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38. As verdadeiras intenções de Dr


Fic: As coincidências de nossas vidas


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38


As verdadeiras intenções de Draco


 


Nem mesmo Snape sabia se estava no lugar certo. Desaparatou em frente os portões da imensa mansão Malfoy. Respirou fundo e adentrou ao local. Não podia negar que estava sentindo medo, um medo que subiu pela sua espinha e fez seus cabelos da nuca arrepiarem. A última vez que se encontrou com o Lord e seus comensais, sua vida ficou presa por um fio e as lembranças do castigo que levou para provar sua fidelidade ainda o faziam tremer, e agora, o mero pensamento do que podia lhe acontecer ao se mostrar traidor do Lord e fiel a Dumbledore já lhe causavam um frio na barriga e deixavam suas pernas bambas.


Deixando o medo de lado, recolocou sua postura inexpressiva e caminhou pelo jardim rumo a porta dupla de madeira envernizada com um grande M em prata pura, contornado com pequenas esmeraldas. Levou sua mão coberta com uma luva de couro até a porta e deu três leves batidas.


Do outro lado da porta era possível ouvir as vozes exaltadas. Pareciam estar nervosos ou excitados com algo.


A porta abriu-se sozinha e Snape entrou andando leve sob o piso negro espelhado. Olhando no espelho retangular pregado à parede, pôde ver sua máscara de comensal da morte. A máscara que um dia tanto venerou e agora tanto detestava.


Fez a horrenda máscara sumir ao passar a varinha por ela, mas o que viu não o deixou mais tranqüilo. Seu próprio rosto era uma máscara indefinida, vazia, fria dentro do negro capuz que a envolvia por completo. Sua capa cobria todo o corpo menos a dourada correntinha de Hermione que reluzia linda e pura em seu peito. Tirou a luva da mão direita e segurou a correntinha com tanta força que sua mão ficou marcada com a forma do H. Guardou-a dentro da capa e seguiu caminho até a sala de estar da mansão.


O plano feito por ele e Dumbledore era revisado a cada passo. Primeiro iria dizer ao Lord que ele tinha novidades. Que Dumbledore e todos da Ordem estão desesperados sem saber o que fazer. Iria dizer que o melhor seria matar a menina e deixar o corpo na frente da sede para deixá-los abalados e mostrar a todos que o Lord era o mais poderoso do mundo e que se alguém se opor à ele, não importa se é sangue puro ou não, irá morrer. Ainda teria que fazer com que ele mesmo fizesse o trabalho de matá-la, deixando-o livre para fazer o que tinha que fazer. A poção para fazer a menina parecer morta estava em seu bolso interno. Se tudo desse certo faria a menina beber a poção e depois levaria o corpo para a sede. Ela pareceria morta por uma hora mais ou menos, depois disso voltaria ao normal. Na pior das hipóteses o Lord descobriria que ele era realmente um traidor e mataria ele e a menina.


Ao abrir lentamente a porta da sala viu vários comensais totalmente encapuzados, parados em fila olhando para algo parado no ar acima de suas cabeças, algo que descobriu ser a pequena Gina Weasley, estava inconsciente flutuando aos olhares de todos. A frente da lareira estava uma poltrona de couro muito negro e brilhante onde se podia ver as chamas do fogo refletidas. Descansando ao lado da poltrona estava Nagini, a maldita cobra de estimação do Lord. A poltrona virou e Snape viu o Lord com suas negras vestes o olhando com seus olhos vermelhos.


- Milorde!


Snape cumprimentou o Lord fazendo sua reverência que agora não era mais tão humilhante assim, visto que conseguira provar sua lealdade. Isso era mais uma prova de que se algo saísse errado e descobrissem sua traição, o Lord se encarregaria de matá-lo pessoalmente e usando suas mãos ao invés da varinha causando-lhe uma morte lenta e agressiva.


- Severus. O que lhe traz aqui? Eu não me lembro de tê-lo chamado.


- Não Milorde, o senhor não chamou. Venho lhe trazer notícias da Ordem.


- Espero que a notícia seja de boa qualidade Severus. Não quero perder meu tempo com idiotices. Sabe muito bem o que posso fazer com você se me deixar nervoso. Duvido que já tenha esquecido o castigo que te dei meu caro.


Todas as lembranças da semana que passou tentando provar sua lealdade ainda tiravam-lhe o sono. A cela imunda, os comensais nojentos, o corpo dolorido, quebrado, invadido, o sangue, a humilhação, o próprio Lord o invadindo com selvageria. Imagens que ainda o fazia pensar em fazer o melhor para que o plano desse certo.


- Vamos Severus, diga-me o que tem.


