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5. Martírio Surreal


Fic: CONECTADOS - O horror está on-line - Atualizada!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Minha alma presa no exílio infernal


soluçando sombrias palavras de desespero


no martírio que decretei antes do ponto final


às palavras sujas de um justiceiro...”


 


A família de Draco Malfoy recolheu praticamente todos os pertences do alojamento universitário. O número do celular foi desabilitado, o email estava inativo e o computador havia sido desmontado. Nada que impedisse que Dino Thomas recebesse o convite para adicionar como amigo o antigo comparsa no Orkut. O vocalista da banda Anti-Cristo quase teve um ataque de nervos no quarto da namorada ao avistar o convite. A recusa não adiantou, pois no dia seguinte o convite estava lá em sua página inicial. E no dia seguinte, e no outro, e no outro. A rotina se estendia há uma semana e o excêntrico músico tentava em vão cancelar sua conta. A cada investida o aviso de sobrecarga no site de relacionamento e o pedido para refazer a ação em poucos minutos. Porém, nunca funcionava. A lembrança da conversa com Draco no dia de seu suicídio sobre a possibilidade de alguém ter descoberto o que faziam trouxe alguma paz para o afetado cantor. O pensamento de não deveria ser nada mais do que uma brincadeira rendeu tranqüilidade ao ponto de voltar a freqüentar as aulas e a falar normalmente com a namorada. Ele sorriu na manhã seguinte após recusar o convite póstumo de Draco Malfoy. Apenas uma brincadeira.


 


Luna não foi capaz de resistir por muito tempo ao sorriso de Cedrico e com o desaparecimento repentino de Neville das monitorias, a única alternativa foi aceitar o convite do ex para que se preparassem juntos para as provas semestrais. Rapidamente, as dúvidas se multiplicaram e as desculpas para marcar mais encontros na biblioteca surgiram. Numa questão de dias, o relacionamento havia sido retomado e o rapaz relembrava o agradável rebelde dos primeiros dias na universidade. Luna tinha reencontrado a versão de Cedrico que tanto lhe encantara.


 


Em contrapartida, a turbulência servia como espelho para o envolvimento entre o capitão e a estudante de Psicologia. A onda de depressão e suicídios oriundos das redes sociais estava movimentando as aulas da estudante e rendendo analises durante o horário tipicamente determinado para relaxar e aproveitar o descontraído namorado. Cada vez que Gina pedia para que prestassem atenção no noticiário e levantava alguma hipótese sobre as mortes em massa, o atleta bufava. Harry Potter não estava satisfeito com a trajetória de seu namoro e começava se arrepender de ter se aproximado tanto. Ele estava apaixonado por Gina e o mero pensamento em terminar era rechaçado de sua mente, apesar da intensidade do raciocínio aparecer em sua mente aumentar a cada discussão.


 


A frustração que a estudante de nutrição sentiu ao descobrir a verdade por trás de seu rompimento com o melhor amigo atrasaram consideravelmente as investigações sobre a trajetória virtual deixada por Draco Malfoy. Desde que Hermione retornara para a faculdade se recusava a sair do alojamento do rapaz, que por sua vez preferiu a companhia feminina a buscar por evidências on-line do desequilíbrio do antigo rival. Por isso, há duas semanas, Neville abraçou por conta própria a pesquisa póstuma e pela primeira vez em sua vida estava perdendo aulas. Se as dúvidas do genial calouro se confirmassem não haveria motivos para perder tempo com os estudos. Em mais uma madrugada passada inteiramente na frente do computador, o sono parece vencer a concentração do estudante de Computação. Desde o afastamento temporário do companheiro as buscas não estavam progredindo, contudo, a convicção de Ron de que Dino Thomas era peça chave nas realizações macabras do suicida faz com que aposte suas últimas cartadas neste trajeto. A conta de Orkut do vocalista é facilmente invadida e o susto desperta completamente o universitário. Dezenas de convites para a aceitação de uma página aparentemente pertencente a Malfoy. Aquilo estava ficando realmente bizarro.


