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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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2. Parte II


Fic: Voltando Pra Toca - Concluída


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Rony ainda permaneceu carrancudo durante o café da manhã, lançando olhares perscrutadores sobre Harry a cada minuto. E quando a senhora Weasley percebera o pequeno corte em seu rosto – fruto da sua tentativa em fazer a barba sozinho -, Rony apenas apoiou a cadeira em que estava nas pernas de trás e ficou observando, com a sobrancelha erguida, enquanto Harry balbuciava uma série de desculpas, cada uma mais esfarrapada que a outra.

À tarde, enquanto desgnomizavam o jardim à pedido da senhora Weasley, Harry achou que Rony estava se aproveitando da situação para descontar toda sua frustrada raiva, sobre o amigo. Não era normal ele errar tanto na pontaria, e quando, pela terceira vez consecutiva, Rony acertou o gnomo em sua nuca em vez de arremessá-lo por cima da cerca, Harry estava à ponto de azará-lo.

Contudo, o amigo cumpriu sua promessa de não perturbar Harry por causa do seu namoro com Gina. É claro que isso não significava que Rony não o brindasse com feições emburradas sempre que os flagrava juntos, nos dias que se seguiram.



O almoço da senhora Weasley estava delicioso como sempre e tudo em que Harry podia pensar, após se fartar com os três pedaços de torta de caramelo que comera de sobremesa, era em deitar-se sobre a grama do quintal da Toca e aproveitar os raios de sol ao lado de Gina, ou talvez, passar horas agradáveis no barracão nos fundos da casa com ela, como no dia anterior.

Mas não tivera coragem de convidar a garota na frente de todos. Então, sentindo-se parcialmente satisfeito, vagou pelo quintal até alcançar a cerca da entrada. Ainda era um tanto irreal não ter que se preocupar em sobreviver. As vezes ainda se pegava olhando por sobre o ombro à espera de ser atacado a qualquer instante.

Talvez por isso, sua primeira reação ao notar o leve toque em seu braço tenha sido o de girar o corpo, agarrar quem o tocara e apontar a varinha de forma ameaçadora.

_ Ei, calma, sou eu – Gina exclamou franzindo a testa.

A respiração entrecortada de Harry evidenciava sua agitação. Seus dedos afrouxaram levemente o aperto no braço da namorada enquanto se dava conta de que não havia, na verdade, nenhum perigo.

_ Gina... – suspirou, dando um passo para trás sem perceber que ainda estava segurando-a.

_ Meu braço!

Como se tivesse sido ferroado por um explosivim, Harry finalmente a soltou, olhando para Gina assustado.

_ De-desculpe, eu não sei o que...

_ ‘Tá tudo bem...

_ Eu podia...

_ Você podia se acalmar e aproveitar que estamos sozinhos para namorar um pouco, - ela provocou, se aproximando e apoiando uma das mãos no peito dele. - O que acha?

Harry achava que era uma loucura. Que Gina estivera a um passo de ser azarada, que a esta hora ela poderia estar ferida ou morta e a culpa seria única e exclusivamente dele. E, principalmente, Harry achava que ela não deveria estar ali, sorrindo para ele daquele jeito, com o sol brincando em seus cabelos, deixando-o atordoado.

_ Eu poderia ter te machucado – falou sério. Uma leve irritação incitava-o a brigar.

_ Mas não machucou.

_ Eu agi por instinto...

_ Eu não iria me importar se você usasse seu instinto para me atacar de outro jeito agora – a garota falou com um sorriso travesso.

_ Gina! – Harry exclamou exasperado.

_ Ok - Gina declarou decidida, abaixando a mão que o tocava. - Se você prefere ficar se martirizando, tudo bem. Mas, eu não estou a fim de assistir.

Gina já se afastara alguns passos quando Harry a alcançou, segurando-a novamente pelo braço, dessa vez com cuidado apesar de firme.

_ Espera... por favor – completou ao perceber a relutância nos olhos castanhos. – Eu não quero que você fique chateada comigo, é só que... eu não sei... Me desculpe, ok?

_ Eu não estou chateada com você, Harry – Gina declarou, cansada. Porém, logo em seguida, retificou. – Não. Eu estou chateada sim. Você agiu por instinto, ponto. O mesmo instinto que deve ter te salvado diversas vezes no último ano. Não tem que ficar se culpando por isso. Eu não sou de cristal, Harry, você não vai me machucar.

_ Você não entende? Eu quase fiz isso!

_ Mas não fez! – Gina falou exaltada. Mas, ao olhar diretamente para os olhos verdes, toda raiva que começara a sentir esvaiu-se. – Olha, eu entendo que ainda está tudo muito recente. Entendo até demais. Mas você tem que aprender a lidar com isso. Todos nós temos. - Após um pequeno momento de silêncio, continuou: - Quando você quiser conversar, estarei no meu quarto.

