comensais vão querer as varinhas. – ela analisava as possibilidades de não ficarem sem as varinhas.

- Eu posso ceder a minha para ser uma das apreendidas. – Xenófilo oferece.

- Certo... Eu posso me virar com a espada, então é melhor que você transfigure a sua Hermione. – Harry completa.

- Não, sua varinha é mais importante que a minha, por isso vamos entregar a minha. – ela contradiz firme na sua decisão.– Eu usarei a sua transfigurada em uma pulseira talvez, e a espada pode ser algo discreto como um relógio.

- Tudo bem... Então você pode transfigurar, não sou muito bom com isso, não quero fazer besteira. – Harry diz meio sem jeito coçando a cabeça em um gesto típico.

- Então enquanto eu faço isso o Senhor pode avisar os comensais. – Hermione diz a Xenófilo.

Ele rapidamente atende ao pedido de Hermione, voltando minutos depois.

- Senhor Lovegood, quando for seguro envie nossas coisas a Mansão Black, por favor. – Harry diz entregando a ele a mochila com seus pertences.

- Sim, e vocês disseram que tinham algo que queriam saber. – Xenófilo comenta.

- Ah sim claro, é sobre o símbolo que o senhor usava no pescoço no casamento de Gui e Fleur, Senhor. Lovegood. Nós gostaríamos de saber o que ele significa. –Hermione diz.

Xenófilo levantou suas sobrancelhas.

−Você está se referindo ao símbolo das Relíquias da Morte? – ele pergunta um pouco surpreso.

Harry virou o olhar para Hermione, e ela também pareceu não entender o que

Xenófilo tinha dito.

- As relíquias da morte?

- É, isso mesmo, - disse Xenófilo. - Vocês nunca ouviram falar delas? Eu não estou surpreso. Muito poucos bruxos acreditam. Uma testemunha foi aquele jovem cabeçudo no casamento do jovem Wesley, que me atacou porque achou que o que viu eram símbolos bem conhecidos de um bruxo das trevas! Quanta ignorância. Não tem nada das trevas nas relíquias, pelo menos não nesse sentido. Alguém simplesmente usa o símbolo para revelar a si mesmo para os outros que acreditam, na esperança de quem alguém ajude na sua busca.

- Me desculpe... - disse Harry - Eu ainda não entendi.

- Soa-te familiar A Lenda dos Três Irmãos? –perguntou Xenófilo.

- Sim. – os dois responderam.

- Bem, aí está. – ele disse simplesmente.

- Como? –disse Hermione confusa.

- Essas são as Relíquias da Morte. – disse Xenófilo.

Ele pegou uma pena de uma mesa entulhada na altura de seu cotovelo e puxou um pedaço de pergaminho de entre alguns livros.

- Primeiro a Varinha das Varinhas... – ele disse, e desenhou uma linha reta no pergaminho. –A Pedra da Ressurreição... – disse, e adicionou um circulo no topo da linha. –A Capa de Invisibilidade. – ele terminou, colocando a linha e o círculo dentro de um triangulo, para fazer o símbolo que tanto intrigou Hermione. – Juntos...– ele disse... – As Relíquias da Morte. Nós que entendemos desses assuntos reconhecemos que esses antigos objetos, ou Relíquias, quando unidos fazem de seu dono o Mestre da Morte.

Houve um pequeno silêncio até que Harry disse:

- Quando você diz ‘Mestre da Morte’...

- Mestre... –disse Xenófilo, sacudindo sua mão no alto. – Conquistador, Exterminador. Qualquer termo que você preferir.

Depois de uma pausa Hermione perguntou rígida.

- Senhor. Lovegood, a família Peverell tem alguma coisa a ver com as relíquias da morte?

Xenófilo pareceu surpreendido, enquanto algo desenrolava na mente de Harry, mas ele não conseguia localizar. Peverell. . . Harry já havia ouvido falar esse nome antes.

- Mas você está tentando me enganar, minha jovem!- disse Xenófilo, encarando Hermione. -Eu pensei que você não sabia nada sobre a busca das relíquias! Muitos de nós acreditamos que os Peverell tem tudo a ver com as Relíquias da Morte!

- Quem são os Peverell? - perguntou Harry.

- Esse era o nome no túmulo com aquela marca, em Godric’s Hollow – disse

Hermione ainda olhando para Xenófilo. – Ignoto Peverell.

