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2. Destinos


Fic: Nossos Segredos


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Destinos...



Eu caminhava desesperada pelos corredores do castelo, atrasada para uma das aulas do Snape e eu sabia que levaria uma detenção por aquilo! Parei arfante frente a imensa porta da sala de poções quando esta fora aberta por aquele professor tão desagradável, percebi que todos que estavam sentados ali viraram-se subitamente para mim, encolhi os ombros nervosa e morta de vergonha.

- Atrasada! – A voz de Snape soara como uma faca afiada cortando minha cabeça ao meio.
- Perdoe-me professor... – Murmurei.
- Menos 10 pontos para Grifinória... – Ele falara seco. – Draco, leve a Srta.Granger até a Profa.McGonagall para que possa receber uma punição por seu atraso...

Draco levantou-se de sua mesa e caminhara até mim calado, meus olhos estavam embaçados, eu havia perdido pontos para minha casa por um mero atraso! Notei Harry e Rony com os punhos fechados, estavam bufando de raiva, Snape batera a porta em minha cara e Draco começara seu caminho sozinho pelo corredor, corri para acompanha-lo. Não falei nada, apenas se escutava o som de nossos sapatos batendo no chão, aquilo era deveras irritante, mas pelo fato da noite anterior eu ter segurado a mão dele, parecia mais constrangedor do que irritante.

- Se afaste de mim Granger... – Ele começara a falar.
- Como? – Eu parara de andar para tentar entender aquilo.
- Se afaste de mim... – Ele repetira parando de andar ficando de costas para mim. – Tenho algo importante para fazer este ano e você está me atrapalhando, por isto quero que se afaste de mim e me deixe em paz...

Ele não virara hora se quer para me encarar nos olhos, eu não conseguia entender como em um dia uma simples amizade que começava a se formar se destruía, ainda fiquei o fitando incrédula com a boca aberta até ele virar-se para mim com o rosto sem emoção, engoli em seco, aquele não era o Draco que eu havia conhecido, estava mais para o Malfoy sem sentimentos que eu odiara por seis anos.

- Se chegar perto de mim mais uma vez, terei de lhe matar...

Ele finalizara, virando-se para frente e seguindo seu caminho, ainda fiquei ali parada como uma estatua durante um bom tempo, eu estava sozinha novamente e aquela sensação de abandono era a pior que eu podia sentir em toda a minha vida, engoli o choro que estava por vir, ergui minha cabeça seguindo rumo aos jardins e por lá fiquei, não assisti nenhum aula, apenas fiquei lá pensando em tudo e em todos que estavam começando a sofrer as conseqüências daquela guerra sem sentido.

Eu estava desabada no sofá da minha sala comunal lendo um livro quando Harry adentrara pelo quadro da mulher gorda, ele possuía uma cara assustada como se tivesse feito a coisa mais terrível do mundo, levantei-me imediatamente dirigindo-me a ele, assim como Rony fizera, e Harry nos contou. Contou que havia visto Draco chorando no banheiro da Murta e que acabou por azará-lo com um feitiço que lera no livro misterioso, nunca havia gritado tanto com Harry como naquela noite, nunca havia ficado tão furiosa com ele quanto naquela noite, e sem nenhuma explicação saí pelo quadro da mulher Gorda.

Caminhei por aqueles extensos corredores em alta velocidade, eu só conseguia pensar nele e se ele estava bem foi então que eu parei e lembrei-me das palavras dele mais cedo, abaixei minha cabeça e debrucei-me sobre uma estátua, fiquei lá com o olhar parado durante algum tempo.

- Pensei que mandei você se afastar de mim! – A voz dele emanara fraca.
- Você não manda em mim... – Eu respondera ainda de costas.
- Eu posso te matar Granger...
- Então mate, Malfoy... – Eu me virara para ele, retirei minha varinha que estava no bolso e a joguei no chão. – Pode matar, não tentarei nada para me defender!

Ele me analisou por um bom tempo, caminhou até minha varinha a apanhando do chão e a sacando para meu pescoço, eu não pisquei, apenas controlei minha respiração para ele não perceber o quão nervosa eu estava.

- Eu teria coragem de te matar aqui, Granger...
- Então mate, já disse que não farei nada para me defender!
- Teria coragem de ter uma morte tão vergonhosa? Esperava mais de você... – Ele ainda tinha minha varinha em meu pescoço.
- E eu esperava que você não fosse covarde... – Murmurei o encarando nos olhos. – Que tivesse coragem de...