Harry passou o restante da tarde, cada vez mais pensativo. Ficou ainda algum tempo no quintal, mas, assim que conseguiu uma brecha, fugiu para o quarto que ocupava. Queria procurar Gina, porém não sabia o que dizer a ela. Tinha apenas a vaga impressão de que se pedisse desculpas, seria azarado.

O fato dela ter agido quase normalmente com ele durante o jantar apenas o deixou ainda mais deprimido. Forçou-se a sorrir de volta quando ela se sentou ao seu lado, mas aproveitou a primeira desculpa que apareceu para voltar a refugiar-se no quarto.

Passados poucos dias desde que voltara com os Weasley para a Toca, após a batalha de Hogwarts, aparentemente a adrenalina que o envolvera havia finalmente chegado ao fim. Todo júbilo e alívio foram, enfim, consumidos pela angústia e a tristeza.

Harry abriu os olhos, com a respiração rasa. O céu tinha o negrume que antecede o amanhecer; a brisa que entrava pela janela do quarto refrescava a noite quente.

Sonhara com Sirius e Lupin. Não fora um dos tantos pesadelos aos quais já estava acostumado. Ver Lupin e o padrinho agindo normalmente, como poucas vezes pudera observar, o abalara muito mais do que os flashes de batalha que normalmente revivia.

Aos poucos o dia começou a nascer, radioso, e quando Harry acreditou já ser uma hora aceitável, vestiu-se e desceu.

A senhora Weasley andava bastante calada, seus olhos inchados evidenciavam sua dor pela perda do filho e dos amigos. Mas ela também estava tentando seguir em frente apesar de tudo. Por isso, quando Harry entrou na cozinha já encontrou-a terminando de passar o café e de preparar algumas torradas para a refeição da manhã.

_ Bom dia, Harry querido.

_ Dia.

_ Levantou cedo, não dormiu bem? – perguntou, sinceramente preocupada.

_ Nam, só sem sono – mentiu o rapaz, apanhando uma das torradas de cima da pilha e levando-a automaticamente à boca.

Sem saber como aguentaria uma rodada de conversa, Harry tomou rapidamente um gole do leite quente com que a senhora Weasley o servira e abandonou o restante da torrada sobre o prato, ao ouvir passos na escada. Murmurando uma desculpa qualquer, largou-se sobre um dos bancos do quintal, perdido em pensamentos e lembranças.

Da cozinha da Toca, Molly e Arthur, que acabara de descer, o observaram, tristes.

_ Eu achei que ele estava reagindo tão bem.

_ Bem demais, essa é a verdade. Nós sabíamos que uma hora ele ia sentir o peso de tudo que aconteceu, Molly.

_ Eu sei, Arthur, mas...

_ Bom dia. O que houve? – Gina perguntou ao notar a expressão pesarosa dos pais.

_ É o Harry... – Molly indicou-o pela janela.

_ Eu vou lá.

_ Talvez ele precise apenas de um tempo sozinho, minha filha – Arthur aconselhou, segurando Gina pelo braço.

Gina sorriu com tristeza e assentiu.

_ Eu não vou perturbá-lo. Só vou lembrar a ele que estamos aqui para ajudá-lo.

Determinada, Gina aproximou-se de Harry devagar. Ele parecia distraído; os olhos verdes mirando lugar nenhum. Ficou de pé ao lado dele e tocou em seu ombro, mas ele não se mexeu. Carinhosamente, inclinou-se e beijou os cabelos negros, esperando que o gesto ajudasse a amenizar o sofrimento do rapaz.

Gina já ia se afastando quando Harry segurou-a pelo punho, impedindo-a. Sem falar nenhuma palavra, puxou-a para si, fazendo com que ela sentasse em seu colo e afundou o rosto contra seu corpo, deixando enfim que a tristeza em seu peito se extravasasse.

O choro convulsivo fazia o corpo de Harry sacudir, enquanto Gina abraçava-o compreensiva, alisando seus cabelos. Ela própria sentia seu rosto banhado em lágrimas.

Da janela da cozinha, Molly acompanhava a cena, ao mesmo tempo em que terminava de mexer os ovos para o marido.

_ Ah, céus... Ele está chorando, Arthur! – A senhora contou, penalizada, baixando a varinha e fazendo com que o fogo sob a frigideira se apagasse. Condoída, sentiu a dor por aquele a quem considerava quase um filho, e declarou: - Vou até lá...

_ Espere, Molly – o marido interveio, impedindo que a esposa tirasse o avental que usava. – Acho que é melhor não.

_ Mas, Arthur!

_ Nós conhecemos Harry o suficiente para saber que ele não costuma demonstrar o que está sentindo. Se você for até lá é capaz dele se fechar.

