FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

4. Luxúria


Fic: Destinos Opostos - AVISO POSTADO..


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Luxúria


 


“É a luxúria, nascida dentre a paixão, que se transforma em ira quando insatisfeita. A luxúria é insaciável, e é um grande demônio. Conheça-a como o inimigo. (3.37)” Senhor Krishna em Bhagavad Gita*


 


-Malfoy. - Draco despertou de seu devaneio. Hermione continha ódio em sua voz. -Eu não tenho o dia inteiro. Vá buscar a minha filha- completou derrotada- Por favor. 


 


Draco saiu do escritório em busca da pequena Lizza. Hermione se deixou cair em um sofá e abaixou a cabeça, colocando-a em suas mãos. "Quando foi mesmo que toda essa humilhação começou?" se perguntou a Castanha em desespero. “Por que eu deixei que ele soubesse?”. Lágrimas grossas desciam pelo rosto da Castanha.


 


Londres Trouxa


05 anos atrás 


Pub Sinners – Cidade de Newcastle ao Norte de Londres- Fronteira com a Escócia. 


Havia marcado o encontro em um pub trouxa. Sabia que, pelo menos naquele dia e àquela hora, ele estaria totalmente vazio. Os dois eram muito conhecidos e não podiam ser vistos juntos.


Não naquela guerra. Não estando em lados opostos.


Sentada no canto mais escuro do bar, Hermione tomava um suco qualquer, embora sua vontade fosse tomar algo bem mais forte. Apertava suas mãos, sinal típico de nervosismo. Deu um suspiro de alívio quando ele apareceu à porta.


 -O que aconteceu, Granger? - Draco perguntou preocupado ao ver a castanha pálida. Não tenho muito tempo- completou seco.


- Isso aconteceu - Hermione jogou um papel em cima da mesa que foi imediatamente pego pelo loiro.


-O que é isso, sua louca? - Draco perguntou enquanto abria o envelope branco- O que significa isso? -Perguntou mostrando o papel.


-Isso significa que vou ter um filho, Malfoy - Hermione baixou os olhos. Draco arregalou os dele.


 -E o que eu tenho a ver com isso?- Draco perguntou com raiva- Que eu saiba, o seu macho é o pobretão. 


PLOFT .


Draco colocou a mão em seu rosto quente.


-Seu cretino! Você acha que eu viria aqui se eu não tivesse a certeza que esse filho é seu?- Hermione começou a bater no loiro à sua frente - Seu desgraçado, eu sabia que seria um erro vir aqui. Além disso, não vou ter essa criança. Nem sei por que eu quis que você soubesse.


Hermione se levantou para ir embora quando sentiu dois braços lhe puxando. A castanha voltou a bater no loiro, dessa vez em seu peito e ombros. Dava pequenos socos enquanto chorava. Draco apenas a puxou mais para si e lhe deu um abraço forte. Ela retribuiu o abraço e chorou copiosamente. Draco a olhou com carinho e a fez sentar. Puxou um lenço, lhe ofereceu e ficou a observando. “Como é linda, Mérlin! Não consigo acreditar que a perdi. Tudo culpa daquele maldito do Potter. Como eu o odeio!" 


Ficaram se olhando durante alguns segundos, até que Draco segurou carinhosamente o queixo de Hermione e lhe deu um beijo doce e acalentador que foi correspondido pela mulher.


-Desculpe-me pela minha grosseria – Draco disse enquanto segurava a mão de Hermione, mas, embora sua voz fosse doce, o loiro estava extremamente sério – mas no nosso último encontro, há três meses, você me disse que estava noiva do Weasley. O que você queria que eu pensasse?


 


Flash Black 


Hermione estava exultante, iria participar de uma missão pela Ordem da Fênix. Já haviam se passado dois anos desde que havia sido declarada, por Harry, uma traidora da Ordem. Dois anos que passara a odiar Draco com todo o seu ser. Ele era culpado por toda aquela loucura que sua vida havia se tornado. Amá-lo foi a pior coisa que fez em toda a sua vida. Mas tinha superado, acreditava que pouco a pouco sua vida voltava à normalidade. Ainda ficava aborrecida com as insinuações da Gina. Mas tudo estava se encaixando...


