Severo a havia conduzido via flu até as masmorras e sugeriu que tomasse um banho enquanto ele pedia o jantar. Não que ela estivesse com fome, mas precisava pensar que não se tratava mais apenas dela... Ela tinha um bebe que dependia dela... Seu bebe! Aquele dia havia começado tão... Bem! Apesar do susto da noite anterior, ela havia descoberto que Severo a amava também e mais, estava esperando um neném... Ela, agora, tinha sua própria família... Mas, e a sua família? Jean, Ralph... Sempre foram pais maravilhosos, será que eles sabiam que ela não era uma Granger? Será que eles sabiam que correram um risco mortal a abrigando? Estava confusa... E Adele, sua verdadeira mãe? Será que tinha se desfeito dela, para se proteger?
Eram muitas duvidas que rondavam sua cabeça, e não a deixaram um minuto, durante a longa ducha, que tomava de forma mecânica. Quando cansou da água quente batendo em suas costas, desligou o chuveiro e começou a se enxugar, ainda pensando... Ninguém, absolutamente ninguém poderia descobrir que ela era Hermione Romanova e, de qualquer forma, optou por ocultar sua gravidez... Se descobrissem, certamente ela e o bebe seriam caçados, assim como Severo. Esse segredo valia a vida de sua nova família.
- Querida?
- Oh, Severo! Desculpa, não percebi que havia entrado...
- Pensando?
- Sim... Severo, ninguém deve saber de nada! É preciso mandar um comunicado para os dois agentes do St. Mungo’s, para que eles mantenham minha gravidez em sigilo.
- Você tem razão, para quem sabe sobre essa maldita profecia pode parecer suspeito. Vou contatar Alvo, enquanto se troca.
Obviamente, Severo não sabia de nada sobre ela não ser uma Romanova, mas aparentou saber sobre a profecia. Era preciso conhecê-la por completo, antes de qualquer coisa... E, principalmente, antes de a noticia sobre sua gravidez chegar aos ouvidos de qualquer comensal...
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- Merda!
Draco nunca recebia correspondências, nunca mesmo. A não ser quando seu queridíssimo pai ou sua titia tivessem alguma missão do todo poderoso cara de cobra e mente de inseto. Se Hermes, sua coruja batia em sua janela às nove da noite do sábado, boas noticias não viriam...
“Draco,
hoje a tarde estive com o Lord e tive uma noticia interessante... Ele me disse que você ainda não lhe deu noticias sobre sua missão e ele já está ficando cansado de esperar.
Escute, eu não sei do que se trata, mas, seja lá o que for, trate de mexer seu traseiro e cumprir as ordens que lhe foram dadas, você entendeu?
Sua mãe lhe manda lembranças.
Sua Tia, Bella.”
É claro que ele ainda não havia tido noticias sobre sua missão... Hermione havia descoberto sobre a gravidez naquela manhã... Ele contaria sobre a novidade para a tia? Ele não julgava seguro para Hermione que aquele maníaco soubesse que estava grávida. Quando cumpriu sua missão, não imaginou que pudesse ser tão perigoso assim para ela... Quando cumpriu a missão, não tinha entendido ainda o quanto ela significava para ele... Por enquanto, escreveria apenas uma carta, relatando que havia feito sua parte na missão e estava investigando, para colher os resultados. Que ela desse esse recado ao “Lord”, ele entenderia. Franzindo o cenho, sentou-se para escrever a resposta, sem imaginar que, há muitos quilômetros dali, seu pai tramava o seqüestro da castanha.
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Severo arrumou os pratos, talheres e copos em sua mesa de centro, em frente à lareira. Com o cair da noite, havia esfriado consideravelmente, e ele sabia como Hermione gostava de ficar perto da lareira nessas ocasiões. O dia estava cheio de novidades, afinal... E, mesmo com aquele final... Tenso de reunião, ele sentia-se genuinamente feliz. Independente de ser uma Granger, Romanova, Laforet; sangue puro, nascida trouxa ou o que mais que descobrissem a seu respeito, Hermione era a mulher mais maravilhosa que ele sabia existir no mundo.
