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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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36. Inimigos da revolução


Fic: A Revolução dos bichos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após a turbulenta perda naquele nevoeiro, Gina pensava em como a vida não estava sendo justa com ela. Essa guerra estava causando a infelicidade de todos. Sabia que no fundo estava sendo um pouco egoísta assim como Harry. Podia ver nos olhos do moreno toda a dor e sofrimento que refletia neles mas, não se conformava. Ele era tudo que ela sempre quis. Será que era pedir demais ter o amor daquele que sempre amou desde menina. Ela começava achar que sim.

- Está tudo bem com vocês Gina? - Perguntou Rony 

"Sim, estamos bem. Onde estão Fred e George? 

Eles também se perderam.- disse Luna. - Ouça, a névoa é perigosa. Ela nos faz ver, coisas irreais no momento. Como lembranças, passadas, pessoas que gostamos, nos faz sentir saudade daquilo que mais precisamos. O que nos afeta diretamente nos atraindo para armadilhas. Tomem cuidado! E não acreditem em tudo que veem. Lembrem-se que estão na floretas mais sinistra do mundo.

"Isso está me deixando louca! .- Essa guerra esta me deixando...- a ruiva murmurou somente para si mas, Luna ouviu.

"Lá estão eles .- disse Harry apontando para à neblina. 

A névoa devagar foi se espalhando e sumindo. Em seguida a silhuetas dos gemeos ruivos poderiam ser visualizadas. Os dois suspiraram em alívio quando viram o grupo junto.

"Que bom achamos vocês! - Fred disse com um suspiro. - Eu estava começando a entrar em pânico. Já estão aqui a muito tempo? 

" Não, chegamos agora a pouco também. - Ron disse. 

 - Você acha que o nevoeiro cria alucinações .- Fred perguntou. 

"Sim, eu descobri da pior maneira .- Ron disse olhando para a Luna.

Já chega! Vamos andando. Precisamos encontrar um lugar seguro antes que escureça novamente. Temos somente quatro cavalos. O de Gina fugiu e parece que o seu também, não é Luna- Harry falou com um ar divertido.

Os seis amigos montaram nos corceis restantes. Gina na garupa de Fred e Luna no de Ron. 

"Ei, George. - disse Fred

O que é?

 "Quem era a garota dos olhos azuis e cabelos negros que vimos na neblina. Parece até que você a conhecia.

"Não seja idiota! Eu nunca a vi.- George disse com seriedade incomum dele. 

Fred sabia que o irmão estava mentindo. Deixaria o assunto para lá, pelo menos por enquanto. Mas, de alguma coisa ele sabia. A lembrança daquela moça doía em George. Seus pensamentos, foram cortados bruscamente por um movimento a frente do sexteto.

Gina pegou seu arco imediatamente e pulou do cavalo apontando a flecha diretamente para frente de onde vinha o barulho. Ela manteve sua guarda e estava pronta para disparar quando Fred deu a volta do grupo com a espada. Ron agarrou sua varinha, Luna já havia abaixado a dela. 

- Quem está aí? - Gritou Fred. 

"Seja quem for é melhor aparecer e dar a sua cara! - Ron gritou. 

Luna sabe dizer o que está acontecendo? Gina perguntou tensa. 

Eu não sei ... - disse Luna calma como sempre. - Mas, se querem saber, acho que estamos presos.

- Como? -perguntou Fred. 

"Isso mesmo que ela disse." Vocês estão todos presos!

  

Todos se viraram em direção a voz. Havia um anão com barba grande e com vestes vermelhas. Ele sorriu e mostrou os dentes de ouro, ele parecia desgrenhado e despenteado. Ele carregava uma bolsa com ele e ninguém podia prever o quanto ele poderia se ameaçador. 

"Oh, é apenas um anão .- Ron disse abaixando a varinha. 

"Não confio em nada nessa floresta, Ron. - Fred disse que mesmo com a espada levantada. - "Apresente-se!"

"Quem eu sou é o menos importante ..- disse, sorrindo. Gina viu algo nos olhos dele que a fez tremer. - O que importa é que estão presos na minha bolha, e se quiserem sair, terão que jogar. 

"Ou podemos matá-lo ao invés brincar.- Ron disse tentando se deslocar porém, a prisão o impediu de atravessar a barreira. Ela estava invisível e só se movendo para ver que estavam realmente encarcerados. Somente quando todos olharam para cima é que viram pássaros batendo na barreira, sem conseguir passar.