A missão seria desbaratar um QG de Comensais ao Sul de Londres, com ela estavam Neville, Elifas Doge, Héstia Jones, Tonks, Dino Thomas, Lupin e Luna. O grupo era liderado por Lupin. O QG se localizava em uma das mansões da família Dolohov.


Draco estava em sua sala, já havia passado em alguns leitos ministrando poções em seus “pacientes”. A guerra estava extremamente cruel e os dois lados estavam tendo baixas. O loiro estudava um livro de poções quando um som estrondoso se fez ouvir.


-Caralho! O que é isso? - falou se levantando. Pegou sua varinha e ficou atrás da porta de sua sala tentando perceber que som havia sido aquele.


Começou então a ouvir pessoas correndo pelos corredores da mansão e constatou que estavam sendo atacados. Com a varinha em riste começou a se deslocar de sua sala. Iria até os jardins para aparatar em sua casa. Coragem nunca foi o seu forte. E não seria agora que mudaria. Já estava próximo ao jardim quando ouviu uma voz que lhe gelou a coluna. Era ela. Sua Hermione. Havia acabado de petrificar um Comensal. Foi então que, após um segundo, o gelo passou de sua coluna para todo o seu corpo. “Merda!!! Ela é doida ou o quê? Será que ela não sabe que é uma maldita de uma sangue ruim? E que eles não terão piedade com ela? Se me pai chega aqui ele a mata sem pensar duas vezes” .


Hermione lutava bravamente. Sentia-se viva novamente. Estava em uma missão. Já havia petrificado uns cinco Comensais com uma variação do Petrificus Totalus, desenvolvido por ela, e que apenas alguns integrantes da Ordem conheciam o contra feitiço.


No último ano, Hermione especializou em novos feitiços, uma forma de mostrar à Ordem que estava com eles. Já estava pronta para atacar mais um quando sentiu duas mãos fortes em sua cintura a puxando. E um perfumeNão pode ser, não ele, meu Merlin! Não agora que tudo está indo tão bem.” Hermione pensava rapidamente. Foi puxada até um ponto afastado do jardim. A pessoa a virou sem soltar de sua cintura.


 -Enlouqueceu?- Draco estava furioso- Você quer morrer?


-Me solta, seu Comensal! Quer me matar? Me mata, então. – Hermione gritava.


-Shiiiii. Sua louca.


Draco lançou um feitiço não verbal para que Hermione ficasse muda. Com um rodopio rápido dos calcanhares aparatou em sua casa. Sem saber que era observado.


-Idiota – Ploft Hermione havia acertado o rosto de Draco assim que o loiro desfez o feitiço e a soltou. -Quem você pensa que é para aparatar comigo para algum lugar? Aliás, onde estou?- Disse a castanha tentando aparatar sem êxito.


-Em minha casa. - Disse Draco cansado, se jogando em um sofá.


-Em mais um QG de Comensais?- Gritou Hermione indo na direção de Draco com a varinha em posição de ataque.


-Você é burra ou o quê?- Draco perguntou abaixando a cabeça- Eu já disse, é minha casa. E abaixe essa varinha, você pode machucar alguém com isso.


-E você é o quê? -Hermione estava desesperada. Não queria estar ali. Não podia estar ali. – Um maldito de um Comensal. Logo, aqui é mais um quartel general.


Hermione saiu correndo em direção à porta da sala e gritou apontando a varinha para a fechaduraALOMORRA. Sem êxito.


Já estava se preparando para um feitiço mais potente, quando Draco a agarrou pela cintura e a puxou para perto de si.


-Para, Hermione. Para com isso. – Gritou Draco


 -Não me chame pelo primeiro nome. – gritou Hermione em resposta. – Caso não se lembre não somos mais íntimos . E eu nunca seria íntima de um comensal. E me solta.