_ Mas ele precisa de mim, precisa de uma mãe!

_ Eu entendo o que você está sentindo, Molly, mas deixe a Gina cuidar dele. Parece que ela está fazendo um ótimo trabalho...


Compreensivelmente, Harry não quis se juntar aos outros para almoçar. Mesmo sabendo que todas as pessoas presentes entendiam o que estava passando, ele se sentia exposto demais. Por isso, foi agradecido que concordou com a sugestão de comer alguns sanduiches, junto com Gina, na beira do lago.

Mais compreensível ainda foi o fato de que, no final da tarde – menos pelos sanduiches de pernil do que pelos beijos de Gina -, Harry já estava se sentindo muito melhor.



Harry foi pego de surpresa, durante o jantar do dia seguinte, pelo senhor Weasley. O rapaz passara os últimos minutos relembrando os minutos roubados para um caloroso amasso com Gina, enquanto deveriam estar apanhando ovos para o jantar. Por isso, demorou a perceber que Arthur estava lhe chamando.

_ Está tudo bem, Harry?

_ Tu-tudo, senhor Weasley. É só... sono.

_ Sono, sei... – resmungou Gui, que viera jantar na Toca após sair do Gringotes, olhando de Harry para Gina, que continuara jantando calmamente, sem dar atenção ao irmão.

_ Bom, retomando o assunto, Quim perguntou se vocês poderiam ir até lá na semana que vem.

_ Nós? No Ministério? Mas... Para que?

_ Ainda existem muitos pontos obscuros em toda essa história, Harry. E só vocês três – o senhor Weasley continuou, incluindo Rony e Hermione, num gesto amplo – conhecem alguns detalhes que podem ser de importância para o Ministério.

Aquilo não era novidade para Harry. Estivera esperando por isso desde que os funerais terminaram e ainda no dia anterior ele e Rony haviam se perguntado quando iam ser chamados a depor.

_ Certo, tudo bem.

_ Ok. Vou avisar a eles. Talvez possamos agendar para segunda pela manhã, antes que a balbúrdia dos julgamentos comece.

_ Os julgamentos já vão começar? – Gui perguntou, sério.

_ Se nada der errado, começarão na terça.

_ E quando será o de Dolohov?

A pergunta de Gui paralisou a todos. Um silêncio gélido se fez presente, só pontuado pelo descansar dos talheres nos pratos, até que Arthur finalmente respondeu:

_ A previsão é para sexta-feira.

Com a voz um pouco esganiçada demais, Molly ergueu-se e sugeriu agitada:

_ Quem gostaria de um pouco de pudim de sobremesa?



Harry, Rony, Hermione e Gina procuraram aproveitar os dias de verão que se seguiram como jovens normais. Jogaram quadribol em duplas e apostaram corridas com vassouras pelo pomar (Harry com sua Firebolt tinha sempre que dar alguns minutos de vantagens aos outros) além de fazerem piqueniques na hora do almoço. Isso sem mencionar os demorados passeios que faziam pelos arredores da Toca, de onde voltavam com as roupas desalinhadas e os lábios inchados.

No sábado pela manhã, Carlinhos surpreendeu a todos chegando sem avisar para passar suas férias na Toca. Quando perguntado, o segundo filho mais velho dos Weasley respondeu apenas que estava com saudades de casa, mas todos, sem exceção, sabiam que era para poder estar mais perto da família, principalmente da mãe, após a perda de Fred.

Percy e Gui, juntamente com Fleur, também passaram a freqüentar a Toca com mais freqüência, o que impedia que os momentos de Harry a sós com Gina se prolongassem tanto quanto ambos gostariam.

Logo na manhã de segunda, Harry, Rony e Hermione, acompanharam o senhor Weasley ao Ministério, para atenderem ao convite de Quim. Estava sendo uma experiência realmente diferente, voltar aquele local, depois da última vez. Contudo, o pior era a deferência com o qual eram tratados.

Tentando ignorar os cochichos por onde passavam, o trio acompanhou o senhor Weasley até o gabinete do Ministro, onde foram imediatamente recebidos.

Quim levantou-se assim que entraram, indo cumprimentá-los. Ao aproximar-se de Harry, que esperava o mesmo aperto de mão que estava acostumado, abandonou toda formalidade e abraçou o rapaz paternalmente.

_ Como é bom ver você inteiro, garoto - Quim comentou, dando tapinhas no ombro de Harry e, depois, dirigindo-se aos outros dois com um largo sorriso. - Vocês três. Venham, sentem-se, - convidou apontando as confortáveis cadeiras de seu gabinete.

_ É bom estar inteiro, Quim.

_ Bem, esse é Jerome Martin, novo chefe da seção de aurores - o novo ministro falou, apresentando o homem encostado em sua mesa.

