Chegando a casa Frank subiu para o quarto e ignorou as palavras da empregada que o questionava sobre o almoço. O garoto jogou a mochila sob a cama e fui para o chuveiro. Precisava refrescar as ideias. Ele havia sido um idiota por dizer aquelas palavras à Ludmila. Mas algo dentro de si foi mais forte. No chuveiro o garoto pensou em várias formas de conseguir o perdão de Luísa. Após o banho, Frank preparou um sanduíche, pegou seu skate e foi para pista. Lá era o melhor lugar para botar a cabeça no lugar.
No caminho ouvia sua banda favorita no Ipod, estava começando a se sentir bem outra vez. Até que seu celular começou a tocar. No primeiro instante, Frank pensou que fosse Luísa, mas se surpreendeu ao ver no visor o nome de sua ex-namorada.
- Alô. - disse friamente.
- Oi, amor. Tudo bem? Estou ligando para confirmar a sua presença no aniversário do Rafael. Estou pensando em fazer uma festa surpresa para ele e os amigos. - falou Letícia animada.
- Ah, claro. O Rafael é meu melhor amigo. É claro que eu vou participar. Mas, o aniversário dele não é daqui há dois meses?
- Sim, mas é que a casa vai estar vazia esse final de semana, então quero aproveitar para fazer uma festa bem divertida. Sem ninguém para ficar nos controlando.
- Tudo bem é só me dizer a hora que eu apareço ai. - respondeu o garoto meio desconfiado.
- Bom, eu queria que você me ajudasse a escolher o cardápio e os drinks para a festa, já que você conhece o Rafael melhor do que eu.
- Tá certo. Estarei na sua casa em meia hora. - e desligou o telefone.
O humor do garoto não estava nada bom, mas era para o seu melhor amigo, então ele poderia fazer esse esforço. Pegou seu skate e foi em direção a casa de Letícia. Chegando lá, tocou o interfone e o portão logo se abriu. O garoto foi até a porta e foi recebido com um beijo no rosto por Letícia.
- E então, vamos começar? É que eu tenho alguns assuntos pendentes para resolver. – disse o garoto.
- Claro, vamos começar pelos drinks, eu preparei alguns e queria que você provasse e avaliasse para mim. – respondeu a menina.
Os dois foram até a sala de estar onde estava o barzinho. Alguns drinks já estavam sobre o balcão, e então Frank começou a degustar um por um deles. E enquanto isso, Letícia preparava outros. A maior parte era composta por vodka e whisky, o que estava deixando Brandorff um pouco alterado.
- Acho melhor eu parar por aqui, Letícia. Já estou ficando um pouco bêbado e ainda tenho que voltar para casa, já está ficando tarde. – disse tropeçando nas palavras.
A garota sem nada a perder, se aproximou, começou a acariciar o rosto do menino e a distribuir beijos pelo rosto do mesmo, que não a interrompeu. Frank estava alterado e não tinha plena certeza do que estava acontecendo.
- Vamos para o meu quarto, Brandorff. Acho que você conhece o caminho, não é? – disse a menina que mordia os seus lábios.
- Ah, eu tenho que ir para casa, Letícia. Não posso ficar, além do mais, pode chegar alguém. – respondeu o menino.
- Esquece tudo, porque hoje você vai ser meu. E será do jeito que eu sempre quis. – afirmou a garota que beijava o pescoço do menino, que não conseguia evitar.
Os dois chegaram no quarto de Letícia, que foi logo empurrando Frank sob a sua cama e tirando sua camisa. Frank ainda murmurava algumas palavras como “eu não posso”, “tenho que ir para casa”, mas a menina não queria saber disso. E cuidou de tirar a sua própria blusa e a saia que vestia.
Apesar de bêbado, Frank ainda possuía seus instintos masculinos e não pode evitar em puxar o corpo da garota para junto do seu. Os dois começaram a se beijar e beijos estes se tornaram mais intensos, o que arrancava alguns gemidos do garoto. Aproveitando-se da situação, Letícia tirou o seu sutiã e agora estava nua e entregue a Frank, que não a recusou. O garoto beijava os seios da menina que arranhava suas costas sem piedade. As mãos de ambos deslizavam-se pelos seus corpos em busca de conhecer e descobrir o grande prazer de ter um ao outro.
- Eu tenho um presente para você. – sussurrou Letícia no ouvido de Frank, que se arrepiou por inteiro. A garota então começou a deslizar a mão pela barriga do menino e logo chegou no seu membro, que já estava rígido. Com movimentos sincronizados gerava gemidos ao parceiro. Depois de algum tempo, Frank já não conseguia mais se controlar, e no seu ápice do orgasmo, chamou por ela.