Não seja idiota, meu rapaz. Eu estou no comando. E terão que jogar! 

 É verdade! Ele fala a verdade. Estamos presos aqui e não há como sair. Vamos ter que obedecê-lo.

"Bem, vejamos a lista de afazeres."- O anão dizia sorridente e batendo palmas como uma criança prestes a fazer travessuras. " A única forma de sair daí, é encontrar pistas para realizar uma série de tarefas mas preste atenção! A floresta não é do tipo que ajuda muito, se é que me entendem.

" Seu tampinha, reze para que eu não coloque minhas mãos em você! - Harry se pronunciou nervoso pela primeira vez até aquele momento.

" A primeira pista: Todos nós já fomos com elas. Elas trazem bondade no coração. Mas, não se enganem, aqui não existe inoscência. Somente elas poderão lhe dar a próxima pista para o estágio do jogo. Boa sorte! Pois acho que vão precisar! Ah,ah! E que comece o jogo! - O anão deu dois tapas e de repente a terra tremeu. Todos caíram no chão incapazes de manterem o equilíbrio, e logo perceberam que eles não estavam mais juntos.

Draco entrou na biblioteca e fechou a porta atrás de si. Sua cabeça rodava a ponto de explodir com tantas ideias e informações  confusas. Tinha acabado de sair de seu quarto deixando Hermione no mesmo com a ordem de traduzir o livro. Ele tinha sido bem claro: "Traduzir o livro." Lembrou-se dos grandes olhos castanhos da menina, olhando profundamente, pronto para obedecer. Ele tinha consultado várias pessoas, magos e bruxos conhecidos por sua sabedoria. Nenhum deles souberam a lingua. Mas, tinha que ser ela, Hermione Granger  a única capaz de entender essa linguagem. Não deveria se surpreender, afinal, Hermione sempre foi uma bruxa com uma alta competência em qualquer área do mundo bruxo, incluindo em línguas. Não pode deixar de sentir-se orgulhoso. Estava com uma joia rara em seu comando. Ela estava se mostrando mais útil que o esperado. Ainda podia sentir o cheiro dela em seu corpo. Por mais que queira sentir asco, não conseguia. Ela estava impregnada em sua alma. Mas, ela nunca saberia. Ninguém nunca saberia.

 

Draco POV

 Estavamos no sétimo ano em  Hogwarts. A via todos os dias. A cada dia que passava aquela mulher ficava mais linda. Em uma noite eu  tinha ido para a floresta proibida para receber uma carta de meu pai, postada pela Coruja Sombria. Ela só levava até a floresta. Era proibida de chegar aos pátios da escola. Esse tipo de coruja, só atendem aos senhores da magia negra. E são impossíveis de serem detectadas por outros bruxos que não sejam seus donos. Mas, a mensagem, essa qualquer um poderia ler. Então eu precisava chegar até a floresta para interceptá-la já que estavam de olho em mim. É claro que o Santo Potter, tinha que dificultar minha vida. Era o baile de formatura e aproveitei para despistar meus seguidores e claro a besta desfigurada para seguir meu caminho até a floresta. Estava lendo minha mensagem quando ouço um barulho. Institivamente, eu pego minha varinha que está no bolso, pronto para atacar que estivesse ali. Silêncio. Em seguida pude ver o vulto correr em direção a escola. Corri atrás dele. Logo vejo a razão de todas as minhas insanidades. A desgraçada estava me seguindo! E por um momento tive vontade de matá-la. Filha da mãe! como ela ousava!  Hermione Granger. Poderia reconhecer aqueles  cachos castanhos e identificar a sua silhueta em quilômetros de distânicia. Ela corria muito mas, não teve muito êxito, já que estava de vestido. Ela não escaparia tão facilmente. A não ia mesmo! Vadia! - falei. O que pensa que está fazendo? Acha que escapará de mim, sangue ruim? 

Só lembro de pegá-la e derrubá-la no chão e travarmos uma luta corporal. Geralmente não gostava de bater em mulheres mas, bem que a Granger estava merecendo. Ela me deu um chute no estômago quando tentei levantá-la. Abaixei sentindo minha barriga retorcer de dor. Mas, consegui pegá-la pelo pé, já que ela tentava correr. Ela acabou caindo de cara no chão, suas pernas começaram a se arrastar pela terra devido aos arrancos que ela dava para escapar. O vestido começou a rasgar deixando evidente aquelas pernas torneadas que já mostrava os arranhados. Travamos uma luta sem fim. Apanhei muito até que consegui imobiliza-la. Foi uma batalha física entre a serpente e o leão. Eu não deixei que a dor tomasse conta de mim. Apenas fiz valer meu peso sobre ela. E fitei aqueles olhos castanhos cor de mel, assustados e indefesos perante a mim. Submissos a mim.