-Para de me chamar de Comensal.- Draco disse de cabeça baixa. – Você sabe que eu não sou. Para com isso – Draco baixou ainda mais a voz – Não vê que eu ainda te amo?


Hermione finalmente conseguiu se desvencilhar de Draco. Soltou uma gargalhada ao ouvir sua última frase. Sua raiva aumentou. E sua voz também.


 -Eu não sei nada sobre você. A única coisa que eu sei é que você acabou com a minha vida. Usou-me da forma mais vil possível. Me fez acreditar que você me amava. Para me trair no final. Só isso que eu sei sobre você, Malfoy. E eu te odeio. Com toda a força do meu ser.


 -Para de falar isso, Hermione. Você sabe que não me odeia. Eu não te traí. Não traí sua confiança.


-Então me diga, Malfoy: por que você me usou para conseguir fazer com que os Comensais entrassem na escola? Por que você leu meus pensamentos e informou aos Comensais onde estava uma das Horcruxes? Hein, Malfoy. Me responda.- Hermione agora chorava.


-Eu não posso te explicar isso. Não agora. Acredite em mim. Eu te amo, Hermi!


 -Não me chama de Hermi!- Gritou Hermione – E a única coisa que eu acredito é que você é um maldito de um Comensal. Eu te odeio!


 


Contendo todo ódio que sentia no momento, Draco pegou Hermione pelos braços e a jogou no sofá.


- Já que você não acredita em mim – Draco gritava enquanto rasgava a camisa que vestia. Hermione apenas observava assustada. Percebeu que levara o loiro ao limite da raiva. – Eu vou te mostrar.


Hermione apenas olhava assustada para o loiro que estava em sua frente. Draco arfava. Parecia que tinha corrido horas. Abaixou-se onde Hermione estava. Mostrou seus braços.


-Veja, eu não tenho a Marca. Não posso ser um Comensal se não tenho a Marca. Quando você vai me perdoar? Confesso que errei com você. Mas foi preciso. Me entenda. Eu ainda te amo.


-Mas eu não. E vou embora daqui agora.


 Hermione levantou em um pulo. Mas Draco não deixou que ela saísse do lugar. Em um movimento rápido, o loiro também levantou e abraçou a castanha a envolvendo em um beijo envolvente e sedutor. A princípio a Castanha tentou resistir. Mas não podia. Não conseguia. Seu corpo ansiava por demais o corpo do seu loiro. Sem muitas resistências se entregou ao beijo ansiado por dois anos. Soltaram-se para poderem respirar. A respiração ofegante. Draco encostou sua testa na testa de Hermione e disse em voz baixa.


-Diz agora que me odeia. Se você conseguir, eu te deixo ir embora. Diz que me odeia, vai.


-Eu, eu...Eu te amo, Draco. Eu sei que eu deveria te odiar. Mas eu te amo. –Disse Hermione fechando os olhos.


Em outro movimento rápido, Draco levantou a castanha no colo e a levou pra o seu quarto.


Deitou Hermione em sua cama e começou a beijá-la. Beijava sua boca como se fosse a primeira vez. Ou última. Como se o mundo fosse acabar.


 


Não era apenas o corpo de Hermione que ansiava pelo corpo dele. Ele também ansiava pelo corpo dela. Hermione acariciava a nuca do rapaz, brincando com seus cabelos. Rapidamente virou seu corpo e passou a ficar em cima do loiro


 


 I wanna kiss you in Paris


I wanna hold your hand in Rome


 I wanna run naked in a rainstorm


Make love in a train cross-country


You put this in me


So now what, so now what? 


Eu quero beijar você em Paris


Eu quero segurar sua mão em Roma


Eu quero correr nua em uma tempestade


Fazer amor em um trem através dos campos


Você pôs isso em mim


E agora? E agora?  


