Após o jantar e toda a conversa sobre o passado constrangedor de Frank e Luísa todos foram para suas devidas casas. Enquanto se despediam, os pais de Frank conversavam com Luísa sobre ela ir para a fazenda com eles no dia seguinte, portanto, a menina ainda não havia falado com os pais sobre o assunto.
- Nós vamos para a fazenda dos meus pais amanhã e convidamos a Luísa para ir e conhecer mais um pouco da família, portanto, eu queria reforçar o convite e até mesmo pedir permissão para ela ir. – disse Ana.
- Ela não nos disse nada, mas se ela quiser ir, por mim tudo bem. Desde que ela esteja em casa cedo, porque na segunda eles têm aula. – respondeu a mãe da menina.
- Claro. Eles estarão em casa ao anoitecer, não se preocupe. – respondeu. – Amanhã as 7:00 passamos na sua casa, certo, Luísa? - disse a sogra se despedindo e dando um beijo no rosto da menina.
Chegando a casa a menina foi arrumar a bolsa que levaria para a fazenda no dia seguinte. Protetor solar, toalha, chinelos e biquíni eram essências. Não demorou muito e tudo já estava pronto. A menina foi dormir, já que teria que acordar bem cedo no dia seguinte. Quando estava quase adormecendo, ouviu um bipe vindo do seu celular.
“Estou ansioso para passar mais um dia com você.
Prometo que será maravilhoso.
Eu te amo, minha pequena.”
Luísa fechou os olhos e suspirou, ela dormiria bem agora.
O dia estava amanhecendo quando o despertador de Luísa tocou, não acordava tão cedo em um domingo desde quando tinha seis anos. A menina se levantou e foi direto para o banheiro tomar um banho. Quando saiu faltavam apenas 15 minutos para as 7 da manhã. Tratou de se vestir. A menina vestiu um casaco rosa e um short acompanhado de seus chinelos. Ainda era cedo para botar um vestido.
Enquanto terminava de prender o seu cabelo, o celular tocou. Era o namorado, ela o avisou que já estava descendo. Portanto, pegou sua bolsa e deixou um bilhete na geladeira para os pais.
- Bom dia, meu amor! – disse o menino enquanto saia do carro e abria a porta para a namorada.
- Bom dia! – respondeu a menina beijando lhe à bochecha.
Entrando no carro, Luísa cumprimentou os sogros e eles se desculparam por ela ter tido que acordar tão cedo.
- Mas posso apostar que você ira se divertir! – garantiu Ricardo.
Durante o caminho, Frank e Luísa acabaram adormecendo. A viagem durou cerca de uma hora e meia, portanto, quando eram quase 9 da manhã, eles chegaram. Os avós do menino já estavam no portão a espera de todos. Luísa e Frank despertaram do sono e se animaram ao ver que já haviam chegado.
Era um cenário lindo. A grama estava toda verde, havia palmeiras na entrada e alguns ipês mais ao fundo. A casa era feita toda de madeira e com janelas grandes de vidro. Na varanda havia alguns vasos e plantas.
- Está vendo aquele morro ao longe? Pois é, uma vez eu me perdi por lá, foi divertido! –contava o menino para a namorada.
- Aqui perto tem uma cachoeira também, irei te levar lá assim que você conhecer meus avós. Para voltarmos na hora do almoço e você experimentar a comida maravilhosa da minha avó. – falava o menino animado.
- Tá bom meu amor! Nós iremos fazer o que você quiser! – respondeu a menina lhe beijando o rosto.
Logo todos chegaram à varanda da casa e foram recebidos pelos avós do menino. A avó se chamava Anastácia e o avô Tadeu. Era muito simpáticos, Luísa logo reconheceu que o menino tinha o sorriso idêntico ao da avó.
- Então essa é a namorada de quem você tanto fala? – disse avó. – Admito que desta vez você não exagerou, ela é linda mesmo.
- Ah, obrigada! Mas aposto que o Frank foi bem exagerado! – disse a menina um pouco envergonhada.
- Claro que não! Você é maravilhosa, minha pequena! – dizia ao abraçar a menina pela cintura.
- Vejo que alguém está realmente apaixonado! – afirmou o avô enquanto olhava a cena.
Todos riram e Luísa ficou um pouco envergonhada, mas agora sabia que era realmente especial para o garoto. Um sorriso brotou em seu rosto.
- Venha, minha querida. Vou lhe mostrar o seu quarto! – disse a avó.