_ Prazer, - murmuraram Harry, Rony e Hermione quase ao mesmo tempo.

_ Harry, eu não vou ficar de rodeios. O Ministério está passando por um período complicado, muitas investigações internas e externas, todo o tipo de coisa. Por isso, eu gostaria de pedir a vocês três que contassem o que aconteceu durante o período que ficaram escondidos, Ou, - continuou, impedindo que Harry o interrompesse. - pelo menos, tudo aquilo que acharem relevante.

_ Schackelbolt... - Jerome disse, chamando atenção.

_ Sim, Martin, não esqueci. Eu preciso também que você confirme algumas declarações que fizeram, Harry.

_ Que declarações?

_ Os Malfoy estão alegando que foram coagidos a se aliar aos Comensais - explicou o chefe dos aurores.

_ Aqueles nojentos, filhos da...

_ Rony! - Hermione interrompeu os xingamentos do namorado, que calou-se, pedindo desculpas.

_ Narcisa me ajudou, enquanto estávamos na Floresta. Ela mentiu para Voldemort, dizendo que eu estava realmente morto.

_ Mais alguma coisa?

_ Só que aquele desgraçado do filho deles tentou nos matar na Sala Precisa e que o papaizinho estava doido para nos entregar para o chefe deles, quando nos apanharam - Rony voltou a declarar de forma exaltada.

_ É verdade isso? - Quim perguntou, olhando de um para outro.

_ É, mas...

Sob total atenção do novo ministro, bem como do novo chefe dos aurores, o trio contou sobre o período que haviam passado escondido. Alguns detalhes, como a busca pelas Relíquias, foram devidamente omitidos, não por desconfiança, mas por cautela. Porém, contaram tudo que acreditaram ser de utilidade.

Reviver, mesmo que por alguns instantes, tudo que haviam passado na Mansão dos Malfoy, a invasão e fuga do Gringotes e na Batalha de Hogwarts, não foi agradável para nenhum deles e, ao final, estavam todos esgotados.

A tarde já avançara e eles estavam praticamente se despedindo quando ouviram uma grande confusão se formar do lado de fora do gabinete. Vozes alteradas se sobrepunham até que a porta se abriu com um estrondo e Dolores Umbridge irrompeu, sala a dentro, berrando. O mesmo casaco rosa felpudo, o mesmo laço na cabeça, o mesmo ar de esnobe autoridade que gostava de mostrar.

_ Que audácia! Eu não posso ser tratada desse jeito!

No mesmo instante, Harry ergueu-se, apontando a varinha ameaçadoramente para a mulher. A raiva ao vê-la foi tanta que a mão livre fechou-se em punhos enquanto a outra exibia claramente a cicatriz Não devo contar mentiras, tal a força que Harry fazia.

Enquanto Rony era contido por Hermione, que segurava seus braços, Arthur impedia Harry de fazer uma besteira. O chefe dos aurores observou tudo com cautela e se postou ao lado dos visitantes, aguardando o momento certo para agir, se fosse preciso.

Quim levantou-se e cruzou os braços. Sua altura, quase duas cabeças mais alto que Umbridge, pareceu ainda maior quando ele falou:

_ Você tem trinta segundos para sair do meu gabinete.

_ E-eu sou... era... subsecretária sênior! Eu mereço respeito!

_ A senhora está sendo investigada por sua conduta. Agora, retire-se, ou eu terei que pedir para que a segurança o faça.

Percebendo que não se tratava de ameaças vazias, Dolores Umbridge se retirou, olhando afrontada para Quim e perpassando os olhos por Harry, Rony e Hermione. Suas feições demonstraram claramente o desgosto que sentia, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Quim avisou:

_ Segurança!

_ Não precisa - a voz fina era pura ira - eu sei o caminho.

Aquela visita inesperada teve o desagradável efeito de piorar o humor dos jovens, já abalado por conta de tudo que tinham revivido naquele dia. E quando, enfim, retornaram à Toca parecia que todas as cicatrizes da Batalha estavam novamente abertas.

Gina percebeu como Harry e Hermione brincavam com a comida, durante o jantar. Até mesmo Rony comera menos do que o seu normal e mantinha uma expressão séria que não lhe era característica. Segurou a mão do namorado por baixo da mesa, recebendo um sorriso triste como resposta.

Quase no final do jantar, Hermione alegou estar muito cansada. Percebendo o semblante preocupado de Rony, Gina resolveu ajudá-lo. Ignorando as reclamações e olhares atravessados de Carlinhos e Percy, que acompanhara o pai e o trio na saída do Ministério para jantar com a família, beijou Harry carinhosamente nos lábios e subiu até o seu quarto para ver como a amiga estava, assim que terminou de comer.

