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5. O Espelho de Ojesed (PF)


Fic: SEX Hogwarts, uma história Diferente...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O Natal se aproximava. Certa manhã em meados de dezembro, Hogwarts acordou coberta com mais de um metro de neve. O lago congelou e os gêmeos Weasley receberam um castigo por terem enfeitiçado várias bolas de neve fazendo-as seguir Quirrell.

Uma vez começadas as férias, Harry e Rony se divertiram à beça. Tinham o dormitório dos meninos só para eles e a sala comunal estava muito mais vazia do que o normal. Harry e Rony jogavam xadrez de bruxo e comiam diversas guloseimas. Quando já estavam cansados de jogar xadrez, os meninos subiam para o dormitório para se divertir de outra maneira.

Harry não contara nada a Rony sobre o que acontecera naquele primeiro treino de quadribol. Não queria manchar o nome de ninguém ou deixar os gêmeos Weasley em apuros. No dormitório, Harry e Rony ficavam imaginando coisas eróticas, falando sobre o tamanho de seus pênis, a sensação de ser chupado e coisas do tipo. Rony nunca fizera nada ainda. Apenas se masturbara ao lado de Harry aquele dia no Expresso de Hogwarts. O menino ruivo não fazia idéia de como era bom ser abocanhado e gozar litros de prazer. Harry fingia nunca ter feito nada também, mas sabia exatamente o quanto era bom.

- Imagine como é sentir uma boca bem molhadinha chupar o seu pau até ele ficar roxo! – dizia Rony.
- Uhn!!! – dizia Harry lembrando-se da ferocidade de Alícia.
- Nossa! Deve ser muito bom!

Assim, Harry e Rony ficavam ‘masturbando’ suas mentes até não agüentarem mais. Então os meninos deixavam a vergonha de lado, tiravam suas roupas e se masturbavam, um olhando para o outro. Rony tinha um pênis um pouco menor que Harry. Seus pêlos ruivos já haviam crescido bastante desde quando Harry os vira pela última vez, no trem. Este ainda não tinha quase nada. Uma penugem castanha muito fina nascia em seu saco.

- Você se lembra daquele dia no trem? – perguntou Rony batendo uma punheta fraca e demorada. – Foi muito mais excitante fazer na frente do outro, não acha?
- Claro! – respondeu Harry, que se masturbava com um pouco mais de força e velocidade.

Os meninos estavam se saciando. Ambos gemiam muito, excitando um ao outro. Rony resolvera agir mais rapidamente, caprichando na punheta. Harry gozou primeiro, espirrando esperma por todo o chão do dormitório. Depois, passou a assistir seu amigo, que tinha expressões muito excitantes no rosto. Harry se levantou de sua cama e se sentou a lado de Rony, para apreciar mais de perto a cena. Vira que o colega segurava seu membro de uma outra maneira. Harry queria ver o colega gozar, ver sua expressão de prazer e o fluído saindo daquele pênis, se espalhando por todo o lado.

Após alguns minutos, Rony ejaculou intensamente. Harry admirou o acontecimento, ficando excitado novamente. A porra de Rony se espalhara pelo chão, misturando-se com a de Harry. O menino gemia de tesão e ainda fazia movimentos leves em seu órgão. Ao recuperar os sentidos, Rony viu que Harry estava ao seu lado e assistira a tudo. Os meninos passaram, então a fazer uma espécie de jogo: um batia e o outro apenas assistia, e depois trocavam. Todas as madrugadas foram assim, até a manhã de Natal.

Na manhã de Natal, Harry viu uma pequena pilha de embrulhos ao pé de sua cama. O menino nunca havia recebido presentes antes, por isso ficou extremamente feliz. Ganhou uma flauta de madeira de seu amigo Hagrid, uma moeda dos Dursley, sapos de chocolate de Hermione, um suéter da senhora Weasley e um objeto muito curioso. Harry desembrulhou o presente e uma coisa sedosa e prateada escorregou para o chão onde se acomodou em dobras refulgentes. Rony soltou uma exclamação:

- já ouvi falar nisso! – disse em voz baixa, deixando cair a caixa de feijões de todos os sabores que recebera de Hermione. – Se isso é o que penso que é, é realmente raro e valioso!
- E o que é? –perguntou Harry, apanhando o pano brilhoso e prateado do chão. Tinha uma textura estranha, parecia tecida com fios de água.
- É uma capa da invisibilidade! – respondeu Rony. – Vamos! Experimente!