Sempre fora um homem frio e solitário, contudo, depois de descobrir como era bom ser amado, amar de volta e ter uma família, não estava disposto a abrir mão disso, por nada nem ninguém. Obviamente que, conhecendo Alvo como conhecia, deveria ficar atento a toda e qualquer conversa que tivessem, principalmente se as palavras “Hermione”, “bebe” e “guerra” estivessem envolvidas. Ele lutaria contra qualquer um para proteger sua família.
Hermione apareceu na sala poucos minutos depois, vestindo um camisolão que mais parecia uma camiseta grande, com um grande gato laranja e peludo, até parecido com Bichento estampado. Quando ela usava essa roupa, parecia uma adolescente mesmo; para Severo ficava linda, também.
- Então, sente-se melhor?
- O máximo possível nessa situação toda, Severo... Falou com Dumbledore?
- Sim, ele disse que foi muito bem pensado por você manter a gravidez em sigilo absoluto. Não se sabe, hoje em dia, quem trabalha pra quem...
- Exatamente... Severo, eu estou confusa. Preciso conversar com Dumbledore. Eu preciso saber o que realmente aconteceu.
- O que aconteceu com sua mãe biológica?
- Tudo, Severo! Como tudo aconteceu... Como eu sai dos braços de Adele e fui parar com os Granger? Como Dumbledore sabia quem eu era? Contudo, não sei se estou totalmente segura de acreditar nas coisas que ele diz... Ele sabia desde o inicio que isso ia acontecer, eu percebi isso. Ficou claro!
- Mas, o que muda o fato de ele saber desde o principio?
- Tudo! Muda tudo! Não é justo, Severo, não foi justo! Nós dois fomos jogados no meio disso tudo sem a menor opção, sem nada... Ao menos, nós dois nos demos bem, mas... E se fosse o contrário? Nós dois não sabemos nem como Voldemort quer nosso bebe... Contudo, amanhã mesmo vou conversar com ele.
- Quer que eu esteja junto?
- Na verdade... Eu queria mesmo era ir sozinha, se você não se importar.
- Não me importo, esse momento é seu. Se precisar de mim, sabe que pode bater na minha porta, não é?
Com um sorriso cansado, Hermione concordou. Ela sempre poderia bater em sua porta.
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- Brigadeiro de panela!
A gárgula que dava acesso à sala do Diretor começou a movimentar-se tão logo a senha fora dita, levando uma Hermione nervosa de encontro ao velho bruxo. Ela começava a se arrepender de ter dito não à Severo quando ele se ofereceu para ir com ela. A presença do homem a acalentava e acalmava. Pensando assim, ela sentia-se tola.
- Com licença?
- Pode entrar Hermione. Imaginei mesmo que viria.
- Eu sei que sim. Diretor gostaria que me contasse a história, desde o começo. Como eu cheguei à casa dos Granger?
- Bom, quando Adele me procurou, em 1979, grávida de você e recebendo ameaças, eu realmente não soube o que fazer, querida. Eram tempos difíceis e ambos os lados da guerra buscavam desesperadamente por alguma noticia da pessoa que seria responsável pelo fim da mesma.
Adele me disse que você nasceria em poucos meses, eu resolvi ajudá-la. Dei-lhe abrigo numa propriedade minha num bairro trouxa, em Winchelsea, uma cidade tão pequena e antiga que nunca ninguém a procuraria ali.
- Meus pais moravam ali... Eles sempre quiseram que eu fosse conhecer o lugar onde nasceram... Diziam mesmo ser bem diferente de Londres.
- E era. Ali, Adele fez amizade com seus pais. Ela era uma mulher sozinha, grávida de oito meses e um pouco reservada. Seu marido, George, abriu uma pequena mercearia, mas também tinha medo de tudo e de todos, mas os Granger, recém casados e muito amáveis, conquistaram a confiança dos seus pais biológicos. E, souberam de toda a história.
- Adele e George contaram a eles sobre... Tudo?