Harry acompanhou os Weasley até a sala. Tal como Hermione, queria um pouco de tempo sozinho. Ou melhor, queria um tempo com Gina. Nem precisavam estar sozinhos, já seria maravilhoso apenas abraçá-la, sentir sua presença. Por isso, aguardou que ela descesse, depois de verificar como a amiga estava.

Observou Rony, nitidamente agoniado para saber de Hermione, praticamente ser forçado a jogar duas partidas seguidas de xadrez (a primeira muito rápida com Percy e a segunda em que o amigo quase entregara o jogo para Carlinhos somente para terminar logo a partida). Em seguida, presenciou o sermão que a senhora Weasley deu em Carlinhos e Rony sobre seus cortes de cabelo (do qual ele e Percy foram milagrosamente poupados).

Percebendo, enfim, que Gina não iria descer mais naquela noite, Harry aproveitou uma oportunidade e avisou que iria dormir. Despediu-se de Percy que também anunciou que ia embora para casa, e rumou para o silêncio e a solidão do quarto que ocupava.

O silêncio na Toca deixava evidente o avançado da hora quando Gina abriu os olhos para a escuridão. Por mais que Hermione se esforçasse para não fazer barulho quando saia, sorrateira, rumo ao quarto de Rony, Gina sempre acordava. Nas outras vezes, apenas se acomodara melhor sob os lençóis e voltara a dormir, mas naquela noite estava parecendo impossível.

Após pensar por um momento, decidiu aproveitar que já estava acordada e dar uma espiada em Harry. Ele chegara do Ministério com uma aparência tão arrasada que a deixara preocupada. Todavia, não tivera chance de conversar com ele para ajudá-lo - caso fosse necessário. 

Levantou da cama, ajeitou a camisola que usava (nem ousada nem velha demais) e saiu com cuidado de seu quarto. Com sorte Harry também estaria acordado e, quem sabe, poderiam namorar um pouquinho sem a intervenção de nenhum de seus irmãos. Talvez, até pudessem ultrapassar um pouquinho os limites do bom senso, se tivessem chance...

Pé ante pé (e tomando o cuidado de não pisar naquele degrau que rangia alto quase no final da escada), Gina se aproximou do quarto de Harry, abrindo a porta devagar e perguntando baixinho:

_ Harry?

Como se a estivesse esperando, Harry apanhou sua varinha na mesinha ao lado da cama e murmurou o feitiço, acendendo-a, antes de se recostar contra a cabeceira da cama.

_ Algum problema?

_ Não... – Gina respondeu com um pequeno sorriso, depois de fechar a porta atrás de si. – A Mione teve outro pesadelo e eu acabei acordando quando ela saiu pro quarto do Rony.

_ Isso já está virando um hábito – comentou Harry com um levantar de sobrancelhas, observando a namorada sentar na cama, ficando assim, de frente para ele.

_ Está sim, mas ela dorme melhor quando está com ele, então, o que fazer, não é?

_ E você, tem dormido bem?

Gina olhou para a sua mão que Harry acariciava e, com um sorriso triste, falou:                                                                                             
_ Tenho sim, não precisa se preocupar. Mas, e você, o que foi que te acordou? Porque não fui eu.

_ Não... Pelo visto foi a Mione, pisando naquele degrau que range, sabe? Tem dias que qualquer barulho me acorda...

_ Bom, então já que estamos os dois acordados, a gente podia aproveitar para namorar um pouquinho sem ninguém no nosso pé, o que acha? – Gina sugeriu com um sorriso travesso brincando em seus lábios e os olhos castanhos brilhando levemente à luz fraca da varinha.

Harry não respondeu nada imediatamente. Sua mente levitando entre as lembranças da época do namoro em Hogwarts, o período em que a afastara e os dias recentes em que pareciam tentar compensar o tempo em que estiveram separados.

Tocou gentilmente o rosto salpicado de sardas para retirar alguns fios de cabelo vermelho e colocá-los atrás da orelha, aproveitando para fazer um carinho suave com a ponta dos dedos.

Assim, olhando-o daquela forma intensa e com um sorriso leve nos lábios. Foi exatamente daquele jeito que pensara nela naquele momento decisivo, na clareira da Floresta Proibida, quando achara que ia morrer.

_ O que foi? – a garota perguntou curiosa, ao perceber o modo como ele a encarava.

Ele não tinha pensado em contar. Já haviam conversado sobre a batalha, mas, intencionalmente ou não, à sua rendição ao Lord Voldemort havia sido pouco mencionada. Mas naquele instante Harry não se conteve. Gina já conhecia boa parte da história, portanto foi direto ao ponto.

