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7. Sem Salvação


Fic: Darkest Passion, Sexy Love


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO NOVE






Ѽ




"Com tanto medo que alguém vá te odiar que você finge que os odeia antes. Estou tão cansada de dizer palavras que ninguém entende, está claro o suficiente que você não pode viver sua vida toda sozinho? Eu posso ouvi-lo num sussurro, mas você não pode me ouvir nem gritando. E para onde você irá sem ninguém para te salvar de si mesmo? Você não pode rejeitar o mundo inteiro."



O dia amanheceu nublado, um pouco mais frio e úmido. A chuva havia cessado e os trovões eram raros e fracos, embora os relâmpagos continuassem a iluminar o castelo periodicamente. O quarto estava levemente iluminado pela luz da manhã, mas o silêncio de madrugada permanecia. Ela não dormia, estava em coma, completamente desconectada do mundo até o momento em que se mexeu.



Gina abriu os olhos e passou a mão pelo rosto. Pela primeira vez em horas deu-se conta de quem era, onde estava e o que fazia ali. Percebeu que deveria levantar, vestir-se, tomar café da manhã e encarar dois tempos de Feitiços.



A garota levantou-se e se olhou no espelho, notando que ainda vestia o uniforme. Olhou em volta e notou as camas das colegas de quarto vazias, estava sozinha. Entrou no banheiro e tomou um banho frio. Precisava despertar.



Enquanto arrumava a gravata do uniforme limpo em frente ao espelho, ouviu a chuva voltar, mas era somente mais densa que uma garoa. Penteou o cabelo molhado e apanhou sua blusa, vestiu-a sem fechar os botões por cima da camisa branca enquanto saía. Devia estar atrasada, mas não ia encarar o Prof. Flitwick sem um bom café da manhã por nada nesse mundo.




***


 



Melody estava sentada encostada na janela com alguns potes com líquidos aparentemente nojentos, pincel e tesoura.




- Merda de chuva. - resmungou.



- Que bom humor, Mel.



- Tá a fim de matar aula?



- De novo, Melody? Hoje eu não vou não.



- Por quê? Só por causa do seu cházinho da tarde com o velho caduco?



- Não, porque fomos expulsas ano passado e pudemos voltar por causa do “velho caduco” e ele me pediu que não faltasse às aulas e detenções, portanto vou obedecê-lo sim. Algum problema?



- Você tá é ficando mole, isso sim. Nunca vi a senhorita obedecer ninguém.



- É, talvez esteja...



- Até papo pra Carrie você está dando... A Anny que eu conheço humilharia ela, não ficaria de papo estranho de estrelas cadentes e sei mais o que...



Anny sorriu.



- Você não gosta mais dela?



- Até parece. Eu nunca gosteeei mesmo dela, ainda mais depois de tanto tempo. - disse vestindo a capa da escola. - Você realmente está pintando o cabelo de novo?



- Ahã. Menos vermelho vivo. Uma coisa mais clara, meio laranja, vermelho desbotado, salsicha. Enjoei de vermelho vivo.



- Vai ficar legal. – disse saindo do banheiro com a escova na mão. – Cadê sua meia arrastão? Você vai usar?



- Pode pegar.



- À vontade. – disse a outra balançando a cabeça e espirrando água em todo o quarto. – Aconteceu alguma coisa? Você está estranha, distante... – Anny olhou-a com uma cara engraçada enquanto calçava a meia. – Tá, tudo bem. Você É estranha e distante, mas você está mais.



- Não. Nada. – sorriu.



- Acho que vou cortar esse cabelo – disse Melody segurando nos ombros de Anny que penteava o próprio cabelo em frente o espelho.



- Como?



- Assim. - e, com um balanço de varinha, metade do cabelo de Melody caiu ao chão.



- Eu hein, eu quero você BEM longe do meu cabelo.



- Falando nele, - disse Melody afastando-se de Anny. - Você fez algo de diferente? Trocou a poção?



- Por quê?



- Está diferente...



- Não fiz nada.



-...mas está cheirando Floral. Mudou o perfume, então?



[…]




O clima que circulava o salão não poderia estar mais denso.



De um lado, Hermione Granger relia o bilhete que recebera mais cedo aquele mesmo dia pela milésima vez. Era um tanto quanto estranho, pois referia-se a misteriosa e secreta missão que ela fora designada por Dumbledore para cumprir com o professor Snape. A nota reforçava os avisos que o homem havia dado a ela na sessão anterior e marcava um novo encontro. Apenas isso.