 ___________________________________________________

Draco se dirigiu até a sala do pai, assim que fora chamado. 

- O que você quer dizer com usar? 

"Você sabe que a Granger ainda está viva porque eu lhe disse que nós precisavamos dela. Não sabe? E que essa guerra vai muito mais além do que o Potter perturbador e seus amigos. 

-Vá direto ao ponto .- Draco disse impacientemente. 

"É hora de testar a lealdade de Snape. 

Lúcio foi até a janela e olhou através do vidro. 

Eu não vejo o porquê disso agora. E o que a Granger tem a ver com isso. Sabe que ela é minha pai. O que  pensa que fará com ela?

"Muito Draco. Eu quero que a leve para um passeio. Quero que a leve para a próxima reunião de Comensais da Morte. 

Draco deu um pulo da cadeira, e foi para cima do pai furiosamente. 

- Você quer que eu a leve até a cova das serpentes? Quer que eu praticamente a entregue também para a cova dos leões?

"Precisamente." 

Draco andou calmamente, até o pai. Mas ameaçadoramente. Lúcio recuou, sabia que Draco poderia machucá-lo como já fizera algumas vezes. Ninguém sabia mas, Lúcio temia o filho.

"Escute bem Lúcio. Eu não vou levar a Granger nem sobre meu cadáver. Não vou colocá-la a mercê desses Comensais. Nunca! Ouviu bem! Ela é minha! Eu a comprei. E não me venha dizer que ela só está viva porque você quis! Sabe que acabo com qualquer um que pense em chegar perto dela. Inclusive você!" 

- Desde quando você se preocupa com a segurança de Hermione Granger? 

"Desde que eu descobri que ela me é muito útil. - Draco disse secamente. 

"De qualquer forma, ela não será prejudicada, Draco. Todos elas são impuras e  escravas. Ninguém tem interesse neles. Se bem que a Granger...- Lucius nem conseguiu terminar a frase pois Draco o imprensava na parede mostrando a ele todo o seu odio e raiva.

"Não se atreva, papai. Sabe do que eu sou capaz! Você já provou várias vezes. Nunca cutuque uma serpente de frente.- o loiro falava pausadamente, com uma força incrível.  

- Calma! Estou apenas brincando. - o loiro pai sorria cinicamente para o filho. Ela irá como sua guarda-costas. E é uma ordem do Lord! Entendeu a situação Draco. É uma ordem dele! E apenas Snape que será testado e não ela. Precisamos que ele a veja. Só assim saberemos se ele está nos traindo.

Draco suspirou derrotado. No fundo ele sabia que seu pai estava certo. - "Avisa a eles que se levantarem um dedo para ela,  eu vou cuidar deles pessoalmente. 

"Eles não vão, Draco. Quero que entenda, este é um caso especial. Eu preciso que leve a Granger, porque eu quero olhar a expressão se Snape quando vê-la. E se os amigos dela ficarem sabendo que ela está em nossas mãos, significa que mesmo não sendo Snape, teremos um traidor entre nós.

Você duvida de Snape? -

"Eu nunca confiei nele.- disse Lúcio.  Eu não vou deixar a revolução correr riscos. Faça o que eu digo. 

- Quando? 

"Amanhã de manhã. Compre para ela o mais elegante e bonito vestido. Ela precisará estar apresentável. Snape tem que levar a melhor impressão. Ou seja, que ela esta sendo bem cuidada. O que não é mentira.

Draco subiu para seu quarto desorientado. Sabia que seria arriscado levá-la. Na realidade sabia que os Comensais não encostaria um dedo nela. O medo dele era que ela fosse descoberta pelos amigos. 

Não a perderei! Isso nunca! Eles nunca a terão de volta. Eu juro!


Após a turbulenta perda naquele nevoeiro, Gina pensava em como a vida não estava sendo justa com ela. Essa guerra estava causando a infelicidade de todos. Sabia que no fundo estava sendo um pouco egoísta, assim como Harry. Podia ver nos olhos do moreno toda a dor e sofrimento que refletia neles mas, não se conformava. Ele era tudo que ela sempre quis. Será que era pedir demais ter o amor daquele que sempre amou desde menina. Ela começava achar que sim.


