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4. Harry Potter


Fic: Foi o Destino - HHr - AVISO 2015


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4
Harry Potter


 


- Senhorita Granger, ouviu uma palavra sequer minha? – Luiza abaixou os óculos redondos até quase a ponta do nariz. Olhei-a sem jeito. 


- Desculpe. – Pedi segurando a pena em minhas mãos. 


- Esta já é a quarta semana que está no ministério, sei que aulas teóricas não são legais, mas quando estivermos nas práticas não poderá se distrair com nada. 


- Ah, não, não são as aulas teóricas. Há uma coisa no momento que me preocupa. – Comentei desconfortável. 


- Algo que possa ajudá-la? – Revirou alguns pergaminhos na mesa. 


- Não, obrigada. São meus filhos. 


 - Sim, imagino. – Sorriu sincera. – Bem, acho melhor terminarmos por aqui. Continuaremos amanhã. – Sem dizer nada me levantei da cadeira e sai da sala indo diretamente para a minha. 


Deixei minhas anotações em cima da mesa e ao lado estava o pergaminho aberto. Aquele pergaminho que tirara minha atenção durante esses dias. Sentei na cadeira e o encarei como se a qualquer momento pudesse me atacar. Tolice. O segurei firme em minhas mãos e reli a parte que mais me afligia. 


...Fomos à cabana do Hagrid esses dias. Ele nos contou algumas histórias de quando estudava aqui... Ele nos disse que parecemos muito com nosso pai... Você tem certeza que não pode reconsiderar e dizer o nome dele? Por favor... 


Meus olhos não desgrudavam das palavras que lia e relia repetidas vezes. Apenas um mês longe de meus filhos, e o assunto nunca tocado vem à tona. Juntei todos os pergaminhos espalhados em minha mesa e os coloquei em uma pasta. Sai da minha sala e caminhei pelo corredor a caminho do elevador. Quando o mesmo finalmente parou no saguão, aparatei em seguida para uma rua deserta e sem saída perto de casa. 


Caminhei pela calçada com a pasta em um de meus braços e a carta de Melissa. A rua estava escura, mas isso não era um problema. Estava quase em frente de casa quando ouvi batidas fortes em madeira. 


Levantei minha cabeça e vi uma cabeleira ruiva em frente a minha porta. 


- Rony? – Chamei estreitando os olhos tentando reconhecê-lo. Caminhei em sua direção e sorri. – Não sabia que viria. – Dobrei a carta para que ele não visse. 


- Desculpe, pensei que já tivesse voltado do ministério. – Comentou enquanto eu abria a porta. 


- Entre. – Deixei um espaço para que passasse. 


- Se estiver atrapalhando volto outro dia. – Coloquei a pasta na mesinha de centro e o olhei. 


- Claro que não, sente-se. – Apontei para o sofá. – Como descobriu onde morava? – Sentei ao mesmo tempo em que ele se sentou. – Ah, desculpa, quer beber alguma coisa? – Ofereci. 


- Não, obrigado. – Negou. – Meu pai conseguiu seu endereço, pediu para que não contasse a ninguém... – Sorriu enquanto falava. – Foi Luna que pediu para que viesse falar com você... 


- E por quê? – Levantei a sobrancelha curiosa. 


- Sobre a coincidente semelhança entre seus filhos e... – Minhas expressões de curiosa mudaram rapidamente para apreensivas. – Harry... – Ele disse o nome do amigo quase sussurrando, com receio. Gargalhei nervosa. 


- Harry? – O nome dele saiu de minha garganta quase em um grito de desespero. Pigarreei nervosa. – Não, claro que não. – Neguei trêmula. 


- Hermione, é assustador dizer isso, mas você sabe que o menino se parece muito com Harry na idade dele. O cabelo, os olhos... 


- Não diga mais nada Rony. – O cortei aborrecida. – Meus filhos não são filhos de Harry, são apenas meus. – Expliquei quase acreditando na mentira que dizia. – E a propósito, não vejo Harry há anos. – Disse como se fosse um bom termino da discussão. 