- Sim. Eu mantinha contato com os dois e sugeri que fizessem isso.
- Mas então, o que aconteceu?
- Quando você nasceu, descobrimos que George, na verdade era um comensal. Ele quis entregar você para Voldemort.
- Mas então... Ele fez tudo desde o princípio... Oh, Mérlim!
- Sua mãe, é claro, se recusou a entregar você e os dois duelaram. Adele matou seu pai e me procurou. Então, decidimos que o mais seguro para você é que ficasse com os Granger. Eles sempre foram muito apegados à você e sua mãe, ficaram contentes em poder ajudar.
- Então, eles me adotaram sabendo quem eu era...
- Sim! Você foi criada como trouxa, apenas eu sabia quem era você e onde estava.
- E Adele?
- Foi morta, não muito tempo depois, por comensais. Hermione, ela amou você, mais do que tudo. Ela foi para aquela cidadezinha escondida do mundo para proteger você... Mas não contava que George era, na verdade, seu maior algoz.
- Então, meus pais foram pra Christchurch?
- Sim.
- Mas, na minha certidão de nascimento...
- Está que você é natural de Christchurch, filha de Jean e Ralph Granger... Hermione Jean Granger. As únicas coisas que não foram alteradas foram o horário e a data de seu nascimento. Eu adulterei, com magia, o restante dos dados. Nunca houve problema algum, e nem haverá.
- Ninguém pode saber disso.
- E não saberão, filha. Agora, apenas lembre-se de uma coisa: Jean e Ralph Granger sempre serão seus pais.
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O mês de novembro passou com a rapidez de uma firebolt ultima geração. Hermione mal se deu conta, e as festividades de natal se aproximavam, o que lhe era motivo de preocupação. Naquela noite de sábado, enquanto tomava chá com Tonks, Lupin e Severo, o assunto veio à tona, mais uma vez:
- Vocês não acham que Voldemort está muito quieto ultimamente?
- Devo concordar com você, Hermione. Não tem recebido notícias dele, Severo?
- Não, Remo... A ultima vez em me convocou, mês passado, inventei que Hermione estava indisposta. Depois disso, ele não nos convocou mais...
- Acho que ele deve estar esperando vocês “descobrirem” que Hermione está grávida para contar a ele...
- Sim, é exatamente isso que estou imaginando, Tonks. E nos fingir de mortos está ajudando, mas logo as festividades de Natal e Ano Novo chegarão... Ele sempre as aproveita para fazer sua própria comemoração... Obvio que serei convocada. Ao menos, estarei apenas de dois meses, roupas folgadas serão capazes de disfarçar...
- Oh, sim... Porque, seis meses duvido que conseguisse!
Realmente, Tonks estava enorme, mas linda como nunca. Seus cabelos num castanho quente e longos, combinado com as batas de inverno em cores claras que passavam calma e tranqüilidade. A casa do casal de amigos estava decorada para as festas, de uma forma um pouco exagerada, claro, como tudo o que vinha da metamorfa. Contudo, era um ambiente agradável, no qual Severo e Hermione gostavam de passar a maioria das noites de sábado, já que Tonks fora instruída a repousar, e não mais os visitava como antes.
- Ah sim, duvido que conseguiria...
- De qualquer forma, não quero que Hermione responda a nenhuma convocação. É perigoso.
- Ora, Severo. Já discutimos isso e decidimos que eu vou sim!
- Não, querida... Você decidiu.
- De qualquer forma, está decidido. Eu vou! Seria muito estranho se eu não fosse, Severo.
- Mas...
- Ela tem razão, meu amigo. Sei que é difícil... Essas moças são importantes para nós e agora carregam algo muito mais valioso... Contudo, isso ainda é uma guerra, e qualquer passo em falso pode acarretar em coisas mais graves. Hermione pode se cuidar, e você estará ao lado dela o tempo todo.
Severo encarou o amigo com uma expressão mortífera. Obviamente que eles estavam certos, Hermione não comparecer mais uma vez seria arriscado. Mas sua intuição não lhe deixava pensar que era melhor Hermione não sair do castelo.