Eu não terminaria jamais aquela frase, ele me beijara. Sim ele simplesmente me beijara com toda intensidade do mundo, um beijo diferente de todos os outros e eu pude sentir o coração dele e a tristeza que se emanava de sua alma, o beijo então parou e eu o abracei, ele não me abraçou de volta e eu não esperava que ele o fizesse, ele apenas deixou-se ser abraçado por mim, fiquei com minha cabeça enterrada em seu peito ouvindo as batidas de seu coração.

- Falta pouco para acontecer Granger... – Ele falara.
- Vai me matar agora? – Perguntei rouca.
- Sabe que eu não conseguiria... – Ele afastou-se de mim.

Ele afastou-se de mim mais uma vez andando em direção as masmorras e eu apenas o fitei desaparecer no corredor, levei minha mão a boca, ele pelo menos estava aprendendo a demonstrar seus sentimentos. Eu até pensei que nós voltaríamos a nos encontrar nas escondidas após aquele beijo, mas durante aquela semana ele se distanciou de mim o máximo que pôde até a véspera do maior acontecimento da história de Hogwarts.

Uma coruja negra de olhos cinzas parara em minha janela trazendo-me um pequeno bilhete no bico, o peguei carinhosamente acariciando a plumagem da magnífica coruja, logo lendo o conteúdo do bilhete:

“Granger,

Encontre-me na sala precisa, precisamos conversar.

Draco Malfoy.”


O guardei em meu bolso e sai do quarto, sai da sala comunal de uma forma que ninguém percebesse minha ausência, Gina e Harry estavam conversando animadamente, enquanto Rony parecia que iria engoli Lilá em um de seus beijos avassaladores. Segui meu rumo até a sala precisa e ele estava lá me esperando encostado na parede para que entrássemos juntos, o encarei sem entender.

- Disse que era para me afastar de você...
- Desde quando você me obedece? – Ele perguntara fazendo aparecer a porta da sala.

Entramos em um luxuoso quarto, sim era magnífico, corei imaginando as intenssões dele para comigo naquele quarto tão belo.

- Não é nada que está pensando Granger, apenas estamos aqui para conversar, a cama é para mim! Irei dormir aqui esta noite...

Ele apontara uma mesa para mim, esta estava com muita comida requintada, sentei-me a mesa com ele frente a mim e ele me encarara com aquele ar petulante de ser.

- Percebi que não come nada a uma semana... – Ele falara sério.
- Não tenho tido fome... – Respondi séria. – Você também não tem se alimentado... – Eu o analisava percebendo o quanto ele estava magro.
- Tenho andado ocupado... – Ele começava a se servir e eu logo fiz o mesmo.

Comemos no mais absoluto dos silêncios, Draco era extremamente educado a mesa e eu percebi isso apenas de olhar seu comportamento, mas ainda sim notei que ele estava tenso, terminamos de comer nossa agradável refeição e os pratos desapareceram.

- Volte para sua casa com seus pais trouxas ainda hoje, posso arrumar um transporte para você...
- Do que está falando?
- Amanhã é o dia que lhe falei Granger, não a quero neste lugar! Não a quero nesta guerra! – Ele bufara levantando-se da mesa.
- Desde quando você tem quer querer algo que se refere a minha vida? – Eu perguntara revoltada ficando ao lado dele.
- Desde que sua vida afeta a minha! – Ele me encarara novamente.

E eu notei uma lágrima brotando nos olhos cinzas, ele me encarava com um carinho que talvez nem Harry nem Rony sentissem por mim, eu estava indefesa e sem fala! Ele havia conseguido de mim algo que nem meus amigos haviam conseguido, me deixar completamente vulnerável.

- Eu estarei nesta guerra Draco, e eu lutarei ao lado de Harry... – Eu explicava a ele como se explicasse a uma criança.
- Então estará lutando contra mim, Hermione... – Era a primeira vez que ele dissera meu nome.
- Eu jamais lutarei contra você! Eu lutarei contra Voldemort!
- Nunca mais, escutou? Nunca mais repita este nome! – Ele segurara minha face.
- Por que o teme tanto Draco?
- Porque eu devo teme-lo, simplesmente por isto! Eu não quero lhe ver morrer Hermione! Vá embora, eu nunca pedi nada a ninguém, mas estou implorando isto a você! – Ele falara passando as mãos impacientemente nos cabelos.

Eu sorri e ele me olhou sem entender, tirei uma das mãos dele do cabelo e a coloquei sobre minha bochecha a beijando em seguida, Draco parecera ficar menos tenso com aquele simples toque, a outra mão dele eu a guiei até minha cintura, talvez eu estivesse ficando louca por permitir que ele me tocasse daquela forma, mas a pele dele e o cheiro dele me deixavam fora daquele mundo e eu o beijei. Um beijo cheio de amor, carinho e afeto. Um beijo que durou por toda uma noite.

