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3. Primeiro Dia


Fic: Foi o Destino - HHr - AVISO 2015


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3
Primeiro Dia


 


- Vocês só precisam ultrapassar aquela coluna. – Disse apontando para a coluna de tijolos. Estávamos na estação King's Cross tentando entrar na plataforma 9 ¾. A princípio eles estavam animados, mas nenhum – no momento – queria ser o primeiro a ultrapassá-la. – Se acharem melhor, pode ir correndo. 


- Se formos correndo e batermos na coluna? Quebraríamos nosso nariz e... – Começou Melissa, mas Luan a interrompeu. 


- Quanto drama. – Revirou os olhos. 


- Se é tão corajoso, vai primeiro. – Sugeriu apontando para que ele fosse à frente. 


- Eu vou. – Falou convicto. 


Por um momento, a imagem de outra pessoa veio a minha mente. Cabelos negros, olhos verdes e a coragem de enfrentar o desconhecido, embora não fosse nada que o fizesse mal. Apenas uma coluna de tijolos. Tirei esses pensamentos de minha cabeça e quando voltei minha atenção para a Luan, ele não estava mais lá. 


- Deus! – Soltou Melissa animada. – Minha vez. – Falou correndo com o carrinho em mãos e desapareceu, segundos depois, por entre os minúsculos tijolos. Fiz o mesmo. 


- Olha isso Melissa. – Luan gritou apontando para o expresso Hogwarts. O que me ajudou a achá-los em meio a aquela multidão. 


- Vamos entrar logo...


- Não vão se despedir? – Abri os braços e eles correram para me abraçar. – Não se esqueçam de mandarem cartas todos os dias, ouviram? – Apontei o dedo semi-serrando os olhos. 


- Todos os dias? – Questionou Melissa, como sempre. – Mais se mandarmos cartas todos os dias não teremos assuntos para descrever. – Estava demorando. 


- Sabe, o modo como fala me assusta às vezes. – Luan riu. 


- Que tal um dia sim e um dia não? – Propus. 


- Que tal... – Melissa voltou a falar. – Duas vezes por semana? – Sorriu. 


- Ou melhor. – Luan levantou o dedo para que prestássemos atenção nele. – Mandaremos cartas duas vezes por semana e quando acontecer algo seja bom ou ruim, nós a deixaremos a par de tudo o que aconteceu? 


- Duas cartas por semana relatando exatamente tudo, nos mínimos detalhes. Mais as cartas separadas. – Minha voz era firme e eles não protestaram mais. – Não pensem que se livraram fácil de mim. – Apontei, novamente, o dedo para eles. 


- Não seja boba. – Luan voltou a me abraçar e Melissa também. 


- Ah! E não entre, em hipótese nenhuma, na Floresta Proibida. – Adverti. 


- Passamos onze anos de nossas vidas sem nada de realmente emocionante que tenha acontecido com nós dois, nos deixe ser livres agora. – Melissa, como de costume, voltou a falar. 


- Liberdade? – Arqueei as sobrancelhas. – Não se esqueça da vez em que estávamos no jardim e vocês dois flutuaram até o telhado, foi um sacrifício tira-los de lá sozinha. Tinham apenas seis anos. – Riram travessos. – Discutiremos sobre a liberdade de vocês quando tiverem 17 anos. – Ouvimos o primeiro apito soar pela plataforma. 


O que antes parecia uma confusão, agora se tornava pior. As vozes de todos que estavam ali aumentaram, as crianças correram para despedir-se dos familiares e esses, por sua vez, lhe davam conselhos. O segundo apito soou. 


- Entrem e tomem cuidado. – Falei os observando entrar. Eles acenaram pela janela e logo o terceiro apito soou e o trem começou a andar. – Amo vocês. – Gritei para que ouvissem e logo eles sumiram no horizonte. 


Sorri sozinha. Toda aquela bagunça se tornara em um silêncio profundo. Cada familiar voltava para seus afazeres e eu tinha que fazer o mesmo. Precisava voltar para casa e me arrumar para ir ao ministério. Deixei a plataforma e caminhei até um beco aparatando perto de casa. 


O relógio marcava exatamente meio dia quando cheguei ao ministério, como combinado. A princípio estava perdida. Havia tantas pessoas preocupadas com o trabalho andando de um lado para o outro sem se importar com o que acontecia a sua volta que chegava a ser inacreditável. Percorri meu olhar por todo o lugar. Luiza do Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas estará a sua espera no grande saguão. Lembrei-me das palavras escritas pelo ministro na última carta que mandara. 


- Hermione Granger? – Ouvi uma voz feminina atrás de mim. – Prazer, Luiza Mendel. – Estendeu a mão, afetuosa. – Pontual. – Comentou olhando para o relógio. – Acho que temos muito a fazer. – Olhou para a enorme pasta verde musgo em seus braços. – Siga-me, por favor. – Pediu. 