- Dumbledore está preocupado e muitos estão abalados com o seqüestro da menina. Talvez Milorde, seja uma boa idéia colocar o corpo da menina em algum lugar onde possam achá-la, assim provaria que o senhor é o mais poderoso e não teme nada, isso deixaria todos que gostam da menina, totalmente caídos, principalmente Harry Potter.


Lord Voldemort olhava diretamente para os olhos de Snape, tentando usar legilimência, mas Snape mostrou-se ótimo em oclumência, talvez o melhor do mundo.


- Talvez. – Disse Voldemort pensando um pouco. – você tenha razão meu caro. Isso mostraria que sou capaz de matar até mesmo bruxos puro sangue se tais bruxos forem adoradores de trouxas e depois matarei um por um os amiguinhos de Harry Potter, começando pela sangue ruim da Granger. Sim Severus eu gostei da sua idéia.


Granger, a sua Granger. Não podia deixar isso acontecer com sua pequena. Tinha que evitar que tal coisa viesse a se realizar.


- Como o senhor planeja executar o plano Milorde?


- Muito simples meu caro, primeiro vou deixar que meus comensais se aproveitem com o corpo da menina, depois a matarei e deixarei que você o coloque na porta da sede da Ordem da Fênix. David gostaria de tê-la primeiro?


- Seria uma honra Milorde. – Disse o comensal que se aproximou da negra poltrona.


Instintivamente, Snape olhou para a menina. O corpo era magro, pequeno e frágil. David não foi gentil nem mesmo com ele que era um homem formado e forte. Certamente iria matá-la de tanta dor.


- Milorde. – Chamou Snape sem parar de olhar para a menina. – Será que posso fazer um humilde pedido?


- Ora, ora, estou muito curioso para saber o que é. Diga-me o que quer Severus, quem sabe eu posso atendê-lo.


- Eu gostaria de ter a senhorita Weasley, somente para mim. Se o senhor permitir.


- Humm, e por que gostaria de tê-la só para você? Nunca soube que era tão guloso assim.


- Nunca foi segredo para ninguém que eu adoro menininhas e há muito tempo eu desejo a Weasley. Não queria que esta oportunidade fugisse.


- O que posso fazer Severus, você me provou ser um servo leal. Me trouxe noticias da Ordem. Como posso negar seu pedido, sendo feito com tanta vontade? Pode levá-la, ela é toda sua.


- Obrigado Milorde.


O Lord das Trevas desceu Gina e a depositou no chão gelado. Lutando contra todas as suas forças, Snape a segurou pelo pulso e a arrastou pelo chão até chegarem a uma sala distante. Após entrar, colocou um feitiço na porta que detectaria a presença de qualquer pessoa. Pegou a menina no colo e a levou para o sofá. Respirava fraco, estava machucada e muito gelada. Tirou um vidrinho de poções de dentro do bolso interno de seu casaco. Com um pouco de dificuldade conseguiu fazer a pequena Gina tomar a poção fortalecedora. Limpou o liquido que escorregou pelo canto da boca e a cobriu com sua capa.


Após alguns minutos a poção começou a fazer efeito e a respiração já estava regulada.


- Senhorita Weasley acorde. Vamos acorde. – Disse dando leves tapinhas em seu rosto.


Gina abriu lentamente os olhos. Sua visão estava desfocada por isso não reconheceu quem a estava chamando. Aos poucos sua visão começava a voltar e pôde ver alguém de capuz negro e máscara prateada. Um comensal.


- Não! Fique longe de mim. – Gritou Gina tentando se levantar. – Por favor, não me machuque.


- Senhorita Weasley eu não irei machucá-la. – Disse Snape tirando a máscara para espanto da menina.


- Pro... professor. O senhor é um comensal? Agora entendo. – Sussurrou. – Agora tudo faz sentido. Você fez amizade com Harry para poder trazê-lo. Você é mau. Sempre soube que você não tinha ficado bom assim de uma hora para outra. – Choramingou. – O que vai fazer comigo?


Gina agarrou-se à capa que cobria seu corpo e chorou de medo encolhendo-se em um canto do sofá.


- Nós teremos muito tempo para discutirmos as suas conclusões idiotas e ineptas sobre os fatos que me levaram a adotar o Harry, mas para isso preciso tirá-la daqui.


Snape tentou chegar perto da menina, mas Gina ainda estava com medo e tentou levantar, suas pernas estavam machucadas e não agüentaram sustentá-la, seu corpo foi ao chão e a capa deixou-a novamente com o corpo exposto.


Snape aproximou-se devagar e abaixou-se ao lado da menina que chorava e escondia o rosto nas mãos. Cobriu-a novamente e afastou as mãos da menina para poder olhá-la nos olhos.


- Senhorita Weasley. – Disse calmamente. – Eu não irei machucá-la, vim aqui resgatá-la e levá-la de volta para sua família, mas preciso da sua colaboração para isso. Minha vida também está em jogo, não gostaria de perdê-la em vão. Tenho um garoto para cuidar ainda. Você vai colaborar comigo e confiar em mim? Ou terei que entregá-la ao Lord das Trevas?


