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5. Capítulo 05


Fic: Aquilo que você não vê DM-HG


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quando Draco acordou, Astoria já tinha ido embora. Bateu na porta do quarto de Hermione, entrou, mas ela não estava lá. Sua vida estava uma completa bagunça. Nem sabia se o almoço que havia combinado com ela ainda estava marcado.


 


Só tinha uma certeza: estava prestes a perder Hermione. Para sempre. E esses pequenos pedaços de vida que tinha com ela, as confidências à luz da lareira, as risadas no chão da sala, o colo nas noites em que os pesadelos de guerra voltavam, a sensação de paz que tinha com o toque dela, tudo aquilo seria perdido. Simplesmente por que agira como um completo imbecil anos atrás. Tudo por que era medroso demais para agir.


 


- Hermione... – ele falou baixo.


 


- Draco, eu...


 


- Hermione, essa foi a melhor noite da minha vida.


 


Ela sorriu.


 


- Da minha também, Draco.


 


Ele sabia que se morresse naquele momento, morreria feliz. Sentir o corpo dela não era comparável a nada. Sorriu, ao lembrar-se da época que dividiam o quarto em Hogwarts. Viu a interrogação no olhar castanho e esperto. Inclinou-se. O corpo arrepiou-se ao sentir a respiração dela tornar-se tensa. Ansiosa. Rápida. Ela fechou os olhos e entreabriu a boca. Ele inclinou-se mais um pouco.


 


Então, parou. Hermione era sua amiga. Não era uma garota qualquer como Pansy ou mesmo Astoria. Era mais do que sua amiga. Era algo tão mais do que isso que ele mesmo não tinha coragem de assumir. De pensar. De viver.


 


Odiando-se, pois sabia muito bem o sabor dos lábios dela, desviou seus lábios da boca e beijou-a na testa. Sentiu-a soltar a respiração contra seu pescoço. Decepção.


 


Algumas semanas depois, ele apareceu na casa com Astoria. Sua namorada.


 


Hermione chegou cedo ao Hospital. Tudo havia sido feito, mas foi impossível salvar a vida de Mary Helly e de Gabriel Melman. Outro paciente completaria os 17 dias naquela sexta-feira. Eles queriam avisar a comunidade bruxa, mas como? Nem sabiam como se dava o contágio, pelo menos haviam descartado a transmissão por via área.


 


Foi até o quarto de Jacobson. No fundo sabia que seria impossível achar uma cura em três dias. Ele estava em coma induzido, respirando com ajuda de aparelhos. Leu o prontuário com atenção, seus primeiros sintomas apareceram após contato com pó de fada mordente. Ela sabia que alguns bruxos eram alérgicos a esse pó, mas uma simples poção revertia os efeitos. Fez uma cópia dos dados principais do paciente e abriu a porta do quarto para voltar à sua sala.


 


- Senhorita Granger? – ela ouviu seu nome. Nunca aprenderia a não se envolver com as famílias e não sofrer com cada caso. Virou para trás e viu uma jovem bruxa, mulher de Jacobson. Uma criança pequena em seu colo.


 


- Olá, senhora Jacobson – ela nunca perguntava se estava tudo bem, era claro que as coisas não estavam nada bem – Como posso ajudá-la?


 


- Você vai salvar meu marido, não? Pesquisei sobre você e bem... sabemos de sua participação na guerra... Sabe... – ela viu lágrimas no rosto da mulher.


 


- Farei o possível, mas ainda não conseguimos diagnosticar o que vem causando... o que causou a doença no seu marido. Farei o possível – Hermione lançou um sorriso triste, sabendo que o possível não seria suficiente.


 


***


- Obrigado por comparecer, senhor Malfoy – Firth disse gesticulando com a mão para que Draco ocupasse a cadeira à sua frente.


 


- Essa reunião está relacionada com o excesso de pedidos de poções que tem acontecido nas últimas semanas?


 


- Prático como sempre. Sim, tem tudo a ver. Precisamos de um estoque maior e que seja entregue com mais frequência.


 


- O que está acontecendo? – Draco perguntou passando a mão pelos cabelos.


 


- Uma série de bruxos está contraindo uma doença desconhecida até agora. Nenhum tratamento tem surtido efeito, mas você terá uma reunião com a senhorita Granger sobre esse assunto. Vá até o escritório dela e marquem o quanto antes essa conversa.


 


Draco assentiu em silêncio. Dentro dele, um turbilhão. Trabalhar com Hermione. Morar com Hermione... Nada daquilo contribuía para a barreira que ele tinha colocado em seus sentimentos. A barreira de ter Hermione. E não só como amiga.


 


- Isso tudo é fome? – ele interrompeu seus pensamentos ao ouvir a voz dela. Olhou-a de forma interrogativa. Hermione o conhecia como ninguém – Você está xingando em voz baixa... E com uma cara que está espantando todos da sua frente.


 


- Menos você – respondeu sorrindo.


 


- Não tenho medo dessa sua cara de bravo. Você não me assusta mais – Draco riu e a abraçou. Hermione fechou os olhos e tentou, em vão, não respirar o cheiro dele. Era uma idiota. Andaram abraçados até o escritório dela.