 


Uma janela sobe no MSN Messenger fazendo com que Parvati abra a janela correspondente a Hermione Granger. Desde o suicídio do namorado ela estivera desconectada. A conversa inicia amena com a confirmação de que ela e Ronald Weasley haviam reatado o namoro e sem qualquer menção as desconfianças sobre o comportamento alienado de Draco e Dino. Animada pela novidade, a namorada do excêntrico músico afirma que não existia mais banda Anti-Cristo e que o artista estava, finalmente, depositando suas energias na faculdade e na busca por um estágio. Hermione quase comemora genuinamente com a amiga pelo progresso do ente querido, mas, se detém ao perceber que talvez fosse tarde demais também para Dino. Inesperadamente alguém é adicionado a conversa das moças e mensagens idênticas enchem as telas. “Me Ajude” repetia incessantemente o avatar denominado Draco Malfoy. Inutilmente, as duas tentam fechar as janelas ou bloquear o usuário. Parvati liga apavorada para o namorado e Hermione grita por Ron. O celular de Dino é considerado desligado ou fora de área e o ruivo assiste totalmente apavorado as mensagens serem disparadas e atingirem até mesmo o seu email. Ele busca pelo telefone e joga longe após constatar a falta de bateria. A atual namorada lhe repassa o próprio aparelho e antes que ele possa discar o número do calouro de informática, o monitor indica a memória totalmente ocupada por SMS. O pavor do ruivo aumenta drasticamente ao repassar cada mensagem com a mesma suplica: “me ajude”. A data da primeira mensagem é de exatos 27 dias atrás. Um dia depois do suicídio de Draco Malfoy. Ele puxa a tomada e o efeito é contido. O monitor desliga e o celular para de apitar o recebimento de novas mensagens. Ron e Hermione se direcionam imediatamente para o alojamento de Neville.


 


Sozinho no antigo estúdio da banda Anti-Cristo, Dino improvisa arranjos na guitarra de uma das mais tenebrosas criações do falecido comparsa e reflete sobre a enorme idiotice que cometeu ao se tornar tão amigo do suicida. Ele se farta da música de péssima letra e repousa o instrumento em uma cadeira qualquer para verificar o motivo do alarme de seu celular. Pelo visto a namorada tentou ligar algumas vezes. Ele aperta na discagem automática e um chiado causa terrível desconforto aos ouvidos. O sinal dentro do “estúdio” nunca foi dos melhores. Mais tarde ele ligaria novamente para a jovem. No momento estava mais preocupado em conferir a caixa de entrada. Com a recomendação de diversos professores deveria ser questão de tempo para que alguma empresa respondesse a sua inscrição para possíveis estágios. Estava mais do que na hora de se envolver com algo construtivo e que lhe rendesse um bom dinheiro. Entretanto, o email estava lotado com inúmeros pedidos de aceitação em Orkut e Facebook de desconhecidos. Ao eliminar mais de vinte mensagens, a rotineira piada do perfil fake de Draco lhe permite um fraco sorriso de deboche. Desta vez faria diferente e entraria no jogo do patético hacker. Mas, o deboche instantaneamente deu lugar ao clicar em um link deixado pelo perfil fake e assistir no endereço solicitado um vídeo do suicídio de Draco Malfoy. Ele desliga estabilizador centenas de vezes sem causar qualquer alteração no monitor que continuava reprisando o momento exato do enforcamento. Ao prestar mais atenção na tela do computador, o susto triplica pela percepção de que não apenas a reprise do suicídio do comparsa, mas, a exibição contínua de diversas mortes.


 


“A cada dia um outro tormento
Uma nova visão do mundo que eu mesmo criei
agora parece ser tão real como o perfume do vento
começo a entender aonde eu pequei”


 


Harry praticamente espanca a porta do quarto de Gina interruptamente. A desculpa do reitor para o adiamento do jogo decisivo era patética: luto pelo suicídio do filho da diretora da faculdade rival. Desde quando alguém lamentava um suicida? A moça atende o namorado extremamente assustada. As notícias não paravam de serem anunciadas em todos os meios de comunicação possíveis. Depressões e milhares de mortos no país por causa de uma aparente seita religiosa propagada pelas redes sociais. A recomendação dos especialistas era para que os jovens se distanciassem da internet e tentassem manter a sanidade. Um desconhecido vírus havia destruído a defesa dos computadores de diversas agências governamentais de segurança e vazado dados ultra-secretos para o mundo. O caos estava instaurado e uma guerra estava quase sendo declarada entre centenas de países. A humanidade tinha entrado em colapso nas últimas 48 horas. O capitão tenta tranqüilizar a namorada afirmando que o terror estava há milhares de quilômetros e que nada aconteceria ali.


 


_ Nós estamos a salvo, Gina. – diz o rapaz.


 


_ Por quanto tempo? – Potter abre a boca, mas, a resposta não é encontrada. Ele, então, opta pelo silêncio.


