FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

34. A dor de Hermione


Fic: As coincidências de nossas vidas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Olá gente, peço desculpas pela demora em postar o capítulo, meu login estava com problema e eu não conseguia acessar, mas aqui estou eu novamente com um capítulo novinho. espero que gostem.

Thaiana, sei como é ler no celular e querer postar um comentário e não conseguir, horrivel, vc acaba tendo que fazer depois, mas agradeço que tenha vindo me presentear com o comentário.  

Luana Mara,  Desculpa a demora, mas aqui está o novo capítulo.... bjusss


**********************************


34


A dor de Hermione


 


Snape abriu lentamente os olhos, reconheceu o lugar de imediato, afinal era seu quarto. Como sempre antes de se mexer fez sua avaliação sobre seu estado, devagar tentou mexer seus membros descobrindo que estavam todos bem e inteiros, depois concentrou-se nas dores para saber onde elas estavam localizadas, mas para sua surpresa não tinham tantas quanto deveria ter. Ao se concentrar um pouco mais, lembrou-se da noite em que teve permissão de voltar e com muito sacrifício conseguiu aparatar em seu jardim arrastando-se para dentro. Mal conseguiu abrir a porta e já estava prestes a chamar Spook quando ela apareceu. A visão de seus olhos assustados não era belo, mas ainda assim era a melhor visão que tivera depois de tantos dias enclausurado naquela masmorra nojenta tendo como companhia os ratos e, pior ainda, os comensais a mando do Lord das Trevas. Ele pedira para ela ficar, para ela o ajudar e ela o ajudou, o levou para o quarto e lhe deu a poção que sempre deixava separada para aquele momento, depois disso tudo apagou e não se lembrava de mais nada.


Logo presumiu que fora cuidado por Harry, pois não sentia tanta dor quanto deveria e naquele momento o único lugar que o incomodava era sua cabeça latejante. Não teve coragem de se mexer mais, por isso ficou apenas respirando e olhando para o teto até que a porta se abriu e por ela entrou Hermione com seu jeito tímido. A luz se acendeu e Snape teve que fechar os olhos incomodado, mas logo os abriu e se encantou com o sorriso da menina. Porém o encanto passou quando se deu conta de que ela provavelmente já sabia o que deveria ter acontecido, afinal ela deve ter ajudado a cuidar dele junto com Harry. E agora? Como poderia olhar dentro daqueles olhos castanhos e grandes sem sentir vergonha por estar tão vulnerável?


- Boa noite, professor Snape. Como está se sentindo?


- Boa só se for para a senhorita. – Respondeu ríspido desejando que ela saísse logo e o deixasse sozinho.


Hermione estacou por um momento com a grosseria de Snape, mas logo se lembrou que Madame Pomfrey avisou que o humor dele mudaria e ficaria bem instável, às vezes até mesmo impossível de se aturar.


- O que aconteceu depois que me trouxe para o quarto?


- Harry chamou o professor Dumbledore e Madame Pomfrey, que deu as poções certas para cuidar de seus ferimentos. Acredite, sem as pomadas o senhor provavelmente estaria desmaiado até amanhã.


- Não precisava ter incomodado ninguém, eu sei me cuidar muito bem. Agora se me der licença senhorita Granger, eu gostaria de ficar sozinho.


- Está bem, eu vou mandar trazer sua comida.


- Não estou com fome. – Respondeu ríspido.


Snape nem olhava para Hermione, tinha em seu rosto uma expressão de completo desgosto. Queria que todos sumissem, inclusive ele mesmo. Hermione estava sentida com aquele tratamento, sabia que Snape teria o humor alterado, só não sabia que suas palavras a machucariam tanto.


- Mas, o senhor tem que se alimentar e...


- Já disse que não estou com fome, será que perdeu a capacidade de entender as coisas senhorita Granger?