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- Feliz Natal, meu amor.
Hermione abriu os olhos devagar, devido à claridade do quarto, para encontrar um Severo ainda com seu roupão de seda (obviamente preto), segurando uma grande bandeja.
- Feliz Natal. Nossa, quanta coisa!
- Ah sim, os elfos se superaram esse natal... Mas, devo dizer, não estão contentes com você e essa sua história de libertá-los.
- É porque eles não conhecem a liberdade. Apesar de que os elfos de Hogwarts são muito bem tratados, não posso negar.
- Ah sim. Você sabe, Dobby fala por você, ali. Aparentemente, Potter o instruiu a ajudá-la.
- Sim, sim, eu pedi a Harry que falasse com Dobby.
- Bom, antes de começarmos a tomar o café, gostaria de lhe entregar isso...
Severo entregou-lhe uma caixa de veludo negro, com um HS inscrito em prata. Quando abriu, Hermione perdeu o ar. Era uma corrente de ouro simples, torcida e muito elegante. Dessa corrente pendia um coração, cravejado de diamantes pequenos e muito brilhantes.
- Severo, eu...
- Sabe, eu não gosto muito de dourado.. Mas quando vi essa peça, não resisti. Achei muito elegante...
Enquanto falava, Severo retirava a jóia da caixinha de veludo e a prendia no pescoço de Hermione.
- Sim, realmente, combinou muito com você.
- Oh, Severo! Não pode ficar me dando jóias tão caras!
- Não me repreenda, sim? Hermione, eu não sou bom com as palavras. Eu apenas gostaria que você soubesse o quanto é importante para mim, independente de ser uma Romanova, Granger... Pra mim não importa. A única coisa que importa para mim é que você é minha Hermione, entende?
Hermione apenas o abraçou, mais uma vez, com todo seu coração. Diziam que Natal era renascimento. Agora ela entendia o porquê.
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Todo dia 24 de dezembro era assim: A Toca se enchia de gente, pacotes, barulho e aquela confusão gostosa. Dessa vez, havia mais gente comemorando o natal. Além da família Weasley quase inteira, Hermione, Severo, Harry, Tonks, Lupin, Minerva, Hagrid e Dumbledore se encontravam ali na pequena e torta casa.
Era quase meia noite e quase todos estavam conversando, comendo e esperando a virada da noite para trocar presentes. Quase. A matriarca dos Weasley se encontrava no quarto de Rony, sozinha, olhando fixamente pela janela.
- Sra.Weasley?
- Hermione.
Não havia, verdadeiramente, carinho na voz da mulher ruiva. Há tempos que não havia, na verdade... Desde que Hermione se firmara na posição de esposa de Severo Snape, traindo seu filho... Sim, porque aquilo era uma traição! Rony sempre amara Hermione, sempre estivera com ela... Ela, Molly, a abrigara como uma filha, desde sempre! Se a castanha e aquele comensal estavam ali, naquela noite, comendo e bebendo da sua comida, da sua bebida, na sua casa, era porque Arthur insistira e muito! Não havia outra opção...
- Estamos para trocar os presentes e falta a senhora! Vim buscá-la, antes que mais alguém dê por falta da anfitriã!
Então, Molly a olhou verdadeiramente. A jovem mulher usava um vestido preto, com decote em v, justo no busto e solto no resto do corpo, acompanhado por meias e sapatos pretos. Quando chegara, seus longos cabelos castanhos cacheados estavam soltos, e ela trajava, por cima do conjunto, um sobretudo bege,fechado. Fazia, realmente muito frio... Do lado de fora da casa. Agora, tendo bebido, conversado e também devido ao feitiço de aquecimento lançado por Arthur, ela havia retirado o sobretudo e prendido seus cabelos em um nó, tecnica troxa, muito provavelmente... O vestido soltinho podia enganar à leigos, mas não à Molly Weasley.
- Você está grávida.
Não era uma pergunta. Hermione tentou disfarçar...
- Ora, Sra. Weasley! Imagine...
