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13. O quarto elemento do trio


Fic: Duas verdades No ar o epilogo 05-07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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No cap anterior


- Que tanto você segura ai nesse bolso? – Ela perguntou impaciente ao namorado que agora a olhava.



- Não se preocupe com isso. Vem cá e me beija. – Pansy fez isso e logo os dois, cada um em seu dormitório, foram dormir. Mas Blás demorou um pouco mais para pegar no sono, estava muito preocupado com Hermione. Ela nunca o respondera quando chamara pelo espelho menos ainda o procurara. Queria muito ter certeza de que ela estava bem. Mal ele sabia que em poucos dias teria noticias dela.


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Depois de toda aquela confusão no café perto da Piccadilly Circus e do susto ao entrarem na mansão Black, o trio enfim descansara. Os primeiros dias foram monótonos, até encontrarem Monstro vagando pela casa. Descobriram que o recado que havia dentro do colar era do irmão de Sirius, e que a verdadeira horcrux tinha sido roubada.



 



O elfo dos Black aquela altura já tinha se habituado a respeitar mais Harry, a quem devia toda a sua obediência, e até mesmo Ron e Hermione. Cozinhava divinamente bem, para a alegria do ruivo. Mas aquele almoço não estava sendo bom.



- Você não come há dias Hermione! – Harry falava preocupado. O ruivo concordava com a cabeça.



- Só estou.. preocupada demais. Só isso. – E não era mentira.



- Eu sei que nosso plano de entrar no Ministério não é o mais exato e seguro de todos, mas... – Harry não tinha certeza de como continuar. Estavam planejando aquilo a mais de um mês, desde que Monstro conseguira trazer Mudungos até eles, e ele os contara para quem havia vendido o verdadeiro medalhão – Dolores Jane Umbridge.



- Nós vamos conseguir. – Ron disse entre uma garfada e outra. Ela os olhou carinhosa.



- Eu sei que vamos. Não se apegue a minha falta de apetite Harry. Mais tarde eu como alguma coisa mais leve.



- Eu te vi er... bem.. vomitando no banheiro mais cedo, logo depois do café. – Ron disse meio sem graça. – Devia comer sim alguma coisa.



- De novo Hermione?! – Harry a olhou como ela o olhava quando sentia dor na cicatriz. A menina se levantou de supetão muito nervosa.



- Vocês estão me vigiando ou que?! Quem deu o direito a vocês? – Ela falava alto e sua respiração estava entrecortada. Até Monstro parou de lustrar uma panela de prata da cozinha e a encarou assustado, como os meninos.



- Cal.. calma Hermione. Nos desculpe, só estamos preocupados com você. – Ron disse vermelho e ela se sentiu culpada. Começou a chorar descontroladamente e saiu da cozinha mais rápido que conseguia. Subiu as escadas e se trancou no quarto bagunçado de Sirius.



 



Uma meia hora depois Harry batera tímido na porta do quarto. Ela não abriu, mas perguntou o que ele queria com ela. O garoto apenas avisou que ele e Ron estavam indo mais uma vez a frente do Ministério para observar todo o movimento e perguntou se ela não gostaria de acompanhá-los. Ela respondeu que daquela vez não iria e pediu para que eles tomassem cuidado. O moreno se despediu e Hermione pode ouvir os passos dele se afastando. Respirou fundo. Enfiou a mão dentro do bolso de sua jaqueta jeans.



 



- Então o Snape te nomeou monitor de novo? – Blás ria abraçado a sua namorada em um corredor perto da Sonserina.



- Não acho isso engraçado ou bom. Queria só poder ficar na minha e ter paz. – O loiro se encostou na parede da frente e fechou os olhos.



- Você precisa é superar essas coisas Draco. Acredito que muitas coisas podem ainda acontecer. – Pansy falou. Blás deu um beijinho na sua nuca pensativo. Malfoy a olhou triste.



- Sabe Pam, sinto que para mim já era.