 


Hermione voltou a beijar Draco. Com intensidade. Com Paixão. Com Luxúria. Passava sua língua pelos lábios de Draco e dava pequenas mordidas nele. Foi descendo pelo pescoço do seu loiro. Ora mordendo, ora chupando, ora lambendo. Desceu um pouco e parou no tórax de Draco. Massageava-o enquanto mordia, lambia. Enlouquecendo o seu homem. E saber que ela ainda tinha todo esse poder sobre ele a enlouquecia também. 


 


Wanting, needing, waiting


For you to justify my love


Hoping, praying


For you to justify my Love


Quero, preciso, espero


Por você para justificar meu amor


Esperando, rezando


Por você para justificar meu amor 


 


Parou um pouco na barriga. Enquanto sua língua brincava com a barriga do loiro, sua mão massageava o pênis sobre a calça. Draco fechou os olhos. Gemia baixinho enquanto acariciava os cabelos de Hermione. Hermione foi, lentamente, abrindo o zíper da calça de Draco. Brincava com o loiro. Provocando, deixando-o cada vez mais excitado. Tirou lentamente a calça do rapaz e voltou a brincar com a sua barriga. Beijava o pênis de Draco por cima da cueca. Dava pequenas mordidas e suas mãos arranhavam-lhe o tórax.


 


 I want to know you


Not like that I don't wanna be your mother


I don't wanna be your sister either


 I just wanna be your lover


I wanna be your baby


Kiss me, that's right, kiss me 


Eu quero conhecer você


Não assim, não quero ser sua mãe


Tampouco quero ser sua irmã


Eu só quero ser sua amante


Eu quero ser seu bebê


Me beije, isso mesmo, me beije 


 


Voltou à mesma brincadeira. Agora retirava lentamente a cueca. Parava para dar pequenos beijinhos em seu pênis e voltava a retirar a cueca. Quando terminou, foi subindo seu corpo, beijando-lhe as pernas até parar em seu pênis. Começou a dar pequenas lambidas. Draco já não conseguia se segurar e gemia alto de prazer. Hermione sugava com vontade o pênis do Draco e alternava as sugadas com pequenas mordidas. Draco sem já conseguir aguentar o que sua Castanha lhe fazia, puxou-a para mais um beijo envolvente e apaixonado. Virou-a na cama e começou a lhe despir. Lentamente. Assim como ela fizera com ele.


 


Wanting, needing, waiting


For you to justify my love


Yearning, burning


For you to justify my Love


Quero, preciso, espero


Por você para justificar meu amor


Anelando, queimando


Por você para justificar meu amor 


 


Distribuía beijos pelo pescoço da castanha enquanto lhe retirava a blusa. Parou um pouco para observar o colo que lhe fazia tanta falta. Mal retirou o sutiã, já abocanhou um dos seios de sua mulher. Sugando. Como se sua vida dependesse disso. Ele sugava os seios com vontade. E enquanto sua língua brincava com um, suas mãos brincava com o outro. Hermione gemia, puxava os cabelos de Draco. O loiro voltou a trilhar o corpo da Castanha e parou na barriga. Sua língua brincava com o umbigo enquanto suas mãos lhe apertavam os seios. Hermione falava palavras sem sentido, desconexas. Mas ao ver a Castanha arquear o corpo, percebeu o que ela queria. Rapidamente retirou sua calça e sua calcinha e começou a brincar na entrada de sua vagina. Primeiro com os dedos. 


 


What are you gonna do? What are you gonna do?


Talk to me -- tell me your dreams


Am I in them?


Tell me your fears


Are you scared?


Tell me your stories


I'm not afraid of who you are


We can fly! 
O que você vai fazer? O que você vai fazer?


Fale comigo - me conte os seus sonhos


Eu estou neles?


Me conte seus medos


Você está assustado?


Me conte suas histórias


Não tenho medo de quem você é


Podemos voar! 


 


Seus dedos massageavam a vagina da Castanha arrancando suspiros e gemidos de prazer. Ao vê-la gemendo alto, Draco se abaixou e começou a explorar sua vagina (como se não a conhecesse) com a língua. Hermione gemia, suspirava, arfava, apertava os seios, mordia o canto da boca. Seu homem sabia enlouquecê-la na cama. 