Draco me encaminhou até a cama e me deitara lá, eu mesma retirei minha capa e minha blusa com o enorme emblema da Grifinória. Ele beijou-me o pescoço, a testa, o queixo, o nariz, os olhos e a boca como se eu fosse a coisa mais importante em toda sua vida, então ele me olhou tristemente, retirou sua capa e sua camisa ficando apenas com sua calça, virou-se de costas para mim envergonhado.

Em suas costas uma enorme marca negra em forma de serpente estava ali, então ele mostrara seu braço esquerdo onde outra marca um tanto menor se encontrara. Ele realmente era um comensal, mas naquele momento nada disso me importava, ajoelhei-me na cama e com a ponta de meu dedo indicador eu toquei aquela marca de suas costas, senti que ele suspirar fundo como se meu toque naquela marca diabólica fosse prazeroso. Levei a língua até a marca e ele virou-se para mim beijando furiosamente minha boca, não tinha mais volta, eu era dele! Eu era dele e sempre seria por toda eternidade! Nós fizemos amor naquela noite, e foi a melhor noite de toda a minha vida.

No dia seguinte eu acordei sozinha naquele imenso quarto, notei a carta sobre o travesseiro ao lado do meu, a abrindo carinhosamente e lendo a única palavra escrita ali: “Adeus”. Suspirei tristemente, vestindo minha roupa e seguindo meu caminho para o salão comunal.

Jamais pensei que a noite do dia seguinte fosse tão assustadora, Harry havia saído com Dumbledore e só Merlim sabia a hora de seu retorno, no entanto eu e alguns membros da Armada Dumbledore ficamos de Tocaia, foi quando o inferno começou. Eu estava vigiando Snape quando ele desaparecera e eu vira vários comensais invadindo o castelo! Corri em direção ao salão principal eu tinha que sair do castelo e impedir que mais comensais entrassem, foi quando eu vi Grayback. Seus olhos expressavam todo o ódio que um ser vivo podia manter, seus dentes afiados e seu aspecto me davam ânsias.

- Ora se não é a amiguinha sangue ruim do Potter... – Ele me analisava.

Berrei um feitiço que não o afetara, Grayback me arremessara longe e eu batera minhas costas na parede dura do castelo, ele correra até mim me erguendo pelo colarinho da camisa, me analisando por completa.

- Não pude provar o sangue de Lílian Potter, mas certamente poderei provar o seu...
- GRAYBACK! – Aquele lobisomen estava prestes a me morder quando a voz de Draco ecoara por todo salão.

O Lobo arqueara as sobrancelhas olhando severo para Draco que analisava aquilo com tremendo desgosto.

- Não o chamei e nem o Lorde o chamou, vá embora! – Draco ordenara severo.
- Mas, mas... Ela é a sangue ruim amiguinha do Potter!
- Já disse que não o chamei! Vá embora! Ou quer que eu conte ao Lorde que desacatou minhas ordens?

Grayback murmurara um palavrão qualquer e me soltara no chão correndo para longe dali, apanhei minha varinha que estava no chão e apontei para Draco que estava saindo dali.

- Vamos, me mate assim não terei que fazer o que tenho que fazer... – Ele falara sério.
- Por que fez isto? Por que Malfoy?
- Eu disse para ir embora ontem... – Ele falara ainda de costas para mim. – Apenas não morra Hermione...

E ele correra dali! Eu não consegui impedí-lo, não consegui que passasse para o lado certo, apenas o deixei ir embora e até hoje eu me arrependo disto. Lembro-me apenas da fuga dele com Snape naquela noite após assassinarem Dumbledore, Draco não olhara para trás se quer uma vez, apenas correra e eu por um segundo senti que ele pensava apenas em mim.

Após o enterro de Dumbledore cada um fora para sua casa e eu havia voltado para meu bairro trouxa, quando durante a semana meu bom humor se fora junto com meu apetite, ficando apenas meus vômitos e minhas ânsias. Eu estava grávida. Resolvi guardar que estava grávida de um dos assassinos de Dumbledore apenas para mim, Rony e Harry jamais me perdoariam, eu jamais me perdoaria, meus pais haviam saído naquela tarde me deixando só em casa, faltavam apenas dois dias para eu ir para a casa dos Weasley’s para o casamento de Gui e Fleur.