- Ora cara, sem dramas. Você não morreu. – Blás disse um pouco nervoso.



- Eu não tenho tanta certeza disso.. - Os três ficaram em um silêncio estranho e incomodo, até que, uma voz um pouco distante e abafada foi ouvida.



- “Como eu preciso de massa”. – Pansy se soltou de Blás que tinha ficado tenso atrás dela. Olhava para os lados. Draco tinha o cenho franzido.



- O que foi isso?- A morena perguntava ainda procurando a fonte da voz.



- Me pareceu... – mas a voz repetiu interrompendo a fala de Draco. – A voz de... mas não pode ser. – Blás apenas apertava seu bolso com força.



- A voz de quem Draco? – Pansy o perguntou e ele a encarou.



- Acho que estou ficando louco. – E ele saiu do corredor com um ar confuso. A morena o olhava preocupada e quando voltou para trás seu namorado havia sumido. Ficou ainda mais zonza.



 



Blás aproveitou a distração de Pam com Draco e saiu o mais silenciosamente possível. Esperou tanto ouvir aquela voz e aquela frase, mas não poderia ter vindo em momento mais constrangedor. Procurava rápido um lugar seguro e tudo que achou foi uma sala vazia. Entrou e lançou um abaffiato.



- “Adoro mel!” – Ele disse quase trêmulo. O rosto de Hermione apareceu refletido no espelho. Estava pálido e inchado. Seu coração se apertou.



- Ah, oi! Eu achei que não estava com seu par. – A voz dela saiu baixa.



- Hermione! Por Merlim! Meses sem noticias suas! Sem saber de nada! Te chamava, mas você nunca me respondia.. até que desisti de te chamar! Como você está, onde? O que aconteceu..



- Blás! – Ela disse um pouco risonha.



- Ah, me desculpe! Falei sem parar. – Os dois deram pequenos sorrisos.



- Sempre que me chamou eu não podia mesmo atender. Eu fico praticamente todo o tempo com os meninos então não da pra pegar o espelho e conversar com você. Agora eles.. bem, eles foram resolver algumas coisas e fiquei aqui. Preciso muito falar com alguém.. e só poderia ser você. – Ele se sentiu lisonjeado, mas em seguida preocupado.



- O que está acontecendo Herms? – Ela fechou os olhos e mesmo que uma lágrima escorresse de seus olhos ela dera um pequeno sorriso.



- Lembra que prometeu estar comigo em qualquer situação, e me ajudar no que precisasse?



- É claro que sim! Não retiro uma palavra do que eu disse! – Hermione reabriu os olhos e mordeu seu lábio inferior. Blás estava cada vez mais apreensivo com a hesitação dela. Deveria ser algo grave.



- Bem... eu não tenho absoluta certeza. Quer dizer... quem eu quero enganar? – Ela riu pelo nariz. – Eu.. estou grávida. – Ela fechou os olhos com força. Nunca tinha dito aquela frase em voz alta, mesmo quando começou a desconfiar da possibilidade, um mês antes. Seus enjôos, cansaço e atraso. Fez suas contas, e percebera que estivera com Draco no fim do mês de maio. Agora, já estava quase entrando no quarto mês, e mesmo comendo menos do que normal, sua cintura se alargara um pouco, a barriga um tantinho maior e os seios doloridos e cada dia maiores. Suas mudanças de humor repentinas e sensibilidade excessiva. Sim, apesar de não ter coragem de tomar uma poção que a confirmaria, ela estava grávida. – Fala alguma coisa Blás, por favor! – A voz dela saíra estrangulada.



- Eu.. Hermione o pai é o Draco? Draco Malfoy?! – Ele estava atordoado.



- Mas é claro que é ele! De quem mais seria?! Ta louco? – Ela se sentiu ofendida.



- Me desculpe. Mas é que nem sabia que vocês tinham.. bem... isso agora não é importante. Já contou para seus patéticos amigos? – Ele sabia a resposta obvia, mas não estava conseguindo pensar.