_ Eu te vi, um pouco antes de entrar na Floresta, sabe? Ajudando uma aluna... Tive medo de você perceber que eu estava lá, porque se isso acontecesse... Eu não sei se conseguiria prosseguir... Não sei se teria coragem de te deixar... – Gina franziu o cenho levemente, enquanto ele continuava. – E depois, quando eu estava frente a frente com Voldemort, pronto para morrer... Eu lembrei da cor dos seus olhos e de como eles ficam brilhantes quando você sorri... Meu último pensamento foi em você...

Gina ficou apenas o observando, nos instantes logo após Harry se calar, sentindo o peso daquelas palavras inundar-lhe a alma. Entre todas as pessoas com as quais ele se importava – incluindo aí, no topo da lista, Rony e Hermione – fora nela que ele pensara. A última imagem...

Sentindo um turbilhão impulsioná-la, Gina jogou-se sobre Harry, pegando-o desprevenido e beijando-o com paixão. As mãos de Harry levaram apenas uns poucos segundos até começarem a puxá-la ainda mais para si.

O já conhecido mostro em seu peito rugiu levemente, antecipando sua vitória, e Harry aproveitou para trocar de posição com Gina, prensando-a com seu corpo contra o colchão. Sentiu o aroma de flores que ele percebera na Amortentia, ao beijar o pescoço de Gina; o que levou todo o resquício de bom-senso, que porventura Harry ainda tivesse, para um lugar muito afastado de sua mente. Tão afastado, que ele não se preocupou com mais nada, só com os gemidos baixos que saiam de seus lábios.

Com urgência, Gina livrou-o da camiseta velha que ele usava para dormir, produzindo pequenos choques onde suas mãos encostavam. Em seguida, segurou-o com força ao sentir o toque dos lábios de Harry em seu ombro, afastando a alça da sua camisola.

Harry levantou o rosto por um momento admirando-a. Não viu com clareza o rosto afogueado de Gina. Em parte por estar sem óculos, em parte por sua varinha ter se apagado ao cair no chão, deixando o ambiente iluminado apenas pelos fiapos de luar que entravam pela janela. Mas não importava. Sentia a respiração ofegante. Ela estava ali, de verdade.

As mãos de Harry desceram pelas pernas de Gina, provocando ondas de tremor e excitação. E então, trilharam o caminho de volta, devagar, trazendo consigo a camisola que ela usava, fazendo-a mais bonita, aos olhos dele, a cada centímetro de pele que descobria.

_ Deus do céu! – A exclamação saiu dos lábios de Harry num sussurro, assim que viu o corpo de Gina seminu embaixo do seu.

Gina usou uma das mãos para puxar o rosto de Harry para baixo, voltando a beijá-lo cheia de desejo, enquanto a outra mão percorria as partes do corpo do rapaz que conseguia alcançar. As carícias, há muito não tão inocentes, deixava-os em chamas e incitava-os, formando um círculo vicioso de paixão cada vez mais crescente.

Contudo, quando a mão de Gina se fechou em torno de Harry, ele estacou. Com a respiração saindo em arquejos, apoiou-se no cotovelo, erguendo o tronco para olhar diretamente nos olhos castanhos.

O olhar de Gina era tão determinado quanto no dia em que Harry a beijara pela primeira vez, no salão comunal da Grifinória, na frente de outras cinquenta pessoas. Mas naquele momento estavam sozinhos. E na cama de Harry.

E por mais que ele tivesse procurado se conter; de sua mente (bem lá no fundo) achar que eles estavam se precipitando, Harry só conseguia querer mais. Mais do perfume floral que emanava da pele de Gina. Mais do sabor adocicado dos lábios dela. Mais do suor salgado que se misturava ao dele.

Harry tremia por inteiro de antecipação e nervoso. Ficou de joelhos sobre a cama e, engolindo em seco, ajudou Gina a retirar a última peça de roupa que a cobria. Um pouco afobado, terminou de se despir, voltando a se acomodar sobre ela em seguida.

Por um instante fugaz desejou ter prestado mais atenção nas conversas dos outros colegas de dormitório, quando estes falaram sobre seus encontros com garotas. Ou ter tido oportunidade de ler o livro que Rony lhe dera em seu aniversário de dezessete anos. Mas, no final, não precisou de nenhuma ajuda para saber o que fazer.

O beijo que deu em Gina era faminto. As mãos, mesmo vacilantes,  percorreram o corpo da garota cheias de cobiça. Porém, quando estavam prestes a alcançar a área sensível entre suas pernas, Gina o impediu.

Antes que ele perguntasse qualquer coisa, ou tivesse tempo de pensar que ela desistira, Gina inverteu as posições, prendendo-o debaixo de seus quadris. O sorriso travesso novamente em seus lábios, ao voltar a beijá-lo.

O atrito de seus corpos era lento e instigante. Parecia um contrasenso que toda aquela vagareza despertasse uma urgência cada vez maior. Gina podia sentir Harry pulsando, firme, o que aumentava ainda mais o desejo que sentia.