- Há quantos anos? Onze anos? – Senti o momento exato que meu corpo ficou rígido. – A princípio achei apenas coincidência, mas Luna... – Ele falava olhando em meus olhos. – Não precisa mentir, não para nós. – Por um tempo ficamos em silêncio. 


Engoli em seco, várias vezes, obrigando a mim mesma dizer algo.  


- Sei que muitas coisas aconteceram no passado, mas superamos não? – Voltou a falar. – Luna está tão certa que me mandou aqui apenas para que eu tivesse certeza. – Balançou a cabeça, negando as próprias palavras. – Ah Luna... 


- Não a nada que ter certeza apenas que os dois não são filhos de Harry. – Minhas palavras saiam tropeçadas pelo meu corpo que tremia. 


- É mesmo? – Assenti. – Então porque toda vez que digo o nome dele você fica desconfortável? – Ele sorriu de lado. 


- Ora que absurdo. – Soltei brava. Brava porque era a verdade. 


- Harry Potter. – Rony dissera o nome dele e mordi meu lábio inferior querendo não demonstrar minha tensão. Impossível. - Eu realmente sinto muito que Harry tenha escolhido minha irmã. – Olhou para os próprios pés. 


- Do que está falando? – Respirei fundo criando coragem para perguntar. 


- Ele me contou tudo. Tudo Hermione. – Confessou. Meus olhos se encheram de lágrimas que começaram a cair. – E eu realmente sinto muito. – Voltou o olhar para mim. Continuava parada apenas olhando para ele não acreditando em suas palavras. – Só não posso acreditar que você tenha dois filhos com Harry, o que é impossível negar as semelhanças. – Continuei em silêncio, apenas deixando que as lágrimas caíssem. – O pior é acreditar que Harry não sabe dos dois... 


- Ele não pode saber. – Criei coragem para falar. – Não pode Rony... 


- Ele tem esse direito. – Gesticulou. 


- O mesmo direito que tenho de não contar. O mesmo direito que ele teve ao decidir que ficaria com Gina. O mesmo direito que teve ao me abandonar. Eu já sofri demais, por favor, não me fale dos direitos dele. – Falei séria. As lágrimas caiam o tempo todo. – Promete que não contará a ele? Eu preciso ter a certeza que ele não saberá. – Supliquei segurando as mãos dele. 


- Hermione... – Balançou a cabeça não sabendo o que responder. 


- Por favor... – Sussurrei. 


- Tudo bem. – Bufou rendido. – Mas prometa também que quando precisar de alguém, conte sempre comigo e com Luna. – Olhou diretamente nos meus olhos castanhos molhados pelas lágrimas. Fechei os olhos aceitando e voltei a abri-los. Ele sorriu gentil. – Precisa de alguma coisa agora? – Perguntou. 


- Acho que... – Olhei para os lados analisando tudo a minha volta. Sequei as lágrimas e soltei minhas mãos das dele. – Preciso ficar um pouco sozinha. – Continuei a secar as lágrimas. – Obrigada. – Sorri me acalmando um pouco. 


- Acho que já está na minha hora também. Até mais. – Ele beijou minha testa, se levantou caminhando até a porta e saindo, sem antes dizer tchau mais uma vez. 


Na manhã seguinte abri os olhos e percebi que estava com a mesma roupa do dia anterior. Vaguei meu olhar pela sala e o sol já batia forte provocando certa ardência nos olhos. Levantei do sofá esticando meu corpo um pouco dolorido, talvez pela má posição que havia dormido. Se é que consegui dormir. 


O mais difícil de acordar cedo no dia seguinte é quando não temos uma boa noite de sono. E comigo não foi diferente. Relembrar todos os momentos que tive com Harry não me fizeram bem, ainda mais quando consegui pegar no sono e os mesmos foram tomados por ele. Suspirei passando a mão pelo meu cabelo e caminhando para o quarto. 