 


- Parece que vamos trabalhar juntos, morena. – Hermione pensou um palavrão. Aquilo era provocação, muita provocação do destino. Eles andaram em silêncio até a sala dela. Ele sentou-se no sofá de dois lugares, enquanto ela pegava algumas pastas. – Não quer conversar sobre isso no almoço?


 


- Não... Não é a melhor conversa para o almoço e também devemos manter sigilo. Vai saber quem está nos ouvindo... – ela disse sentando-se ao lado dele passando os arquivos.


 


- Você e essa mania de perseguição... – ele disse sorrindo, mas ela estava séria.


 


- Draco, as pessoas estão morrendo em duas semanas – Hermione viu a fisionomia dele mudar – Já perdemos três bruxos e mais um vai morrer essa semana.


 


- E nenhum de vocês tem ideia de nada? – ele perguntou abrindo uma das pastas e lendo.


 


- Soubemos há pouco tempo, porque a forma de contágio é diferente em cada caso. – Draco a olhou interrogativo.


 


- Mesmos sintomas com contágios diferentes? Como isso é possível?


 


- Não tenho ideia... a mínima ideia... – ela passou a mão pelo rosto – Nossa sorte é que ainda não há contágio de bruxo para bruxo.


 


- Então você acha que alguém está...


 


- Propositalmente contaminando a população bruxa? Não tenho nenhuma dúvida quanto a isso. Passei os dados dos pacientes doentes e dos que morreram para Harry e Rony.


 


- Eles são nascidos trouxas? – Draco perguntou após ler algumas fichas médicas e anotações de Hermione.


 


- Também pensei nessa possibilidade. Alguns são, outros não. Alguns homens, mulheres. Jovens, adultos... Não parece ter um padrão e isso é que me deixa mais preocupada...


 


- Por quê?


 


- Porque não temos ideia quem será o próximo a ser envenenado e nem como prevenir a sociedade bruxa.


 


- Ainda bem que Skeeter não escreve mais para o Profeta... – Draco falou, mas isso não significava nada. Logo notícias sobre a incompetência do Ministério, dos medibruxos, curandeiros, aurores,... estaria estampada nos jornais. Notícias que causariam mais pânico do que tranquilidade – Posso usar sua conexão de flu?


 


- Claro...


 


- Vou pedir imediatamente que a produção de poções aumente. Também precisaremos do Longbottom. Será que podemos incluí-lo na nossa investigação?


 


- Draco Malfoy pedindo ajuda de Neville Longbottom? – Hermione perguntou sem esconder o sarcasmo.


 


- Não enche, Hermione. Ele é bom em Herbologia... o que eu posso fazer? – disse contrafeito, antes de ir até a lareira e entrar em contato com seus funcionários.


 


***


Depois do almoço com Draco, Hermione foi até o Ministério para conversar com seus amigos e saber se eles tinham feito alguma descoberta. Ela falou com Firth sobre a inclusão de Neville em suas pesquisas e ele aceitou, já conhecendo a fama do rapaz na área.


 


- Olá, rapazes! – ela disse cumprimentando os amigos. Eles vieram abraça-la e já esperava a pergunta de Rony, que era sempre a mesma:


 


- Quando vai mandar Malfoy embora da sua casa?


 


- Primeiro que a casa não é minha. Eu ainda não posso pagar por um lugar só meu e que seja decente. Além do mais, Draco já deu provas suficientes que mudou de lado, não acha? – Rony nada respondeu.


 


- Quer saber sobre os pacientes? – Harry perguntou mudando de assunto antes que os dois começassem a discutir.


 


- Descobriram alguma coisa? E o anel?


 


- Não achamos vestígio nenhum de veneno no anel. De alguma forma, deve desaparecer depois do contágio. Os donos da Loja não sabem como isso pode ter acontecido e nos deixaram examinar todas as joias. – Harry respondeu sentando-se e puxando uma série de pergaminhos.


 


- E não conseguiram nada? – ela perguntou desanimada.


 


- Nada, Mione – Ron falou – Ainda estamos examinando as joias, nem todas foram inspecionadas. Mas até agora... nada. Também capturamos as fadas mordentes na casa de Jacobson, só que não achamos absolutamente nada. E vocês?


 


- Ainda examinando. Estou com amostras de sangue e tecidos de todos pacientes. Estamos refazendo todos os testes.


 


- Vírus, bactéria,...?


 


- Vírus, Harry. Vocês podem enviar para meu escritório uma cópia de suas pesquisas?


 


- Claro, Mione – Ron respondeu juntando todos pergaminhos – Agora me conte, qual o lance entre você e aquele Simmons? – a morena apenas virou os olhos. Rony continuava super protetor. Era sufocante às vezes.


 


- Deixe-a em paz, Rony! – Harry brigou – Mas, qual o lance? – Hermione riu ao encarar os olhos esverdeados por trás das lentes.


 


- Estamos saindo, nos conhecendo... Ele me levou para jantar e vamos a uma festa juntos nesse fim de semana.


 


- Leve-o um dia para jantar conosco. Quero saber mais sobre ele – Rony falou entregando uma cópia do que tinham para Hermione.


