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3. Aventuras Noturnas (PF)


Fic: SEX Hogwarts, uma história Diferente...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após desembarcar do trem, Harry e seus colegas do primeiro ano seguiram Hagrid por uma pequena estrada que se abria para um imenso lago negro. Após atravessarem o lago em pequenos barquinhos, os primeiranistas participariam da Seleção das Casas.

Ao entrar no Grande Salão, Harry ficou estupefato diante do que via. Era difícil acreditar que havia um teto ali e que o salão simplesmente não se abria para o infinito.

- É enfeitiçado para parecer o céu lá fora. –disse Hermione Granger. –Li em Hogwarts, uma história.

Iniciada a seleção, os alunos foram sendo chamados à frente de todos para que o Chapéu Seletor indicasse a qual casa pertenceria. Quando Harry ouviu seu nome, adiantou-se para frente e se sentou no banquinho. O velho e esfarrapado Chapéu Seletor foi colocado em sua cabeça pela professora McGonnagal. Uma voz baixa ecoou perto dos ouvidos de Harry.

- Uuhn... Difícil. Muito difícil. –sussurrou o Chapéu. - Bastante coragem, vejo... Uma mente nada má. Há talento... e uma vontade se provar... é um garoto ousado... tem sede pelo... prazer. –Harry estremeceu. O Chapéu podia ver tudo que estava em sua mente. – Mas aonde vou colocá-lo?

Quando o chapéu enfeitiçado anunciou sua casa, ouviu-se uma festa de gritos e aplausos.

***

Grifinória era a sua casa. A Casa dos destemidos e nobres de coração; Casa dos corajosos e fiéis Após a cerimônia, Harry e seus amigos desfrutaram de um delicioso banquete, antecipado por um breve discurso do Diretor, Alvo Dumbledore.

Cheios e satisfeitos, os alunos então se dirigiram à suas respectivas Casas. Guiados pelo monitor da Grifinória, Percy Weasley, irmão de mais velho de Rony, os novos alunos chegaram ao Retrato da Mulher Gorda.

- Cabeça de Dragão. – disse Percy, revelando a senha para a entrada da torre da Grifinória aos alunos.

Ao chegar em seu dormitório, Harry estava muito feliz e cansado. Conheceu seus companheiros de quarto, Simas Finningan, Neville Longbottom e Dino Thomas. Cada um se apresentou, contando um pouco da sua vida. Os meninos conversaram longamente, discutindo times de quadribol, a comida do banquete e as aulas que começariam no dia seguinte. Após muito tempo, todos começaram a ficar sonolentos. Tomados por um terrível cansaço foram se deitar.

No meio da noite, Harry acordou com vontade de ir ao banheiro. Rony roncava alto e os outros meninos dormiam sossegados. Harry calçou seus chinelos e saiu do dormitório dos meninos sem fazer muito barulho. Desceu as escadas em caracol e saiu da torre da Grifinória. Ao passar pelo buraco do Retrato, descobriu que a Mulher Gorda não estava em seu quadro. Assim, teria que esperar do lado de fora até que ela voltasse para entrar novamente.

Harry andou pelos corredores do castelo à procura de algum banheiro. Depois de subir e descer escadas, chegou a um corredor com várias portas e uma delas estava entreaberta, deixando um feixe de luz sair e iluminar o chão. Harry precipitou-se pelo corredor e entrou no aposento. Era um banheiro muito grande, com vários boxes, duchas e uma banheira imensa no meio, com várias torneiras e muita espuma. Feliz por ter encontrado um banheiro, Harry correu até um cubículo para satisfazer suas necessidades fisiológicas.

De repente, Harry ouviu um barulho dentro do banheiro. Alguém acabara de entrar no lugar. Harry escutou vozes, concluindo que havia mais uma pessoa.

- Venha comigo, Penélope! – disse uma voz conhecida. – Eu te preparei uma surpresa...
- Ah! Nossa! É este o banheiro dos monitores?! –disse uma voz feminina. –Olhe como é grande! E tem até banheira!
- Foi realmente muito bom terem nos escolhido monitores, não acha?! Agora podemos andar pelo castelo à noite e fazermos o que quiser!

Harry reconhecera aquela voz. Era a voz de Percy, o monitor da Grifinória. O que ele estaria fazendo ali àquela hora da noite?

- Vamos, Penélope. Preparei um banho para nós. Vai ser muito bom! –disse Percy.
- Ahn... não sei se devo...
- Ora! Vamos lá... –disse. -Nada vai nos acontecer. Ninguém vai nos pegar.

Percy começou a tirar suas vestes, mas Penélope apenas observava. O monitor tirou a capa, sua camisa e as calças. Parou e olhou para a garota.

- Não vai se despir? –perguntou. – Hoje é um dia especial para nós, Penélope!

Sem esperar resposta, Percy tirou sua última peça de roupa e entrou na banheira. Depois de pensar um momento, Penélope perguntou:

- E se alguém nos pega, Percy?!
- Não há problema. –disse o menino. –Este banheiro é protegido por senha. Basta você fechar a porta e ninguém poderá entrar aqui. A não ser outros monitores...

Depois de pensar no assunto, Penélope resolveu fechar a porta e começou a tirar suas vestes. Percy a observava de dentro da banheira. A monitora tirou sua capa da Corvinal lentamente. Depois, tirou a camisa e a saia, ficando apenas com a roupa de baixo.