Hermione abriu a boca diversas vezes para tentar dizer algo, mas no final a fechou e saiu do quarto com o coração despedaçado e os olhos marejados. Seus pés a levaram até o belíssimo jardim e ela se sentou na grama recém cortada olhando para o céu escuro com as nuvens passando como vultos negros que clareavam com a luz da lua. Estava ventando bastante e sua capa esvoaçava atrás dela batendo em uma árvore perto enquanto a menina sentia o gelado vento cortar-lhe o rosto, mas seu coração estava mais cortado ainda. Somente quando o sol começou a ameaçar nascer no horizonte que ela entrou na mansão e se encolheu embaixo das cobertas de sua cama


Como Madame Pomfrey havia dito, Snape ficou bom logo, já podia fazer tudo normalmente. O que foi um grande alívio, pois Harry teve que ficar lidando com um Snape rabugento que não queria ajuda para nada e reclamava de tudo. Foi um grande sacrifício conseguir convencer Snape de que ele precisava de ajuda do Harry para passar as pomadas medicinais em certas partes delicadas de seu corpo e por fim Harry saiu derrotado do quarto deixando Spook com essa função. Hermione permaneceu durante todo esse tempo afastada e evitando entrar no quarto de Snape, o que foi um alívio e um tormento para o professor, pois ansiava cada dia mais encontrar o brilhante olhar da grifinória, mas odiava-se pela vergonha que era ler nesses mesmos olhos que ela sabia o que ele havia passado.


Em um dia de temporal, Snape encontrava-se na sala lendo um livro, o que fazia bastante desde que pôde sair do quarto, sentado confortavelmente em sua poltrona quando Hermione passou correndo pelo aposento e saiu chorando em direção ao jardim.


- Mione espere. – Gritou Harry abrindo a porta da entrada, mas encontrando um jardim chuvoso e vazio. Fechou a porta e voltou para a sala onde encontrou Snape em pé com cara de interrogação. – Ela aparatou.


- Como assim aparatou? Vocês não podem aparatar sem a minha autorização.


- Eu sei.


- Eu vou pular toda a parte onde falo para você que isso é arriscado e que vocês são um bando de cabeças ocas que só fazem as coisas erradas colocando a vida em risco, e perguntarei logo o que está acontecendo.


- Voldemort matou os pais de Mione. Ele tentou saber onde eu estava, como eles não disseram, ele os matou. Ela acabou de receber uma carta a informando sobre a morte deles, como era de se esperar, ela ficou chocada e agora foi para algum lugar no meio desse temporal.


- Ela acabou de saber que os pais morreram, dê tempo a ela, deixe-a sozinha um pouco, ela logo voltará.


Snape parecia extremamente calmo, mas por dentro sua vontade era de se matar. Durante toda essa semana Hermione tentou ser gentil e cuidadosa e ele só a maltratou sem ter motivo, a viu chorar, mas não pediu desculpas. Pensava somente em seu próprio sofrimento sem dar a chance de outras pessoas o ajudarem. Agora Hermione, que poderia ter pedido ajuda a ele, estava em algum lugar, provavelmente perdida. Tentava pensar que ela estava bem e que logo voltaria para casa, mas mesmo assim o desespero tomava conta de seu corpo.


- Ela voltará logo. – Disse Snape para si mesmo.


 


(...) – Severus já faz cinco horas que ela sumiu.


- Calma Harry.


- Como calma? Hermione perdeu os pais e sumiu no meio de um temporal, é claro que eu estou preocupado, pois além de poder se perder em algum lugar desconhecido, os comensais podem encontrá-la e pare de fingir que não está preocupado também, pois sei muito bem que por dentro você está quase se matando de preocupação, então para com isso que não está ajudando.


- Então o que quer que eu faça?


- Não sei, faz qualquer coisa, grita, chora, faz qualquer coisa menos ficar ai sentado com cara de despreocupado como se eu tivesse dito que uma barata se perdeu em algum lugar. Eu disse que Hermione está em algum lugar que não sabemos. A menina que você ama. – Disse apontando para ele. – está perdida em algum lugar, então para de fingir que está tudo bem!


Harry andava de um lado para o outro nervoso. Olhava constantemente para a janela onde se podia ver o jardim, esperava que a amiga aparecesse a qualquer momento. Um relâmpago estourou do lado de fora e foi como um clarão em sua mente, pois logo depois que a luz sumiu ele disse:


- Acho que já sei para onde ela foi. – Disse fazendo Snape se levantar da poltrona onde estava sentado. – Como pude ser tão burro? Ela foi para a casa dos pais, é óbvio. Eu vou até lá.