 


- Está bem, papai – ela falou ironicamente guardando os pergaminhos.


 


- Está ficando irônica como o Malfoy – o ruivo respondeu bravo.


 


- Hermione fica com quem quiser, Ron – Harry a defendeu – Aliás, melhor ela ficar com o Simmons do que com o Malfoy, não acha? – ambos riram, sem perceber a dor nos olhos dela.


 


***


 


- Mimi – ela rolou os olhos ao ouvir Draco chama-la assim. Logo em seguida ele entrou em seu quarto e sentou-se na cama. Ela estava trabalhando e girou a cadeira ao vê-lo deitado de forma desleixada sobre sua cama. Os braços cruzados atrás da cabeça. Como ele podia ser tão sedutor? Balançou a cabeça afastando esse pensamento. Ele a vê apenas como amiga, sua tola.


 


- Diga, Draco... – Hermione falou suprimindo a vontade de beija-lo. Ela estava com Sean. Sean. Sean. Se-an. Continuou repetindo para si mesma.


 


- Astoria viajou – ele não escondeu o alívio em seu tom – com os pais para um evento babaca qualquer de moda. Será que podemos sair para jantar hoje?


 


- Você percebeu que ultimamente só me chama para sair aos fins de semana quando não está ocupado com ela?


 


- Ela é minha namorada, Hermione. Não tem sentido eu sair com você e não com ela – ele sentiu que as palavras magoaram a amiga assim que falou. E não era nada disso que ele queria dizer. Levantou-se, sentando no pé da cama e alcançando a mão dela – Não foi isso que eu quis dizer... eu quis... – os olhos castanhos magoados era algo que sempre partia seu coração.


 


- Sim, foi isso que você quis dizer e está certo – ela puxou a mão e saiu do quarto, ele a seguiu – Ela, afinal, é sua namorada. Eu sou apenas a garota que você divide uma casa – Draco a puxou pelo braço, forçando-a a olhar para ele.


 


- Você sabe que é mais do que isso para mim, Hermione. É que... – ele não sabia como continuar e ela apenas queria o que nunca mais ia acontecer: sentir os lábios dele nos seus.


 


- De qualquer forma eu não posso. Vou sair com Sean – sentiu os dedos dele apertarem seu braço com um pouco mais de força, antes do toque cessar.


 


- Sean, claro... - Draco brigava contra as palavras e os sentimentos. Por que era tão covarde? Virou de costas e bateu a porta do seu quarto. Ficou a tarde toda deitado, ruminando pensamento e lembranças.


 


- Hermione, eu trouxe alguém para o jantar. – Draco disse da sala.


 


- Ah é? Quem? – ela perguntou aparecendo e limpando a mão no avental. Congelou e não pôde evitar que o sorriso sumisse de seu rosto. Astoria Greengrass.


 


- Astoria. Lembra-se dela? De Hogwarts? – ele falou tentando quebrar a tensão entre as duas.


 


- Claro... Tudo bem? – Hermione perguntou estendendo a mão. Astoria olhou para a mão de Hermione e apenas disse:


 


- Você quem está cozinhando? Não tem elfos domésticos trabalhando por aqui? – o rosto da grifinória tornou-se sério. Ela recolheu a mão e olhou para Draco. Espero que ele falasse algo. Nada. – Ai, Draco... vamos sair para jantar, então... – a loira falando deslizando o dedo pelo peito dele. Hermione fechou o punho com raiva. Eles, afinal, tinham combinado jantar juntos.


 


- Bom,... Hermione, você não fica chateada, né? É apenas um jantar...


 


- Claro, Draco. Apenas um jantar. – ela virou-se e voltou para cozinha, Draco xingou-se mentalmente. Ele nunca ia parar de magoa-la?


 


Por que era tão difícil simplesmente pegar Hermione e beija-la? Tê-la em seus braços como quando tinham 16 anos? Quanto tempo continuaria enganando a si? Enganando Hermione? Quanto tempo? Quando a única coisa que queria era dizer o que sentia e beija-la e tê-la em seus braços até que o mundo se acabasse. Ouviu a campainha tocar e os passos dela pelo corredor. Sabia que ela estava parada em frente à porta do quarto. Depois os passos continuaram. Colocou o travesseiro sobre o rosto. Era um completo idiota. Sem saber o que fazer, levantou-se e foi até sua mesa. Pegou um pergaminho escreveu umas palavras. Talvez ele pudesse ajudar.


 


***


- Você está bem? – Sean perguntou ao abrir a porta do carro para ela.


 


- Sim, estou. Foi uma semana difícil – ela falou. No dia anterior, precisou assinar o atestado de óbito de Jacobson. Mal conseguiu encarar a mulher dele que chorava copiosamente.


 


- Ainda é assunto confidencial? – ela assentiu e olhou pela a janela.


 


- Hermione – ela olhou para Sean e viu que ele parou no farol vermelho. Então, aproximaram-se e ele a beijou. Apenas separando-se quando ouviram uma buzina. Ambos riram.


 


- Por que você sempre vem me buscar de carro? Aparatar é mais fácil.


 


- Eu gosto de dirigir – ele disse dando de ombros – mas, se você insiste, no próximo encontro usamos a aparatação – Sean estacionou o carro no meio fio.