- Exato! -Exclamou Xenófilo, com o seu dedo apontado – O símbolo das Relíquias da Morte no túmulo de Ignoto é uma prova conclusiva!

- De que? –perguntou Harry.

-Porque os irmãos Peverell eram os donos originais das relíquias! Antíoco era o dono... Cadmo o dono... E Ignoto o dono... – Xenófilo respondeu como se fosse o óbvio.

- E qual o motivo dessas coisas serem tão “poderosas” e onde estão? –Harry perguntou.

- Quem não gostaria de driblar a morte meu jovem? Isso torna uma pedra, uma capa, e uma varinha, itens preciosos. A Varinha das Varinhas é a Relíquia que é mais fácil de encontrar, por causa do jeito como ela passa de mão a mão.

- Que jeito?- perguntou Harry.

- O dono precisa capturá-la do dono anterior, só assim ele é o verdadeiro mestre dela,

- disse Xenófilo. – Certamente vocês ouviram falar de como a varinha veio para Egberto, o Egrégio, depois do massacre de Emerico, o perverso, não? De como Godelot morreu em seu próprio porão depois de seu filho, Hereward, pegou a varinha para si? Ou o grande Loxias, que pegou a varinha de Barnabás Deverill, depois de matá-lo? A trilha de sangue da Varinha das Varinhas está espalhada ao longo da história da magia.

Harry olhou para Hermione. Ela estava encarando Xenófilo, mas não o contradisse.

- Então onde está a varinha agora? - perguntou Hermione.

- Ninguém sabe. – disse Xenófilo, depois de tirar os olhos da janela. – Quem sabe onde a varinha está escondida? A trilha fica fria depois de Arco e Lívio. Não se sabe qual dos dois derrotou Loxias, nem qual dos dois pegou a varinha, e muito menos quem os derrotou posteriormente. A história não pode nos dizer mais nada.

- Quanto a pedra e a capa? – Harry pergunta.

- Ninguém sabe dizer o que houve com a pedra e a capa foi dada de Ignoto para seu filho mais velho, porém nunca se soube mais, pois sendo uma capa tão magnífica, eu quero dizer, não é uma capa comum com um feitiço de desilusão, ou carregando uma Azaração de Ofuscamento, ou qualquer coisa assim, que escondem quem usa por um tempo e depois de uns anos se torna opaca. Nós estamos falando de uma capa que realmente e verdadeiramente torna quem a usa invisível, e isso acontece eternamente dando constante e impenetrável invisibilidade, não importa que feitiços ou artimanhas se use para vencê-la com certeza seria protegida a sete chaves. – ele diz.

Hermione troca um olhar cúmplice com Harry, ambos estavam lembrando de que a capa do Harry havia sido do seu pai e antes do avô, processando as informações sobre a capa, que deixava indícios de que a de Harry poderia ser A Capa.

Ouviram batidas na porta e rapidamente Harry e Hermione se jogaram no chão fingindo dormir, enquanto o Senhor Lovegood foi atender as visitas.

- Onde estão os prisioneiros? – disse Dolohov, o homem mais alto e de feições grosseiras.

- Ah estão logo ali. – respondeu Xenófilo.

Dolohov e mais dois homens entram, então encontraram Harry e Hermione desacordados com xícaras vazias jogadas a frente deles, ele teve que conter a expressão de surpresa ao ver Harry Potter a sua frente, e ele que o entregaria ao mestre.

- Coloquei a poção do sono no chá, agora podem devolver minha filha como haviam prometido. – ele estava apreensivo.

- Pode ficar calminho Lovegood vamos levá-los aos superiores e traremos sua filhinha de volta. – Dolohov diz. –Peguem os prisioneiros.

Cada um dos comensais pega Harry e Hermione e então sumiram com um estampido.

A alta margem de arbustos escoava pela distância além dos impressionantes portões feitos de ferro que barravam o caminho dos homens.

Nenhum dos dois parou de caminhar. Silenciosamente e juntos, levantaram o braço esquerdo numa espécie de cumprimento e atravessaram como se o metal escuro fosse fumaça.

Uma bela mansão apareceu na escuridão ao fim do estreito percurso, luzes piscavam nas vidraças brilhantes das janelas do térreo. Em algum lugar no jardim escuro além das sebes, uma fonte jorrava. Pedregulhos crepitavam abaixo de seus pés enquanto andavam depressa em direção à porta da frente, a qual se abriu para dentro à aproximação deles embora não houvesse ninguém visível que tivesse aberto a.