Entrando na banheira, Percy a abraçou e a beijou longamente. Harry observava tudo de dentro do cubículo com a porta semi-aberta. Tirando tudo o que ainda restava, Penélope se jogou nos braços de Percy. Ambos estavam totalmente nus dentro d’água.

Após algum tempo se beijando, o casal passou à carícias mais sensuais. Percy beijou os seios de sua garota, fazendo-a gemer de excitação. Penélope fechara os olhos e curtia a sensação que estava sentindo. Ela queria mais, muito mais... Percy interrompeu seus beijos e passou a intensificar seus carinhos. Levantou a garota e enfiou seu pênis inteiro na monitora. Ambos estavam se satisfazendo. Agora eram duas almas e apenas um corpo. Percy fazia movimentos contínuos, penetrando cada vez mais em Penélope.

- Ah, ah, Percyzinho! Meu amor! -gemia a garota. - Ah, mais forte! Isso! Assim!

Ela estava adorando a transa. Gemia baixinho e dizia coisas que Harry não podia entender. Percy estava se matando de prazer. Agora ele passara a se movimentar mais rapidamente, arfando de tesão. Segurava nas nádegas da namorada e as apertava contra seu corpo. Harry sentia uma excitação tremenda lhe invadindo o corpo. Estava com o pênis totalmente duro e queria ver tudo o que o casal estava fazendo. Mas a vontade de Harry não era apenas olhar... queria experimentar.

A água da banheira gigante estava turbulenta e coberta de espuma. Percy estava em seu auge e Penélope o agarrava com vontade. O garoto metia cada vez mais forte, com uma expressão contraída no rosto. Penelope já tinha orgasmos múltiplos, e não se continha de prazer. Passados alguns segundos, ouviu-se um gemido longo e alto. Percy gozara dentro de Penélope e esta também chegara ao seu clímax. Ambos estavam de olhos fechados, curtindo o momento. Ainda dentro de Penélope, Percy a beijava calmamente, passando as mãos por seus robustos seios. Saciados, os dois monitores tomaram um banho de espuma, ainda abraçados. Percy beijava a nuca de Penélope enquanto ela remexia na água.

Harry sentia que gozaria de tanta excitação apenas em olhar o que estava acontecendo. Sentia seu mebro suplicar por uma punheta por debaixo das calças, mas Harry não podia fazer nada, ou seria descoberto. Agora Percy estava intensificando suas carícias na garota, não se limitando apenas em beija-la. Passava suas mãos pelas pernas da menina, subindo até sua vagina. O garoto a abraçava por trás, tentando penetrá-la. Um arrepio passara por Penélope, tirando dela um gemido. Percy já estava dentro dela novamente, mas agora por trás. Ele fazia movimentos leves, respeitando o corpo da namorada. Entrava nela com calma, curtindo a sensação. Depois de acostumada, a menina pediu para que ele fizesse mais rápido e com maior força. Weasley não recusou o pedido. Passou a meter o máximo que conseguia, arrancando gritos de prazer da menina.

Harry não agüentava mais. Sentia seu pênis tremer de tesão. Resolveu não ficar mais apenas assistindo. Enfiou uma das mãos por dentro da cueca e passou a se masturbar sem se importar com ruídos e barulhos que esta ação poderia fazer.

Percy segurava Penélope pelos seios, com as duas mãos. A meninas se mexia para cima e para baixo, rebolando no pênis do companheiro. Este estava totalmente duro e ereto.

- Ah, que delícia! -dizia Percy.
- Está gostando, meu amor?!
- Uh! Ah! -gemia. - Acho que vou gozar até a banheira transbordar!

Percy já estava quase gozando e gemia muito alto. Harry batia uma punheta rápida e forte, observando o casal. Soltando os últimos gritos que antecedem a ejaculação, Percy gozou mais uma vez. Harry gozara quase ao mesmo tempo, gemendo baixinho. A porra dele esguichara na parede no cubículo, escorrendo por toda a sua extensão. Já a de Percy entrara em Penélope e se misturava à agua e à espuma.

Depois de muitas horas de prazer e carícias, os monitores saíram silenciosamente do banheiro e foram para suas respectivas Casas. Harry esperara um pouco mais dentro do aposento. Ainda tinha em sua mente as cenas eróticas que acabara de presenciar. Lembrava-se de um momento em que a transa saíra da banheira e continuara pelo chão do banheiro. Percy abria as pernas de sua namorada e a chupava com a boca. Penélope arfava de tesão enquanto o garoto enfiava a língua em sua vagina, fazendo movimentos por dentro da garota. A expressão de Penélope era de puro êxtase. Percy caprichava no sexo oral e a chupava com mais pressão a cada minuto. Enfim, quando a garota gozara, Percy se levantou, para que a menina retribuísse o favor...

***

Somente depois de se masturbar mais algumas vezes, lembrando da cena em que um chupara o outro, simultaneamente, Harry se recompôs, limpando toda a porra na parede e no chão e foi para o dormitório dos meninos da Grifinória. Não sabia se conseguiria dormir ou se ficaria se masturbando em sua cama até o amanhecer. Precisava descansar, pois em algumas horas estaria acordando para o seu primeiro dia de aula...


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