- Está tudo bem com vocês Gina? - Perguntou Rony 


 


"Sim, estamos bem. Onde estão Fred e George? 


 


Eles também se perderam.- disse Luna. - Ouça, a névoa é perigosa. Ela nos faz ver coisas irreais no momento. Como lembranças passadas, pessoas que gostamos, nos faz sentir saudades daquilo que mais precisamos. O que nos afeta diretamente nos atraindo para armadilhas. Tomem cuidado! E não acreditem em tudo que veem. Lembrem-se que estão na floretas mais sinistra do mundo.


 


"Isso está me deixando louca! .- Essa guerra esta me deixando...- a ruiva murmurou somente para si mas, Luna ouviu.


 


"Lá estão eles .- disse Harry apontando para à neblina. 


 


A névoa devagar foi se espalhando e sumindo. Em seguida as silhuetas dos gemeos ruivos poderiam ser visualizadas. Os dois suspiraram em alívio quando viram o grupo juntos.


 


"Que bom achamos vocês! - Fred disse com um suspiro. - Eu estava começando a entrar em pânico. Já estão aqui a muito tempo? 


 


" Não, chegamos agora a pouco também. - Ron disse. 


 - Você acha que o nevoeiro cria alucinações .- Fred perguntou. 


 


"Sim, eu descobri da pior maneira .- Ron disse olhando para a Luna.


Já chega! Vamos andando. Precisamos encontrar um lugar seguro antes que escureça novamente. Temos somente quatro cavalos. O de Gina fugiu e parece que o seu também, não é Luna- Harry falou com um ar divertido.


 


Os seis amigos montaram nos corceis restantes. Gina na garupa de Fred e Luna no de Ron. 


 


"Ei, George. - disse Fred


 


O que é?


 "Quem era a garota dos olhos azuis e cabelos negros que vimos na neblina. Parece até que você a conhecia.


 


"Não seja idiota! Eu nunca a vi.- George disse com seriedade incomum dele. 


 


Fred sabia que o irmão estava mentindo. Deixaria o assunto para lá, pelo menos por enquanto. Mas, de alguma coisa ele sabia. A lembrança daquela moça doía em George.
Seus pensamentos, foram cortados bruscamente por um movimento a frente do sexteto.


Gina pegou seu arco imediatamente e pulou do cavalo apontando a flecha diretamente para frente de onde vinha o barulho. Ela manteve sua guarda e estava pronta para disparar quando Fred deu a volta do grupo com a espada. Ron agarrou sua varinha, Luna já havia abaixado a dela. 


 


- Quem está aí? - Gritou Fred. 


 


"Seja quem for é melhor aparecer e dar a sua cara! - Ron gritou. 


 


Luna sabe dizer o que está acontecendo? Gina perguntou tensa. 


 


Eu não sei ... - disse Luna calma como sempre. - Mas, se querem saber, acho que estamos presos.


- Como? -perguntou Fred. 


"Isso mesmo que ela disse." Vocês estão todos presos!


 


Todos se viraram em direção a voz. Havia um anão com barba grande e com vestes vermelhas. Ele sorriu e mostrou os dentes de ouro, ele parecia desgrenhado e despenteado. Ele carregava uma bolsa com ele e ninguém podia prever o quanto ele poderia ser ameaçador. 


 


"Oh, é apenas um anão .- Ron disse abaixando a varinha. 


 


"Não confio em nada nessa floresta, Ron. - Fred disse que mesmo com a espada levantada. - "Apresente-se!"


"Quem eu sou é o menos importante ..- disse, sorrindo. Gina viu algo nos olhos dele que a fez tremer. - O que importa é que estão presos na minha bolha, e se quiserem sair, terão que jogar. 


"Ou podemos matá-lo ao invés brincar.- Ron disse tentando se deslocar porém, a prisão o impediu de atravessar a barreira. Ela estava invisível e só se movendo para ver que estavam realmente encarcerados. Somente quando todos olharam para cima é que viram pássaros batendo na barreira, sem conseguir passar.


Não seja idiota, meu rapaz. Eu estou no comando. E terão que jogar! 


 É verdade! Ele fala a verdade. Estamos presos aqui e não há como sair. Vamos ter que obedecê-lo. - dizia Fred.