Do outro, Gina Weasley remexia sua comida preguiçosamente, enquanto seus pensamentos voavam longe. Quase um mês havia se passado desde que beijara Anny Oleanders, mas nunca mais havia tido nenhum tipo de contato com a garota. Na realidade, a morena parecia ignorar completamente o fato de Gina existir.



Com um suspiro frustrado, Gina observou Anny levantar-se e seguir para fora do Salão com seus fiéis amigos, Thomas e Melody. Ela suspirou cansadamente e virou-se para seus colegas.



 



- Preparada, Lauren?



A garota de cabelos negros virou-se para Gina com os olhos arregalados. Ela gostava de um garoto da escola há anos, mas ele não fazia ideia disso. Para resolver o problema, Gina havia proposto conversar com o rapaz, já que eram colegas no time de Quadribol.



- Com medo.



Sorriu.



- Vai dar tudo certo.



- Eu sei.



- Então eu vou indo. Não se preocupe, ok?



- Tudo bem. Não, não. É melhor esperar. Não é uma boa ideia.



- Fran, você está sendo ridícula. - ponderou Lauren. - Eu aposto que no fundo ele já sabe de alguma coisa.



- E se não souber? E se ele contar pra todo mundo? E se eu estragar tudo?



- Confie em mim. - disse Gina. - Ele vai cair aos seus pés.



- Ok, vai. NÃO. Não, ainda não.



- Eu estou perdendo a paciência, Fran.



- E se...



- E se ele quiser ficar com você? E se vocês puderem namorar, casar e viver felizes para sempre? E se tudo isso não acontecer só porque você teve vergonha de se declarar?



- Eu não sei...



- Ótimo.



Gina levantou-se completamente mau humarada, não suportava frescura. A garota decidiu entrar no banheiro e assim que o fez, descansou a cabeça na porta do banheiro. Como podiam as coisas em sua vida estarem tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais? Harry. Anny Oleanders. Hermione Granger. E até com suas amigas andava brigando. O que estava fazendo? Em que direção estava caminhando?




- Carrie, eu quero saber! – disse uma garota despertando Gina de seus pensamentos. – O que tem a Oleanders?



- Eu já falei que não é nada.



A ruiva, é claro, interessou-se pela conversa imediatamente. Gina abriu um pouco a porta do boxe para espiar, uma garota da Corvinal estava encostada à parede e parecia um pouco aborrecida, e a outra passava lápis de olho na pia.



- Eu não sou retardada. Dá pra ver como você olha pra ela.





- Não tem nada! A única coisa sobre mim e ela que você não sabe é que já namoramos.



- AHÁ! Eu sabia! Eu sabia que tinha alguma coisa!



- Mas já foi e faz tempo já.



- E não aconteceu mais nada?



- Não. - sussurrou aproximando-se da outra. - Mais nada. - pregou um beijo no pescoço dela.





- Porque ela não quis, não é?



- Bem... eu não disse o contrário.



- Ah, sua cachorra!



- Agora eu estou com você, não tô? Então esquece a Anny e me beija. - a Corvinal não precisou de um segundo pedido.




Um turbilhão de coisas começou a se passar na mente de Gina. Agora fazia sentido a noite da tempestade. Agora tudo fazia sentido. E, é claro, poderia usar isso pra irritar a outra. Podia acusá-la. Atormentá-la. Só que... Gina não havia sido beijada por Anny, elas haviam se beijando mutuamente.



De qualquer forma, não podia pensar nisso agora. Precisava correr para o treino.



 



***




- Precisamos mesmo ir pra Casa dos Gritos? - perguntou Anny a meio caminho da saída de Hogwarts. - Tem treino da Grifinória hoje.



- Por que iríamos querer ver um treino da Grifinória? - disse Melody.



- Só pensei – Anny deu de ombros. - Eu só queria ficar um pouco sozinha com vocês dois. Tem gente demais lá em casa.



- Podemos expulsá-los sempre que quisermos. - murmurou Thomas.



Anny sorriu.



- Não seria tão má ideia. - disse a morena. - Eu sinto falta de quando éramos mais próximos. Agora todo mundo está mais ocupado com alguma outra coisa...