- Blás, você sabe que não. – Respondeu com a voz cansada.



- Você precisa sair seja lá de onde está. Eu dou um jeito de sair do castelo, nos encontramos e eu te levo para um lugar seguro e escondido. Você não pode enfrentar uma guerra assim! – Ele se levantara da cadeira e começara a andar de um lado para o outro.



- Não posso fazer isso Blás! Não posso!



- Como não? Não quer ter seu filho?! – De repente ele parou e encarou bem o reflexo de Hermione.



- É claro que eu quero! Não é porque ele não veio no melhor momento que eu não o ame! Mas não posso simplesmente abandonar os meus amigos. Blás, eles não são as pessoas mais inteligentes.. e ... em uma guerra temos que ter pensamento lógico também. – O moreno não pode deixar de rir.



- Até que fim você reconhece que eles são uns tapados! – Hermione revirou os olhos. – E o que você quer fazer?



- Eu vou esconder o máximo que eu puder deles. Mas sei que vai chegar um momento que vai ser impossível fazer isso. E ai eu vou precisar de que você esteja preparado. Vou precisar de você.



- Eu estarei pronto.



- Pelas minhas contas vou entrar no meu quarto mês de gravidez. Minha barriga não está muito grande e creio que ela não vá ser nada exagerada. Vou tentar adiantar o que eu puder das coisas e quando eles descobrirem ou ficar impossível de esconder, eu vou ter que deixa-  los, até mesmo porque é bem provável que eles não queiram me ver pintada de ouro. – Ela estava muito triste e Blás teve vontade de ele mesmo matar Potter e Voldemort e acabar com aquela guerra idiota.



- Só se eles forem mais idiotas do que eu suponho.



- Olha, talvez eu não volte falar com você por agora. É arriscado para mim e deve ser para você também.



- Eu posso ao menos tentar falar com você? – Ela riu.



- Claro que sim, mas não insista muito. E o mais importante Blás, ninguém, NINGUÉM, pode saber do meu bebê. Entendeu?! – Ele entendia muito bem esse ninguém dela. E até concordava.



-Isso é claro Hermione.



- Está tudo bem por ai? – Ela mudara de assunto repentinamente sentindo um bolo na garganta. Queria poder segurar seu choro estúpido.



- Está tudo dentro da normalidade da gestão de um Comensal. Bem? Eu não sei. Mas não se preocupe conosco. Aqui estamos seguros, garanto, mais que você.



- Eu sei. – Hermione de repente levantou a cabeça e olhou para um ponto, logo em seguida voltou a olhar para o espelho limpando o rosto das lágrimas e meio aflita.



- Eu tenho que ir. – Disse sussurrando.



- Mas..



- Blás, muito obrigada mesmo, você não pode imaginar o bem que está me fazendo. Até outro dia. “Como eu preciso de massa”. – Ela disse rápido e sua imagem desapareceu do espelho, que agora refletia apenas o rosto preocupado de Blás.



O moreno ainda levou um tempo naquela sala pensando em tudo que ficara sabendo. Hermione estava grávida, de Draco. Aquilo era uma loucura e não tinha nome, nem tamanho. Apenas entendia que precisava ajuda-la, no que fosse preciso. Ficou ali até que o tempo das aulas acabassem e então voltou para seu Salão Comunal, tentando não aparentar nada do que estava se passando na sua cabeça.



 



- Blás! – Pansy estava aflita e correu até ele.



- O que houve? – Assim que parou de abraça-lo começou a soca-lo.



- Achei tivesse acontecido alguma coisa com você! Idiota! Onde estava?



- Calma Pansy! Ai!



- Estamos numa guerra! GUERRA! Você desaparece a tarde toda e eu tenho que ficar calma? – Ele segurou os pulsos dela e respondeu sereno.



- Estou a salvo Pam. O que poderia ter me acontecido? Só não quis ir as aulas.