- Não tente me enganar, Hermione. Você está grávida... Eu tive sete filhos, sei quando uma mulher
está grávida...
- Mas eu não estou...
-Está, e sabe que está. Por isso tentou disfarçar usando esse vestido.
- Está enganada...
- Não, garota.! Não estou!
- O que está acontecendo aqui?
Severo estranho a demora de Hermione. A gravidez ainda estava no começo, ele sabia que a maioria dos abortos espontâneos ocorria até o terceiro mês... O quadro que encontrou no pequeno quarto decorado em laranja não foi animador, de qualquer forma.
- Eu estava apenas dando parabéns à Hermione. Parabéns à você também, Severo.
- Ela cismou que eu estou grávida Severo...
- Com base em que, Molly? Hermione não parece estar grávida...
- Párem de dissimular, vocês dois. Não me admira, de uma traidora e um comensal, não poderia se esperar outra coisa, mesmo... Tomara que essa criança morra ao nascer! E que você vá de embrulho, sua...
- Sra. Weasley!
- Exijo que respeite Hermione, Molly!
- Você não exige nada aqui, seu comensal de uma figa! Agora andem, sumam da minha vista! Depois eu troco meus presentes. E voce, Hermione, espero que guarde uma coisa: esse filho que você carrega, é o mal encarnado!
Hermione estava a ponto de chorar, ainda em choque, e não conseguia se mexer. Será que ela sabia sobre a profecia? Ou a estava ofendendo apenas porque havia tomado as dores do filho?
- Vamos, Hermione. Vamos.
Deixou-se conduzir por Severo, e logo tratou de melhorar sua expressão. Após trocar os presentes, dissimularia uma dor de cabeça e iria embora...
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"Filho, onde você está? Espero que logo, logo ponha seu plano, seja lá qual for, em prática, agora mais do que nunca... Hermione está grávida, filho! Não podemos deixar mais que essa palhaçada toda continue... As coisas têm que ser do jeito certo, como você sempre disse.
O Natal sem você..."
- Como assim, grávida?! Que porra é essa?!
Em uma barraca mágica, nas redondezas de Hogsmead, Rony amassava a carta enviada por sua mãe. Após fugir, entrou em contato com ela, sabia bem como engambelar a matriarca dos Weasley; ela nunca abandonaria suas crias. Havia inventado que era inocente, que tudo não havia passado de uma cilada, armada por Snape, pois sabia que ele era um perigo para seu casamento e seus planos de levar Hermione para as trevas. Por que era exatamente isso que estava acontecendo. O que Molly não sabia era que, agora, quem fazia parte das trevas era ele mesmo. Havia se unido aos comensais. Se esse era o modo de conseguir Hermione, então que fosse. Contudo, qualquer informação que obtivesse de Hermione ou de Snape, teria que repassar para Malfoy. Era o trato.
Aparentemente, o patriarca dos Malfoy havia ficado interessadíssimo no fato de Snape ser convincente em seu papel de espião Para a Ordem, e não Na Ordem... Vamos ver o que ele acharia do fato de ele, agora, ser Papai. Ele não se importava... Aquela criança não existiria do que dependesse dele... Queria apenas Hermione, sem lembranças de Snape.
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- O que quer, Weasley? Hoje é natal, por Merlin!
- Acho que vai gostar de saber dessa, Malfoy. Hermione está grávida, de uns três meses. Mas, sabe-se lá porque, ninguém sabe! Aparentemente, apenas ela e Snape!
- Ora, ora, ora... Ele conseguiu!
- Ele quem?
-Não é da sua conta, Weasley. Bom trabalho. Continue assim. QUALQUER informação que consiga, não deixe de me avisar.
- Pode deixar.
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- Lucius, o que quer?
Tão logo saíra do esconderijo do Weasley, Lucius contatou seu Lord. Ele, agora, tinha provas de que Snape era um traidor e também tinha nas mãos a chance de se livrar de Granger.
- O Weasley, meu senhor... Ele obteve notícias dos Snape.
- Quais?
