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Visualizando o capítulo:

33. Um bom sonho


Fic: As coincidências de nossas vidas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Olá, desculpem a demora em postar, estava sem tempo, mas hoje consegui uma folga e estou aqui.... espero que gostem desse capítulo.....

Thaiana, pois é, seu comentário simplesmente tinha sumido, fiquei realmente triste, já tinha pensado que tinha me abandonado, mas estou aliviada agora que sei que está aqui me acompanhando... ebaaaaaa. Espero que goste desse capítulo.... bjussss

Luana Mara, pois é, eu havia deletado, pois estava tudo errado, muito erro ortográfico e os paragrafos sem nexo, então comecei a revisar tudo, por isso que deletei e postei de novo, mas dessa vez não irei deletar mais, não se preocupe.... bjussss

Capítulo 33 - Um bom sonho

Hermione largou o livro em uma mesa e correu para o homem encolhido tirando seus cabelos de seu rosto. Lágrimas escorreram por seu rosto ao ver a expressão de dor que ele tinha. Snape abriu os olhos devagar e fitou o rosto assustado da grifinória.


- Calma, eu vou chamar o Harry.


- Não. – disse a voz surrada de Snape. – Fique.


- Está bem eu fico, mas não fale, você está muito fraco. Consegue levantar?


Snape fez que sim com a cabeça. Hermione ajudou-o a levantar apoiando o pesado corpo nela. Devagar, eles chegaram ao quarto de Snape. Ela o ajudou a se deitar arrumando os travesseiros. Ele estava muito dolorido e gemia a cada toque. Hermione o viu apontar para uma mesinha onde havia dois frascos de poções. Snape quase gritou de dor ao ter que levantar a cabeça para tomar a poção que fez efeito na hora, deixando-o adormecido. As suas feições estavam suaves agora, mas respirava com dificuldade. Hermione ficou por um tempo longo apenas observando o rosto de Snape. Quando acordou do transe fez o que já deveria ter feito faz tempo.


- Harry! – Chamou Hermione batendo na porta.


- Mione, que foi? Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Harry abrindo a porta e encontrando a amiga chorando.


- Aconteceu Harry, é Snape, ele voltou.


Harry arregalou os olhos e saiu disparado pelo corredor entrando no quarto onde Snape estava adormecido em cima da cama. O grifinório se aproximou e segurou levemente a mão de Snape mordendo o lábio de raiva por ter que vê-lo daquela forma, tão debilitado e vulnerável. Mas o ódio maior era porque somente naquele momento ele entendeu que Snape fizera aquilo, não a mando de Dumbledore, não pelo diretor ou a sociedade bruxa, mas sim por ele, o sacrifício foi para que ele, Harry, ficasse bem. Era tudo culpa dele


- Harry? - Chamou Hermione. – O que faremos?


- Eu não sei Hermione, vou chamar o professor Dumbledore e se tiver sorte a Madame Pomfrey estará no castelo também


- Tá.


Harry se dirigiu à biblioteca para mais uma vez se conectar com a lareira do diretor. Dumbledore estava em sua mesa anotando algo em um grande livro, mas largou a pena ao ver a expressão assustada do menino que pousara em seu escritório.


- Harry, o que aconteceu?


- Severus voltou, mas eu não sei o que fazer, ele está muito machucado.


- Acalme-se menino, vai ficar tudo bem, por sorte Madame Pomfrey está no castelo e poderá nos ajudar.


Dumbledore pediu à um dos elfos que chamasse Madame Pomfrey e esperou em silêncio até que a medibruxa apareceu com seu estojo de poções e curativos e os três puderam se dirigir de volta à mansão onde Hermione aguardava ansiosa. Dumbledore não expressou em palavras o que estava sentindo por ver Snape daquela forma, tão quebrado e machucado, adormecido a base de forte poção afim de não sentir dor enquanto seu corpo se recuperava. Jamais, em todos os anos que Snape era espião, o diretor o vira da forma como voltava das reuniões com o Lord. Snape jamais permitiu e agora sabia o porque. À que tinha submetido seu protegido? E por que chamá-lo de protegido, se proteger era o que ele menos fazia? Harry que estivera apenas observando chegou perto de Dumbledore e com um ódio e ressentimento falou baixo ao lado do diretor “Ta vendo o que você fez?”


Dumbledore não respondeu.


- Mas o que aconteceu a ele? – Perguntou Madame Pomfrey medindo a temperatura de Snape.