 


- Próximo encontro? – Hermione perguntou sorrindo.


 


- Muitos deles, se depender de mim – ele respondeu piscando e saiu do carro para abrir a porta para ela. Andaram até a casa de mãos dadas. Ela estava um tanto nervosa por conhecer os amigos de Sean. Claro que quando foi apresentada, houve o habitual murmúrio sobre ser amiga de Harry Potter e sua participação no fim da guerra.


 


- É bom estar com uma bruxa famosa – Sean falou brincando e ela apenas girou os olhos.


 


- Eu não gosto desses comentários. Nunca vou me acostumar. Já faz tanto tempo e as pessoas não param de falar sobre isso.


 


- O que fizeram foi grandioso, Hermione – ele disse beijando-a levemente – Vou pegar algo para bebermos, ok?


 


Ela ficou um tanto deslocada por estar em um lugar que não conhecia ninguém, mas logo viu um rosto conhecido. Alicia Spinnet. A antiga colega dos gêmeos aproximou-se sorrindo e deu um grande abraço em Hermione.


 


- Hermione Granger! Não acredito! O que faz aqui?!


 


- Vim com Sean, ele é amigo do Jack, aniversariante. E você?


 


- Jack é meu primo! Como andam as coisas? Eu me mudei para França depois da guerra e acabei perdendo contato com a maioria das pessoas. E os gêmeos?


 


- Estão bem. Aprontando como sempre e a loja fazendo cada vez mais sucesso. E você? O que anda fazendo?


 


- Abri um pequeno café em Paris. Ainda no começo, mas cada vez mais clientes. – Alicia passou a mão pelo pescoço, coçando-o rapidamente – E você?


 


- Estou no St Mungus. Na ala de Danos por Magia, mas fazendo curso em outras áreas também para me aperfeiçoar em diversas doenças.


 


- Claro, Hermione Granger nunca deixa de estudar – ela brincou e voltou a coçar o pescoço. Hermione percebeu e perguntou:


 


- Desculpe, está com alguma alergia? Posso fazer um algum feitiço ou receitar uma poção...


 


- Não, não... Não costumo ter alergias. Apenas essa coceira que começou há uns dois dias – Hermione ficou séria – Agora me diga, é verdade que está morando com Draco Malfoy? Ele melhorou bastante, não? Vi umas fotos dele no Profeta...


 


- Quem melhorou bastante? – Sean perguntou aproximando-se das duas bruxas – Olá, Alicia. Você e Hermione se conhecem de Hogwarts?


 


- Sim, eu era da turma dos irmãos de Rony. Os gêmeos, sabe? Que tem uma loja de logros? – Alicia falou passando a mão pelo braço.


 


- Alicia, você não quer ir ao Hospital? – Sean percebeu a preocupação no rosto da morena.


 


- Não, Hermione. Começou depois que usei um creme. Ainda bem que me livrei dele assim que começou a coceira! – ela riu, mas Hermione continuava séria e isso não passou despercebido por Sean – Agora, vou deixar os pombinhos a sós - e afastou-se.


 


- O que houve?


 


- Sean, ela precisa ir ao Hospital. – falou sem tirar os olhos de Alicia.


 


- É apenas uma coceira. Você está aqui para se divertir e não trabalhar. Trouxe um vinho, pode ser?


 


- Pode não ser só uma coceira... – ela olhou para cima, encarando os olhos azuis.


 


- Tem algo relacionado com o assunto confidencial do seu trabalho?


 


- Você é inteligente... – respondeu sorrindo – Sim, tem... Desculpe estragar a festa, mas precisamos leva-la ao St Mungus.


 


- Vou procurar um local onde possam conversar, vá atrás dela.


 


Sem pensar duas vezes, ela passou pelas pessoas atrás de Alicia. Mas, não conseguia encontra-la. Encontrou-a na cozinha bebendo água.


 


- Alicia...


 


- Oi novamente, Mione! Precisei beber um pouco de água. Até parece que estou de ressaca – o rosto de Hermione ficou ainda mais tenso e a outra percebeu.


 


- O que houve? – nesse instante Jack e Sean apareceram.


 


- Venha, vou leva-las a um dos quartos para que possam conversar – o aniversariante falou.


 


- O que está havendo? – Alicia perguntou seguindo o primo. As duas entraram no quarto e Hermione falou com o tom mais calmo que conseguiu encontrar:


 


- Alicia, eu preciso que você me acompanhe imediatamente ao St Mungus. Esses sintomas que está sentindo, coceira e sede, estão relacionados com uma doença recém descoberta. Talvez não seja nada, apenas coincidência. No entanto precisamos verificar, ok?


 


A bruxa mais velha sentou-se sem esconder o choque. Nunca tinha ouvido falar sobre isso.


 


- Algo importante: onde está o creme que usou?


 


- Joguei no lixo. Mas, você tem certeza que é a mesma doença? – ela perguntou cruzando as pernas.


 


- O que é isso? – Hermione falou ajoelhando-se – Com licença – e levantou um pouco mais o vestido. Uma pequena ferida na coxa direita – Quando apareceu?