- Não. – Disse Snape. – Quem vai sou eu, você fica exatamente aqui, eu o avisarei quando a encontrar. Toma isso aqui. – Entregou o que parecia ser uma bolinha de vidro. – Eu enfeiticei essa bolinha para quando eu a encontrar você receba um aviso, se a bola ficar verde quer dizer que ela está bem e está comigo em algum lugar, se ficar vermelha quer dizer que ela está machucada e eu a levei para o ST’Mungus e se ficar preta quer dizer que ela está morta. – Harry arregalou os olhos e olhou assustado para Snape. – Sei que não podemos descartar as possibilidades, mas calma, eu a encontrarei viva.


Snape não pegou sua capa de viagem ou se incomodou com a chuva que caia, simplesmente saiu para o jardim parando exatamente no único lugar que podia aparatar e Harry, que estava olhando pela janela, ficava cada vez mais ansioso a partir do momento em que Snape rodopiou e sumiu.


O lugar onde Snape desaparatou era uma rua com casas comuns, com famílias comuns, os carros estavam na garagem e os cachorros latiam de dentro de suas casinhas. Não havia nada de estranho para quem a olhasse a casa de madeira ao estilo vitoriano, mas Snape podia sentir o vazio e o poder negativo que continha ali. Ao abrir a porta da frente era como entrar em um pesadelo. Tudo era perfeitamente arrumado sem nem mesmo um único indicio de que alguém estivera naquele lugar. Pé ante pé Snape adentrou o lugar e procurou em cada cômodo pela menina de cabelos castanhos, mas não havia nada ali além das fotografias do casal Granger e da linda menina que sorria com seus dentes avantajados e seu cabelo cheio. Mas dentre todas elas havia uma que lhe chamara atenção, uma única fotografia jogada no chão da sala perto da lareira. Snape pegou a foto e ficou por um tempo olhando para o casal que sorria abraçados segurando a menina em seus braços. Atrás das pessoas que não se mexiam nas fotos estava um casebre, uma casa de praia com uma placa escrito o nome da família Granger. Virando a carta Snape viu escrito em uma letra miúda de criança o endereço.


Sem pensar duas vezes, Snape colocou a foto no bolso e aparatou em frente à cabana dos Grangers. Tudo estava escuro e dificilmente teria alguém ali, pensou Snape. Mas era necessário verificar, saber se realmente a menina estava ali. Ele entrou procurando em cada cômodo, gritando o nome de Hermione cada vez mais alto. No quarto principal, o quarto dos pais de Hermione estava o seu casaco vermelho que estava usando aquela noite. Snape pegou o casaco e cheirou sentindo o perfume de flores da menina.


Com mais determinação do que antes Snape saiu da casa e procurou ao redor do casebre, mas estava escuro demais e chuvoso demais para conseguir ver algo. Como por instinto ele começou a correr na beira da água chamando por ela até que viu um vulto ao longe. Andando mais devagar agora ele se aproximou procurando ter a certeza que aquela menina era quem realmente procurava. Seu coração apertou quando conseguiu constatar que era ela mesma, sua Hermione parada com a água até o joelho e as ondas batendo em seu corpo com certa violência. A menina vestia apenas uma calça preta e uma camisa branca que estava transparente deixando a mostra os seios rosados com os mamilos enrijecidos de frio. Segurava os sapatos em uma mão e uma foto na outra.


Snape se adiantou devagar entrando no mar sentindo o quanto a água estava gelada, mais gelada do que água da chuva que caia com violência. Ele chegou perto sem falar nada e retirou os sapatos da mão dela diminuindo-os com magia e os guardando em seu bolso, pegou também uma linda foto onde só se via o rosto dos pais de Hermione sorrindo para ela, também a guardou no bolso. Depois retirou seu casaco e colocou menina, sabia que ela não se esquentaria com ele, pois também estava molhado, mas não podia deixá-la com os seios à mostra.


- Hermione. – Chamou Snape sem obter resposta.


O olhar da menina era vago, parecia que ela não estava ali, olhava o mar e suas fortes ondas. Um trovão alertou Snape de que a chuva pioraria, ele pegou a menina no colo e voltou para a cabana. Hermione agarrou-se ao pescoço de Snape e afundou o rosto na curva de seu pescoço. A menina chorava muito e tremia de frio, sua dor era grande e o sofrimento, enorme.


Snape correu para dentro da casa e a primeira coisa que fez foi encher magicamente a banheira com água quente e colocá-la dentro com roupa e tudo.