- Ele passou praticamente uma semana nas mãos daquele louco demoníaco do Voldemort e agora está assim.


- Acalme-se Harry. – Pediu Dumbledore.


- Como quer que eu me acalme senhor, se estou bem diante de um Severus torturado?


- Senhor Potter, ficar nervoso agora não adiantará nada. Por favor, fique calmo e deixe-me fazer os exames em Severus.


Madame Pomfrey pegou a varinha e passou três vezes pela extensão do corpo de Snape.


- Isso não é nada bom.


- O que não é nada bom Poppy? – Perguntou Dumbledore.


- Severus foi muito maltratado, muito maltratado mesmo. Há danos profundos em sua musculatura e alguns pequenos ossos estão fraturados, mas além de maltratado, ele também foi violentado brutalmente. – Hermione afundou na poltrona chorando, mas a medibruxa não deu atenção. – Suas partes intimas estão em estado lastimável. Mas eu posso ajudar dando algumas poções restauradoras que o farão ficar bom em alguns dias, ele dormirá até amanhã e terá que ficar pelos menos dois dias na cama, depois disso ele poderá fazer o que quiser. A única coisa é que, como ele passou por um grande trauma e pode vir a ficar com o humor alterado, ele está bem mais vulnerável e por isso o senhor terá que ter cuidado com ele Potter. Não é fácil passar por tudo que ele passou.


Harry sentia um turbilhão de sentimentos passarem em seu coração, seu ódio era tão grande que sua magia manifestou-se sozinha estilhaçando todos os vidros que estivesse perto, seus olhos estavam fechados e seus punhos cerrados.


- Harry, acalme-se. – Disse Hermione segurando em seu braço. A menina não parava de chorar desde a hora em que bateu na porta do quarto do amigo. – Isso não irá amenizar a situação dele. Acalme-se.


- Ora senhor Potter, eu já disse que isso não irá ajudá-lo, então trate de ficar calmo e arrume a bagunça que fez.


- Reparo. – Disse Harry fazendo tudo voltar ao seu estado original.


- Muito bom. Eu vou até a enfermaria e pegarei os remédios corretos, já volto. Tente manter tudo inteiro Potter.


- Eu tentarei. – Disse Harry sem tirar os olhos do diretor, deixando bem claro que estava muito bravo.


Os dois mantiveram o contato visual até Pomfrey voltar com uma cesta cheia de coisas. Ela mostrou a Harry que ele deveria dar-lhe uma poção diferente por dia, deveria também fazer curativos nos ferimentos e massagem com uma pasta curativa, assim os músculos do corpo de Snape melhoraram rápido.


- Está bem, eu cuidarei bem dele.


- Então nós já vamos indo senhor Potter. Lembre-se de todas as recomendações que lhe dei. Ele precisará de repouso e só poderá voltar a fazer tudo normalmente daqui a dois dias.


- Sim senhora. Obrigado pela ajuda.


- Não foi nada. Com licença.


Madame Pomfrey seguiu até a lareira e virou-se para esperar que o diretor lhe fizesse companhia. Dumbledore estava sentado ao lado do corpo imóvel de Snape e segurava-lhe a mão pálida. Seus olhinhos azuis não brilhavam e ele olhava para o mestre de poções com mágoa e tristeza de si mesmo. Harry sentiu que o diretor realmente havia se arrependido de todas as vezes que, indiretamente, machucou aquele que amava.


Dumbledore não disse uma sequer palavra, mas nada precisava ser dito, ele demonstrou todo o seu carinho e afeto nos pequenos atos, como segurar-lhe a mão, mostrando que estava com ele em todos os momentos de dor, beijar-lhe a testa dando-lhe certeza de seu amor. Harry entendia agora que o diretor também se condenava ao pedir que Snape fizesse tudo que faz.


- Diretor. – Chamou Harry antes que Dumbledore entrasse na lareira. – Eu só queria pedir desculpas senhor, por tudo que lhe falei antes.


- Não precisa se desculpar Harry. Sou muito grato pela sua sinceridade. – E deu um sorrisinho que acalmou o coração do menino.


- Harry. – Chamou Hermione que conseguiu se controlar. – Precisamos fazer os curativos.


- Verdade, me ajuda a tirar as vestes dele.