 


- Não sei... não sei... não lembro de ver essa ferida ao me vestir. Hermione, o que está acontecendo?


 


- Fique calma – Hermione mentiu ao continuar sua fala – Tudo vai dar certo – e apertou levemente a mão da antiga colega de Casa. Abriu a porta e encontrou Jack e Sean parados. Os dois com o olhar preocupado.


 


- Preparei uma chave do portal. Eu vou com vocês.


 


- Não, Jack. É seu aniversário – Alicia falou abraçando o primo – Tenho certeza que não é nada de mais, certo Hermione?


 


- Eu acompanho as duas – Sean falou ao notar o olhar vacilante de Hermione – E qualquer coisa volto com notícias, combinado? – ele apertou gentilmente o ombro do amigo. Os três seguraram uma taça e foram levados diretamente para o hospital bruxo.


 


Ao chegar lá, Hermione falou:


- Espere-me aqui e logo voltarei com notícias – ela falou olhando para Sean – Alicia, venha comigo, por favor. - Elas andaram em um silêncio nervoso – Dê sua entrada aqui, ele encaminharão você para o quarto andar. Espere por mim. Diga que serei sua medibruxa, certo? – a ex-artilheira assentiu em silêncio. Hermione encaminhou-se rapidamente até sua sala, agachou na lareira e chamou por Taub. O velho bruxo apareceu na lareira, sabendo que apenas uma emergência faria Hermione chamar por ele, sendo que não era horário do plantão dela.


 


- O que houve?


 


- Acho que temos mais um caso – ela o ouviu falar um palavrão.


 


- Daqui a 15 minutos estarei aí. O paciente foi encaminhado para seu andar?


 


- É uma mulher. Sim, ela virá para cá. Chamo mais alguém?


 


- Sabe como ela contraiu?


 


- Segundo ela um creme que usou.


 


- Se confirmar a doença avise seus amigos aurores, Potter e Weasley. Veja se conseguem pegar essa merda de creme! Chame Jonah Freeman.


 


- Sim, senhor – a comunicação se desfez e ela chamou seu colega. Ele não ficou nada contente de ter que ir ao hospital um sábado à noite. Bom, ela também não gostava nem um pouco de estar ali, ainda mais sabendo que a probabilidade de Spinnet estar contaminada era grande.


 


Foi até o quarto onde Alicia havia sido internada. Viu que a moça andava de um lado para o outro. Já com o avental do hospital.


 


- O que está havendo, Hermione?


 


- Sente-se, querida – Hermione falou apoiando delicadamente a mão nas costas da outra e a conduziu até uma poltrona que havia no fundo do quarto – Farei um exame em você para confirmar se é a doença que te falei. Sei que não é comum entre os bruxos, mas precisarei tirar uma pequena quantidade de sangue.


 


- Do meu sangue? Para quê?


 


- Isso, do seu sangue. Enquanto estiver aqui não poderá se comunicar com ninguém, até que confirmemos o que tem. Depois chamaremos seus pais. Você está namorando ou... – Hermione olhou rapidamente para a mão esquerda da outra bruxa.


 


- Não, estou solteira. Mas, minha mãe faleceu uns anos atrás – Alicia falou com a voz levemente embargada pela lembrança – Pouco depois do fim da guerra. Irônico, não? – Hermione organizou tudo para retirada do sangue.


 


- Você sentirá apenas uma picada. Se tiver aflição de agulhas, pode olhar para o outro lado.


 


- Tenho uma tatuagem... E acredito que agulha é meu menor problema no momento.


 


Depois que terminou o procedimento, Hermione pediu licença e saiu da sala. Encontrou com Jonah enquanto se dirigia ao laboratório que haviam improvisado para analisar os casos da doença misteriosa e ainda sem nome.


 


- Pode me xingar – ela falou brincando.


 


- Já xinguei, Granger – o bruxo respondeu em tom de brincadeira. Ele era um bruxo não muito mais alto que Hermione. Apesar de ser novo, seus cabelos já começavam a rarear – Esta indo realizar o teste?


 


- Sim... E queria sua ajuda nesse caso. Eu a conheço – os dois caminhavam lado a lado, e Jonah diminuiu um pouco os seus passos ao ouvir essa informação. – Não somos próximas e nada disso. Ela era da mesma época que eu em Hogwarts, dois anos na frente – Hermione olhou para expressão séria do colega de trabalho e entendia muito bem o que ele estava pensando. O pensamento que também a atormentara – Sim, está muito mais perto do que imaginamos. Até agora tratamos apenas de desconhecidos, só que em breve...


 


- ...as coisas vão começar a mudar. Quer que eu fale com ela? Se... confirmarmos? – ele perguntou.


 


- Obrigada, mas eu falo com ela – eles entraram no laboratório e começaram a trabalhar – Acho que devemos comunicar logo a mídia e outras instâncias do Ministério. Talvez se tratarmos a doença no estágio inicial, tenhamos alguma chance.


 


- Quais sintomas ela já apresentou?


 


- Os três primeiros: coceira no corpo, sede excessiva e brotoeja. Esse último, eu identifiquei agora à noite. Ela alega não ter visto mais cedo – só então Jonah olhou atentamente para Hermione.