- Você sumiu aquela hora no corredor, depois... depois daquela voz esquisita! – Blás piscou antes de responder.



- Achei que você ia para aula, com Draco. – Aquela não tinha sido uma boa resposta.



- Que? Blás! – Ela estava furiosa.



- Chega Pam. Estou aqui e tudo está bem.



- Me solta! Agora! – Ela exigiu tentando quebrar o contato com o moreno. Assim ele fez e ela saiu da Sonserina. Foi quando ele avistou Draco sentando, alheio, perto da lareira. Sentiu algo ruim. Seu amigo desistira de viver praticamente. Ah, se ele soubesse que tinha mais que um motivo para lutar e sobreviver, ele tinha um filho. Mas negou com a cabeça. Ele não saberia.



- Draco?! – Ele se sentou ao lado do loiro que parecia nem ter percebido a presença dele.



- Ah, oi. – O menino apenas encostou a cabeça no espaldar da poltrona e fechou os olhos.



- Você está mais esquisito que o habitual. – Draco apenas riu sem emoção.



- Devo estar com cara de louco?! – Abriu os olhos extremamente cinzas para o amigo ao lado.



- Não sei, você está?



- Acho que sim.



- Por quê?



- Eu juro ter escutado a voz de... Granger aquela hora no corredor. Mas isso é impossível. – Blás abaixou os olhos. Por que ele tinha que ter ouvido ela chama-lo? Agora Draco acabaria de surtar.



- É. – Foi tudo que respondeu. Mas que droga de amigo ele era. Podia ajudar aquele rapaz atormentado de várias maneiras, mas no fundo, estava atado. Antes nunca tivesse se aproximado de Hermione como tinha se aproximado. Inferno de destino.



- Conseguiram me deixar sem razão. Não há mais nada perder! – Ele se levantou e Blás ficou ainda mais preocupado. Sentia que poderia explodir com tanta preocupação ao mesmo tempo.



- Não diga o que não sabe! – Falou rápido se levantando também. Estava desesperado.



- Como? O que não sei? – Draco o olhava como se ele fosse o louco ali.



- Olha Draco, é simples até. Você não sabe o que te espera daqui a cinco minutos. Talvez você tenha muito a perder sim, ou mesmo ganhar! – Blás coçara a nuca nervoso. O amigo começou a gargalhar. Talvez o último dos Malfoy estivesse ficando mesmo louco.



- Isso... ai.. isso é um consolo! – O moreno o encarava tentando entender a graça dele.



- Consolo?!



- Não estou ficando doido sozinho! Ai Blás... você é hilário! – Draco deu um tapinha no ombro do amigo e saíra em direção aos dormitórios ainda rindo. Blás riu um pouco depois.. do jeito que as coisas estavam era muito possível ele ficar de fato louco. Todos eles.



 



Ela limpou rápido o rastro de lágrimas de seu rosto vermelho, guardou o espelho de qualquer jeito dentro da sua bolsinha de contas que não largava nunca e foi até porta onde sabia que seus amigos a estavam aguardando já que deram leves batidas já há alguns minutos. Respirou fundo antes de girar a maçaneta.



- Oi! – Ela tentou sorrir e até conseguiu. Harry parecia constrangido enquanto Ron preocupado.



- Você não quer descer um pouco? Esse quarto está muito bagunçado. – O ruivo falou ficando vermelho. Ela concordou com a cabeça e os três desceram para a sala, que graças a Monstro, era o lugar mais habitável da Mansão Black. Se sentaram nas poltronas. Ron ao lado da castanha e Harry a frente deles.



- Vocês hoje não demoraram muito no Ministério. – Ela disse meio alheia enquanto dobrava as pernas a frente do corpo em cima do sofá.



- Não é como se tivesse muitas coisas a mais para se ver. Harry acha que já podemos colocar nosso plano em prática. – Ela sentiu um arrepio na espinha ao ouvir aquilo. Estava com muito medo.