Mais algo chamou minha atenção. 


Recuei dois passos antes de subir a escada e inclinei a cabeça para dentro da cozinha. Olhei o relógio e senti meu corpo enrijecer com as horas que marcava. Meio dia e vinte. Corri escada acima desesperada por ser tão tarde. 


Entrei em meu quarto e tomei um banho rápido. 


Troquei-me o mais rápido que pude e aparatei direto para o ministério ainda ajeitando meu cabelo e sem me importar se os vizinhos ouviriam algo estranho dentro de casa. Estava com fome, mas também estava atrasada para a continuação da “aula” com Luiza. Caminhei em passos rápidos para chegar a tempo ao elevador. 


Prendi o meu cabelo, mal penteado, em um coque enquanto segurava a pasta em uma das mãos. O dia já havia começado mal, muito mal, mas não podia piorar e não iria. Era o que eu desejava. Pelo menos até o momento em que abaixei a cabeça para verificar se a carta de Melissa estava dentro da pasta. Seria constrangedor se Luiza a lesse. 


E foi quando tudo aconteceu. Esbarrei em alguém, que por sinal não vi quem era. A única coisa que consegui ver foram os papéis se espalharem por todo o saguão e o casaco que estava pendurado em meu braço cair. Sem ao menos lembrar-me da varinha, ajoelhei e comecei a recolher todos os papéis; um por um. Tentava desviar de todas as pessoas que passavam apressadas por ali, sem se importar comigo agachada no chão. 


E foi quando percebi que alguém fazia o mesmo. 


- Obrigada. – Agradeci arrumando os papéis dentro da pasta em meus braços e levantando a cabeça para ver quem me ajudara. – Harry... – Sussurrei antes de minha visão escurecer e sentir o impacto do meu corpo com o dele. 


Abri os olhos de repente; como se estivesse em um pesadelo. Minha respiração estava ofegante e o coração palpitava acelerado. Observei o teto à cima de mim e tive a garantia que ainda estava no ministério. 


Olhei para os lados e sentei quando percebi que estava deitada em um sofá. Voltei a ajeitar meu cabelo e tentar reconhecer a sala em que estava. Com certeza não era a de Luiza. Sem me prender aos detalhes, procurei por minhas sandálias que não estavam nos meus pés. As coloquei assim que as achei em um canto da sala. 


Arrumei minha roupa que estava um pouco amassada e levantei. Olhei minha pasta em uma poltrona com o casaco em cima dela. Fui a sua direção e dobrei um pouco o corpo para pegá-los, mas no momento em que os pegava olhei de relance para a mesa. Como se algo que continha nela chamasse minha atenção. E chamou. 


Meus olhos começaram a se encher de lágrimas. Segurei-as o máximo que pude. Caminhei para próximo da mesa e estiquei minha mão para tocar em uma plaquinha dourada com letras perfeitamente desenhadas escrito; Harry Potter. 


Mas antes que meus dedos tocassem a plaquinha com o nome dele, fechei minha mão e a puxei de volta. Como se meu cérebro freasse meu coração. Sequei algumas lágrimas que desceram pelas minhas bochechas. Respirei fundo, determinada a sair dali o mais rápido que pudesse. Peguei a pasta e meu casaco caminhando para a porta. 


E foi então que eu o vi. 


No exato momento em que abri a porta nossos olhos voltaram a se encontrar. Seus olhos verdes estavam mais intensos, os cabelos negros estavam charmosamente bagunçados, a pele lisa e branquinha. Os lábios vermelhos me convidavam para o beijo que esperei durante todos esses longos onze anos. A roupa social o deixava mais elegante. 


Ele estava, definitivamente, maduro. 


- Hermione... – Ele sussurrou sorrindo de lado; galanteador. 


- Eu preciso ir. – Disse firme, calculando qualquer reação que pudesse ter. 