"Bem, vejamos a lista de afazeres."- O anão dizia sorridente e batendo palmas como uma criança prestes a fazer travessuras. " A única forma de sair daí, é encontrar pistas para realizar uma série de tarefas mas preste atenção! A floresta não é do tipo que ajuda muito, se é que me entendem.


" Seu tampinha, reze para que eu não coloque minhas mãos em você! - Harry se pronunciou nervoso pela primeira vez até aquele momento.


" A primeira pista: Todos nós já fomos como elas. Elas trazem bondade no coração. Mas, não se enganem, aqui não existe inocência. Somente elas poderão lhe dar a próxima pista para o estágio do jogo. Boa sorte! Pois acho que vão precisar! Ah,ah! E que comece o jogo! - O anão deu dois tapas e de repente a terra tremeu. Todos caíram no chão incapazes de manterem o equilíbrio, e logo perceberam que eles não estavam mais juntos.


Draco entrou na biblioteca e fechou a porta atrás de si. Sua cabeça rodava a ponto de explodir com tantas ideias e informações  confusas. Tinha acabado de sair de seu quarto deixando Hermione no mesmo com a ordem de traduzir o livro. Ele tinha sido bem claro: "Traduzir o livro." Lembrou-se dos grandes olhos castanhos da menina, olhando profundamente, pronto para obedecer. Ele tinha consultado várias pessoas, magos e bruxos conhecidos por sua sabedoria. Nenhum deles souberam a lingua. Mas, tinha que ser ela, Hermione Granger  a única capaz de entender essa linguagem. Não deveria se surpreender, afinal, Hermione sempre foi uma bruxa com uma alta competência em qualquer área do mundo bruxo, incluindo em línguas. Não pode deixar de sentir-se orgulhoso. Estava com uma joia rara em seu comando. Ela estava se mostrando mais útil que o esperado. Ainda podia sentir o cheiro dela em seu corpo. Por mais que queira sentir asco, não conseguia. Ela estava impregnada em sua alma. Mas, ela nunca saberia. Ninguém nunca saberia.


 


Draco POV


 Estavamos no sétimo ano em  Hogwarts. A via todos os dias. A cada dia que passava aquela mulher ficava mais linda. Em uma noite eu  tinha ido para a floresta proibida para receber uma carta de meu pai, postada pela Coruja Sombria. Ela só levava até a floresta. Era proibida de chegar aos pátios da escola. Esse tipo de coruja, só atendem aos senhores da magia negra. E são impossíveis de serem detectadas por outros bruxos que não sejam seus donos. Mas, a mensagem, essa qualquer um poderia ler. Então eu precisava chegar até a floresta para interceptá-la já que estavam de olho em mim. É claro que o Santo Potter, tinha que dificultar minha vida. Era o baile de formatura e aproveitei para despistar meus seguidores e claro a besta desfigurada para seguir meu caminho até a floresta. Estava lendo minha mensagem quando ouço um barulho. Institivamente, eu pego minha varinha que está no bolso, pronto para atacar que estivesse ali. Silêncio. Em seguida pude ver o vulto correr em direção a escola. Corri atrás dele. Logo vejo a razão de todas as minhas insanidades. A desgraçada estava me seguindo! E por um momento tive vontade de matá-la. Filha da mãe! como ela ousava!  Hermione Granger. Poderia reconhecer aqueles  cachos castanhos e identificar a sua silhueta em quilômetros de distânicia. Ela corria muito mas, não teve muito êxito, já que estava de vestido e salto. Ela não escaparia tão facilmente. A não ia mesmo! Vadia! - falei. O que pensa que está fazendo? Acha que escapará de mim, sangue ruim? 


Só lembro de pegá-la e derrubá-la no chão e travarmos uma luta corporal. Geralmente não gostava de bater em mulheres mas, bem que a Granger estava merecendo. Ela me deu um chute no estômago quando tentei levantá-la. Abaixei sentindo minha que minha barriga ia explodir de dor. Mas, consegui pegá-la pelo pé, já que ela tentava correr. Ela acabou caindo de cara no chão, suas pernas começaram a se arrastar pela terra devido aos arrancos que ela dava para escapar. O vestido começou a rasgar deixando evidente aquelas pernas torneadas que já mostravam os arranhados. Travamos uma luta sem fim. Apanhei muito até que consegui imobilizá-la. Foi uma batalha física entre a serpente e o leão. Eu não deixei que a dor tomasse conta de mim. Apenas fiz valer meu peso sobre ela. E fitei aqueles olhos castanhos cor de mel, assustados e indefesos perante a mim. Submissos a mim.