Praticamente incapaz de fazer qualquer outra coisa, Harry segurou Gina pelos quadris, acentuando o contato entre seus corpos, e quando sua boca alcançou um dos seios, ela gemeu alto.

Sem que se desse conta, Gina provocava Harry até quase seu limite. Seus movimentos lânguidos eram inocentemente sensuais, e seus longos cabelos flamejantes teimavam em esbarrar em seu corpo, fazendo cócegas no monstro à espreita dentro de Harry.

Antes que perdesse totalmente o controle, Harry segurou-a pela cintura e, sendo mais forte e não enfrentando resistência por parte de Gina (que na verdade não pareceu se importar), derrubou-a novamente de encontro ao colchão.

A mão de Harry dessa vez não teve seu caminho interrompido e pode perceber o quanto ela estava pronta para ele. Os dedos movimentaram-se delicadamente mas, mesmo assim, fizeram os músculos de Gina ficarem tensos. Persistente, Harry continuou até sentí-la ceder. E quando os gemidos começaram a ficar mais intensos, ele se posicionou entre suas pernas.

Nunca estivera tão nervoso em sua vida quanto naquele momento. Contudo, não houve uma fração de segundo na qual ele cogitou desistir. Começou a possuí-la devagar, sentindo Gina retesar-se sob ele e parando ao sentir a resistência de seu corpo. Os olhos castanhos se arregalaram e Gina reprimiu um grito quando Harry forçou sua passagem.

Instintivamente, Harry parou os movimentos que fazia e passou a beijar carinhosamente os lábios de Gina. A garota não demorou a relaxar e, em seguida, retribuir os carinhos que recebia. Harry voltou a instigá-la, movendo-se com cuidado até que as respirações ficaram, mais uma vez, ofegantes.

Quando Gina arqueou o corpo contra o dele e envolveu-o com suas pernas, já não era Harry quem dominava o seu corpo e sim a criatura feroz em seu peito, que exultava feliz. Sem conseguir se controlar, o perfume floral de Gina entorpecendo-o ainda mais, Harry deixou-se arrastar pelo prazer que sentia, levando-a consigo.

Ele não entendia como nenhum dos parentes de Gina ainda não haviam irrompido quarto a dentro, pois podia jurar que havia gritado ao ultrapassar todos os limites. Sentia seus corpos ainda trêmulos. As respirações arfantes enquanto permanecia com o rosto afundado nos cabelos de Gina, incapaz de se mover.

Harry tinha certeza que seria capaz de conjurar um patrono apenas com uma mínima lembrança daqueles momentos.

***

NB. Kelly: Eu me divirto com o Rony e o ciúme dele! Ai que raiva dessa Umbridge! Ela não se enxerga mesmo. Mas ainda bem que o Quim a colocou no lugar dela! Mas você é fera,
pra compensar a indigestão com a sapa mor, vem a uma declaração de amor fantástica do Harry! Que primeira vez em Gina! Ah quando o Rony souber rsrsrs. Pri, eu estou tão feliz em ver mais uma história linda ganhando vida!!! Sabendo que verei aqui parte do que eu só podia imaginar que estivesse acontecendo com Harry e Gina durante SMS. É claro que foram só conjecturas e você vai transformá-las e nos presentear com uma bela história. Muito obrigada por permitir que eu faça parte de mais esta beleza! Parabéns e muito sucesso!
Beijos e te amo.


NB Sonia: Então... Todos que já conversaram comigo sobre shippers do mundo Potteriano sabem que, apesar de adorar RH, LT, JL, e outros, eu sou AFICCIONADA EM HARRY E GINY. Coisa de paixão, mesmo! A partir disto, é fácil imaginar a minha reação à esta fic... Eu já li este capítulo diversas vezes, e pretendo reler outras tantas. Pri, minha irmã, obrigada! MUITO OBRIGADA! Pela histórila linda e pela oportunidade de participar com meus pitaquinhos!-*suspiros- Sobre a visita ao ministério, tenho a incômoda  sensação de que ainda  veremos a dona Sapa aprontando por aqui. Mana, se precisar de pitacos para o fim deste personagem em especial, CONTE COMIGO! *risadinha de Osonia*- Sobre a primeira noite de nossos amados, o que dizer? Melhor silenciar, e não insistir em por palavras onde só devem haver sensações... .;D Beijos muitos,Pri! APLAAAAAAUSOOOOOOOOOOOOOOOOOSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!