Harry jogou a capa em volta dos ombros e Rony deu um berro. Havia desaparecido, deixando à mostra apenas a sua cabeça. No embrulho havia um cartão escrito numa caligrafia fina e rebuscada que ele nunca vira antes, com as seguintes palavras:


Seu pai deixou isto comigo antes
de morrer. Está na hora de devolve-lo a você.
Use-a bem.
Um Natal Muito Feliz para você.


Não havia assinatura.
Naquela noite, Harry decidira experimentar a capa pela primeira vez. O castelo de Hogwarts agora era uma porta aberta para Harry. Decidiu ir à Seção Reservada, na biblioteca. Harry procurou pelo nome de Nicolau Flamel, mas não o encontrou em livro algum. Filch e sua gata, a Madame Nor-r-ra estavam vasculhando o castelo, como de costume. Andando pelos corredores, Harry decidiu procurar o banheiro dos monitores, para tentar assistir a mais alguma sacanagem dos monitores, mas encontrou um aposento muito mais curioso.parecia uma sala de aula, porém todas as mesas e cadeiras estavam encostadas nas paredes, deixando um largo espaço no centro. Ali via-se um magnífico espelho, da altura do teto, com a moldura de talha dourada, aprumado sobre dois pés em garra.

O que Harry viu refletido no espelho foi muito mais do que sua imagem. Harry sentiu o coração disparar e ficou confuso. No espelho, Harry estava totalmente nu, Alícia, Angelina e Katie estavam ao seu lado, sem nenhuma roupa, também. Uma delas passava as mãos sobre o pênis de Harry –que parecia muito maior do que era realmente. De repente, Rony e Draco apareceram no espelho. Os dois meninos também não vestiam nada. Draco passou a masturbar Harry, enquanto Rony se relacionava com as outras garotas.

Harry não acreditava no que seus olhos viam. O espelho mostrava a cena mais excitante que já vira. As três artilheiras da Grifinória satisfaziam Rony, enquanto Draco se submetia à Harry. Passaram-se horas, e Harry não desgrudava seus olhos do espelho. Quando finalmente se tocou que tudo era apenas uma imagem refletida, o garoto estava muito duro e sua cueca estava gozada. A força do pensamento fora tamanha que seu corpo reproduziu o prazer.

Nos dias que se seguiram, Harry voltou novamente à sala do espelho. Toda a madrugada ele saia da Torre da Grifinória e ia se masturbar na frente do objeto. Ás vezes, quando Harry não estava excitado, ele via seus pais refletidos no espelho, mas logo que seu pênis ficava duro, as imagens de sua família eram substituídas por Draco, Rony e as garotas do time.

Rony passara a ir junto com o amigo visitar a sala. Harry estava viciado naquilo, porém certa noite foi surpreendido por Dumbledore, que não se mostrou ofendido ao ver Harry se masturbando totalmente nu. O diretor lhe explicara que aquele espelho mostrava nada mais e nada menos que o desejo do fundo de seu coração. Harry concluiu que quando estava excitado, seu coração desejava ter Draco o satisfazendo, ter Rony e todas as artilheiras do time com ele nos momentos de prazer. Já quando estava de pau mole, desejava ter seus pais ao seu lado.

Dumbledore proibira Harry de procurar o espelho novamente, por isso o garoto passou o resto das férias jogando o jogo da punheta com Rony. Enquanto assistia ao colega se masturbar, Harry não parava de pensar no prazer maior que teria assistindo ao espelho. Harry queria realizar aquilo que vira. Uma vez que seus pais estavam mortos, não poderia tê-los ao seu lado, porém podia realizar seu outro desejo: se satisfazer na companhia de Draco e, algum dia, possuir todas as artilheiras junto com seu amigo, Rony...


(Caros leitores:
Este capítulo foi elaborado com demasiada pressa, portanto peço desculpas e afirmo que assim que puder -e tiver mais tempo- estarei reformando algumas partes, melhorando os detalhes e as cenas de prazer. Bom proveito!)



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