Eu acabei por resolver andar pelos jardins, havia engordado um pouco, estava com quase dois meses de gravidez e Graças a Merlim a barriga não estava tão evidente. Sentei-me em um dos balanços e comecei a me balançar.

- Como vai Granger? – Aquela voz...

Saquei minha varinha apontando para ele, engraçado o ver depois de dois meses, ele me analisara dos pés a cabeça, nunca havia me visto vestida apenas com um vestido florido comum.

- Vai embora! – Silabei para ele indo a direção a porta de minha casa.
- Voldemort me deu uma nova missão... – Ele falara sério. – Uma nova chance de me redimir com ele...
- E qual é a missão?
- Te matar... – Ele falara sério.

Gargalhei alto, por Deus se aquele homem soubesse que eu estava esperando um filho dele jamais falaria aquilo para mim, o encarei novamente, estava abatido e parecia fraco, mas não pedia o porte galante.

- Mas disse que não o faria... – Ele falara mais uma vez. – Pois eu preferia matar um dos Weasley’s...

Mais uma vez coloquei a minha varinha no pescoço dele, e ele me encarara tão penetrante que eu senti meus olhos encherem-se de lágrimas, antes que uma escorresse por minha bochecha ele a secou e retirou a minha varinha de minhas mãos.

- Não estou contra Potter, nem contra Voldemort, apenas não estou a favor de nenhum deles...
- Vá embora... – Eu repeti chorosa.

Ele pegara em meu queixo e me beijara novamente, e eu chorei dentre aquele beijo, ele se afastara me analisando novamente, abaixou a cabeça e devolveu-me a minha varinha.

- Adeus... – Murmurei ao vê-lo partir.

O casamento de Gui e Fleur fora magnífico, mas eu nunca estive tão abatida quanto naquela festa, Harry e Rony não ficavam para trás, mas era naquela noite que nós iríamos atrás das Horcruxes, esperamos apenas todos se distraírem para partimos e assim o dizemos, fomos atrás das Horcruxes.

Foram viagens difíceis, e não tardou até o quarto mês de gravidez chegar e Rony e Harry notarem que eu não estava com aquele corpo de antes, Harry parecera ser o primeiro a perceber que eu não estava “normal”, mas ele não falara nada até meu quinto mês de gestação, encarávamos tarefas difíceis e eu não estava mais agüentando toda aquela aventura.

- Mione... – Harry me chamava enquanto eu admirava o fogo da nossa fogueira, Rony dormia tranqüilamente.
- Sim Harry?
- Quando vai nos contar que está grávida? – Ele me perguntara docemente.
- Já está tão visível assim? – Perguntei chateada.
- Sim... – Ele respondera no mesmo tom. – Não deveria ter vindo sabendo que estava esperando um filho...
- Um filho não é um impecilho Harry!
- Mas você quer mesmo arriscar a vida de seu filho assim?
- Eu não vou sair de seu lado nesta guerra Harry Potter! – O cortei magoada.
- Quem é o pai? – Harry perguntara encarando a fogueira.

Nada respondi, apenas balancei a cabeça negativamente e ele como era um amigo respeitoso não insistira no tal assunto, o dia seguinte acabei contando a Rony que estava grávida e eu escutei poucas e boas do ruivo, além do longo interrogatório de quem era o pai e do discurso que o mataria, Rony sempre fora super protetor, mas acabou levando belas cutucadas de Harry.

A viagem continuava tranqüila, não íamos para casa a quase nove meses e minha barriga já estava tão grande que eu nem conseguia enxergar meus pés, continuei ao lado de Harry mesmo sobre protestos, nunca quebrei uma promessa e aquela eu não quebrei mesmo!

- Mione você está bem? – Rony me perguntara quando eu parara de andar subitamente sentindo uma imensa dor.
- A bolsa estourou... – Murmurei.
- Como? – O ruivo me perguntara novamente.
- Temos que leva-la a um hospital! – Harry desesperava-se.
- Estamos no meio de uma estrada! Não tem hospitais aqui! – Rony entrava em pânico.

Harry avistara uma casa alguns metros dali, Rony apenas me mandava começar uma respiração cachorrinho e eu estava quase o socando por aquilo, acabei sendo carregada até a casa onde uma senhora estava na porta com uma face bondosa. Foi muita sorte minha ela ter sido médica e aposentada. O resultado disso foi eu ter meu filho na cama dela e sem nestesia, ou seja a pior dor que uma pessoa pode enfrentar na vida: a dor do parto.

- É um menino! Um lindo menino! – A Sra.Ruth falava sorridente. – Qual de vocês é o pai? – Ela perguntava aos meninos que coravam furiosamente.
- Er... Nenhum de nós... – Harry respondera sincero.
- Entendo... Mas venham! Entrem, venham vê-la! – Eu pude escutar Ruth os chamando para entrar no quarto.