 


Poor is the man


Whose pleasures depend


On the permission of another


Love me, that's right, love me


 I wanna be your baby 


Pobre é o homem


Cujo prazer depende da permissão de outros


Me ame, isso mesmo, me ame


Quero ser seu bebê


Hummmm – yeah 


 


Draco voltou a beijar a boca da Castanha, lambendo seus lábios. Segurou sua cabeça com força e se posicionou no meio das pernas de Hermione. Em uma única investida penetrou na Castanha, arrancando-lhe gritos de prazer. Hermione gritava seu nome enquanto Draco mexia dentro dela. Alternava o ritmo que variava entre mexidas lentas e penetrações profundas. As pernas de Hermione entrelaçadas em sua cintura. Olhavam-se nos olhos. Amavam-se com os olhos. Hermione mudou a posição e passou a ficar em cima de Draco. 


 


I'm open and ready


For you to justify my love


To justify my love Wanting, to justify


Waiting, to justify my love


Praying, to justify


To justify my Love


 I'm open, to justify my Love


 Estou aberta e pronta


Para justificar meu amor


Para justificar Querendo justificar


Esperando justificar meu amor


 Rezando justificar


Justificar meu amor


Estou aberta para justificar meu amor 


 


O loiro permanecia deitado de costas enquanto Hermione sentava em cima de seu pênis. A castanha rebolava em cima de Draco, apertando os seios e mordendo os lábios. Draco sentou e puxou a Castanha de forma que ela permaneceu sentada sobre seu pênis. Ambos mexiam enlouquecidamente tentando dar o máximo de prazer um ao outro. Hermione foi a primeira a gozar. Draco ao perceber que sua Castanha chegara ao ápice, aumentou as investidas gozando logo depois. Draco deitou puxando Hermione. Pediu que ela deitasse sobre seu peito. Era assim que gostava de ficar quando faziam amor.


-Eu te amo, Hermi. Fica comigo. – Draco fez uma carinha de cachorro quando cai da mudança.


-Ai, Draco, não começa. Não estraga o momento. Não vamos brigar agora, tá?- A Castanha deu um selinho em Draco. Draco entrelaçou sua mão na mão direita de Hermione. Quando sentiu uma coisa.


-Que porra é essa?- Disse apontando para a aliança de noivado na mão da castanha. - O que significa isso, Hermione?


Draco estava furioso. Hermione se levantou rapidamente. Sentou na cama de costas para Draco e abaixou a cabeça.


-É uma aliança de noivado. O Ron me pediu em casamento na semana passada. Eu disse que iria pensar, mas ele insistiu que eu ficasse com o anel.


 - Ahhh claro. Agora entendi. - Draco se levantou e já começava a colocar as roupas. – É por isso que você não quer mais ficar comigo.


-Draco, não é nada disso que vo...- Ele não deixou que ela completasse.


-O que você quer que eu pense, Hermione? Tome, vista suas roupas. Vou te levar a um lugar seguro para aparatar.


Draco falava com raiva. Segurava-se a todo custo para não explodir com Hermione.


-Draco, deixa eu te explicar...- Hermione pedia chorosa. Foi interrompida por uma luz forte vinda de sua calça. Logo depois apareceu um pergaminho. 


Mi, o embate no QG dos comensais está quase no fim. Conseguimos prender vários deles. Vi quando aparatou com Malfoy. Lancei um Confundus nos membros da Ordem. Eles acham que está aqui, mas logo notarão sua ausência. Venha agora. Abraços. Lu


 -O que é isso? – perguntou Draco curioso.


 - É uma nova forma de comunicação que desenvolvemos. Agora conseguimos mandar pequenos objetos pelas moedas de comunicação. Tivemos que mudar, depois que você me traiu. É um bilhete da Luna. Ela viu quando aparatei com você. Realmente preciso ir. - Disse Hermione colocando a roupa rapidamente. – Mas eu não queria deixar esse mal entendido.