A entrada era grande, pouco iluminada e suntuosamente decorada, com um magnífico carpete cobrindo a maior parte do chão de pedra. Os olhos dos rostos pálidos nos retratos nas paredes seguiam os homens assim que eles passavam. Os homens pararam a uma pesada porta de madeira que levava ao próximo aposento, hesitaram, até que Dolohov girou a maçaneta de bronze.

Na sala de estar estava Lucio estava de pé ao lado da lareira e Belatriz sentada em uma grande e ornamentada mesa. Os móveis costumeiros da sala foram empurrados contra as paredes. A iluminação vinha de uma fogueira crepitante acesa abaixo de uma bela lareira de mármore cercada de um espelho banhado a ouro. Ao lado de Lúcio tinha uma porta que daria a um pequeno porão.

- Ora, ora se não é mesmo o bebezinho Potter. – Bela disse enquanto levantava e ia até Dolohov. – Lúcio, vá avisar ao Mestre que temos um convidado de honra, enquanto isso eu cuido do interrogatório. – ela ordena, e então com um aceno de varinha levita Harry e Hermione, os levando para o porão.

Era um lugar pouco iluminado, havia duas celas e a frente uma mesa, não tão grande nem ornamentada como a da sala acima, as celas estão ocupadas, mais pela pouca iluminação, só via as sombras. Belatriz deixa os dois em frente às celas.

É o momento perfeito Harry pensou, quando ela abaixou a varinha, ele dá uma rasteira nela ao que ele se levanta e puxa o relógio como se fosse arrebentá-lo, então revela a espada, direcionando a lâmina para a jugular de Belatriz.

Nesse momento Hermione também estava de pé, empunhando a varinha de Bela, eles ouviam os prisioneiros vibrando e pedindo que matassem a comensal.

- Como... Como você conseguiu... Onde você pegou essa espada?! – murmurou Belatriz. – Snape a enviou para o meu cofre no Gringotes, o que mais tiraram de lá? – estava desesperada.

- Tirei tudo que era de meu interesse. – ele estava jogando com ela e adorando o seu desespero.

Hermione lança sem que Belatriz perceba um feitiço silenciador na porta, para que quem estivesse no escritório não pudesse ouvir dentro do porão.

- Você não pode ter tirado a taça, tinha feitiços poderosíssimos nela, e você não conseguiria entrar no meu cofre... – Bela estava extremamente desesperada.

- Então como isso está aqui? – Harry pergunta em tom sarcástico movendo a espada perto do pescoço da comensal.

Belatriz tenta derrubar Harry, mais é atingida por um feitiço expulsório de Hermione, que a arremessa na parede ao lado da escada.

Harry então entrega a espada a Hermione, e vai até Belatriz.

- Hora do acerto de contas. – ele diz com um sorriso vitorioso, e antes que ela pudesse fazer algo, ele acerta um soco em seu rosto e chutou sua barriga.

Enquanto Hermione libertava os prisioneiros podia ouvir os gritos da comensal, Harry sentou em cima de Belatriz e começou a socá-la.

- Onde estão as outras horcrux? – ele perguntava e não obtendo resposta continuava com os socos.

- O que é tudo isso? – Luna que já estava fora da cela perguntou a Hermione.

- Bem viemos te salvar, quanto ao Harry ele está resolvendo um problema familiar. – ela disse sorrindo.

- E o que faremos com os comensais que estão do lado de fora? – Luna pergunta ainda observando Harry bater em Belatriz.

- E quanto a Você-Sabe-Quem, o que faremos com ele? Há essas horas já deve está vindo ver Harry. – Senhor Olivaras pergunta.

- Então vamos logo antes que ele chegue. – Hermione disse passando a varinha de Bela para Luna e depois com o mesmo movimento que Harry fez ao tirar o relógio, ela fez com sua pulseira revelando a varinha de Harry.

Ela andou até Harry tocou seu ombro, então ele levantou a cabeça para olhá-la.

- Já chega, vamos embora. – ela diz entregando a espada a ele.

Ele acena com a cabeça então sai de cima de Belatriz, não sem antes dar um último soco, Hermione então revira os olhos e começa a subir a escada. Ao chegarem ao escritório não encontram ninguém, então Harry toma frente, com Hermione e outros atrás de si, ao abrir a porta eles dão de cara com Dolohov e os outros dois comensais que estavam na casa de Lovegood, eles conversavam distraidamente na sala. Até que se dão conta que tinham companhia, rapidamente eles se levantam prontos para pegarem os fugitivos, que se dividem para enfrentá-los.