- Eu nunca vou estar ocupado demais pra você, minha deusa das sombras. - disse Thomas, em tom sinistro.



Os três caíram na gargalhada.



- Isso foi tosco. - percebeu.



- Infinitamente. - disseram Melody e Anny juntas.



Entraram discretamente nos terrenos da Casa dos Gritos enquanto riam baixinho de memórias bobas da pré-adolescência. A propriedade parecia abandonada e mal-assombrada, como deveria aparentar, mas assim que o trio chegou ao lado de dentro da construção, uma voz ríspida exigiu:




- Quem está aí?



- Sou eu, Carrie. - disse Anny entediada.



- Ah. Que bom, mas o que você faz aqui essa hora?



- Nossa, obrigada pela recepção. Não posso mais vir aqui?



- Claro que pode, a casa é sua, literalmente.   



- Falando nisso, as proteções estão muito baixas, qualquer um com varinha chegaria aqui facilmente. E lembrem-se, essa casa é mal-assombrada, não pode haver ninguém morando nela. O único feitiço que está realmente bom é o que vocês estão usando para isolar barulhos e luzes. Estava tudo uma penumbra quando chegamos, nenhum barulho nem mesmo claridade. E pelo que vejo – disse pausando para dar ênfase aos gritos “devolve aqui sua vagabunda” “vagabunda é mãe”  e risadas que vinham provavelmente do terceiro andar – as coisas estão bem animadas.



- Oi gente, vieram ver como anda a zona? - foi um garoto que usava uma camiseta cuja estampa parecia ter saído de um filme de terror quem disse.



- Zona mesmo, vocês não sabem o que significa faxina, não? – disse Thomas balançando a varinha e fazendo todos os pares de tênis se organizarem no canto do cômodo.



- Aquilo é uma TV?



-A programação Bruxa melhorou, seus noveleiros? - disse Thomas com desdém.



Em poucos minutos Melody e Thalles haviam desaparecido para algum aposento vazio da casa e os outros dois enfiaram-se na cozinha. Thomas era um ótimo chef e Anny adorava a companhia do amigo, especialmente quando cozinhavam. Ele tinha algumas ideias malucas sobre cozinhas ser parecido com magia ou algo assim.



- Eu deveria começar a cobrar aluguel. - disse a garota enquanto apanhava alguns ingredientes para uma salada especial.



- Com tanta gente que passa por essa casa e fica dias e dias, você teria renda o suficiente pra manter sua própria casa.



- Não é uma má ideia.



- Eu já disse que você podia vir pra cá se quisesse. Eu até viria com você.



- Eu... - suspirou. - Você sabe que não posso sair de casa.



- Nunca entendi isso, você e Noelle nunca se encontram, e quando se encontram... você sabe.



- Ela ainda é minha mãe. - disse Anny friamente. - Além disso, não é por ela que fico, é pelas lembranças... tudo que eu tenho deles está naquela casa. Se eu sair de lá, nada mais me resta.



 



***




- Você tem um minuto para decidir ou eu juro pela varinha de Merlim que quem desiste sou eu. - intimou Gina, finalmente.



- Ain... - a loira mordeu o lábio. - É que eu acho que não vai adiantar mesmo.



- Por que não daria?



- Ah, eu feia, estranha desse jeito, ele nunca vai olhar pra mim.



- Feia? Você bebeu? – achava graça e irritante ao mesmo tempo. - Feia é a Pansy Parkinson, minha filha! - completou jogando os longos cabelos ruivos para trás. - Fran – suspirou. - Você é bonita e sabe disso. Agora deixa de ser retardada, levanta a bunda dessa cadeira e vamos logo. Eu vou me atrasar por sua causa e o Harry vai descontar no time todo, todo mundo vai ficar irritado e -



- Tá bom, tá bom. - concordou a loira. - Mas você simplesmente não entende que eu não tenho a sua cara de pau.



- Cara de pau? Valeu pelo apoio! Vamos logo! – disse Gina entre risos



Ainda murmurando palavras de apoio, Gina marchou com a amiga até o vestiário do campo de Quadribol.



- Bom dia, pequena. – disse o tal garoto que Fran tanto temia ao passar pela dupla.



- O-oi. - respondeu ela corando furiosamente. - Ai Meu Deus. - surtou Fran assim que o garoto tinha saído. - É melhor eu ir embora.