- Mas voltamos mais cedo por outro motivo também. – O moreno olhou o amigo a frente como se quisesse encoraja-lo e pegar um pouco de coragem também. Hermione achou aquilo estranho. Franziu o cenho quando nenhum dos dois parecia querer se manifestar.



- O que houve? Gente, estou ficando pre..



- Não! Nós que estamos preocupados Hermione! – Ron disse de uma vez, e quando ela tentou falar ele a interrompeu mais uma vez. – Somos só nós três aqui e até eu já desconfiei que tem algo muito estranho com você. Eu e Harry conversamos e achamos que pode estar doente e não quer nos contar, porque, bem, é tudo muito complicado. – Ele abaixou os olhos e ela teve vontade de chorar.



- Mas você pode confiar na gente! Hermione isso é muito importante! Se tem algo te afligindo ou coisa assim, nos conte! Divida isso com a gente! – Ela acabou soluçando e sentiu uma lágrima escorrendo. Além de tudo se sentia tão culpada.



- Vocês dois são incríveis! Mas... bem. – Engoliu a saliva tentando levar junto o choro. – Eu realmente não estou doente, não! Sei que ando meio irresponsável como a minha alimentação e prometo melhorar. No mais, gente, é... tensão, preocupação. É toda essa guerra. Não há como eu ficar ótima! – Ela deu um riso sem humor e teve vontade de morrer por mentir tanto. Mas como ela poderia dizer a eles que estava grávida? Ainda mais se tratando do pai?! Simplesmente não dava.



- Você tem certeza disso? – Ron parecia muito aflito. Ela pegou as mãos dele na suas e o viu ficar tingido de vermelho. Achou aquilo tão lindo.



- Eu tenho sim. Vamos apenas nos acalmar. Tudo vai ficar bem. É nisso que temos que nos concentrar. Vamos fazer um lanche agora. Vamos apenas falar de coisas banais e tentar não pensar em nada dessas questões. Até amanhã depois do café. E então, amanhã, depois do café, nós repassaremos nossos planos e marcaremos o dia de irmos ao Ministério atrás daquela sapa velha. Ok? – Ela piscou para os amigos e os dois aparentaram relaxar. Harry até se levantou se ajoelhou perto dela.



- Será assim. Só nos três! Como nos bons e saudosos tempos de Hogwarts! – Um sorriu para o outro.



- Exatamente! – Ela concordou e se levantou rápida tentando ir a frente deles para disfarçar qualquer vestígio de alguma possível barriga. Só ai se deu conta que no fundo, eles já não eram apenas os “três”, havia um quarto elemento entre eles, mesmo que ainda fosse um embrião, um projeto de gente. Inconsciente passou a mão pelo ventre enquanto se dirigia a cozinha sendo seguida pelos dois amigos. Havia entre eles, por mais insano e irônico que soasse, um herdeiro Malfoy.


 


 


 


n.a:


Esse cap ficou menor mas para o decorrer da história tinha que ser assim mesmo...



Agradeço a tdos os comentários e continuo pedindo a opinião de voc's!



abraçoooooooooo

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Comentários: 3

Páginas:[1]
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Enviado por Angel_Slytherin em 09/04/2012

Que lindo!!! *-*

Meo, eu quero um homem como o Malfoy! Onde eu posso conseguir, voce sabe!? asokasokaoskas.

Parabéns, mais um capitulo maravilhosos!!

Beijos

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Brenda Chaia em 28/07/2011

=)

 

Brigada..

 

Então.. esse lance dele descobrir q ela era a garota mascarada ainda vai demorar um pouqinho.. mas ele vai saber sim..!!!

 

Continue lendo e obrigada por comentar!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por M R C em 28/07/2011

jesusss amado! cada vez melhor!
mas poxa o draco tem que saber do filho que eles vão ter!
outra coisa: quando ele vai descobrir que a hermione é a menina do baile trouxa que ele beijou?
=]]]]

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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