Hermione se preparou para enfrentar Dolohov, enquanto Harry enfrentaria um dos comensais e outro ficaria para Senhor Olivaras, Luna e o duende.

Ela se afasta dos outros, atingindo Dolohov com um feitiço estuporante, em sua memória permanecia lembranças da batalha no Departamento de Mistérios, onde ele a deixou inconsciente, impedindo que ela estivesse com Harry nos momentos cruciais daquele dia fatídico.

Harry percebeu que aquela briga era de Hermione, então levou os outros comensais para outro canto da sala, e avançando no mais próximo de si com a espada. Luna ataca o outro comensal chamando atenção dele, o duende então começa a lançar objetos no comensal por meio de magia, o fazendo desconcentrar e dando a Luna tempo para atacá-lo, Senhor Olivaras que estava desarmado ajuda o duende na tarefa de acertar o comensal com os objetos, os lançando com as mãos.

Hermione lança um feitiço puxando o tapete debaixo de Dolohov, fazendo com que ele caia, e sem perder tempo lança o Expelliarmus fazendo sua varinha voar longe. Lucio que acabava de aparatar na sala para verificar que bagunça era aquela, a vê desarmando Dolohov e então lança um feitiço do qual ela não pode desviar, caindo à frente do comensal que ela havia desarmado. Harry vê Lucio chegar, mas não consegue impedi-lo de atacar Hermione, então avança sobre ele com a espada. Hermione vê o duelo de Harry e Lucio, se arrasta até onde as varinhas caídas do bolso de Dolohov, ela se levanta junto com o comensal então chama a atenção de Harry jogando para ele sua varinha e a do Senhor Lovegood para Luna que entrega a de Bela para o Senhor Olivaras.

Então pega a sua ficando novamente frente a frente com Dolohov, e sem demora lança um feitiço estuporante nele, mais é defendido, porém Hermione não desanima e continua a sucessão de ataques de média potência, o que lhe confere velocidade e potência.

O duelo de Harry e Lucio era alternado entre provocações e feitiços negros.

- Você é um fraco. Como seu pai e seu padrinho, e vai acabar como eles. –Lucio provocara uma fúria dentro de Harry que era visível em seu olhar.

- Vou mostrá-lo quem é o fraco Lucio. – Harry responde lançando um feitiço.

Lucio concentrado em se defender, dá a Harry a chance de atacá-lo com a espada, ferindo-o.

Luna se assusta ao ver um feitiço negro passar sobre si e atingir o comensal no peito, surpreendendo-se ainda mais ao olhar para trás e ver que Draco se aproximava para levantá-la. O grito de agonia de Olivaras chamou a atenção dos dois, que instintivamente lançaram ao mesmo tempo um feitiço estuporante jogando o comensal sobre uma estante, fazendo diversos objetos de prataria atingi-lo na cabeça e corpo.

Harry desvia do sangue que espirrou ao retirar a lâmina da perna de Lucio, e ouve um grito de Hermione, então ele pôde vê-la ferida, com Dolohov caído do outro lado. Vai rapidamente até ela vendo que tinha o braço quebrado, pode ver seu osso exposto, mas o comensal jazia imóvel no chão com uma poça de sangue formando sob sua cabeça. Draco se aproxima dos dois apoiando Senhor Olivaras e segurando um guarda-chuva.

- O que é isso Malfoy? – Harry pergunta intrigado, pois viu Draco salvar Luna e Olivaras.

- Quero ir com vocês, isto é uma chave de portal. – Ele respondeu simplesmente.

Então Harry troca um olhar com Hermione, que afirma com a cabeça.

- Tudo bem, quando estivermos seguros, você explica essa história direito. – Harry, que colocava o osso de Hermione no lugar não se deu ao trabalho de discutir, ignorando com esforço o grito de dor da morena depois rasgando parte da sua blusa para estancar o sangramento, e ajudando-a se levantar.

_________________________________________________________________________

N/A: Pedço desculpas aos leitores, mas infelismente tive problemas com tempo e tive que parar de escrever, mas agora voltei e prometo não demorar a atualizar.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Coveiro em 06/09/2014

MAIS?

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Coveiro em 13/02/2013

Cade nova att?

Adoro essa fic 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.