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Draco se dirigiu até a sala do pai, assim que fora chamado. 


 


- O que você quer dizer com usar? 


 


"Você sabe que a Granger ainda está viva porque eu lhe disse que nós precisavamos dela. Não sabe? E que essa guerra vai muito mais além do que o Potter perturbador e seus amigos. 


-Vá direto ao ponto .- Draco disse impacientemente. 


"É hora de testar a lealdade de Snape. 


Lúcio foi até a janela e olhou através do vidro. 


Eu não vejo o porquê disso agora. E o que a Granger tem a ver com isso. Sabe que ela é minha pai. O que  pensa que fará com ela?


"Muito Draco. Eu quero que a leve para um passeio. Quero que a leve para a próxima reunião de Comensais da Morte. 


Draco deu um pulo da cadeira, e foi para cima do pai furiosamente. 


- Você quer que eu a leve até a cova das serpentes? Quer que eu praticamente a entregue também para a cova dos leões?


"Precisamente." 


Draco andou calmamente, até o pai. Mas ameaçadoramente. Lúcio recuou, sabia que Draco poderia machucá-lo como já fizera algumas vezes. Ninguém sabia mas, Lúcio temia o filho.


"Escute bem Lúcio. Eu não vou levar a Granger nem sobre meu cadáver. Não vou colocá-la a mercê desses Comensais. Nunca! Ouviu bem! Ela é minha! Eu a comprei. E não me venha dizer que ela só está viva porque você quis! Eu a mantive viva. Eu a deixei viver para me servir. Vocês não tem direito algum sobre ela. Sabe que acabo com qualquer um que pense em chegar perto dela. Inclusive você!" 


- Desde quando você se preocupa com a segurança de Hermione Granger? 


"Desde que eu descobri que ela me é muito útil. - Draco disse secamente. 


"De qualquer forma, ela não será prejudicada, Draco. Todos elas são impuras e escravas. Ninguém tem interesse nelas. Se bem que a Granger...- Lucius nem conseguiu terminar a frase pois Draco o imprensava na parede mostrando a ele todo o seu odio e raiva.


"Não se atreva, papai. Sabe do que eu sou capaz! Você já provou várias vezes. Nunca cutuque uma serpente de frente.- o loiro falava pausadamente, com uma força incrível.  


- Calma! Estou apenas brincando. - o loiro pai sorria cinicamente para o filho. Ela irá como sua guarda-costas. E é uma ordem do Lord! Entendeu a situação Draco. É uma ordem dele! E apenas Snape que será testado e não ela. Precisamos que ele a veja. Só assim saberemos se ele está nos traindo.


Draco suspirou derrotado. No fundo ele sabia que seu pai estava certo. - "Avisa a eles que se levantarem um dedo para ela,  eu vou cuidar deles pessoalmente. 


"Eles não vão, Draco. Quero que entenda, este é um caso especial. Eu preciso que leve a Granger, porque eu quero olhar a expressão de Snape quando vê-la. E se os amigos dela ficarem sabendo que ela está em nossas mãos, significa que mesmo não sendo Snape, teremos um traidor entre nós. Saberemos que há um inimigo da revolução. E teremos que pegá-lo.


Você duvida de Snape? -


"Eu nunca confiei nele.- disse Lúcio.  Eu não vou deixar a revolução correr riscos. Faça o que eu digo. 


- Quando? 


"Amanhã de manhã. Compre para ela o mais elegante e bonito vestido. Ela precisará estar apresentável. Snape tem que levar a melhor impressão. Ou seja, que ela esta sendo bem cuidada. O que não é mentira.


Draco subiu para seu quarto desorientado. Sabia que seria arriscado levá-la. Na realidade sabia que os Comensais não encostaria um dedo nela.
O medo dele, era que ela fosse descoberta pelos amigos. 


Não a perderei! Isso nunca! Eles nunca a terão de volta. Eu juro!
************************************************************************************  Tô aqui de novo. Também depois do ultimato da Josy. Quem sou eu para demorar. Tá doido. Bem como fiquei com medo da minha amiga, eu tive que postar dois de uma vez né, gente. E com Landa de quebra tambem é muita responsa né. Obrigada pelos comentários. Os agradecimentos vem no próximo cap, junto com uma NC, tá vendo com sua boazinha. kkkkk Beijão! nana



 

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