 


- Estava numa festa com o Malfoy? – ela rolou os olhos.


 


- Sabe que não. Ele ainda namora a sonsa da Greengrass. Estou saindo com outro bruxo, Sean Simmons.


 


- Humm, Sean Simmons? O nome não me estranho...


 


- Talvez o conheça de Hogwarts. Ele deveria estar no quinto ou sexto ano quando você entrou.


 


Hermione sentou-se em uma banqueta alta, esperando pelo resultado. A porta foi aberta e o Sr. Taub entrou e cumprimentou os dois.


 


- Estamos esperando o resultado – Hermione adiantou-se em falar – E também... acho que devemos divulgar sobre essa doença.


 


- Eu também concordo, senhor. Como Hermione disse mais cedo, talvez haja tratamento se diagnosticarmos a doença em seu estágio inicial.


 


- Firth quer esperar – falou a contra gosto – Falei com ele antes de vir aqui. Ele acha que ainda é cedo e causaríamos pânico na comunidade.


 


- Mas, senhor... – Hermione começou, mas foi interrompida.


 


- Tenha certeza que vou concordar com todos seus argumentos, só que ele está irredutível – o chefe dela respirou fundo – Escrevam um documento com todas as razões para divulgarmos sobre essa doença. Acham que Rachel Moore também assinaria? – Hermione e Jonah se olharam incertos.


 


- Moore é muito ambiciosa e bem... – Hermione mordeu o próprio lábio para falar que não era uma ambição saudável e sim aquelas ambições que faz a pessoa passar por cima de tudo e todos - Acho que não faria nada que contrariasse a opinião de Firth – a morena tomou a iniciativa de falar ao ver o colega gaguejando uma explicação para não incluírem a outra medibruxa na preparação do relatório.


 


- O resultado saiu... – Jonah falou – Ela está contaminada, Hermione. Sinto muito.


 


Ao chegar ao quarto, encontrou Alicia virando as folhas de uma revista qualquer. Hermione pediu que Jonah esperasse do lado de fora enquanto dava a notícia.


 


- Então,... – os olhos grandes e castanhos de Alicia estavam ansiosos e receosos.


 


- Alicia, - Hermione começou, sentando-se na beirada da cama – descobrimos uma nova doença que vem atingindo os bruxos. É bem recente e a forma de contágio acontece por diferentes maneiras. Você apresentou os sintomas iniciais e, por isso, fiquei preocupada. Infelizmente, querida, você está contaminada.


 


- Oh – Alicia fechou e abriu a revista – E qual o feitiço ou poção de cura? – Hermione desviou os olhos da antiga colega de casa – Qual?


 


- Não há cura por enquanto, Alicia. – falou de uma vez. A bruxa à sua frente voltou a mexer de maneira nervosa na revista que estava em seu colo – Um funcionário do hospital vai chamar seu pai... Quer que Sean busque seu primo? Será importante ter alguém com você...


 


- Nunca ouvi falar sobre essa doença – ela disse em tom defensivo. Hermione já esperava por isso.


 


- Ainda não divulgamos. Eu e meu colega, Jonah, que está lá fora e também será seu medibruxo, faremos um relatório defendendo que a comunidade bruxa saiba o quanto antes.


 


- Minha doença poderia ter sido evitada, Hermione! É sua culpa! – Alicia falou e levantou-se.


 


- Não tenho ideia do que está passando, Alicia. Só que nada poderia ter evitado. O contágio se dá de forma aleatória. No seu caso, provavelmente, foi o creme.


 


- Quantos casos? – ela perguntou.


 


- Não posso revelar, Alicia. Vou pedir para Sean chamar seu primo e... preciso que assinem esse Termo de Confidencialidade.


 


- E se eu não quiser assinar? – Alicia falou cruzando os braços.


 


- Apenas tornará as coisas mais difíceis... Eu realmente sinto muito, Alicia. Vou falar com Sean, enquanto Jonah explica para você o tratamento.


 


Seguiu para o saguão e encontrou Sean esperando de braços cruzados, apoiado contra um pilar. Ela permitiu-se um breve sorriso. Sean era realmente um bruxo muito bonito e sexy.


 


- Desculpe a demora... – ela falou dando um rápido selinho nele.


 


- E Alicia?


 


- Ela ficará internada. Sean, desculpe... eu... – ele a calou colocando delicadamente seu indicador sobre os lábios dela.


 


- Eu sei como é, Hermione. O que posso fazer por você?


 


- Você pode chamar o Jack? Sei que é o aniversário dele...


 


- Se eu bem o conheço, essa hora ele já deve ter posto todos convidados educadamente para fora. Ele e Alicia são bem próximos. Vou trazê-lo aqui e volto em instantes. Você estará com ela?


 


- Sim, no quarto 444. Ficarei tempo suficiente apenas para resolver algumas questões burocráticas, depois vou para casa. Não há muito que se fazer depois que dermos as primeiras poções. – eles se despediram com um beijo e Hermione foi até seu escritório para entrar em contato com Harry. Ela pegou o espelho de comunicação e o chamou. Depois de alguns instantes o rosto dele apareceu. O cabelo mais despenteado que o normal.