- Já? – Segurou meu braço, me impedindo. Virei meu corpo olhando para sua mão segurando-me. Ele a soltou lentamente e levantei meu rosto observando mais uma vez seus olhos e sentindo o que há muito tempo não sentia.   


- Você já fez o suficiente. – Voltei a falar firme. Freando minha vontade de abraçá-lo e sentir o seu perfume sob minhas roupas. 


Engoli em seco tentando não demonstrar minha tensão. Comecei a caminhar pelo corredor vazio, sem dizer mais nada. Caminhei em passos rápidos; com pressa de sair dali. E quando o elevador chegou, olhei mais uma vez para Harry. 


Ele ainda estava na frente de sua sala, olhava para o chão e mantinha as sobrancelhas levantadas. Uma de suas mãos estava no bolso da frente da calça e a outra passava levemente por seus cabelos. Mordi meu lábio inferior segurando as lágrimas até que meus olhos não o vissem mais.















N/A: Eu disse que estava beeem perto. O que acharam? Sem contar que na minha imaginação a cena é sempre melhor, meu problema é passar para o papel. Isis, não o Harry não é o professor. Sobre a história antiga, sim, a Hermione virava professora. A história era voltada em Hogwarts, mas quando eu resolvi escrever uma nova versão eu pensei em mudar o ambiente para o ministério. Não me agradou o reencontro deles, parece que não consegui captar muito a emoção. Laauras, habilidade para esporte pode ser genético, mas como eu tinha colocado isso na versão antiga, resolvi manter. A Melissa está triste pela falta de um pai, e porque colegas de casa ficam a enchendo por isso. Criança, sabe como é. Carol, o Luan é meu. Nada mais a declarar u_u 'kaopakoapao Obrigada pelos comentários *-* MENINAS! Acho que postarei o próximo capítulo no fim de semana. Fiquem atentas. 

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Comentários: 5

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Enviado por Laauras em 03/08/2012

Jesus apaga a luz! A Mione encontrou o Harry! Mas a criatura é chorona...
Tadinha da Melissa, tenho uma amiga q passou pela mesma coisa!
Amando mais a fic a cada capítulo! Esperando ansiosa o próximo!
Bjão! 

Nota: 5

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Enviado por Isis Brito em 02/08/2012

Ah, a história mudou mesmo então... Ok, já estou ansiosa para ver o quanto você mudou!! \o/\o/\o/
Eu lembrei da versão antiga pq eu lembro que a Mione tbm desmaiou quando viu o Harry, e ele a levou pra sala dele, em Hogwarts... Lembro também de um capítulo "lá pra frente" (na versão anterior) que o Harry conta pra ela o quanto ficou emocionado em reencontrá-la, em senti-la perto de si mais uma vez... *-----* Ai, ai...
Como você ousa dizer que não sabe botar emoção "no papel"??!! A fic continua MARAVILHOSA!! Vou sentir um pouco a falta dos meninos aprontando pela escola e a Mione brigando com eles, mas prometo que esqueço rapidinho se você mostrar mais cenas do nosso casal favorito!! ^^"

Já estou esperando o fim de semana chegar!!! xD 

Nota: 5

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Enviado por Carolzinha Gregol em 02/08/2012

nunca vi alguém adorar implicar comigo com você! chega a ser até engraçado! Amiga, capitulo lindo, amei cada momento. ficou perfeito e maravilhoso, você esta parabéns sério mesmo. pode continuar.

Nota: 5

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Enviado por EnigmaticPerfection em 01/08/2012

Cada cap que leio, mais aflita eu fico hahaha Só fico me perguntando o que aconteceu com HHr no passado. A fic tá maravilhosa! Aguardando att. Beijos ;)

Nota: 5

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Enviado por Nina Granger Potter em 01/08/2012

Aaaahhh, a Mione finalmente enncontrou o Harry!!!!! 
Falta muito para ele saber que tem dois filhos?? Estou ansiosa pra isso...

A fic está ótima e eu estou adorando!

beijos 

Nota: 5

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