Sorrindo e balançando a cabeça, Gina rumou para o resto dos colegas. 



A manhã passou rápido e logo a Grifinória tinha ganho o jogo. 180 à 140. Harry estava basicamente FURIOSO, se não fosse o pomo a Grifinória teria perdido com toda a certeza do mundo. Ainda assim, a torcida comemorava o jogo extremamente feio. O que o tempo não ajudava a melhorar nadinha... a sala comunal estava lotada. Era impressionante como tinham disposição para comemorar até coisas que não mereciam comemoração. Estavam sentindo falta de Fred e Jorge, especialmente das cervejas amanteigadas, mas mesmo assim continuavam a comemorar a vitória do joguinho feio.



Felizmente, o planinho para juntar sua melhor amiga e seu colega de time dera certo e com um sorriso satisfeito Gina saiu de perto dos dois. Sentia muita vontade de conversar com Harry, nem tanto pelos sentimentos que, no fundo, ainda nutria pelo menino, mas porque, acima de tudo, ele era um bom amigo e a ruiva gostava de sua companhia. Porém, Gina não podia sequer cogitar ir falar com o garoto. Primeiro porque não o perdoara por ter ficado com sua melhor amiga e segundo porque ela agora odiava Hermione Granger e, é claro, ela estava grudada nele a todo tempo.



Bufando com os pensamentos, Gina virou o resto de seu suco de abóbora infantilmente imaginando que fosse alguma forte bebida alcoólica.




***




A segunda-feira amanheceu fria e monótona. Já não havia o que fazer, além de estudar, estudar, estudar e estudar mais uma vez. Porém as esperanças do Natal mantinham todos vivos. Harry, Rony e Hermione tinham os dois últimos tempos de aula livre naquele dia e depois de uma longa conversa, o casal de namorados decidira contar ao amigo sobre seu envolvimento.




***


 



Anny havia decidido que não sairia por esses dias para não afrontar McGonagall, o uniforme também estava sendo quase usado. A saia, a camisa sem a gola e com os dois primeiros botões abertos, uma linda cruz Celta no lugar, coturno ao invés de sapatos, meia arrastão roxa no lugar da meia fina, e sempre a maquiagem e os cabelos em um penteado semi-preso.



Resolvera estudar para os NIEM's quando alguém bateu na porta. Sem dizer nada caminhou até a porta e não deixou de arquear uma sobrancelha ao ver Gina Weasley parada ali. A garota não pediu permissão para entrar.




- Eu devo fechar a porta ou você não vai me incomodar tanto?




Com um aceno de varinha a ruiva bateu a porta. Bufou.




- Agora eu entendi.



- Tá falando do que agora, Weasley?



- Eu não fui sua primeira. Você gosta de garotas. Por isso nos beijamos.



- Que bom que você disse no plural, não é mesmo? Esperava algo mais infantil seu.



- Vou me candidatar a jornalista de fofocas do Profeta Diário.



- E quem disse que isso seria um grande segredo?



- Então é verdade? - o tom triunfante começou a aparecer.



- Tem certeza de que quer saber? - sussurrou a morena aproximando-se da outra.



-Por quê? Não quer contar? – disse Gina em um outro largo sorriso.



- Você quer mesmo saber? – Anny sorriu ao encurralar Gina na parede e aproximando-se bastante para falar. Gina moveu a cabeça arqueando a sobrancelha e sorrindo, um sinal de ‘tá esperando o que pra dizer?’. 



A mão de Anny que estava na parede ao questionar Gina lá permaneceu nos momentos seguintes. Os rostos aproximaram-se  ainda mais e os lábios tocaram-se, o beijo começou leve, quase lento, porém intenso, mas foi ganhando ritmo e intensidade. Gina sentiu o coração disparar pela primeira vez com Anny, das outras vezes em que estiveram sozinha, mesmo na noite do beijo, fora diferente.



- Essa é sua resposta?



- O que você acha? – disse voltando à porta e abrindo-a novamente.



Gina seguiu-a.



- Que eu preferia não saber. - parou. - Para seu próprio bem. - sorriu antes de se retirar.

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Comentários: 1

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Enviado por randomfairytail em 21/10/2011

Oh Gosh, outro beijinho dessas safadas *O*

O que será que Gina e Anny aprontarão dessa vez?

Próximo capítulo, com certeza será o melhor que farei!

Nota: 1

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