- Hermione está grávida, mas aparentemente está escondendo de todos.
- Inclusive de Severo?
- Não, ele sabe, meu lorde. Está ajudando-a a esconder de todos.
- Obrigado. Pode se retirar. Fique pronto, e chame Draco. Vamos agir na volta do feriado.
- Sim, milord.
Interessante... Severo era um traidor, então? Talvez, ele não o contatava há tempos... E, era de seu conhecimento que a mulher não estava 100% segura de unir-se de uma vez aos comensais... Sendo assim, sem qualquer certeza, tomaria a decisão mais segura: Hermione passaria uns tempos, cerca de seis meses, junto a ele, na Mansão Malfoy. Era melhor não arriscar perder aquele bebe. Sua vida seria curta, mas, proveitosa...
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Boa noite, pessoas! Bom, mais um capítulo para vocês! Agora sim, vocês estão querendo muito matar a Molly, não? Eu acho que sim, quando reli esse capítulo, me deu raiva dela... Enfim! Gostaria que vocês comentassem esse capítulo, todos, porque é a partir dele que as coisas estão se fechando... Não quero deixar nada no ar, nem nenhuma situação sem explicação. Então, se algo ainda não está claro, diga, sim? São muitos detalhes, eu realmente estou com receio de deixar algo passar...
Bom, aos agradecimentos e comentários:
Michele Malfoy: Oi, linda! Bem vinda!!! Obrigada pelos elogios, espero que realmente a longa espera pelo capítulo valha à pena! Saiba que aqui na PTdG os leitores têm total liberdade para mandar emails, sugerir e criticar; sinta-se à vontade! E, se vc realmente gosta de DM/HG, tenho uma boa notícia: eu tenho um esboço desse shipper, talvez o transforme em fanfic depois de PTdG... Quem sabe? Enfim, até lá, boa leitura e conto com vc para comentar e votar na fanfic!
Lai Prince Snape: Obrigada, lindinha! Fico contente que esteja gostando, continue comentando, votando e acompanhando a fic!!!
Mrs Snape: Olá, mocinha! Bem vinda à PTdG! Espero que continue agradando!!! Não deixe de comentar, votar e criticar! É o mesmo que disse à Michele, aqui vcs têm carta branca!!! Sempre! Bjinhos
Miss Perfection: kkk, ah sim, mocinha, o Draco está bem legal nessa minha história... Eu gosto dele! Concordo com o que o Severo disse no começo da história, as pessoas julgam, mas não sabem o que é não ter escolhas... Resolvi dar uma chance ao Draco aqui nessa minha historia!:D Agora, ninguém ganha do Sevvy! kkkk Espero que continue acompanhando, votando e comentando! Bjinhos
Tainá Cullen: Pois é, Tainá! E sem querer desanimar, com o plano de Tom e Malfoy, a tendencia é piorar... Só lendo pra saber o que vai acontecer! kkk
Tonks Fenix: Olá, mocinha, bem vinda também!!! Fico contente que esteja gostando! Sinta-se à vontade para dar sua opinião sempre que quiser!
Bom, pessoinhas e pessoas maiores, cantinho da propaganda:
http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=40772, história da Lai Prince Snape, SS/HG. Está no comecinho, mas promete!!! Leitura recomendada!
http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=40439, para quem ainda não começou a ler, a também SS/HG da nossa queridíssima Morgana Flamel (que betou o capítulo aqui, um obrigada mais que especial). Vale a pena conferiar, uma adaptação cheia de surpresas!
http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=40683, para quem também não viu que postei nos comentários, uma boa chamada no pessoal! Acredito que nenhum dos meus leitores e leitoras faça isso, mas vale a divulgação desse protesto!
Bom, por enquanto é só! Se eu esqueci de alguém, por favor, chame minha atenção! kkk Se alguém tem uma fanfic e quer divulgar, é só mandar o link! Lerei com o maior prazer e estou cedendo o espaço da PTdG também! ;)
Do mais, votem e comentem,pessoas! Bjinhos, até o próximo capítulo!