 


O barulho na entrada do quarto irrita o exausto rebelde. Cedrico passara as últimas horas colocando a matéria semestral em dia para o teste mais complexo desde sua inserção na faculdade. Ele tenciona se levantar para dar fim as frenéticas batidas ou apenas criticar o irmão pela incompetência em abrir uma simples porta, mas, sente o peso de um corpo lhe bloquear a ação. Com cuidado redobrado, o jovem retira a namorada de seu peito e se direciona silenciosamente para a entrada do pequeno alojamento. A cama do gênio estava impecável. Mais uma noite trancafiado no laboratório de informática. Ele xinga mentalmente o irmão gêmeo antes de dar passagem ao assustado casal. Em palavras desconexas, Ron pede para falar imediatamente com Neville sobre alguma coisa que estavam pesquisando e que estavam afetando toda a rede de computadores do campus. Informações além da capacidade de processamento da mente recém-acordada do futuro engenheiro químico.


 


_ Ele não dormiu aqui nesta noite. Acho que ainda está enfornado no setor de informática... Espera, eu vou tentar ligar para o celular dele.


 


Cedrico disca o número correspondente ao contato de Neville e estranha a demora para completar a ligação. Antes que consiga escutar a primeira chamada um zumbido insuportável congestiona e encerra a ligação. Automaticamente, o atleta joga o aparelho ao chão e precisa de alguns segundos para se recuperar do incomodo barulho. A feição de Ronald muda completamente ao escutar a narração. Ele cochicha algo para Hermione.


 


_ Desde quando você está sem sinal? Eu também não consegui fazer nenhuma ligação! – relembra Ron.


 


_ Não sei... Eu passei a semana inteira em cima dos livros, cara. Acho que só parei ontem para dar uma pesquisada na Internet, que ta uma porcaria de lenta... – o casal estranha a informação _ O que foi? A conexão também ta ruim no seu alojamento, Ron?


 


_ Não reparei mudança na velocidade do acesso, mas, a conexão ta muito estranha... Redirecionando para sites suspeitos, apontando erro nas páginas de redes sociais... O meu anti-virus ta fora de controle... Eu precisei desabilitar antes que corrompesse o meu sistema operacional. – explica o rapaz _ Por isso, estava atrás do seu irmão. To começando a suspeitar de que essas falhas se espalharam pela rede da Universidade.


 


_ Você ta achando que o meu irmão ta envolvido nisso? – desconfia o gêmeo.


 


_ Neville é certinho demais para aprontar algo assim, Cedrico. Mas, a minha aposta é de que ele sabe exatamente quem está provocando essa onda de invasões. – o ruivo troca olhares com a castanha.


 


_ É, você tem razão... Tenta procurar aquele rato de laboratório no setor de informática. Por acaso, vocês cruzaram com o Harry ultimamente? – o casal nega _ Pelo visto, vou ter que correr até o quarto dele, né? Com internet e celular fora do ar, o jeito é encontrar os outros pessoalmente. – ironiza o guitarrista.


 


_ Cedrico... – Hermione chama o rapaz momentos antes de se retirar do recinto _ Você tem visto o Dino depois do Baile da Bruxa? – a negativa tranqüiliza a estudante _ Fico feliz. Acho que aquela banda só causou problemas. Continue mantendo a distancia, está bem? – ele concorda com certa estranheza.


 


O jovem encosta a porta ainda surpreso com a preocupação de Hermione Granger. O guitarrista jamais havia trocado mais do que cumprimentos formais com a universitária. Então, o que teria despertado tamanho interesse? O pensamento estaciona no figura de seu irmão e na constatação de que o novo companheiro da acadêmica se tornara, aparentemente, o melhor amigo do genial calouro. Mais uma vez, Cedrico era lembrado apenas pela ligação sanguínea com Neville. Irritado com a própria linha de raciocínio, o atleta soca a porta impulsivamente. O estrondo desperta Luna, que se apressa em descobrir a origem do ruído. O jovem desconversa e trata de saudar a namorada com um demorado beijo. Na seqüência, anuncia que estaria saindo para achar o capitão da equipe de futebol e não sabia quanto tempo demoraria. A moça resolve, finalmente, desgrudar do adorado rebelde e retornar para o seu quarto. As peças de roupas limpas estavam rareando. Há mais de setenta e duas horas, Luna não se separava de Cedrico. A preparação para o teste serviu como excelente argumento para a reconciliação definitiva.  