Os dois trabalharam juntos tirando as vestes ensanguentadas de Snape deixando-o apenas com uma cueca boxer preta, rapidamente Harry usou a varinha de Snape para fechar os ferimentos já que se usasse a sua, acabaria expulso da escola. Hermione fez com que Snape engolisse a poção e o ajudou a deitar. Harry já estava preparando a pasta curativa quando Hermione pediu para ela mesma passar a pasta no corpo de Snape.


- Tudo bem. – Disse entregando a pasta à menina. – Enquanto isso eu farei um chá com biscoito para nós dois. Passe devagar e deixe que eu cuido do resto. Madame Pomfrey disse que além de passar a pasta, eu terei que fazer alguns feitiços e terei que fazer isso enquanto ele dorme, afinal, Snape jamais permitiria que eu fizesse tal coisa com ele acordado.


Hermione pegou um pouco da pasta e esfregou em suas mãos começando a massagear o tórax. Aquela sensação era maravilhosa, só o fato de tocar aquela pele fazia sua espinha arrepiar. Aquele corpo era perfeito, lindo, definido e sexy. Suas mãos passeavam pelo abdômen do professor como se o conhecesse a muito tempo e não pode resistir à tentação de brincar com seu umbigo, contornando-o com o dedo. Tentava encostar em cada pedaço daquele corpo, sentindo as grossas pernas, deliciosas coxas e grandes pés.


“Meu Mérlin, que pé enorme. Como dizem os trouxas, quanto maior o tamanho do pé, maior o tamanho do... Hermione Granger pare de pensar besteira em uma hora como esta! Snape está aqui diante de mim, todo machucado e por mais que imaginar esse corpo em cima do meu, a única coisa que eu quero agora é ver esses negros olhos abrindo e me vendo”


Hermione terminou a tarefa com um peso no coração, viu tantas cicatrizes em suas costas, tantas marcas de sofrimento, de solidão. Aqueles olhos, que agora permaneciam fechados, guardavam um vazio tão grande. Passou o dedo pelas linhas finas daquele rosto, parando em seus lábios, os gostosos lábios que a fizeram sonhar durante varias noites. “Como sinto falta de seu beijo Snape” Snape estava desacordado e conseqüentemente seus lábios estavam imóveis, mas os rosados lábios da menina não ligavam para isso.


- Não acha melhor esperar ele acordar? – Perguntou Harry encostado no batente da porta.


- Sim, mas não consegui agüentar. Preciso dele Harry, eu o quero.


- Eu sei. Ele ficará bom logo e vocês poderão desfrutar do restante das férias.


- Terei que voltar para casa Harry.


- Na verdade, não precisará voltar. Eu escrevi para seus pais, pedindo para que você ficasse aqui o restante das férias.


- Eles aceitaram?


- Sim, só pediram para você deixá-los informados de como está. – Viu o sorriso da amiga se abrir, sabia que o que a menina mais queria nesse momento era ficar ao lado de Snape. – Eu fiz chá, está na cozinha, vai lá tomar que eu cuido do resto.


- Está bem.


Hermione fez um carinho na bochecha de Snape saindo logo em seguida para tomar o delicioso chá que Harry fez. Enquanto isso o menino ficou cuidando do restante do corpo de Snape, pedindo para que ele não acordasse. Com certeza Snape não gostaria de acordar e ver Harry passando pomada em suas partes, como se ele fosse um bebe assado. Harry terminou o que estava fazendo e desceu. Encontrou a amiga na sala, estava no sofá enrolada em um cobertor olhando fixamente para a lareira.


- Está cansada? – Perguntou Harry enfiando-se em baixo do cobertor junto com a amiga e olhando para o mesmo lugar que ela, a lareira.


- Não, eu estou bem.


- Deveria estar com sono, você nem dormiu.


- Eu estou muito preocupada para estar com sono.


- Você o ama mesmo. – Não era uma pergunta. – Espero que você seja muito feliz.


- Obrigada. – Disse Hermione olhando fundo nos olhos verdes. – Também espero que você seja muito feliz.


- Eu estou feliz.


- Você sabe muito bem de que felicidade eu estou falando. Harry, você nunca se interessou por ninguém?


O menino se mexeu incomodado e ficou mais ainda o olhar na lareira.


- Harry? O que foi?


- É que... – Harry suspirou e sentiu a mão de Hermione virando seu rosto e o acariciando.


- Harry, você sabe que pode contar comigo no que precisar, sabe que pode confiar em mim. Me conta.