 


- O que aconteceu, Mione? – ele perguntou com a voz rouca de sono.


 


- Preciso falar com você em particular – ela o ouviu murmurando algo. Harry foi até a cozinha, quando voltou a encarar o espelho já usava os óculos.


 


- O que houve?


 


- Mais um caso daquele doença, Harry... Preciso que você e Ron procurem um pote de creme. E... é a Alicia, Harry.


 


- Spinnet? – o auror viu a amiga acenando levemente com a cabeça.


 


- Que merda... E ela acha que foi um creme?


 


- Sim, ela o jogou fora por achar que tinha dado alergia.


 


- Como ela está? – Harry perguntou enquanto preparava um café.


 


- Bem chateada. Jonah está com ela. Nem contei... não consegui contar que ela tem pouco mais de 15 dias de vida, Harry... Quinze dias.


 


- Fique calma. Vamos resolver isso. Quando poderemos tornar esse assunto público?


 


- Firth acha que não devemos.


 


- Como não? Esse cara tem bosta na cabeça?! – Harry balançou a cabeça de forma negativa – Não basta o que passamos anos atrás com Voldemort?


- Eu e Jonah vamos escrever um documento, fazer uma petição pedindo que o caso venha a público até o final da semana. Você e Rony poderiam assinar. Vamos fazer uso dessa porcaria de fama do “Trio de Ouro”.


 


- Se precisarem de alguma ajuda... A visão de dois aurores deve contribuir.


 


- Sem dúvida. Vou falar com Draco também. Ele pode ser de grande ajuda – ela falou a última frase em tom bravo ao ver o olhar do amigo.


 


- Não estou falando nada.


 


- Nem precisa...


 


- É, não preciso mesmo. Vou chamar o Rony... Ele vai querer te matar.


 


- A minha cota de quase ser assassinada hoje já foi alcançada, Harry... Beijos e se cuide!


 


- Você também. Te amo – ele falou e guardou o espelho.


 


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O caminho de volta foi silencioso. Hermione apenas olhando a paisagem que passava pela janela de maneira desfocada. Agradeceu por Sean não tentar puxar nenhum assunto com ela.


 


- Estraguei o aniversário do seu amigo – ela falou quando o carro encostou.


 


- Não pense dessa forma. Você estava apenas fazendo seu trabalho e tenho certeza que logo Alicia estará bem.


 


- Quer entrar? Tomar um chá antes de ir embora? Estou precisando me acalmar...


 


- Claro – ele falou saindo do carro e indo abrir a porta para ela.


 


Entraram na casa, as luzes todas apagadas. Hermione não sabia se encontraria Draco, mas também não estava se importando. Pelo menos fingia não se importar. Quantas e quantas vezes ela não teve que engolir o nó em sua garganta, espantar a dor no peito e o coração que parecia quebrar em vários pedaços ao vê-lo com Astoria em cada canto daquela casa?


 


Assim que entraram, Hermione tirou os sapatos e soltou uma exclamação de prazer. Sean sorriu e a seguiu quando ela foi para a cozinha.


 


- Está com fome? A senhora Weasley mandou uns cookies de chocolate que são uma perdição.


 


- Imagino que sejam. Precisa de alguma ajuda?


- Não, não. Pode deixar – ela colocou a água para ferver e duas xícaras sobre a bancada. Esticou-se para pegar o pote onde estavam os cookies. Sean não pôde evitar olhar para o corpo dela e aproximou-se. Ficou bem próximo dela e sussurrou:


 


- Eu pego para você. – o corpo de Hermione reagiu ao senti-lo atrás de si. Virou-se de frente para ele e inclinou sua cabeça para cima, olhando-o nos olhos.


 


- Obrigada.


 


Sean colocou o pote sobre a mesa e suas mãos foram para a cintura dela, diminuindo ainda mais a distancia. Beijou a linha do queixo, alternando sua língua com seus dentes. Hermione soltou o ar pesadamente. Um sorriso em seus lábios. Ele parou a milímetros da boca dela e falou mais baixo que um sussurro:


 


- Você é linda... – depois a beijou, sua língua imediatamente invadindo a boca dela. As mãos de Hermione percorriam as costas dele. Uma das mãos de Sean segurava-a possessivamente pela cintura, a outra estava em sua nuca. Impedindo que suas bocas se separassem.


 


Hermione passou a mão por baixo da camisa, passando levemente a unha pelas costas de Sean. Ele gemeu contra o lábio dela e a levantou, fazendo com que ela sentasse sobre o balcão. A mão dele tocava a coxa, cintura, barriga. Arriscou passar a mão por baixo de tecido, ainda receoso do quanto poderia avançar.


 


Sean desceu os lábios, beijando-a no pescoço, queijo, boca. As mãos dela apoiaram-se na bancada, inclinando-se para dar mais acesso para ele. Sem querer, esbarrou nas xícaras, que caíram no chão. Os dois assustaram-se, mas logo voltaram a colar seus corpos.


 


As duas mãos dele estavam na cintura de Hermione, por baixo da camiseta. Sentindo a pele quente e macia.


 


- Que merda está acontecendo aqui? – eles se separaram.


