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19. O início.


Fic: Até o amanhecer.


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- Você é incrível, sabia? – sussurrou a menina.


- Você é quem me faz ser assim. – respondeu o garoto enquanto a beijava.


Os dois trocaram caricias por alguns minutos até que Frank interrompeu a menina com um convite.


- É aniversário do Rafael amanhã, e terá uma festa na casa dele. E como você é amiga dele seria legal ir e eu adoraria a sua companhia. – disse o menino com um sorriso maroto.


- Eu adoraria, mas minha mãe não iria deixar. Até porque a festa não tem hora para acabar. – dizia enquanto acariciava o rosto do menino.


- Ah, é só você dizer para os seus pais que vai dormir na casa de uma amiga e dormir na minha casa. – respondeu o menino enquanto beijava o pescoço da amada.


- Eu não sei. Vou pensar e te dou uma resposta amanhã.  – disse a menina, que em seguida beijou os lábios do garoto e foi em direção ao prédio.


Antes de voltar para casa, Frank passou no shopping para escolher o presente do seu amigo. Os dois se conheciam desde crianças, portanto, ele saberia o que comprar.


O garoto foi a uma loja de skates e resolveu comprar um novo para o amigo. Pagou o presente no seu cartão de crédito e foi para casa. No caminho, ligou para Luísa.


- Alô! – atendeu a menina com a voz doce.


- Sabe quem é? – perguntou Frank.


- Não. – respondeu guardando uma risada.


- Ah, sou eu. O Frank. – disse o menino sem graça.


- Seu bobo! É claro que eu sabia que era você. Eu reconheceria sua voz em qualquer lugar. – ela estava sendo romântica e isso surpreendeu não só a Frank, mas a ela também.


- Sei! – duvidou. – Mas a verdade é que te liguei para saber que horas posso passar na sua casa amanhã? Para irmos à festa.


- Não sei se é uma boa ideia mentir para os meus pais. Mas você pode passar aqui as 21:00. Certo? – disse a garota.


- Tudo bem, minha pequena. As 21:00, eu estarei ai. Estou indo para casa agora, pois fui comprar o presente do Rafael, quando chegar em casa e tomar banho, eu ligo para te dar boa noite. – concluiu o menino.


- Ok. Até mais. – desligou Luísa.


Após desligar o telefone a menina ficou confusa. Não entendia as razões pela qual Frank estava dando tantas satisfações da sua vida e rotina para ela. E além do mais, quantos garotos já haviam ligado para ela para desejar boa noite? Luísa agora começava a acreditar que Frank poderia mesmo ser diferente. Ideal para ela. A verdade é que talvez ela sempre soubesse disso, mas a sua insegurança em relação a ele, a impedia de abrir seus olhos e perceber o quanto ele era especial para ela.


Seus pensamentos foram quebrados pelas batidas na porta. A garota se levantou e foi em direção a mesma para abri-la.


- Oi, mãe. – disse a menina ao abrir a porta.


- Oi, filha! Como você está? – a mãe da garota havia acabado de chegar do trabalho. Na verdade, as duas quase não se viam direito durante a semana.


- Bem. Mãe, amanhã eu vou dormir na casa da Mari, certo? – disse a menina enquanto se sentava na cama.


- Por quê?  - perguntou a mãe sentando-se ao seu lado.


- Por que... é aniversário da irmã dela, e ela quer que eu vá. – mentiu.


- Entendo. Quer horas você quer que eu te deixe lá? – perguntou a mãe.


- Não precisa. Ela vem me buscar aqui. – mentiu outra vez.


- Está certo. Mas volte no domingo de manhã, porque a tarde eu e seu pai não poderemos te buscar. Agora, boa noite. Durma bem. – se despediu dando um beijo em Luísa.


- Boa noite, mãe. – e a menina fechou a porta.


Luísa colocou o seu pijama, ligou a televisão e ficou com o celular na mão, a espera de uma ligação. Não apenas da ligação, mas de certa voz. Ela havia mentido para mãe e agora conseguiria ir a festa. Um milhão de dúvidas surgiam em sua mente.


“O que fazer nesta festa? Que roupa usar? Como o Frank ira me tratar na frente dos amigos?”


Ela nunca havia namorado nenhum garoto, principalmente, um garoto bonito como ele. A velha insegurança havia voltado, mas a ansiedade por poder passar um tempo sozinha com Frank, a fazia explodir de felicidade.


O telefone tocou. Ela rapidamente atendeu.


- Oi. – respondeu toda dengosa.


- Oi, pequena. Tudo bem? Desculpa a demora, é que o jantar atrasou um pouco. – se explicou o garoto.


- Tudo bem. Eu estou bem e você? A proposito, já falei com a minha mãe que vou dormir na casa da Marianna, então... acho que vou pra festa com você. – concluiu.


- Que maravilha! Eu fico muito feliz com isso. Eu realmente queria que você fosse comigo. Vai ser especial, eu prometo. E desta vez vou até pentear o cabelo, só para ser digno de você. – disse rindo.


- É só a festa de aniversário do Rafael. Um evento normal, certo? – disse ela tentando disfarçar a sua euforia.


- Não. Não será um evento normal. Afinal, você vai estar do meu lado e eu irei segurar a sua mão e finalmente, poder chamar você de minha. – concluiu.


Luísa ficou sem reação e seus olhos brilhavam. Um sorriso imenso estampava seu rosto. Ela não podia acreditar em tudo aquilo. Todas aquelas palavras não podiam ser reais.


- Está certo. É melhor eu desligar agora. Amanhã teremos uma grande noite. Durma bem, Frank. – disse a menina apaixonada.


- Com certeza. E bom, eu vou tentar dormir, mas não garanto que será fácil parar de pensar em você e dormir. Até amanhã, pequena. – e ele desligou o telefone.


Os dois ficaram com os celulares nas mãos e um sorriso no rosto. Algo estava surgindo. As estrelas no céu iriam brilhar ainda mais na noite seguinte. Foi difícil, mas os dois adormeceram. Mas garantiram de se encontrar em seus sonhos. 

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