-A vida é sua, Hermione. E você disse bem. Não somos mais íntimos. Vou liberar a sala para poder aparatar.


Menos de um minuto depois Hermione voltou à sala, ainda tentou se despedir do loiro, mas ele se desvencilhou. Com lágrimas nos olhos aparatou de volta ao QG onde se encerrava mais uma batalha. Draco esperou Hermione sair e despejou toda sua fúria em alguns móveis da casa. Não conseguia imaginar outro homem tocando o corpo de sua Hermione. Mas agora havia acabado. Havia a perdido para sempre. Com as mãos no rosto se ajoelhou no chão e se entregou ao choro. 


 


FIM DO FLASH BLACK


 


- Como pode ter certeza que esse filho é meu?- Draco perguntou sério.


-Porque eu e o Rony nunca...ahn..é ... nunca – Draco a olhava encorajando-a a falar. Já havia deduzido. Queria dar pulos de alegria. Não apenas pelo filho, mas pelo pobretão nojento nunca ter tocado em sua Hermione. – Anh...Quero dizer que eu e Ron nunca transamos.


- Ahh não acredito! Você não faz sexo com o pobretão? – Draco não queria mostrar o quanto ficara feliz e aliviado com a revelação de Hermione. Preferiu optar em ser sarcástico. -Ele deve achar que você ainda é virgem. No mínimo... Idiota! Não sei como pode pensar em se casar com um idiota assim. – Draco gargalhava.


Hermione ficou indignada com a falta de sensibilidade de Draco.


- Vou embora. Foi um erro. – Hermione se levantou da mesa.


-Ei, me desculpa. Volte aqui. Desculpa. Eu não deveria ter brincado em uma hora dessas. Mas é no mínimo inusitado.


-Que saco, Draco! Eu não sei o que fazer! Logo eu, a sabe tudo- Hermione deu um sorrisinho irônico- Eu não tenho ideia do que fazer. Estou desesperada. Essa criança que está aqui. - Hermione passou a mão carinhosamente em sua barriga- não tem culpa alguma de nossos pecados. Mas eu não posso tê-la. Não depois de tudo o que aconteceu. Você sabe muito bem disso. Eles me perdoaram. Imagine eu tendo um filho minimamente parecido com você? - Hermione chorava que nem uma criança- Não posso!


 -Fique comigo, Hermione! Podemos ficar juntos, escondidos até essa guerra maluca acabar. -Draco pediu.


Foi a vez de Hermione gargalhar sarcasticamente.


-E em que mundo você acha que podemos viver juntos, Draco? Você não percebeu ainda? Estamos em lados opostos nessa guerra. Você é um Comensal, vive entre eles. Eu sou como se fosse uma Auror. Vivo com a Ordem.


-Eu não sou um Comensal. - Draco respondeu entre dentes. - Você sabe muito bem disso. Você sabe que eu não tenho a marca.


 - E o que você fazia metido dentro daquele QG?


 -Assim como você é uma espécie de Auror, eu sou uma espécie de Medibruxo. Eu cuido deles, dos ferimentos deles. Ou você acha que só porque são Comensais que eles não podem ter atendimento médico?


- Que seja, Draco. Mesmo assim estamos em lados opostos. Se Voldemort ganha a guerra eu sou morta. Ou você acha que vão me deixar viva, só porque sou a mãe de seu filho? Vão me matar, matar o nosso filho e te matar depois. Se Harry derrota Voldemort, você é preso por colaborar com Voldemort. Não temos futuro juntos.


 - Então me dê essa criança. Eu crio. Por favor.


-Ahh agora você enlouqueceu de vez... Ahh sim... Como vou gerar essa criança por nove meses, pari-la e te entregar sem que ninguém perceba?