Luiza caminhou em minha frente. O nariz empinado não descrevia sua característica, andava assim para demonstrar respeito perante aos outros. Tolice em minha opinião. Os cabelos aparentavam longo, mas estavam presos em um coque elegante. Os sapatos de salto, não só os delas, faziam barulhos que ecoavam pelo saguão quando tocado ao chão. E a roupa impecavelmente perfeita. 


Logo estávamos no elevador, que apenas parou quando atingimos o nível três; Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas. Saímos do elevador e caminhamos por um corredor largo e escuro. No chão, sob nossos pés, um tapete vinho percorria todo o nosso caminho. O corredor era iluminado pela luz que saia da varinha de Luiza e, algumas vezes, de dentro de alguns quatros que estavam nas paredes. 


Tivemos que virar para a direita após um tempo de caminhada e, depois de mais alguns passos entramos em um lugar amplo. Havia várias pessoas ali, sentadas em suas mesas trabalhando em silêncio. 


Depois de percorrermos todo o local, entramos em mais um corredor. A diferença era que nesse havia várias portas de madeira e podíamos ver onde ele terminava. Luiza parou em frente a uma porta de madeira, com uma plaquinha dourada com letras em prata escrito Hermione Granger. 


- Este será o seu local de trabalho. – Disse abrindo a porta e mostrando o cômodo minúsculo. Tinha uma mesa de madeira velha de frente para a porta, com uma cadeira atrás. Um sofá marrom que cheirava mofo e uma estante com a madeira descascando e com teias de aranhas. – Com o tempo irá se acostumando. – Comentou devido ao cheiro forte. 


- Espero que sim. – Olhei todo o escritório. 


- O diretor do Profeta Diário mandou uma carta dizendo que continuará com seu emprego, então, quando precisar ficar em casa ou for para qualquer outro lugar fazer suas matérias peço que me mande um memorando relatando tudo. – Abriu a pasta que estava em seus braços e a revirou por alguns instantes. – O ministro me avisou que a senhorita estudou apenas seis meses para ser um auror, mas com suas experiências no colégio não será difícil aprender mais que o básico que já tem. 


Assenti e ela continuou. 


- Eu mesma a treinarei. – Parou de revirar a pasta. - Teremos aulas práticas e ensinarei tudo o que deve saber. Na teoria também. – Continuou a explicar. – Alguma pergunta? – Olhou para mim por aqueles olhos azuis. Neguei. – Ótimo! – Sorriu satisfeita. – Agora... Tenho seu primeiro trabalho. – Olhou para as duas pilhas de pergaminhos em cima da mesa. – Esta pilha. – Colocou a mão no primeiro monte de pergaminhos. – Relata os feitiços feitos de forma errada ou acidentalmente e, por isso, não ocorreram com perfeição. E esta também. – Colocou a mão na segunda pilha. – A questão é que; a primeira é do mês de julho e a segunda do mês de agosto. Ambas não foram revisadas e preciso que as confirme perante aos arquivos que estão em minha sala. 


- Tudo bem. – Concordei caminhando até a cadeira atrás da mesa. 


- Ah! E quando eu não estiver em minha sala, à senhorita será a única que terá acesso a ela. Tenha um bom dia. – Desejou fechando a porta. 


Os dias passaram rapidamente. Era inevitável não deixar de ir à sala de Luiza pegar mais arquivos para confirmar os pergaminhos. Foi necessário levar o trabalho para casa e ficar até tarde da noite fazendo-o. O trabalho era simples, mas ao mesmo tempo trabalhoso. Nada que alguém não pudesse fazer. 


Certo dia, acordei atrasada e mal tomei o café. Quando estava saindo de casa vi uma coruja voar ao meu encontro. A coruja que havia comprado para as crianças. Sorri ajeitando as pastas em meus braços. Aproximei-me da coruja e peguei duas cartas. 


- Obrigada! – Agradeci. – Espere aqui, volto mais tarde. – Avisei sussurrando. 


Olhei para os dois lados me certificando de que não havia nenhum vizinho me observando. Imagina se alguém me visse sussurrando com uma coruja? No mínimo me mandariam para um hospício dizendo que estava ficando louca. 


Quando aparatei no ministério, fui até minha sala e larguei tudo o que estava em meus braços na mesa. Horas se passaram e os pergaminhos estavam cada vez mais espalhados. Passei na sala de Luiza duas vezes; uma para pegar mais alguns arquivos e a outra para devolvê-los. Estava quase na metade da segunda pilha quanto peguei um pergaminho e vi duas cartas que estavam embaixo dele. 


- Tinha até me esquecido. – Falei sozinha pegando a primeira, era de Luan. 