Luísa a acompanhou e Frank ficou na varanda descendo as malas e as botando na varanda. Quando chegou ao quarto, Luísa ficou encantada. Era um quarto simples, porém, encantador. Uma cama de casal com uma colcha feita à mão, um pequeno armário branco e uma penteadeira encostada na parede. Alguns quadros de crianças brincando a beira de um lago.
- Espero que se sinta confortável aqui, minha querida! – disse a avó. – A proposito, posso te contar um segredo?
- Claro! – respondeu a menina sorrindo.
- Você é a primeira namorada do Frank que ele faz questão de trazer aqui para nos apresentar. E sabendo que ele é muito ligado a família, acho que isso deve significar alguma coisa. – a mulher sorriu e saiu do quarto.
Luísa se sentou na cama e ficou ali sorrindo, algo lhe dizia que o seu namoro com Frank não era uma coisa passageira e que talvez, fosse bem mais intenso do que ela pensava.
- E então meu amor, vamos para a cachoeira? – disse o menino animado enquanto entrava no quarto. – ele vestia apenas um calção preto.
Luísa ao ver o peito nu do garoto se arrepiou e mordeu os lábios discretamente. Além do amor que sentia pelo menino, um desejo a consumia todas as vezes que o via.
- Claro, só preciso me trocar. Espera um instante? – perguntou a menina enquanto procurava o biquíni na bolsa.
Frank se levantou e fechou a porta. E ficou parado com um olhar inocente esperando a namorada se trocar, porém, a mesma quando percebeu a presença do namorado se surpreendeu.
- Não vai sair para que eu possa me trocar? – perguntou.
- Por quê? Não sei se você sabe, mas eu já te vi sem roupa. – disse o menino rindo.
- Mas é diferente! Assim eu tenho vergonha! – ela ria.
- Não é diferente, se quiser eu apago a luz, mas é bem capaz de você brilhar no escuro. – advertiu o menino.
- Não seja estupido! Feche os olhos, agora! – ordenou Luísa e o namorado foi obrigado a fecha-los.
Após a menina se trocar, pegou seu protetor solar e sua toalha. Frank se levantou do chão e os dois foram em direção à cachoeira. Ao saírem da varanda o menino botou os óculos escuros o que fez com que Luísa sorrisse maliciosamente.
Chegando à cachoeira Frank pulou e ficou a chamar à namorada. Que primeiro passou filtro solar. O lugar era realmente lindo. Muitas árvores e pedras que pareciam terem sido desenhadas e a água era mais cristalina que ela já havia visto. Logo, a menina entrou na água.
- Meu deus, a água está muito gelada! Porque não me avisou isso? – disse a menina irritada.
- Por um único motivo, poder te aquecer! – respondeu o menino que a abraçou por trás e depositou um beijo em seu pescoço.
Os dois ficaram namorando e trocando caricias por um bom tempo. Sob a água Luísa acariciava a barriga do menino e ousava em arranhar. Ele mordia os lábios. Ela decidiu ir mais longe. Abriu o calção do namorado, ele estava de sunga branca por sinal.
- Porque você ainda está de calção? – perguntou a menina ao pé do ouvido do garoto.
- Não sei, eu realmente não sei! – respondeu desnorteado. – Mas rapidamente se livrou do calção. Agora vestia apenas uma sunga branca, que destacava todo o seu volume dentro da cueca.
Luísa para provocar botou sua mão sobre a cueca do namorado e lhe mordeu os lábios. O menino se arrepiou.
- Eu vou dar um mergulho, senão nem vou me controlar! – declarou o menino que logo estava mergulhando. Luísa também o acompanhou. E embaixo da água os dois riam um para o outro.
Ao voltar a superfície, o biquíni de Luísa se soltou e a mesma não conseguiria amarra-lo sozinha, portanto, precisaria da ajuda do namorado.
- Bebê, meu biquíni soltou, pode arrumar para mim? – pediu.
- Com todo prazer! – disse o menino sorrindo.
Frank pegou as duas pontas para prender o biquíni da namorada e logo as amarrou. Sem perder a oportunidade, abraçou a menina e começou a acariciar os seios da namorada, que suspirava.
- Só estou dando o troco! – sussurrou o menino.
Luísa mordia os lábios, sua vontade era ser do namorado ali mesmo, mas era perigoso e arriscado, porém, excitante.
- Frank, Luísa! Hora do almoço! – ouviram os dois. Era a mãe do garoto.