 


Neville não havia apenas passado a noite fora do alojamento. Neville havia passado a noite totalmente fora da realidade. Depois de burlar dezenas de códigos mirabolantes de segurança e desarmar vírus desconhecidos, ele conseguiu, finalmente, entrar no e-mail utilizado por Draco Malfoy e descobriu que, basicamente, o falecido depositava o conteúdo de seu computador exclusivamente em um disco virtual. Hospedado em um site bastante suspeito, o jovem genial treme diante da descoberta. Nada se comparava as cifras surreais e as palavras desconexas que se propagavam em sua tela. Com dificuldade, o calouro vence as últimas barreiras virtuais e encontra os históricos de conversas trocadas entre Draco e outros prováveis hackers. Um arquivo chama a atenção. Histórico de conversas capturadas de Dino Thomas e Blaise Zabini?


 


Neville se esforça e recorda dos comentários superficiais do irmão a respeito da morte por overdose do antigo componente da polêmica banda. Aparentemente, Zabini detalhava um projeto extracurricular de recuperação de antigos computadores do campus e a fascinação com relação a complexidade dos dados. O clique e o espanto. A tensão se propaga no rosto do intruso. Alheio aos obscuros cálculos de programação, Dino pouco se ateve as explicações do colega musical, no entanto, Malfoy não partilhou da mesma falha de interpretação. Ao que tudo indicava, tamanho conhecimento teria determinado o fim antecipado de Draco Malfoy. O bloco de textos se deteriorava e as únicas frases legíveis, estranhamente, eram direcionadas ao próprio suicida. Incontáveis pedidos de ajuda datados de pouco mais de um mês atrás. Instintivamente, Neville busca pelo calendário no painel de controle do computador e se apavora ainda mais. As mensagens virtuais partiam de Zabini dias depois do anúncio de sua morte. O que diabos estaria acontecendo? A conta de Draco é logada por terceiros e o rapaz apenas observa. As palavras “me ajude” surgem incessantemente e preenchem a nova mensagem destinada a Dino Thomas e Hermione Granger. Não havia sentido nenhum. Assustado, o jovem decide encerrar as investigações e alertar Ron imediatamente. Algo insano provocara o suicídio de Draco Malfoy, além do efeito das drogas. Um arrepio se espalha pelo corpo do calouro ao constatar que a máquina central do laboratório de Design Gráfico não respondia mais aos seus comandos. A única ação era enviar mais mensagens de socorro aos mesmos contatos.


 


Neville respira profundamente e tente falar com Ronald através do celular. Sem sinal. Apavorado, o rapaz desliga inutilmente o estabilizador do computador. Nada acontece. A medida extrema é arrancar o cabo da tomada. O monitor se apaga. Ele suspira. O monitor pisca freneticamente. Ele estremece. O disco virtual de Malfoy reaparece e os emails são substituídos por vídeos. O rapaz ousa aumentar o volume das caixas de som. Os três primeiros suicídios retiram o oxigênio dos pulmões do inexperiente universitário e o desejo de correr do recinto é contido ao reconhecer a figura do falecido poeta.


 


Um depoimento breve e confuso a respeito da conexão permanente que unirá o mundo real ao virtual perpetuamente. Nas palavras do suicida não havia mais nada que distinguisse o on do off-line. Tudo estava permanentemente conectado. Não existiam mais barreiras capazes de conter a invasão e a única alternativa cabível era se retirar do eventual campo de batalhas. Relato totalmente confuso. Entretanto, a dica final soou razoavelmente consciente: desligar a rede central da Universidade e, consequentemente, o computador mais antigo do campus poderia conter a propagação do vírus, da declarada “invasão” off-line. Gritos. Vultos. Sussurros. Orações intercaladas com suplicas. Draco Malfoy tinha implorado pela própria vida? Versos aparecem na tela, simultaneamente, a visão do corpo do poeta dependurado a meio metro do chão. Neville treme ao ler as respectivas rimas.


 


“Minha boca espuma ultimas palavras de desabafo interno,
a frente do espelho me vejo como nunca me vi...
Um homem com medo de ir para o inferno,
lugar que em minhas canções sempre descrevi”


 


Os vinte computadores da sala ligam sincronizadamente e passam a exibir outra transmissão. Neville não sente mais as pernas e a reação necessária para se retirar do amaldiçoado laboratório não acontece. Rendido, ele acompanha a transmissão em tempo real do último delírio do candidato a astro da música alternativa. Dino Thomas estava condenado a perecer e não havia nada que Neville poderia fazer para evitar a morte, a não ser assistir ao diabólico acontecimento on-line. 

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