Harry contou tudo o que aconteceu com ele no parquinho onde foi esquecido pelos tios. Hermione tinha os olhos marejados, nunca soube sobre o passado cruel do amigo. Em um instinto protetor, Hermione puxou o amigo para um abraço e Harry descansou a cabeça no ombro oferecido.


- É por isso que eu não consigo ter um contato intimo com outras pessoas. Eu sofro tanto com isso Mione. Por mais que seja por motivos diferentes, você sabe tão bem quanto eu, como é ter que ficar longe de uma pessoa que gostamos, como é querer estar perto e não poder.


- Então você ama alguém?


- De certo modo.


- E quem é? – Hermione já estava se animando e fazendo com que o amigo se animasse também – Vai, me conta quem é.


- É só uma pessoa da escola.


- É da nossa casa?


- Não, na verdade é da Corvinal.


- Então deve ser inteligente, a maioria dos alunos inteligentes estão na Corvinal, menos eu claro.


- Convencida.


- Cinco anos sendo chamada de sabe-tudo-Granger, eu tinha que me gabar disso alguma hora. Mas não tenta mudar de assunto, me fala quem é a criatura que toma conta de seu coração.


- É só uma pessoa.


- Harry, não se esqueça que eu sou nascida trouxa. – Hermione olhou novamente no fundo dos olhos verdes. – Sei o que você quer dizer com pessoa. É um menino não é? – Harry assentiu. – Por que não me contou antes?


- Por medo.


- Harry, eu quero te deixar uma coisa bem clara e quero que preste muita atenção. Eu jamais o julgarei ou o condenarei por nada, eu não ligo para se é um menino e sim se ele o fará feliz. Eu só brigarei com você se eu não for chamada para ser a madrinha do seu casamento.


Os dois riram gostosos e se abraçaram. Harry sentiu a sensibilidade da amiga entrar em seu corpo e se sentiu bem.


- Acho que vou dormir um pouco. – Disse Hermione bocejando. – Me chama se precisar.


- Está bem.


Hermione subiu para seu quarto, deitou na cama e fechou os olhos, mas não dormiu imediatamente. Em sua mente ela via um salão de festas, todo iluminado e enfeitiçado, era o salão de Hogwarts. Todos estavam vestidos elegantemente, os meninos com ternos pretos e as meninas com vestidos rosa, só o dela era diferente. Vestia um vestido longo prata com pequenas estrelinhas douradas, uma fita envolvia sua cintura deixando suas curvas evidentes, seu decote era ao mesmo tempo discreto e provocante. Seu cabelo estava solto e com cachos leves, o volume baixo a deixando mais bonita.


Uma musica começou a tocar, leves batidas acompanhavam o ritmo da letra, era linda, cantada por uma voz masculina muito bonita. Ninguém se mexia a não ser um homem que subia os pequenos degraus da pista de dança. Vestido com um terno cinza, Severus Snape não pedia permissão para dançar. Pegou suavemente uma das mãos da menina e colocou a outra mão na fina cintura trazendo-a mais para perto. Seus corpos começaram a dançar seguindo o leve ritmo da música. Snape não parava de olhá-la e ela não pôde fugir do seu olhar encarando-o também. O contato visual só foi desfeito quando os lábios se encontraram, a língua de Snape a procurava com um romantismo desconhecido e a de Hermione pedia mais, explorando cada pedaço com medo de acabar.


Os aplausos explodiram no salão, estrelas caíram do teto enfeitiçado e fotos foram tiradas, mas nada fazia com que aquele momento cessasse. O braço de Hermione estava em volta do pescoço de Snape que a abraçava pela cintura, a música ainda tocava e suas línguas ainda dançavam. Ao abrir os olhos, Hermione não fitava os negros olhos e sim o teto do quarto de hóspedes da mansão Snape. Por mais que fosse um sonho, podia sentir o gosto dos doces lábios, o toque das estrelas caídas e o som da música. Agarrou o travesseiro e sorrindo voltou a sonhar com a festa.

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Comentários: 2

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Enviado por Thaiana Tolkki Snape em 25/05/2013

Esse cap. eu li no celular, mas o navegador, sabe-se lá por que, deixa a caixa de mensagem inutilizada. Então só agora, eras depois, venho reler o capítulo para comentar :P

Arrepiei só de imaginar a cena do sonho. São tão lindos e perfeitos, em todos os sentidos. Quero mais <3

Nota: 5

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Enviado por Luana Mara em 18/05/2013

Eu preciso de mais um capitulo, muito perfeito. xoxo

Nota: 1

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