Mãe,
Você não vai acreditar. Fui para a Grifinória. Estou tão feliz, mas é claro que não foi tão fácil quanto a Melissa. A propósito, não conte a ela que contei. Bem, tive que pedir algumas vezes para aquele chapéu velho não me mandar para a Sonserina. Imagina só? Não aconteceu muita coisa de interessante, a única coisa que anda me deixando preocupado são as atitudes de Melissa, ela anda um pouco triste. Por favor, tente saber o que está acontecendo com ela. Quando eu pergunto, ela começa a chorar e não diz nada. Ah! Tivemos aula de vôo e o novo professor nos ensinou um pouco sobre quadribol. Fomos para o campo e um menino chamado David pegou o pomo de ouro nas mãos e aquela bolinha dourada saiu voando. E adivinha? Voei atrás dela e a peguei sem dificuldade. O professor ficou espantado, mas não foi difícil pegá-la. E adivinha outra vez? Você está lendo a letra do novo apanhador da Grifinória. É claro que o professor disse que preciso treinar bastante, começaremos na próxima segunda feira. Estou tão animado. Com amor, Luan. 


 


Terminei a carta com os olhos cheios de lágrimas. Respirei fundo antes que elas caíssem e reli a parte escrita: “Bem, tive que pedir algumas vezes para aquele chapéu velho não me mandar para a Sonserina”. Como isso poderia ser possível? Neguei com a cabeça limpando meus pensamentos. Melissa estava mal e Luan era o novo apanhador da Grifinória. Céus! O que estava acontecendo? Mas nada, nada era comparada a carta que recebera de Melissa. Meu coração doía a cada palavra e foi inevitável não chorar.


 


Oi mãe,
Fui para a Grifinória. E estava tudo correndo bem até que conheci... Bem, não importa. Vou direto ao assunto. É que... Quem é o meu pai? Sei que eu e Luan nunca perguntamos, mas agora mais do que nunca preciso saber. Uma garota da nossa casa fica zombando e... Eu só queria saber. Só o primeiro nome. É isso, apenas o primeiro nome é o suficiente. Ah é, tivemos aula de vôo e não me sai muito bem. Luan pelo contrário acabou virando o novo apanhador da Grifinória. Ele está bastante animado, principalmente depois que o professor disse que ele parecia muito com o Harry Potter. Vou indo agora, preciso fazer o dever de poções. Um enorme beijo, Melissa. 


 





 












N/A: Olá meninas! Demorei um pouco, mas postei. Fico ansiosa para responder as perguntas de vocês, mas se fizesse com certeza acabaria contando mais do que devo, então preciso me segurar, infelizmente x_x Estou feliz com os comentários de cada uma, e espero não decepcioná-las com os próximos capítulos. Sobre o reencontro do Harry e da Hermione, sim, está mais próximo do que imaginam. Sobre a Gina, ela será sim a vilã da história. E sobre o Harry descobrir que é pai dos gêmeos, isso vai demorar... Acho que já falei demais até AKOPAKO' Até o próximo capítulo *-*

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Comentários: 3

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Enviado por Carolzinha Gregol em 22/07/2012

F-E-R-R-O-U! SAUAISHAISUASAHUIS a Melissa vai descobrir t-u-d-o! amei tudo! Eu quero o Luan sério mesmo, muito mesmo, ele apanhador da grifinória que sonho! hahahaha ele se achando porque se parece com Harry Potter, ele mal sonha que Harry é o pai dele. amiga, você escreve muito bem! não vou cansar de elogiar você sério mesmo! continua *-*

Nota: 5

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Enviado por Laauras em 22/07/2012

É genético esse negocio de quadribol? Mas pq a Melissa ficou triste? Nao entendi bem!
Por acaso o Harry tá em Hogwarts?
Esperando ansiosamente o reencontro entre o Harry e a Mione! E tb o proximo capitulo!
Bjao! 

Nota: 5

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Enviado por Isis Brito em 22/07/2012

MERLIN!! Tô quase pirando aqui!!
Meu Deus, o Luan está cada vez mais parecido com o pai!! Isso é lindo demais, apesar das semelhanças serem assustadoras!! Caramba, apanhador!! E no primeiro ano!! Tô começando a ficar desconfiada desse novo professor aí... É o Harry?? *-*
E a carta da Melissa, Merlin?! A carta dela quase me fez ter certeza que o Harry está em Hogwarts!! E ela notou as semelhanças entre ele e o Luan!!
Meu Deus, que ansiedade!! *-------------*

Notei algumas diferenças aqui também. Em relação à hisória antiga, devo dizer. A Hermione não virava professora e encontrava o Harry em Hogwarts? Ou você mudou isso também?
Não é muito importante, mas tenho que lhe informar que estou ANSIOSÍSSIMA para o reencontro dos dois!! Já estou até pulando de tanta emoção!! *------------*

Plis, não demora a postar o próximo capítulo!! *----* 

Nota: 5

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