N/A: Olá a todos!!!
Quando eu comecei a escrever GEORGE - fic sobre como George reagiu após a morte de Fred - de repente me surgiu o primeira parte dessa fic. Era para ser apenas uma cena que mostrava a volta para casa. O pontapé inicial do retorno à normalidade (se é que Harry soube o que é isso algum dia...)
Bom, eu continuei escrevendo GEORGE e mais uma vez fui arrebatada por outra história. Incentivada principalmente pela Kelly e pela Sônia, comecei a escrever SATISFY MY SOUL em que procuro contar o que eu acho que aconteceu com Rony e Hermione assim que acabaram os funerais da Batalha de Hogwarts.
Lá pelo quarto capítulo de SATISFY MY SOUL, eu comentei com a Kelly: acho que vou escrever a versão Harry/Gina. Então, com o apoio dela e de outros leitores que me pediram a versão HG de Satisfy My Soul, eu me pus a escrever a continuação de VOLTANDO PRA TOCA. O resultado foi esse que vocês leram. Aguardem que tem mais.

Agradeço à Amanda Magatti que me pediu pela fic até no twitter (quem quiser me seguir é só procurar por @priscilalas), Naty L. Potter, Tamy Black, Priscilla Wilston, deh.swan, Lari_sl, Maria Clara CP Duarte, Lys Weasley, Naty Potter D e Hugh Black xD, que comentaram a primeira parte.

Um agradecimento mais que especial para minhas betas e amigas: Kellysds e Sônia Sag pelo apoio e ajuda, mesmo nas horas mais impróprias! Amo vocês.

Ah, já ia esquecendo! VOLTANDO PRA TOCA tem relação direta com SATISFY MY SOUL. O que acontece em uma, acontece na outra, o que muda é o casal principal. E ambas tem relação com GEORGE. Se quiserem ler as três (quem ainda não leu) eu ficaria muito feliz de ver comentários por lá (mesmo em George, que já está terminada).

Espero realmente que gostem. Bjks da Pri

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Comentários: 11

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Enviado por Carol Salander em 27/10/2011

Heeey nao vai postar mais nao??!

ja li esse capitulo umas 70 vezes!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

bjsss posta logooo

Nota: 5

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Enviado por Amanda Ananias em 19/10/2011

Parabens... Amei a FIC!

 

Vc escreve muito bem... Aguardo o proximo capítulo.

Nota: 5

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Enviado por Thainá Araújo em 13/09/2011

Amei, continua!

Nota: 5

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Enviado por Camile Damasceno em 14/07/2011

ooooooooooooooooooook. mais uma fic que agr eu voou poder acompanhaar melhoor ner Priii!

amey os doois capítuloos e to na espera pelo próximo.

Agoora deixa eu iir que voou ler Satisfy My Soul :D

 

beijoos gata ;*

Nota: 1

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Enviado por Flávia Ribeiro em 10/07/2011

Amei. Simplesmente perfeita :) 

continua amor. Fiquei curiosa agora.

Nota: 5

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Enviado por Naty L. Potter em 28/06/2011

PRI, ARRASOU DEMAIS, MEU DEUS DO CÉU! *-*

Tudo. O começo com o Rony ciumento, o "ataque" do harry por ter atacado a Gina inconscientemente. Foi legal isso q vc fez, dentre todas as continuações de DH q eu li, poucas pessoas se lembraram q uma guerra deixa muitas marcas, e vc trabalhou isso muito bem.

E aí, o negócio no ministério. Complicado reviver tudo isso, hã? =/ E aí chega a Umbridge, OMG< essa mulher ta solta ainda? *facepalm*

Mas aí, AH, q compensação divina! *-* Pri, sério, esse momento... eu ñ realmente achei q eles fossem chegar aos finalmente, ams quanto mais eu lia mais eu surtava igual uma louca frente ao PC.

Ficou fantástico e eu estou extremamente feliz q vc tenha resolvido continuar isso aqui.

Beijos. :*

Nota: 5

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Enviado por Amanda Regina Magatti em 27/06/2011

Grita, chora e corre pra galera comemorando....urulllllllllllllllll....menina q capítulo foi esse, amo muito esse casal.....bjo

Nota: 5

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Enviado por maribsousaxx em 26/06/2011

OMGGGGG!  ADOREEEEEEEEEEI, ADOREI, ADOREI, ADOREI ADOREEEEI! PERFEITAAAAAA! QUERO MAIS *-*

BJSSS

Nota: 5

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Enviado por Mcpd em 26/06/2011

Nossa , meus parabéns , esse segundo capítulo ficou super legal ! Estou esperando super ansiosa o proximo capitulo! :D 

Nota: 5

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Enviado por Priscila Louredo em 12/06/2011

Oi, Maria Clara, eu vou continuar a postar aqui mesmo, como "Voltando Pra Toca".

Que bom que você está gostando. Espero seus comentários, nesta e nas minhas outras fics.

Bjks da Pri

Nota: 5

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Enviado por Mcpd em 12/06/2011

Qual o nome da continuação dessa fic ??
Estou adorando! =B

Nota: 1

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