Gina não tinha muita escolha e apenas assentiu com a cabeça, rezando para que o seu temível professor não faça jus as histórias que são ditas sobre ele. Um barulho baixo soou vindo da porta alertando Snape de que alguém estava chegando.


- Precisará me ajudar agora se quiser sair daqui com vida. Sinto muito pelo que vou fazer, mas é necessário.


Pegou sua capa que cobria a menina e a vestiu. O barulho aumentava. Snape rapidamente deitou-se sobre a menina que arregalou os olhos e tentou se proteger.


- Eu não vou fazer nada, mas precisarei fingir que estou fazendo. Quando eu mandar, você grita, me bate, faz como se eu tivesse te violentando, entendeu?


- Sim. – Gina reparou que o professor não olhava em seus olhos e que seu corpo e sua capa a cobriam inteiramente, mas sem tocá-la.


Snape colocou o rosto ao lado do rosto da menina e falou em seu ouvido com uma voz arrastada.


- Me desculpe por isso senhorita. Agora.


Gina começou a gritar e a bater no peito de Snape que fazia os movimentos de penetração brusca. Por mais que fosse pura encenação, Snape sentiu-se mal por isso.


A porta abriu-se e alguém entrou.


- Não, me larga, por favor, não. – Gritou Gina fingindo lutar contra seu agressor.


- O que quer? Não vê que estou ocupado?


- Professor.


- Draco! – Exclamou Snape reconhecendo a voz do menino. – O que faz aqui?


- Vim ajudá-la e pare com esta encenação, sei muito bem que você jamais faria isso, mesmo que fosse com a Weasley.


Snape levantou-se e ficou de frente com Draco, olhou fundo em seus olhos azuis e usou legilimência para saber a real verdade. Malfoy não era bom em oclumência, por isso nem ao menos tentou evitar a leitura de sua mente.


Snape viu que era verdade, Malfoy estava querendo ajudá-lo a sair dali e levar Gina junto com ele. Nunca quis tornar-se um comensal, mas foi obrigado pelo Lord após seu pai, Malfoy sênior, ir para Azkaban. Viu todo o ritual que o Lord fez para a sua entrada no ciclo negro de comensais, o viu chorar ao ser humilhado por aquele que deveria chamar de mestre.


Draco sempre foi um menino mimado e isso não era negado. Tinha tudo que sempre quis ter, nada lhe era negado. Mas o pequeno Malfoy não tinha aquilo que lhe era mais importante, o amor dos pais. Lucius era um grande homem, trabalhava no ministério e era um dos mais importantes comensais do Lord, tratava Draco com muita educação e severidade, nunca bateu no filho, mas nunca o tratou com carinho. Draco era treinado para tomar o lugar do pai tanto no Ministério como no ciclo do Lord. Sua mãe era uma comensal também e seguia o que Lucius mandava. Narcisa tentava ser uma boa mãe, apesar de não ser carinhosa e amável, fazia o possível para deixar o seu filho feliz.


Ao chegar a época de ir para Hogwarts, seu pai deixou-lhe a par das condições de ser o herdeiro legitimo dos Malfoy. Assim como o pai de Severus, Lucius também lhe disse que ele tinha que entrar na Sonserina e que seria uma vergonha para a família se fosse mandado para outra casa. A cada passo que dava em direção ao banco posto no grande salão para a seleção das casas ele pedia em sua mente para ser mandado para a Sonserina. Seu pai não lhe deu uma palavra de felicidade pelo filho estar na casa certa, e sim uma curtíssima carta dizendo que ele não fazia mais que a obrigação.


Todos os anos que Malfoy passou em Hogwarts, foram gastos tentando provar para todos que ele não precisava de ninguém e que por ser um Malfoy ele era superior a qualquer um. Suas amizades não eram das melhores, Crabbe e Goyle eram filhos de comensais e serviam como guarda-costas, Pansy vivia querendo namorar com ele, mas a menina, apesar de muito bonita, não fazia bem o tipo dele.


Muitas vezes o loiro ficava escondido de todos, dentro do banheiro. Algumas vezes chorava por sentir-se sozinho, algumas vezes quebrava os espelhos de raiva e assim vivia indo para a enfermaria levar curativos. Muitas vezes Madame Pomfrey brigou com ele dizendo que quando ele ficar com raiva de si mesmo ou do mundo ele podia morder a língua, mas não quebrar os espelhos da escola inteira.