Enquanto saiam da cachoeira e recolhiam suas coisas, Frank pegou na mão da namorada e lhe beijou a nuca.
- Eu quero você, e eu não consigo mais esperar! – sussurrou o menino.
- A reciproca é verdadeira! - Luísa mordeu o próprio lábio ao dizer.
Os dois foram obrigados a se recomporem, pois agora estavam na varanda da casa dos avós e a mesa já estava servida. Entre os pratos havia peixe, frango a passarinho, farofa, arroz, feijoada, salada e legumes. Todos se serviram e apreciavam a comida feita pela avó do menino.
- A comida está maravilhosa, vovó Anastácia! – declarou Luísa. – Adoro comida assim, só que raramente como!
- Que bom que gostou minha querida! E sempre que quiser pode vir almoçar conosco! – respondeu a avó com toda a sua simpatia.
Após o almoço Frank e Luísa ajudaram a retirar a mesa e a lavar a louça. Quando já era a tarde, todos ficaram na varanda conversando e tomando vinho, enquanto Frank e Luísa foram dormir. Os dois foram para o quarto de Frank. Era um quarto todo azul e com brinquedos feitos de madeira em prateleiras e várias fotos do garoto quando criança em quadros.
- Vem aqui, deixa meu passado em paz! – disse o menino rindo.
- Você é muito lindo, sabia? – declarou a menina enquanto se deitava ao lado do namorado.
- Não mais do que você! – disse enquanto lhe beijava o pescoço.
Luísa o abraçou e sentia o seu corpo quente. Ele ainda vestia apenas o calção e ela o biquíni e um short, que foi tirado por Frank. O garoto acariciava todo o corpo da menina sem tirar os olhos dos olhos dela. Luísa se arrepiava, ela desejava o namorado mais do que nunca.
Sem pressa Frank retirou o sutiã da menina e começou a acariciar lentamente os seios da namorada, que se arrepiou quando o mesmo levou-os a boca. Ele se deliciava com a macies que havia neles. Sem pudor, Luísa arranhava as costas do namorado.
- Eu quero ter você! – declarou Luísa.
- Eu sou seu! – sussurrou Frank que se voltou e a beijou.
Em um beijo os dois se consumiam fervorosamente. Luísa já havia retirado o calção do menino e ele agora vestia apenas uma cueca e ela podia sentir o volume rígido do garoto roçando na sua coxa. Ela o queria e isso estava mais do que claro, portanto, sem perder tempo, ela tirou a cueca do menino, que se surpreendeu com tamanha ousadia.
- Eu te quero! – ele sussurrou em meias palavras.
A menina deu um sorriso malicioso e arranhou toda a barriga do menino, quando chegou a seu membro, ela o botou na boca sem cerimonia e lentamente começou a suga-lo. O menino se controlava para não gritar o nome da namorada. Ela brincava com o membro do garoto, ora sugava, ora mordiscava.
- Eu tive uma ideia! – declarou o menino.
- Que ideia? – perguntou Luísa com um sorriso safado.
- Eu posso fazer o mesmo em você, enquanto você faz em mim, o que acha? – perguntou o menino que aguardava ansioso a resposta da namorada.
- Maravilhoso! – declarou Luísa.
Os dois se ajeitaram na tradicional e ousada posição “69”. Luísa não sentia mais vergonha do namorado e o mesmo não tinha mais vergonha de lhe propor novas ideias. Luísa sugava o membro do namorado enquanto se estremecia ao sentir a língua do garoto a penetrando. Frank gemia baixinho ao sentir o gosto da menina escorrendo por sua boca. A menina tremia e sua respiração estava ofegante, porém, ela sabia que Frank não demoraria muito para atingir o seu ápice, portanto, aumentou a velocidade nos movimentos de vai e vem e sentiu a reação do namorado enquanto ele a penetrava com sua língua. Os dois suavam e controlavam seus gemidos, até que com um grito abafado e uma respiração descompassada os dois atingiram o ápice, juntos.
Como já era de se esperar, os dois adormeceram depois do ato. Luísa dormia sobre o peito nu do namorado e o menino segurava sua mão enquanto dormia. Algumas horas depois, a mãe do menino bateu na porta, era hora de partir.
Frank se recusou a se levantar, enquanto isso Luísa juntava suas coisas e as do namorado em sua bolsa. Antes do sol se pôr todos pegavam a estrada. No banco de trás do carro, Luísa e Frank sorriam um para o outro, boas lembranças haviam sido construídas. Lembranças essas que jamais seriam esquecidas.