-Não é um pedido, Hermione. É uma ordem. – Draco estava sério como nunca Hermione havia o visto antes. Draco pensou bem no que estava fazendo, achava que a vida lhe estava dando uma nova chance. Senão podia ficar com a Hermione, ficaria com o fruto do amor dos dois – Eu quero essa criança, senão arranjarei que a Ordem saiba que eu conheço a nova forma de comunicação de vocês.


Hermione abriu e fechou a boca várias vezes. Não acreditava que estava sendo chantageada.


 


As lágrimas ainda corriam pelo rosto de Hermione quando sentiu duas mãozinhas lhe acariciando a face.


-Porque está chorando, mamãe?


 


 


*Bagavadguitá, também conhecido pela grafia Bhagavad Gita (em sânscrito: भगवद्गीता, transl. Bhagavad Gītā, "Canção de Deus") é um texto religioso hindu. Faz parte do épico Maabárata, embora seja de composição mais recente que o todo deste livro. Na versão que o inclui, o Maabárata é datado no Século IV a.C..


Fonte: Wikipédia.


 


N.A.: Música: “Justify My Love” – Madonna.


Mais um capítulo postado. Espero que gostem.


Ártemis: Cap. Enviado. Kkkkkkkkkkkkkkk


Scarlett: Eu REALMENTE voltei. Espero que tenha entendido as minhas explicações. :D


Rê Malfoy: Ui, que honra você por aqui! Feliz por você ser minha nova leitora.


Brenda Chaia: Voltei \o/


Ariane: Obrigada!!! E...”Voltei”!!


Clara.Santis: Vou continuar sim querida, não se preocupe.


Alexandra Potter Malfoy: Obrigada!!!


 


 


N.B.: Tensão, romance e luxúria... E Draco td meigo querendo cuidar do filho... Aliás, filha, né?


Ansiosa por mais e mais! Beijos, Ártemis!!!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 7

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por The Daily Doll em 23/07/2012

Confesso que fiquei um pouco confusa na hora do flashback do flashback, ams vejamos se eu entendi, Draco e Hermione tiveram um rolo, aí ele a traiu, ou pelo menos, ela acha que traiu, então se separaram e ficaram em lados opostos na guerra, seus amigos a culparam e depois a perdoaram, Hermione aceitou casar com Rony sabe-se lá porque e agora apareceu grávida, e ainda queria tirar a criança, que feio, mas é isso neh, tendi tudo? rsrs.
Fora minha confusão, o capítulo ficou bom, adoro quando o Draco é super apaixonado e foi super fofo ele querendo o bebê.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por M R C em 13/07/2012

oiiii ! conheci esta fic agora =]
AMEII !
faz um tempo que não encontro novas fics dramione que me agradem, mas essa me prendeu!
vou favoritar e acompanhar!
beijos    

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Prado Soares em 13/07/2012

aaaahhh dramione *--* foooda de mais *--* anda maris, manda mais pra geeente *--* tem mt coisa ainda pra gt ver, né? kkkkkk ve se nao doemora e mata td mundo do coraçao!!! beijinhos!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Déia Santos em 12/07/2012

Aff que tensão. Draco e Hermione além de não poderem ficar juntos ainda tinham que praticamente atacarem um ao outro? E o noivado com o Ron? Nada a ver... 

QUERO PRÓXIMO

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Caderninho azul em 12/07/2012
Aii que lindo!?mas golpe baixo do Draco fazer isso, eu não dava nem por tortura,sério mesmo! Enfim, to adorando a fic e é a única coisa que me impede de gritar de raiva no meio do aeroporto (atrasos). Continua logo,viu? Beijoo
Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Minerva Lestrange em 12/07/2012

ah, meu deus, comecei a ler depois q vi q tinha capitulo novo na área, mas parece tão boa, esse capítulo foi ótimo, emocionante. Espero q não demore p/ postar o próximo. Bjo

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por jessica salicio da silva em 12/07/2012

onw! Quero logo os outros capiitulos. ?Voc e dona Artemis ficam reescrevendo as fic's e matando os outros, isso não é certo não. *-* Capitulo lindo.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.