Malfoy tinha perdido as contas de quantas vezes havia sentido raiva do Potter. Raiva por ele ser o queridinho de todos. Raiva por ele, mesmo sem pai nem mãe, ter amor da maioria das pessoas da escola e até amigos com quem muitas vezes dava gargalhadas em pleno salão principal, recebendo um sorriso do diretor da escola e da diretora da sua casa. Viveu esses anos de escola odiando profundamente o menino de ouro de Dumbledore. Mas um dia, em seu quinto ano, após o episódio do coma de Harry e de Snape, após seu pai ser preso e sua mãe cair na depressão, aconteceu algo que ele não previa, algo que jamais imaginaria.


Em um belo dia de sol todos haviam saído para passear em Hogsmead, mas ele havia ficado dizendo estar com dor de cabeça. Ficou o dia inteiro no banheiro chorando, até que se cansou e acabou adormecendo. O banheiro onde estava não era usado por ninguém, pois era habitado pelo fantasma da Murta Que Geme. Draco estava dormindo e tendo um pesadelo horrível. Não se recordava o que era, mas lembrava-se de ter se acalmado quando sentiu que alguém o abraçava e o acariciava. Acordou um tempo depois nos braços de alguém, não quis abrir os olhos e se deixou ficar assim.


Quando finalmente abriu os olhos e viu quem o estava abraçando quase teve um colapso nervoso. Levantou com o rosto vermelho de vergonha, como pôde deixar justamente o Potter ver seu lado mais vulnerável? Draco discutiu com Harry e saiu correndo para o salão comunal. Dias depois Harry apareceu novamente no banheiro e encontrou Draco sentado no chão, desta vez acordado. Disse que queria conversar com ele e que não contou a ninguém sobre o outro dia, ao contrário do que pensava Malfoy que o acusou de fazer fofoca. O loiro ficou bravo de inicio e não quis falar com Potter na maioria das vezes que este ia procurá-lo.


Certa noite, Draco estava novamente no banheiro da Murta Que Geme, quando Harry entrou. Não levantou e apenas perguntou o que ele queria. Harry disse que estava apenas tentando ser amigo de Draco. Já havia passado da hora de dormir e Filch estava procurando alunos fora da cama. Harry disse que eles tinham que sair dali logo, mas Draco não sabia onde podiam ir. Nas masmorras havia Snape que não deixaria os dois saírem ilesos sem uma detenção e Filch já estava no segundo andar. Harry arrastou Draco porta afora e subiu direto para a sala precisa. Os dois ficaram lá dentro até amanhecer. Depois disso Draco vivia indo se encontrar Harry na sala precisa. Encontrou finalmente um verdadeiro amigo que lhe escutava e o entendia. Muitas vezes Harry o consolou. Estava feliz finalmente. Snape viu todos os dias que Draco passou junto a Harry e viu o amor entre eles crescerem. Já estava mais do que satisfeito com os verdadeiros motivos que levaram seu querido sonserino a ajudá-lo.


Era incrível como Harry conseguia fazer as pessoas se sentirem bem com sua presença.


- Certo senhor Malfoy...


- Draco.


- O que?


- Meu nome é Draco. Me chame assim, me chamar de Malfoy faz com que eu me pareça com meu pai, e eu não quero parecer com ele.


- Tudo bem Draco. Me ajude aqui e depois podemos conversar sobre suas intenções para com meu filho.


Draco deu um sorrisinho de canto de boca. Harry havia lhe dito que Severus iria adotá-lo e que estava muito feliz.


- Sim senhor. O que é aquilo? – Perguntou apontando para algo no canto escuro da sala.


Do cantinho saiu um rato grande. Ele parou, olhou para todos e saiu por debaixo da porta.


- Era só um rato. – Disse Snape cobrindo Gina novamente. – Nada demais.


- Não era somente um rato professor. Era Rabicho.


- Tem certeza Weasley?


- É claro que tenho certeza Malfoy. Aquele rato estava em nossa família por doze anos.


Gina estava fraca e apenas sussurrava.


- Não temos tempo, aquele rato foi avisar o que estava acontecendo aqui.


- E que faremos?


- Presta atenção. Você levará a senhorita Weasley direto para a Ordem da Fênix.


- E como eu vou fazer isso? Está cheio de comensais aqui em casa, estão todos lá com o Lord e provavelmente estão vindo para cá.


- E você acha que eu ainda não tinha pensado nisso? Vocês sairão com uma chave de portal.


Snape colocou Gina nos braços de Draco que ficou meio sem graça ao pegar a grifinória no colo. A menina gemeu de dor e apoiou a cabeça em seu ombro, respirando fraco. Snape tirou uma tampa de pasta de dente e colocou na mão da menina que segurou firme.


A porta abriu-se quando a chave ativou-se e levou os dois embora deixando Severus com oito comensais encurralando-o.


 

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 07/08/2013

MASOQ. NÃO FAZ UMA COISA DESSAS, MOLIER. KDKDKD O RESTO? Pobrezinho do Sevie, em de fugirem os três, ele preferiu ficar... =/

Nota: 5

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