Rony e Harry me olharam sorridentes, eu tinha um lindo bebê de olhos extremamente azuis acinzentados e cabelos loiros no meu colo, Rony não entendera de primeira, mas Harry abrira a boca categoricamente, aqueles traços só podiam ser de Draco Malfoy.

Passamos três dias na casa da Sra.Ruth após meu parto, Harry não falava comigo e Rony não entendia o motivo, mas eu entendia. Harry anunciara que voltaríamos para a Toca pois já havíamos destruído todos os horcruxes.

Ninguém dos Weasley’s entendeu minha chegada com um bebê no colo, mas todos paparicaram meu filho meu lindo Cold. Parecia que todos haviam caído de amores pelo meu pequeno que desde cedo fora carismático, e eu nem vi Harry e Rony partirem no dia seguinte, eles foram até lá apenas para me deixarem com meu bebê.

- Então o pai é o Malfoy? – Gina falava assustada enquanto eu colocava Cold para dormir.
- Já te contei a história toda Gina, sim o pai é o Malfoy...
- Desculpa Mione, mas é que... Essa história é tão louca! – A ruiva desabava na cama ao lado do berço.

Foi quando ouvimos berros e pela janela vimos feitiços serem atirados, a Toca estava sendo atacada. Gina me olhara desesperada, Cold começara um extenso choro e eu o segurei firmemente nos braços. Vários duelos estavam sendo travados do lado de fora.

- Vamos pelos fundos! – Gina me puxara.

Corremos para a cozinha, escutamos a porta da sala ser derrubada e escutamos a Sra.Weasley e o Sr.Weasley duelarem assim como todos os seus filhos e membros da ordem. Eu não me importava se acontecesse algo com eles, apenas queria proteger meu filho! Grayback aparecera do lado de fora nos olhando com intensidade.

- Finalmente achei as duas coelhinhas do Potter! – Ele falara.
- Corre Mione! – Gina me falara valente.
- Enquanto a você?
- Eu sei me virar, leve Cold daqui vamos!

Não consegui olhar para trás corri em direção a floresta, Cold chorava alto e eu rezava para que o choro dele cessasse, estava com medo, estava desesperada principalmente quando escutei alguém correndo atrás de mim. Por céus! Eu estava exausta, não agüentava mais correr, foi então que a pessoa que corria atrás de mim me agarrara por trás me fazendo virar com tudo.

- Draco?

Ele arfava, por Merlim como ele parecia exausto e assustado, me fitou sério logo encarando o bebê em meu colo o olhando incrédulo, pareceu tomar ar.

- Soube quase agora que este lugar seria atacado e que você havia retornado, comensais estão vigiando este local a séculos! – Ele falara sério. – Hermione... Este bebê...

Abaixei a cabeça, Cold parara de chorar e agora analisava eu e Draco com seus profundos olhos cinzas, Draco olhara para o bebê o tomando de meus braços e o segurando firmemente.

- Por que não me disse que eu ia ser pai? – Ele perguntara ríspido.
- Há coisas que não devem ser ditas... – Respondi amarga.
- Qual o nome? Qual o nome deu a nosso filho? – Ele ignorara minha resposta.
- Cold...
- Vamos, tenho que tirar você e Cold daqui! A guerra irá estourar na semana que vem...
- Para onde vai nos levar?
- Para o mesmo lugar que levei minha mãe, ficará escondida lá com ela até este inferno acabar!

Eu não dei resposta alguma para Draco, ele me arrastou de onde estávamos para uma fazenda afastada de tudo e de todos, quando saltamos da vassoura dele eu pude analisar o local, percebi que era em algum lugar trouxa.

- Quando apareci em sua casa naquele dia, era para traze-la para cá, ficaríamos aqui até o fim da guerra... – Ele falara magoado de costas para mim.

Uma mulher extremamente bela aparecera na porta da casa e correra até Draco, pela semelhança entre ambos deduzi que fosse Narcisa Malfoy, sua mãe. Ele contara algo a ela até ela caminhar até mim e olhar para meu filho em meu colo, o olhou com ternura, jamais pensei que a esposa de Lucius Malfoy pudesse ser tão doce.

- Bem vinda Hermione... – Ela falara para mim. – Bem vindo meu neto... – Ela olhara ternamente para Cold.

As portas daquela família foram abertas para mim, mas eu ainda queria ir para a guerra e não era Draco quem iria me impedir...

Continua...

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