 


Draco havia escutado o barulho de algo quebrando e correu para cozinha. Encontrou sua Hermione no maior amasso com Simmons. O bruxo tocando partes que ele nunca conhecera. Seu coração parecia que pararia de funcionar naquele momento. Apontou a varinha e nem percebeu as palavras saindo da sua boca. Apenas olhava para Hermione. Machucado. A boca dela vermelha e a roupa bagunçada. Estava ferido. Sem pensar em mais nada, estuporou Sean Simmons.

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Comentários: 14

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Enviado por Ju Fernandes em 21/01/2012

Se ele não tivesse estuporado, eu teria! =)

Nota: 5

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Enviado por marcela miranda em 25/12/2011

aaaeee, até que em fim ele teve a coragem de estoupora ele. Eu estou amando, espero que a Alicia seja curada. 

beijos

Nota: 5

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Enviado por Fernanda Toledo em 12/10/2011

Foda essa doença misteriosa...

 

Achei q tinha estragado de vez a noite da Hermione, mas não é que quem acabou atrapalhando foi o nosso loirinho ciumento preferido?! rss

adorooo

Nota: 5

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Enviado por Jheni weasley em 23/08/2011

Comecei ler a fic hoje, e não pude parar de ler, pois me apaixonei por essa história.Desculpa por ter postado só agora, não postei antes pois a curiosidade falou mais auto.  Eu adorei a Mione (ou como o anjo loiro fala, Mimi) cuidando do Draco foi muito fofo,    e dele tentando proteger a Mimi no começo e o beijo dos dois nem se fala então. Tive uma pena do Blaize Zabini, ele amava a Mione de verdade.   E a piriguete da Astoria o mulher mais chata, pensei que o Draco tinha gosto melhor. Falando em gosto, que gosto bom que a Mione tem viu, o Malfoy, Weasley,Zabini,Simmons e etc(muitos outro que vieram  antes desses gatos). Coitada da Alice espero que eles descubram a cura o mais rápido possível. Vou parar de enrola esse seu ultimo capitulo que vc escreveu e de se matar, Merlin ate imagino a reação do loiro vendo sua Mimi ali com outro, ele não pode reclamar dormiu no ponto monte de vezes.To ansiosa pro próximo capitulo, bjus. E parabéns vc escreve muito.

Nota: 5

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Enviado por Elisa Carvalho em 22/08/2011

Essa fic tem uma ideia divina, prende a gente a cada capítulo! Espero não demorar muito pra ler o próximo capítulo! XD

Amando muito essa fic!!

Estou suspeitando de que o Draco adquirirá essa doença, espero não estar certa, não quero ver o Draco sofrendo e a Mione mais ainda pra achar a cura!! Se bem que ia tornar a fic incrível. rsrs

Bjs e muita inspiração!!

Nota: 5

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Enviado por Jaque Granger Malfoy em 20/08/2011
Amei serio e essa doença é perigosa hein mas sei la acho que esse Sean Simmons é meio estranho pra mim ele é um suspeito a respeito da doeça sei lá hsaasuh talvez eu tenha viajado hsauhasuha e o Draco no final hahaha estuporando ele foi ótimo ;D tudo bem que o Draco esta agindo como um idiota em relação a Hermione.. quero eles juntos logo *-* haha mas espero que não demore a atualizar Beijos
Nota: 5

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Enviado por Valquiria Felton em 13/08/2011

precisamos de mais capitulooos D:

Nota: 1

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Enviado por jessica salicio da silva em 13/08/2011

Que capitulo lindo! Esse final foi espetacular, mas eae ?  A Mione vai brigar com o Draco  e ficar ao lado do Sean? O Draco vai falar tudo que sente? 

Morrendo, morrendo e morrendo de ansiedade e curiosidade.

Nota: 5

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Enviado por Tonks Fenix em 09/08/2011

Gostei muito do capítulo... o Draco super ciumento, mas, eu aposto que vai ter confusão com a Mione... com certeza!

Amore, num desanima dela não... Bjinhus!!!

Nota: 5

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Enviado por jessica salicio da silva em 03/08/2011

Artemis você deveria continuar essa aqui também, por ser uma fic tão boa e eu to ansiosissima pra ver a continuação do capitulo. Eu acompanho suas outras fics também e todas me matam, capitulo após capitulo.
Linda demais você :*

Nota: 5

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Enviado por Valquiria Felton em 22/07/2011

aaaah , preciso ler o restooooo ! perfeita demais, amo dramione, não me decepcione !

Nota: 5

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Enviado por Jamii Altheman em 30/04/2011

mimimimi.... 

Tudo bem, entendo que conciliar a vida de autora e vida social juntamente com todas as responsabilidades cabiveis é complicado

torço para que você tenha tempo logo.

boa semana.

Nota: 5

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Enviado por Jamii Altheman em 17/04/2011

ae aeee, leitora nova..

que trecho foi esse? so pra deixa com agua na boca né. devia ser pecado.

aguardo att.

beijo e boa semana

Nota: 5

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Enviado por Prado Soares em 22/03/2011

aiinn... que trechinho pra dar aguana boca heim? eu qro maaaaiiis... volta logo? por favooor xD

Nota: 5

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