- Você precisa tomar um banho quente, se não poderá pegar pneumonia. – Disse Snape tentando soltar os braços da menina de seu pescoço.


- Não me deixa. – Pediu Hermione apertando mais ainda o pescoço de Snape quase o sufocando. Não queria perdê-lo, não queria se distanciar nem um minuto daquele corpo. – Fique.


- Não posso.


- Por favor, só fica aqui comigo.


Snape não pôde negar o pedido, não quando vinha da menina vulnerável que segurava seu pescoço e ainda mais com aquela voz fina e fraca. Sem parar de olhá-la Snape entrou na banheira e a colocou em seu colo dando um abraço forte. Parecia que Hermione queria fundir-se a Snape de tão forte que o abraçava enquanto chorava a dor da perda que tivera. A água quente e os carinhos de Snape fizeram Hermione se acalmar e logo ela já havia parado de chorar.


- Eu pensei que perderia você também. – Disse Hermione suspirando e acariciando os cabelos de Snape.


- Por que pensou isso?


- Pelo jeito que me tratou esses dias, pensei que estivesse bravo comigo por algum motivo, pensei que não me quisesse mais.


Snape olhou os olhos castanhos que agora estavam vermelhos de tanto chorar e não pôde deixar de sorrir. Para ele Hermione estava linda, para ele, ela era linda em todas as horas, de qualquer jeito.


- Menina tola. – Disse passando a mão na pele macia. – Jamais deixarei de amá-la, eu peço desculpas pelo meu jeito, eu me fechei em meus problemas e acabei te magoando, desculpa.


- Não precisa me pedir desculpas. Eu estou feliz de estar aqui com você.


Hermione ajeitou-se sentando em cima de Snape colocando uma perna de cada lado de sua cintura. Isso fez o casaco abrir e deixar seus seios à mostra. Hermione não estava ligando para isso, era o que queria. A morte de seus pais a fez pensar em sua vida e perceber que muitas vezes não fazemos o que queremos e às vezes não temos mais tempo para fazer. Naquele momento, o que ela queria era se entregar de corpo e alma.


Snape tinha as mãos na cintura de Hermione e os olhos fitavam seu rosto angelical.


- Hermione, por favor, sabe que não podemos. – Tentou fechar o casaco, mas as mãos de Hermione o impediram.


- Por favor, não diga que não podemos. Eu te quero Severus, eu quero amá-lo, não me negue seu amor. – E selou seus lábios aos dele.


Durante os minutos seguintes, os dois apenas permaneceram assim, colados, mas a língua de Hermione pedia passagem e logo o beijo intensificou-se. Hermione pegou uma das mãos de Snape e guiou-a até os seios. Snape sentiu o calor no meio das pernas aumentar, não podia negar que aquela sensação era gostosa e excitante, mas queria que fosse perfeito para ela, queria levá-la as estrelas, queria fazê-la ver o céu. Snape subiu a mão e agarrou a nuca da menina trazendo-a para si, apertando a fina cintura. Hermione soltou um gemido ao sentir os lábios quentes percorrerem seu pescoço. Ele mordia o ombro da menina fazendo-a tremer. Devagar ele retirou o casaco da menina, jogando-o no chão. Suas mãos passaram docemente pelo perfeito corpo, chamativo, envolvente e quente.


Hermione o beijava como se jamais fosse beijá-lo outra vez, como se sentisse que iria perdê-lo. O beijo era desesperado, assim como seus toques, assim como a mão que tentava inutilmente abrir os botões da camisa dele.


- Por que você usa tantos botões?


- Para que você possa desabotoá-los. – Disse dando um sorrisinho de canto de boca, que Hermione achou sexy. – Não precisa ter pressa, eu estou aqui e não irei embora.


O beijo que se seguiu foi mais calmo, romântico, lânguido e profundo, só pararam quando o fôlego não lhes permitiu continuar. Os olhos se encontraram e ela viu a segurança estampada nas duas ônix a sua frente.


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Luana Mara em 17/06/2013

Que momento lindo, só não foi perfeito porque você cortou ele ;) , kkkkkkk amei o capitulo, espero pelo proximo.

xoxo

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 16/06/2013

Tsc, Severus sempre orgulhoso... Ao menos ao ir atrás dela precisou engolir o orgulho. E está esquentando o negócio, quero mais (6'

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.